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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Associação Esportiva Cruzeiro do Sul

No mesmo dia em que Brasília completava seu primeiro ano de vida (21 de abril de 1961), às dez horas, na Casa 1 da Quadra 16 do Setor Residencial Econômico Sul – SRES, reuniram-se 93 moradores do então bairro do Cruzeiro para organizar uma associação recreativa e esportiva.
Foi pelos presentes escolhido João Scarano para presidir a seção e para secretariá-la Norberto Fernandes Teixeira.
João Scarano explicou o motivo da criação de uma associação esportiva e recreativa, dizendo que, com a criação daquela entidade o setor teria mais vida e seus moradores não precisariam recorrer a outros lugares para se distraírem, porque a agremiação que estava sendo fundada iria lhes proporcionar o que de melhor existia no setor recreativo e esportivo. Continuou dizendo que já estava sendo providenciada a sua sede provisória, com sua praça de esportes para competições oficiais e que, em breve, seria passada a “patrola” (espécie de trator para nivelar terrenos) para os primeiros passos do futebol no bairro.
A seguir foi escolhida uma comissão para elaborar os estatutos da agremiação, sendo Felinto Epitácio Maia, o Presidente, e tendo como auxiliares Zorobabel Josué dos Passos, Francisco Jacob dos Santos, Geraldo da Silva Santos e Norberto Fernandes Teixeira.
O novo clube recebeu o nome de Associação Esportiva Cruzeiro do Sul e tinha como cores oficiais a azul e a branca.
O uniforme tinha duas variações: o primeiro com camisa azul, calção branco e meias azuis (semelhante do Cruzeiro, de Belo Horizonte) e o segundo com camisas com listras verticais em azul e branco, calção branco e meias com listras horizontais também em azul e branco.
Tinha um gavião como símbolo.
Norberto Fernandes Teixeira foi eleito o primeiro Presidente da A. E. Cruzeiro do Sul.
Aproveitando a paralisação do certame oficial de 1961, o Cruzeiro do Sul fez um amistoso visando a assegurar boa estrutura para sua equipe. No dia 14 de janeiro de 1962, venceu o Carioca, por 4 x 3.
No dia 20 de janeiro de 1962 foi até a cidade goiana de Luziânia, vencendo o clube local por 2 x 0, quebrando uma invencibilidade de 54 jogos do Luziânia.
Nos dias 30 de maio e 3 de junho de 1962 participou do Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular promovido pelo Alvorada, reunindo também Presidência e Guanabara.
No dia 30 de maio, estragou a festa do clube promotor, vencendo o Alvorada por 6 x 1. No dia 3 de junho, perdeu a final para a A. E. Presidência, por 3 x 1.
Veio o Torneio Início, em 10 de junho de 1962, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. Logo no primeiro jogo, foi derrotado pelo Rabello, por 3 x 0.
Cedeu o zagueiro Edilson Braga para a Seleção que representou o Distrito Federal no Campeonato Brasileiro de 1962.
O Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 1962 dividiu-se em duas zonas: Norte e Sul. O Cruzeiro do Sul ficou na Zona Sul, onde fez sua estréia na competição no dia 8 de julho de 1962, no Estádio Vasco Viana de Andrade, perdendo para o Grêmio por 1 x 0. Só foi conseguir a primeira vitória já no segundo turno da competição, no dia 19 de agosto de 1962, ao derrotar o Colombo, por 4 x 2. Morales (2) e Walmir (2) marcaram os gols do Cruzeiro do Sul. E foi só essa. Foram oito jogos no total e mais dois empates e cinco derrotas. Marcou 7 gols e sofreu 15. Ficou na penúltima e nona colocação, à frente somente do Alvorada, que desistiu da competição.
Utilizou os seguintes jogadores: goleiros - David e Assis; defensores - Vicente, Meridian, Mello, Adalberto, Morales e Miro; atacantes - Laerte, Foguinho, Barros, Chumbinho, Chaves, Walmir, Isnard e Aguinaldo.
O ano de 1962 não foi de todo ruim para o Cruzeiro do Sul, pois este venceu o primeiro campeonato brasiliense da categoria de juvenis, com apenas um ponto perdido. Participaram da competição os mesmos clubes que disputaram a Primeira Divisão.
Para o ano de 1963, o Cruzeiro do Sul passou a contar com a administração da dupla Norberto Teixeira e Jackson Roedel, o que lhe renderia bons frutos.
Além de manter os bons jogadores de 1962, tais como Edilson Braga e Morales, o Cruzeiro do Sul reforçou o time, contratando bons jogadores dos clubes locais e também de outros Estados, tais como Ceninho, que jogou no futebol carioca (no Fluminense e no América), e Beto Pretti, que era jogador do Atlético Mineiro.
Com isso, conquistou de forma brilhante o título de campeão brasiliense de 1963, com uma campanha impecável: nos 16 jogos que disputou, venceu 10, empatou 5 e perdeu apenas 1. Marcou 39 gols e sofreu 14. Além disso, teve os dois principais artilheiros do campeonato, Ceninho, em 1º (com 10 gols) e Beto Pretti, em 2º (juntamente com Nilson, do Nacional), com 9.
Os jogadores utilizados pelo Cruzeiro do Sul foram: Goleiros - Zezinho e João Luís; Defensores - Edilson Braga, Aderbal, Mello, Davis, Morales, Humberto, Remis, Valdemar, Pedrinho e Pedersoli; Atacantes - Foguinho, Zezito, Ceará, Beto Pretti, Moisés, Ceninho, Omar, Quarteroli, Belini, Raimundinho, Paulinho, Isnard e Zezé.
Na “Seleção do Ano” escolhida pelo DC-Brasília, o Cruzeiro do Sul cedeu Beto Pretti, Ceninho e Quarteroli. Além disso, Beto Pretti foi escolhido o “craque do campeonato” e Gil Campos, o melhor treinador do ano de 1963.
No final deste ano, com a saída de Jackson Roedel para o Rabello (que iria aderir ao profissionalismo no ano seguinte), vários jogadores do Cruzeiro do Sul foram com ele, tais como Aderbal, Ceninho, Beto Pretti e outros.
Assim sendo, não estava mais com sua força máxima quando enfrentou o Vila Nova, de Goiânia (GO) pela Taça Brasil de 1964. No primeiro jogo, em 26 de julho de 1964, em Goiânia, perdeu por 3 x 1. No jogo de volta, em Brasília, foi desclassificado com o empate de 2 x 2.
Defenderam o Cruzeiro do Sul na Taça Brasil os seguintes jogadores: João Luís, Zé Paulo, Melo, Davis e Pedersoli; Mário César e Fino (Beline) (Waldemar); Zezito, Baiano, Paulinho (Abel) e Zezé.
Não adotou o profissionalismo no ano de 1964 e ficou em quarto lugar no campeonato brasiliense de amadores, atrás de Guanabara, Dínamo e Nacional. Foram sete vitórias, dois empates e três derrotas nos doze jogos que disputou.
Como consolo, conquistou a Taça Eficiência de 1964, três pontos à frente do campeão Guanabara, e novamente venceu o campeonato brasiliense de juvenis, com apenas três pontos perdidos.
Continuou perdendo peças importantes para os clubes que aderiram ao profissionalismo e em 1965 realizou péssima campanha no campeonato brasiliense de amadores, chegando em último lugar, sem conquistar ao menos uma vitória.
Em 1966, mais um ano ruim para o Cruzeiro do Sul, novamente último colocado no campeonato brasiliense de amadores.
Em 20 de fevereiro de 1967, a A. E. Cruzeiro do Sul enviou ofício nº 3/67 a Federação Desportiva de Brasília solicitando sua inscrição no campeonato de profissionais. Uma semana depois, aconteceu a Assembléia Geral que elegeu sua nova diretoria, tendo à frente o ex-presidente da Federação, Wilson Antônio de Andrade.
Para concorrer com os fortes adversários, trouxe muitos jogadores do interior de Minas Gerais e também aproveitou alguns jogadores da sua base, sendo o de maior destaque o meio-de-campo Alencar (que mais tarde jogaria no Ceub).
E os resultados não demoraram para aparecer. Foi vice-campeão do Torneio Início (disputado em 11 de junho de 1967). Logo depois, nos dias 16 e 18 de junho, conquistou o torneio interestadual em comemoração ao 9º aniversário de Taguatinga. Os jogos foram realizados no recém-inaugurado estádio do Flamengo (Ruy Rossas do Nascimento). O Cruzeiro do Sul venceu o Flamengo (3 x 2) e, na decisão, contra o Clube do Remo, do Pará, vitória de 1 x 0, gol de Ribamar.
Também conquistou um torneio quadrangular realizado na cidade do Gama, em novembro de 1967, vencendo a A. A. Cultural Mariana (2 x 1) e, na decisão, marcou 4 x 3 sobre o Coenge. O outro time que participou do torneio foi o Rabello.
Para coroar o seu bom primeiro ano no profissionalismo, ficou com o vice-campeonato brasiliense, somente atrás do Rabello, à frente de Colombo, Defelê, Flamengo e Guará.
Utilizou os seguintes jogadores: Goleiros - Waldemar e Vicente; Defensores: Juca, Grover, Elias, Maninho, Brigadeiro, Adilson, Ercy, Elinho e Aderbal; Meias e Atacantes - Ramalho, Geraldo, Alencar, Mário César, Paulada, Nando, Luciano e Edgard.
Não conseguiu manter a ótima performance de 1967 no ano seguinte (1968). No campeonato brasiliense deste ano, disputado por apenas cinco equipes, o Cruzeiro do Sul ficou em 4º. Foram apenas duas vitórias nos oito jogos que disputou.
Sua última participação no campeonato de 1968 aconteceu no dia 22 de maio, com derrota de 3 x 0 diante do Defelê. Foi a última vez de forma oficial que o Cruzeiro do Sul entrou em campo.
Preferiu ficar de fora do campeonato brasiliense de 1969, quando a Federação resolveu juntar em sua competição oficial clubes profissionais com amadores, e também do ano seguinte, 1970.
Em 22 de junho de 1971 aconteceu a Assembléia Geral de Clubes que aprovou a desfiliação do Cruzeiro do Sul.

sábado, 15 de agosto de 2015

Cruzeiro Futebol Clube

O Cruzeiro Futebol Clube é um time de futebol profissional da Região Administrativa do Cruzeiro, no Distrito Federal. Fundado no dia 10 de maio de 2000, é uma equipe jovem do futebol brasiliense conhecido como Carcará do Cerrado. É a terceira equipe a representar a cidade do Cruzeiro no Campeonato Brasiliense. Seus antecessores foram a A.E. Cruzeiro do Sul no período do futebol amador (anos 60) e a ARUC (2000 a 2005). Além do profissional, o Cruzeiro mantém um forte trabalho nas categorias de base. Seu uniforme tem as cores azul e branco. Seu mascote é um Carcará, seu primeiro escudo foi criado baseado na bandeira da cidade do Cruzeiro e hoje tem o carcará estampado em seu meio.

No ano de estréia no Campeonato Profissional da Divisão de Acesso o time mandava seus jogos no Mané Garrincha. O campeonato teve 13 equipes e o Cruzeiro disputou a 1ª fase pelo Grupo C, não alcançando a classificação para fase seguinte. Foram 8 jogos com 2 vitórias, 1 empate e 5 derrotas. A equipe marcou 10 gols e sofreu 19 e terminou na 10º posição com 7 pontos ganhos.

Em 2005 o campeonato é disputado por 8 equipes que jogam entre si em turno único para classificar os quatro melhores para as semi-finais. O Cruzeiro passa a mandar seus jogos no Estádio do Cruzeiro (Ninho do Carcará) e termina em 6º lugar com 2 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. A equipe marca 11 gols e sofre outros 11 e totaliza 8 pontos ganhos. Joãozinho é o artilheiro do campeonato com 8 gols.

O ano de 2014 começou parecendo ser complicado. Com problemas financeiros, a equipe acabou não disputando os torneios das categorias de base nos quais sempre vinha muito bem. O que poderia ser o início de um ostracismo acabou sendo uma grande virada. O clube decidiu disputar pela 11ª vez consecutiva a Divisão de Acesso e foi coroada com o maior objetivo de sua história. Em um campeonato marcado por grandes problemas como desistências de clubes, paralisação e jogos com portões fechados, o Cruzeiro alcançou o 2º lugar e o tão sonhado acesso para Primeira Divisão. O vice-campeonato teve 7 Pontos Ganhos em 6 Jogos. Foram 2 Vitórias, 1 Empate, 3 Derrotas, 10 Gols Pró e 11 Gols Contra. Finalmente o Carcará do Cerrado chegava ao Candangão!
evolução dos escudos

Site


Estádio Ninho do Carcará
Capacidade 1.000

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Capital Clube de Futebol

O Capital Clube de Futebol é um clube profissional, e de vanguarda em sua gestão administrativa e esportiva. O time surgiu da Sociedade Esportiva Maringá, tradicional clube amador do futebol do Distrito Federal, com sede na cidade do Guará, que no ano de 2004 decidiu trazer ao futebol profissional brasiliense toda a sua alegria e qualidade esportiva criando o CAPITAL. Com a criação de um clube profissional, o Maringá tornou-se o braço social e amador da instituição
O Capital logo em  seu primeiro ano de disputa no futebol profissional sagrou-se campeão da segunda divisão de Brasília.  O Clube Empresa foi um dos pioneiros no DF a executar o marketing esportivo, com promoções interativas junto aos seus torcedores, e patrocinador em dias de jogos.
Atualmente disputa a primeira divisão do Campeonato Brasiliense de Futebol. Em agosto de 2011, firmou uma parceria com o Cristalina AC de Goiás, passando a se chamar "Capital/Cristalina". Entretanto a parceria durou apenas no ano de 2011, em 2012 o time retornou ao Guará. Ascendeu à primeira divisão metropolitana de 2012 após terminar o Campeonato Brasiliense de Futebol da Segunda Divisão de 2011 em 5° lugar, devido à mudança na fórmula de disputa da divisão principal, que passou de 8 para 12 participantes. Último colocado em 2014.
Título  Campeonato Candango da 2ª Divisão (2005) 
          Campeonato Candango da 3ª Divisão (2009)

EstádioO Estádio Antônio Otoni Filho é um estádio de futebol brasileiro, situado na cidade do Guará, no Distrito Federal. Foi inaugurado em 1977 e tem capacidade para aproximadamente 7.000 pessoas. Seu apelido, CAVE, é a sigla para Centro Administrativo Vivencial e Esporte, complexo de lazer do Guará onde se encontra o estádio e que conta, entre outras estruturas, com um ginásio coberto, um kartódromo, um teatro de arena e a Feira do Guará.
No CAVE, mandam seus jogos as três equipes da cidade, Botafogo-DF, Guará e Capital, além do Brasília, time da capital federal,Brasília, que decidiu se mudar para o CAVE ante a iminente demolição do Mané Garrincha, estádio onde mandava seus jogos.

Mascote : 
Corujão

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Clube de Regatas do Guará

O Clube de Regatas do Guará é um clube da região administrativa do Guará, no Distrito Federal. Foi fundado no dia 9 de janeiro de 1957, sendo assim o clube mais velho do Distrito Federal.

O C.R.Guará foi fundado por um grupo de servidores do extinto Departamento de Topografia Urbana, órgão responsável pelas medições da futura capital federal. Entre eles Oswaldo Cruz Vieira, o Oswaldão, primeiro presidente do clube. Oswaldão, corintiano roxo, escolheu as cores preta e branca para o clube recém criado, além de adotar um distintivo semelhante ao do clube paulista.
O Guará participou do primeiro campeonato brasiliense, disputado em 1959 por 8 equipes: Defelê, Rabello, Pederneira, Alvorada, Nacional, Grêmio Brasiliense, Planalto e o próprio Guará, sendo que o Grêmio Brasiliense foi o campeão. Em 1960 o Guará foi vice perdendo o título para o papão da época: o Defelê.
Depois de altos e baixos o Guará ficou durante algum tempo sem atividades esportivas. Nos meados da década de 70 o Humaitá e o Corinthians, clubes amadores da então recente cidade-satélite do Guará se uniram e resolveram continuar o legado do saudoso Oswaldão, instalando no Guará o clube.
Em 1976 voltou a ser vice, perdendo o título para o Brasília Esporte Clube.
Em 1978 o Guará também ganhou um estádio para jogar, o Cave (atualmente cabendo 7 mil pessoas), facilitando as coisas para o torcedor e também criando mais indentificação com o lugar que representa.
No ano de 1979 o lobo participou pela primeira vez em sua históra do campeonato brasileiro, caindo no mesmo grupo de times do Distrito Federal, que foram na época o Gama e o Brasília. O time ficou na última colocação do grupo e do torneio com apenas 2 pontos.
Em 1980 e 1982 disputou a Taça de Prata (equivalente a segunda divisão nacional) e ficou na última posição do grupo. Em 1983 por pouco não classificou para a próxima fase.
A sina de vice do candangão continuou nos anos 80, quando foi vice por 3 anos seguidos (1981, 1982 e 1983), quando perdeu a final para o Taguatinga e pro Brasília duas vezes, respectivamente.
Mas nos anos 80 o lobo da colina teve também uma grande conquista: o torneio Centro-Oeste, quando acabou vencendo o bom time do Brasília por 4 x 2 nos pênaltis e conquistando o seu primeiro título.
No início da década de 90 a cor amarela juntou-se às cores preta e branca e completou o pavilhão atual do clube.
O Guará foi tricampeão de juniores de 90/91/92.
Em 1991 o time voltou a ser vice no candangão para o Taguatinga, mas no ano de 1996 o sonho do Guará ser campeão virou realidade: o o Guará comandado por Déo de Carvalho foi campeão derrotando duas vezes a equipe do Gama. No primeiro jogo, no campo do adversário, o Lobo venceu por 1 a 0. No jogo da volta um público de pelo menos 5000 torcedores presentes viu o Guará derrotar seu rival por 3 a 1 no CAVE e conquistar o título inédito.
Em 1997 o Guará disputou a Copa do Brasil, mas acabou levando 7 x 0 do Internacional em casa. O Inter após ver a boa atuação do jovem zagueiro Lúcio naquela partida contratou o jogador e o levou para Porto Alegre, e lá começando a ser reconhecido nacionalmente, e depois internacionalmente. Hoje é um dos maiores zagueiros do futebol mundial.

Em 1997 o lobo acabou fazendo uma campanha fraca no candangão, mas em 1998 o clube confirmou a sua má sorte, sendo vice novamente após perder para o campeonato para o Gama.

No ano de 1999 o Guará disputou novamente a Copa do Brasil, mas acabou novamente sendo humilhado por um time gaúcho, dessa vez foi o Juventude que enfiou 5 x 1 no Mané Garrincha e garantiu a vaga sem precisar de jogo de volta. Lembrando que o Juventude acabou sendo o campeão desse torneio.
Após lutar para não cair em alguns campeonatos dos anos 2000, o Guará acabou sendo rebaixado pela primeira no ano de 2006, quando ficou na lanterna do grupo B.

Em 2007 por pouco não foi rebaixado a terceira divisão do Distrito Federal.
Em 2008 não deu outra, o time auri-negro foi rebaixado para a terceira divisão, marcando o seu declínio no futebol, principalmente pela falta de competência dos dirigentes que levaram o campeão brasiliense de 1996 ao buraco.
Em 2009 para completar o time acabou desistindo de disputar a terceira divisão local, principalmente pela falta de dinheiro. Ficaremos na torcida para que o lobo do guará de tantas tradições no futebol brasiliense volte a ativa o mais rápido possível.
 
Títulos
 
Campeão Estadual 1996


Estádio
 
Antônio Otoni Filho
Local: Guará/DF
Inauguração: 16 de abril de 1978
Jogo de inauguração: Corinthians-DF 0 x 2 Vitória
Recorde de público: 7.138 sendo: 6.929 pagantes - Botafogo-DF 1 x 2 Ceilandense

Hino


Autor: José Wilson Costa Dias

Eu sou da turma do Guará
De união e força para lutar
Meu maior orgulho é viver
Sempre amando meu clube pra valer
Sua história é curta pra contar
Mas suas glórias encantam os mil
Meu amor eterno e plenamente
Em qualquer parte do Brasil
Guará campeão candango
Suas cores me fazer crer
Eu quero lhe ver jogando meu lobo querido
Sempre amarei você (x2)
Mascote

Lobo Guará
O símbolo do clube é o Lobo-Guará, animal que era abundante em Brasília na época de sua fundação e que batizou o mais antigo clube de futebol do Distrito Federal.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Sociedade Esportiva Brazlândia

A Sociedade Esportiva Brazlândia é um clube de futebol da cidade-satélite de Brazlândia no Distrito Federal,Brasil. Fundado 5 de Junho de 1995
Em 2007, desbancou qualquer favoritismo do Legião Futebol Clube, e mostrando uma raça impressionante conseguiu vencer a segunda divisão estadual, ingressando com tudo para o candangão 2008.
A camisa do Sociedade Esportiva Brazlandia, foi inspirada na Obra do artista plastico Francisco Galeno, morador da cidade de Brazlândia, esta figura representa a calçada do principal ponto turistico da cidade o lago Veredinha.

Títulos 

Campeonato Brasiliense - 2ª Divisão: 2007.



Estádio

Com capacidade para 8 mil pessoas, o Chapadinha serve de casa para a Sociedade Esportiva Brazlândia.

Apelido : Tricolor da Chapadinha

Mascote : Onça



sexta-feira, 2 de abril de 2010

Taguatinga Esporte Clube

Taguatinga Esporte Clube é um clube de futebol brasileiro sediado no Distrito Federal. Foi fundado no dia 27 de janeiro de 1964. Sua sede fica na cidade-satélite de Taguatinga e tem como alcunhas o nome de Águia e TEC,siglas do nome do time. Seu uniforme era composto de camisa azul, calção branco e meias azuis. O mascote do clube é uma águia, homenageando a cidade de Taguatinga. Mandava seus jogos no estádio Elmo Serejo Farias.


Após o tri-campeonato em 1993 o Taguatinga nunca mais foi o mesmo, em 1996 acabou caindo no campeonato Candango, mas no ano seguinte conseguiu o acesso, sendo que em 1998 fez uma boa campanha no candangão e em 1999 pra tristeza da cidade o time amargou outro rebaixamento, ficando na lanterna do campeonato e desativando seu departamento de futebol, principalmente após a saída do homem forte do clube, Froylan Pinto e pelas más administrações que geraram dívidas enormes. Apesar de estar a 10 anos sem disputar uma competição, consta como licenciado na FBF, mas ainda não há previsão de volta do TEC.

Títulos
 
Campeonato Brasiliense: 5 vezes (1981, 1989, 1991, 1992 e 1993).

sábado, 20 de março de 2010

Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro

A ARUC (Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro) é um clube da Região Administrativa do Cruzeiro, no Distrito Federal. Fundado ao dia 21 de outubro de 1961 (10 de junho de 1999 como clube de futebol), é um clube que desenvolve práticas esportivas e culturais, sendo a principal escola de samba do Distrito Federal, tendo 30 títulos.

Com a fundação de Brasília em 1960, pessoas vieram de outras cidades para o DF. Muitos cariocas foram residir na região do atual Cruzeiro. Em 1961, alguns moradores se reuniram na casa do carioca Paulo Costa e fundaram uma entidade para desenvolver o lazer, esporte e cultura da região. Nascia, assim, em 21 de outubro de 1961, a Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro.
Em 1965 a Aruc conquistou seu primeiro título de campeã do carnaval. A escola se tornaria campeã 30 vezes em Brasília.
Como a região não tinha nenhum representante no campeonato estadual de futebol, muitos cruzeirenses pressionavam a Aruc a formar uma equipe. A diretoria do clube sempre rechaçou a idéia alegando falta de estrutura financeira.

Até que no dia 10 de junho de 1999, quando o secretário de esportes e ex-presidente do Gama, Agrício Braga, juntamente com Paulo Goyaz e Wagner Marques, criaram o departamento de futebol da ARUC. O time mandava seus jogos no Bezerrão e algumas vezes no Mané Garrincha.
Em 2000 o time acaba fazendo uma grande campanha e subindo para a primeira divisão do DF, perdendo a final do torneio da segunda divisão para o Brasiliense.
No ano seguinte, com a maioria do time feito por jogadores do Gama, fazendo com que muitos criticassem a ARUC, dizendo que era uma extensão do Gama, além é claro de não jogar no Cruzeiro, e sim no Gama. Não se classificou para as semifinais, mas se manteve na primeira divisão. Equipe Base: Cláudio, Rick, Adriano, Flávio, Bira e Micael; William, Augusto, Júlio César; Jackson e Neto. Técnico:Déo de Carvalho

No ano seguinte por pouco não foi para o hexagonal decisivo, continuando com a parceira Aruc/Gama.
Só em 2003 que a parceria acabou, sendo que a ARUC usou boa parte do elenco de um clube amador, o Jardim, que foi vice da Copa Peladão. No gol se destacava o goleiro Serjão, com 113 kilos. Porém o time acabou fazendo uma campanha muito ruim e sendo rebaixado.
Em 2004 tentou sem sucesso a volta á elite e em 2005 acabou rebaixado para a recém-criada Terceira Divisão, decretando o licenciamento do clube. Até os dias atuais o clube se encontra desativado.

Estádio

Nome: Estádio Walmir Campelo Bezerra

Local: Gama/DF
Capacidade: 20 mil
Inauguração: 19/10/1977

Hino


Eu sou um rio
Transbordando de amor {bis}
Eu sou ARUC,
sou um vencedor
Voa gavião,
Leva na garra o pandeiro
Mostra pra esse povo
Que o teu samba é verdadeiro
Teu azul e branco
Veio lá de Madureira
Enxuga teu pranto,
Que eu não vim pra brincadeira
Fui abençoada
Pelo braço de Natal
Sou glorificada campeã
Do futebol e do carnaval
Tenho alma de guerreiro
No gramado, um lutador
Vou soltar o meu grito, é gol
Por isso é que Cruzeiro eu sou.

Mascote


Gavião

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Paranoá Esporte Clube

O Paranoá Esporte Clube é a sensação da pouco expressiva segunda divisão do Campeonato Brasiliense, a partir de 2 de agosto. Campeão candango amador no ano passado, ainda como Colorado do Paranoá, o desconhecido estreante é o único dos dez concorrentes com um estádio novo à disposição.
Vice-campeão da segunda divisão em 2003, disputa a primeira divisão pela primeira vez em 2004, mas é rebaixado. Disputa a segunda divisão no mesmo ano, sendo campeão e retornando a divisão principal em 2005. Termina o campeonato em terceiro lugar, conquistando uma vaga na Série C.
Rebaixado em 2007 e novamente em 2008, chegando a terceira divisão em 2009.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão estadual 2004

Estádio

O Estádio JK Paranoá, apelidado simplesmente de JK, é um estádio de futebol localizado em Paranoá no Distrito Federal, tem capacidade para 6.000 pessoas.


Mascote: Sucuri

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Sociedade Atlético Ceilandense

Em 1976 um grupo de amigos se reunia todos os finais de semana no campo de futebol da QNL de Taguatinga, onde hoje funciona o Atacadão Extra. Desta empolgação surgiu um time amador chamado L Norte Esporte Clube.O time amador ganhou tudo que disputou. O senhor Manoel da Silva Santos então teve a idéia de fundar um time profissional daquele amador.

Em 08/10/1977 surgiu então a Sociedade Esportiva Ceilandense cujo mascote era uma serpente como se via no seu primeiro escudo Ao ser fundado como clube profissional, a Ceilandense guardou um pequeno resquício do Nacional: as cores azul, vermelha e branca, herança do próprio nome e que era uma homenagem ao Nacional do Uruguai, campeão da Libertadores da América em 1971, 80 e 88.
Mas a vida do Ceilandense nunca foi fácil. Sua vida era recheada de acessos e descensos, porém sem conseguir o título de campeão. Participou da série C do brasileiro em 1995 e 1997. Em 2005 foi vice campeão da segunda divisão mas caiu no ano seguinte.
Os maus resultados dentro de campo refletiram diretamente a vida do Ceilandense que sempre disputava a segunda divisão com jogadores emprestados do parceiro Ceilândia. O clube também ficou com fama de caloteiro ao chegar nos finais de temporada devendo salários aos jogadores. Em 2006 mudou o escudo novamente e o mascote: Arara.
Na segunda divisão desde então, o Ceilandense sempre chegava nas semifinais e morria na praia. Foi assim em 2007 (5º lugar) e 2008 (4º lugar) até que em 2009 surgiu a oportunidade de fazer uma parceria com o Gama que acabara de encerrrar sua participação na série C. Ano passado o clube surpreendeu e foi campeão pela primeira em sua história levantando o caneco da segunda divisão candanga.

Foi então que o time mudou mais uma vez de escudo e de uniforme. Devido a uma parceria entre o Ceilandense e o Atlético-GO, o clube mudou seu nome, seu escudo, seu uniforme e seu mascote passando a se chamar Sociedade Atlético Ceilandense.
Sob a presidência de Marcelo Cruz e Gerência de futebol de Carlos Félix, o Ceilandense teve que reformular todo o seu elenco para 2010, já que o Gama levou todos os jogadores. Mas o clube investiu bem e trouxe bons jogadores do futebol do norte e alguns valores locais. O técnico é João Carlos Cavalo, famoso por levar pequenos clubes ao título no norte. Neste ano o Dragão começou avassalador e foi líder por três rodadas. Porém vem de uma humilhante derrota para o Botafogo por 4x1 e está na terceira colocação. Com a equipe que tem, o Ceilandense de 2010 tem totais condições de se classificar para as semifinais. Já conquistar o título é outra história. Uma vaga na série D já estará de bom tamanho.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão 2009

Mascote Dragão
Estádio
 
Abadião é um estádio de futebol localizado na cidade de Ceilândia no Distrito Federal - Brasil. O nome é uma homenagem a Maria de Lourdes Abadia , ex-administradora de Ceilândia .O nome oficial do estádio é Estádio Maria de Lourdes Abadia.Foi fundado em 27 de agosto de 1978
Capacidade 4.000 pessoas

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Botafogo de Futebol e Regatas do Distrito Federal


Em 14 de julho de 2009, foi oficializado o acordo entre os diretores do Esportivo Guará e do Botafogo de Futebol e Regatas. O clube do Distrito Federal, que se encontrava na segunda divisão do Campeonato Brasiliense, encontrou na equipe carioca a oportunidade de mútua cooperação. O novo Botafogo-DF passaria a realizar trabalhos de desenvolimento e revelação de atletas que seriam repassados à matriz em caso de interesse do clube e talento indivudual do futebolista, enquanto receberia do Rio de Janeiro jogadores que não teriam mais espaço na equipe ou em busca de experiência na filial. Logo, o antigo presidente do Guará, José Paulino da Silva (José Neto), foi alçado ao posto de presidente de honra do novo clube, com Walter Teodoro assumindo o cargo máximo da entidade.
Dentre os projetos do novo clube, consta a inauguração do Centro de Treinamento no Recanto das Emas, para o ano de 2010.
Em agosto de 2009, o clube anunciou a contratação do jogador Túlio Maravilha,que teve passagem marcante na matriz carioca. O atacante foi destaque da primeira partida do novo clube, fazendo dois gols na vitória por 4-2 sobre o Brazsat, no CAVE, aumentando a expectativa para o 900º gol do artilheiro.
Logo em seu primeiro ano, o Botafogo-DF conseguiu acesso à Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense de Futebol de 2010, mesmo sendo derrotado na final, por 2-1, para a Ceilandense.

Estádio

O Estádio Antônio Otoni Filho, mais conhecido como CAVE, é um estádio de futebol localizado na cidade-satélite do Guará, Distrito Federal, Brasil. Foi inaugurado em 1977 e tem capacidade para aproximadamente 7.000 pessoas. Seu apelido, CAVE, é a sigla para Centro Administrativo Vivencial e Esporte, complexo de lazer do Guará onde se encontra o estádio e que conta, entre outras estruturas, com um ginásio coberto, um kartódromo, um teatro de arena e a Feira do Guará.

No CAVE, mandam seus jogos as três equipes da cidade, Esportivo Guará, Guará e Capital, além do Brasília, time do Plano Piloto, que decidiu se mudar para o CAVE ante a iminente demolição do Mané Garrincha, estádio onde mandava seus jogos.

 
Site
http://botafogo-df.com.br/

domingo, 1 de novembro de 2009

Esporte Clube Dom Pedro Bandeirante


O Esporte Clube Dom Pedro Bandeirante, mais conhecido como Dom Pedro, é um clube de futebol brasileiro, da cidade-satélite do Núcleo Bandeirante, no Distrito Federal. Foi fundado em 22 de fevereiro de 1996 com o nome Espore Clube Dom Pedro II e tinha como sede a cidade-satélite do Guará, mas teve seu nome alterado para Esporte Clube Dom Pedro Bandeirante no começo de 2009, já que o clube se estabilizou no Núcleo Bandeirante, em Brasília. Até mesmo o escudo foi alterado. O símbolo do Corpo de Bombeiros deu lugar à Fênix, animal mitológico que ressurge das cinzas.
É conhecido como Time dos Bombeiros por ter sido fundado por membros do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Manda seus jogos na Metropolitana, no Núcleo Bandeirante, e suas cores são o vermelho e o branco.

Títulos


Vice-Campeonato Brasiliense: 2 vezes — 1999 e 2008
Campeonato Brasiliense - 2ª Divisão: 2002

Estádio

O Estádio Vasco Viana de Andrade, chamado de Metropolitana é um estádio de futebol localizado na cidade-satélite de Núcleo Bandeirante no Distrito Federal, tem capacidade para 3.000 pessoas e é utilizado pelo Clube Atlético Bandeirante e pelo Esporte Clube Dom Pedro II em seus jogos pelo Campeonato Brasiliense de Futebol.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Grêmio Esportivo Tiradentes

Em 1988 foi campeão Brasiliense tendo como destaque o veterano zagueiro Beto Fuscão. Em 1989 participou da Copa do Brasil comandado pelo técnico Dadá Maravilha. Com padrões táticos que chamava de Banguela Convexa (uma variação do seu esquema anterior o Carrosel Côncavo) enfrentou o Corínthians de São Paulo e ganhou de 1x0 em Brasília (depois disso foi goleado e eliminado em São Paulo). A vitória contrao Corínthians foi o seu momento mais famoso no futebol nacional. Entre 1995 e 1996 mudou seu nome para Flamengo Tiradentes. Ficou na divisão principal do DF até 1996, quando foi rebaixado juntamente com o Samambaia, Taguatinga e Ceilândia, no quadrangular da morte (Taguatinga e Ceilânida não disputaram e foram rebaixados). Após esse ano, o time ficou inativo até 2000, quando voltou, disputando a segundona, e também disputou em 2001, sem conseguir o acesso. Após esses anos, o Tiradentes nunca mais voltou a disputar um campeonato brasiliense, sendo que nunca mais se ouviu falar em uma possível volta do clube, assim como acontece com o Taguatinga Esporte Clube e Planaltina Esporte Clube, que também encerraram suas atividades e nunca mais voltaram, em um período em que clubes como Brasília, Sobradinho e Guará também começaram a declinar. Espera que esses clubes voltem com as atividades no futebol para melhorar cada vez mais o campeonato do DF.

Títulos


CAMPEÃO BRASILIENSE DE 1988



Hino


Na área dos esportes,

Estamos sempre em ação,

Vibrando com todas as forças,

Emotivos com fé e união
De dose em dose e outras,

Vencendo sempre com razão,

Lutando com todo amor,

Para glória do Timão
Tiradentes, com prazer,

Vivemos a dizer:

- Sabemos como ganhar

E como perder.

Hemos de vencer!

domingo, 9 de agosto de 2009

Sociedade Esportiva Unaí Itapuã

O clube mineiro surgiu do cruzamento do antigo Itapuã, rebaixado em 1998, com remanescentes do extinto Unaí, que disputava o Campeonato Mineiro até 1996. A fusão foi oficializada apenas em dezembro, em processo doloroso para muitos diretores mais antigos dos times rivais.

Em 2002, para disputar a segunda divisão do Distrito Federal, o Unaí Futebol Clube utilizou a inscrição do Sociedade Esportiva Itapuã. "O Itapuã tinha uma equipe amadora, com poucas condições financeiras e não pretendia participar do campeonato", disse Oliveira. O Unaí Futebol Clube disputou a segunda divisão do Campeonato Mineiro pela última vez em 1996, competição da qual tinha sido campeão em 92. O clube continuava filiado à Federação Mineira de Futebol (FMF), mas, segundo a assessoria de imprensa da entidade, não estava mais em atividade há pelo menos três anos.

No final de 2002, a fusão entre o Unaí FC e o Itapuã foi oficializada. Nasceu então o Unaí Itapuã.
A curiosidade é que a cidade situa-se no território mineiro, e a equipe disputa o Campeonato Brasiliense. A justificativa é só uma: a distância. Unaí fica cerca de 600 km de Belo Horizonte, a capital mineira, e 135 km de Brasília, a capital federal. Por esse motivo a diretoria do clube entrou em um acordo com a Federação Brasiliense e a Federação Mineira para jogar o Campeonato Candango (como é conhecido o Campeonato Brasiliense).

Estádio

A equipe manda seus jogos no estádio Urbano Adjunto, com capacidade para cerca de 4.000 pessoas.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão 1997, ainda como Itapuã

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Coenge Futebol Clube

A firma de construção COENGE S.A. - Engenharia e Construções, pioneira na capital da República, onde chegou no ano de 1957, fundou, em 14 de novembro de 1966, uma agremiação de futebol para manter vivo o clima de amizade e a união de todos os seus funcionários e operários.
Seus idealizadores consideravam o futebol como o esporte da paixão, do entusiasmo e da alegria, e não foi difícil conseguir entre os componentes da firma a cooperação necessária para se formar uma equipe. A idéia pouco a pouco foi tomando corpo e o clube surgia para a alegria de todos. Embora houvesse a colaboração de toda a firma, alguns nomes se destacaram pela maneira com que se empenharam na campanha de organização e concretização do Coenge Futebol Clube, entre eles Edvaldo Batista Gesteira, Júlio César de Oliveira, Geraldo Augusto da Fonseca e Indalécio de Souza Pinto. Estes devotados e conscientes não mediram esforços para levar a equipe a figurar dentre as melhores do Distrito Federal.
Constituído na maior parte por elementos da própria Companhia, o Coenge inaugurou a sua Sede Social à Quadra 9, Lote 10, Setor Comercial no Gama, onde promoveu suas reuniões para decisões e medidas a serem adotadas em relação ao clube. Além do futebol, o clube possuía quadras de voleibol, futebol de salão e grande parte recreativa, oferecendo, assim, diversão para todos os seus mais de 400 associados.
Como é do conhecimento de todos o futebol sempre encontrou inúmeras dificuldades para a sua expansão em Brasília. Talvez pelo ritmo acelerado de construções, ou por falta de recursos de vários clubes, o futebol do brasiliense esbarrava sempre em alguns obstáculos.
Mesmo ciente das dificuldades, o Coenge nunca esmoreceu e enfrentou crises e problemas com grande disposição. Sua primeira diretoria foi constituída dos seguintes membros: Edvaldo Batista Gesteira (Presidente), Antônio de Sena Lopes (Vice-Presidente), Júlio César de Oliveira (1º Secretário), Genilson Almeida Alfena (2º Secretário), Geraldo Augusto Fonseca (1º Tesoureiro) e Indalécio de Souza Pinto e Francisco Matheus, respectivamente Diretor de Esporte e Diretor Social.
Sua sala de troféus possuía em suas prateleiras inúmeras taças, dentre elas a de tricampeão do Torneio de Aniversário do Gama (1967 a 1969).Outras taças passariam a enriquecer essa sala.

Nos dias 26 de novembro e 3 de dezembro de 1967, o Coenge Futebol Clube e Associação Atlética Mariana, ambos da cidade-satélite do Gama, promoveram um torneio quadrangular contando ainda com a presença de Rabello e Cruzeiro do Sul, clubes profissionais do DF. Na primeira rodada, o Cruzeiro do Sul venceu 2 x 1 A. A. Mariana por 2 x 1, enquanto Coenge e Rabello empataram em 1 x 1 (nos pênaltis, vitória do Coenge por 3 x 2). Na decisão do torneio, o Cruzeiro do Sul venceu o Coenge por 4 x 3 e sagrou-se campeão.

Em 1968, foi o vencedor do Campeonato do Departamento Autônomo, Série Gama, da Federação Desportiva de Brasília, superando União, Real, Gaminha, Guarani, Grêmio, Minas e Imperial. Junto com o Gaminha, passou para a Fase Final do campeonato, que reuniu clubes de outras cidades-satélites e do Plano Piloto. Foi necessária uma superdecisão entre Gaminha, Civilsan e Coenge, todos com 3 pontos perdidos, para se conhecer o campeão.
A decisão aconteceu no dia 2 de fevereiro de 1969 e com um gol de Oscar o Coenge venceu o Gaminha por 1 x 0.
A campanha invicta nessa fase final foi a seguinte: 1 x 0 Meta, 3 x 2 Brasília, 2 x 1 Gaminha, 2 x 2 Manufatura, 3 x 3 Setor Automobilístico, 2 x 2 Civilsan, 2 x 1 Civilsan e 1 x 0 Gaminha.
O Coenge foi com campeão com essa formação: Hugo, Dirceu (Minhoca), Heraldo (Márcio), Ferraz (Tarcísio) e Xixico (Duchinha); Divino e Pelezão (Mauro); Garrinchinha, Pelezinho, Tatá e Oscar (Ademir).
Com o título, Coenge confirmava que era a melhor equipe amadora do Distrito Federal.
Seus dirigentes se animaram com o título e, quando a Federação Desportiva de Brasília resolveu inscrever clubes amadores e profissionais em seu campeonato de 1969, o Coenge se fez presente com mais 23 clubes de todo o Distrito Federal.
Foi a maior conquista de sua curta história. A campanha do clube foi excelente em todos os aspectos. Nas tardes de domingo as cores preto e branco do Coenge alegravam grande número de torcedores que levavam o seu grito incentivador para os jogadores que sempre procuravam corresponder.
Fez sua estréia no dia 13 de abril, no estádio da Associação Atlética Cultural Mariana, no Gama, vencendo o Vila Matias, por 1 x 0. Na primeira fase, ficou no Grupo B, e terminou apenas atrás do Brasília (que nada tem a ver com o atual Brasília, era de Taguatinga) e na frente de dez outros clubes. Foram doze jogos, 9 vitórias, 2 empates e apenas uma derrota. Marcou 24 gols e sofreu 6.
Na fase final, entre os doze melhores times do Distrito Federal, não foi derrotado, conseguindo 8 vitórias e 3 empates (26 gols a favor e 10 contra).
A partida que definiu o título aconteceu em 19 de outubro de 1969, mais uma vez no campo da Cultural Mariana: goleada de 5 x 1 sobre o Brasília.
Na campanha pela conquista da Taça Brasília o Coenge contou com 20 jogadores. Esses, depois de uma campanha ao longo de seis meses, conseguiram o título de campeões da Taça Brasília, quando todos acreditavam que o título ficaria de posse do Grêmio. Foi o prêmio pelo esforço despendido, pela luta e pela convicção de que conseguiriam o cobiçado troféu.
Defenderam o Coenge Hugo (goleiro), Minhoca, Jamil, Ferraz, Tatá, Elias, Ceará, Pelezão, Eustáquio, Bi Santiago, Divino e Xixico (defensores) e Agostinho, Batista, Garrinchinha, Pelezinho, Marcos, Neco, Mauro e Oscar (atacantes).
Logo depois, disputou a Taça “Tira-Teima”, oferta da Casa do Athleta (loja de material esportivo de Brasília), contra o Grêmio, em uma série “melhor de três”.
No primeiro jogo, em 2 de novembro, empate em 2 x 2. Uma semana depois, novo empate, desta vez em 1 x 1. No dia 22 de novembro, o Coenge venceu o Grêmio por 1 x 0, gol de Noé. Seria a conquista do título. Seria. Posteriormente, foi anulado o título, tendo em vista o Coenge utilizar um jogador em situação irregular (o zagueiro Jamil). Em nova partida, em 29 de novembro, o Grêmio venceu por 1 x 0 e ficou com título.
O ano de 1970 começou de forma animadora, disputando dois amistosos interestaduais: 1 x 1 Portuguesa, do Rio de Janeiro (1º de fevereiro) e 3 x 1 Goiânia (22 de fevereiro).
Continuou disputando amistosos (0 x 0 com o Tupi e derrota para o Goiás por 4 x 0), até o início do Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, em 5 de julho.
Antes, em junho, realizou excursão invicta pelo interior de Goiás, conseguindo os seguintes resultados: 3 x 2 Mago, em Anápolis; 3 x 2 Jataiense, em Jataí e 2 x 1 Palmeiras, em Mineiros.
O torneio foi encerrado em 16 de agosto de 1970, com o título ficando com o Grêmio, com a vitória sobre o Coenge (vice-campeão), por 2 x 1. Jogaram pelo Coenge: Maurício, Márcio, Elias, Mauro e Pereira; Santiago e Divino; Augustin, Ari (Américo), Paulinho (Mário) e Oscar.
Em 6 de setembro, estreou no campeonato amador do DF de 1970, com vitória de 1 x 0 sobre o Defelê, gol de Oscar.
A primeira fase terminou no dia 8 de novembro e o Coenge ficou com a sétima colocação, não conseguindo classificação para a Fase Final (somente os seis melhores passavam). Foram 9 jogos, 4 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, 10 gols a favor e 12 contra.
Sua última participação em torneios oficiais do DF aconteceu de forma melancólica: em 28 de março de 1971, foi derrotado pelo Serviço Gráfico, por 3 x 1, em jogo válido pelo Torneio “Governador do Distrito Federal”. A competição foi marcada por muitos WO, pois muitos clubes estavam irregulares (débito com a Tesouraria da FDB) e suspensos de suas obrigações. O Coenge foi um deles.
Em 13 de agosto de 1971, aconteceu a Assembléia da Federação Desportiva de Brasília que desfiliou as seguintes associações: Gaminha, Planalto, Coenge, Defelê, CSU e Serveng Civilsan. O Coenge nunca mais voltou ao futebol.

Fonte:

http://blog.soccerlogos.com.br/2008/08/25/clubes-extintos-do-df-coenge/

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Clube Esportivo Guará


O Clube Esportivo Guará foi fundado em 14 de julho de 2004. A iniciativa partiu do empresário José Paulino de Oliveira, que há muito tempo sonhava em criar uma equipe de futebol.

A vontade do amante do esporte era tão grande que o C.E.G. levou apenas três dias para ser criado. Já no primeiro ano de existência, a equipe mostrou a que veio. Na disputa da segunda divisão do Brasiliense de 2004, a equipe da cidade satélite de Guará ficou na terceira colocação, atrás apenas de Santa Maria e Paranoá, que conseguiram o acesso à primeira divisão.

No ano seguinte, a equipe bateu na trave de novo. O investimento na equipe de futebol aumentou e o Tigre do Planalto Central chegou na segunda colocação do campeonato. Mas com a mudança na regra, apenas o campeão, que foi o Capital, se classificou à primeira divisão do Campeonato Brasiliense do ano seguinte.

Em 2006, sob a direção de José Paulino da Silva, que adotou uma gestão inovadora, o time do C.E.G. cresceu muito. A equipe finalmente conseguiu conquistar o seu primeiro título, a segunda divisão do Campeonato Brasiliense daquele ano.

Naquele campeonato, após oito rodadas, o Tigre do Planalto Central acabou sem uma derrota sequer e 20 pontos, apenas dois a mais do que o vice-campeão Samambaia. Em um time comandando pelo técnico Marquinhos Bahia e pelo centroavante Leandro Porto, a equipe do C.E.G. terminou a competição com o segundo melhor ataque e a melhor defesa da competição.

Em 2007 veio mais uma vitória. No primeiro ano em que disputou a primeira divisão do Campeonato Brasiliense, o Tigre do Planalto Central já chegou à segunda colocação, perdendo apenas para o Brasiliense, que se sagrou tetracampeão brasiliense naquele ano.

Após dois anos na divisão principal, acabou rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Metropolitano de Futebol na temporada 2008.

Títulos

Campeonato Brasiliense - 2ª Divisão: 2006.

Estádio

O Estádio Antônio Otoni Filho, mais conhecido como CAVE, é um estádio de futebol localizado na cidade-satélite do Guará, Distrito Federal, Brasil. Foi inaugurado em 1977 e tem capacidade para aproximadamente 7.000 pessoas. Seu apelido, CAVE, é a sigla para Centro Administrativo Vivencial e Esporte, complexo de lazer do Guará onde se encontra o estádio e que conta, entre outras estruturas, com um ginásio coberto, um kartódromo, um teatro de arena e a Feira do Guará.

No CAVE, mandam seus jogos as três equipes da cidade, Esportivo Guará, Guará e Capital, além do Brasília, time do Plano Piloto, que decidiu se mudar para o CAVE ante a iminente demolição do Mané Garrincha, estádio onde mandava seus jogos.


Mascote

A mascote do Clube Esportivo Guará é o tigre. O animal foi escolhido como um dos símbolos do clube por sua força e também por ser um dos mais ferozes. Com isso, os torcedores do Guará tentam adotar o mesmo espírito do felino, assim como seus jogadores.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Centro de Futebol Zico de Brasília

A desorganização e os desmandos políticos do futebol carioca observados por Zico desde a criação do CFZ do Rio, em 1996, impediram o clube de chegar ao objetivo maior que é a elite do Rio. Determinado como nos tempos de jogador, o Galinho buscou uma alternativa para que seu time pudesse se desenvolver. A melhor delas foi transferir a equipe para o Distrito Federal, onde havia uma bem-sucedida franquia do Centro de Futebol e um campeonato organizado. Lá, o Azul e Branco encontrou boas condições e um parceiro para a empreitada. No dia 1º de agosto de 1999 nasceu a filial brasiliense do CFZ, em sociedade com a empresa HPMA . O clube de Zico passou a competir no Rio e em Brasília, muitas vezes usando o mesmo time e comissão técnica. O CFZ de Brasília iniciou suas atividades com equipes formadas nas categorias de juniores e profissionais, e vários jogadores da sede carioca. No ano seguinte, montou um time feminino que chegou ao tetra (2000, 2001, 2002 e 2003). Sem obstáculos políticos, o profissional masculino chegou rapidamente à Primeira Divisão e, em 2002, atingiu o ponto máximo em Brasília ao conquistar o título do Distrito Federal com uma campanha invicta: 19 vitórias e 7 empates. A conquista valeu uma vaga na Copa do Brasil 2003 e garantiu a classificação para a Série C. Na Terceirona, o time comandado por Reinaldo Gueldine foi até a quarta fase, quando acabou eliminado no mata-mata. No ano seguinte disputou novamente as duas competições nacionais.

Em 2006, o clube fez parcerias que não foram positivas e o resultado acabou sendo um duplo rebaixamento, colocando CFZ de Brasília na Terceira Divisão do Distrito Federal. Quando imaginavam que o Azul e Branco fecharia as portas, o clube renasceu em 6 de junho de 2008.

Em 2008, o time profissional se qualificou para disputar a 2ª divisão do Campeonato Brasiliense 2009 no segundo semestre do ano, que começou muito bem com a conquista do campeonato matogrossense de juniores (sub18) numa parceria vitoriosa com o Sorriso E. C., com uma campanha 100%.

De volta à Brasília, a equipe de juniores se renova e se prepara para disputar o campeonato brasiliense da categoria.

Títulos

Campeonato Brasiliense: 2002.

Site
http://www.otimedozico.com.br

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Rabello Futebol Clube

O segundo grande clube a surgir em Brasília (o primeiro foi o Guará) foi o Rabello (com dois eles) Futebol Clube, da Construtora Rabello, cujo dono era o empresário Marco Paulo Rabello, grande amigo do ex-presidente Juscelino Kubitschek e responsável pela construção de importantes obras em Brasília, dentre as quais o Palácio da Alvorada, a Estação Rodoviária, o Supremo Tribunal Federal e a Universidade de Brasília. Marco Paulo também foi um dos fundadores do Clube de Engenharia e Arquitetura de Brasília, do Country Club, do Cota Mil e do Iate Clube.

O time de futebol foi fundado em 17 de agosto de 1957 por Paulo Linhares (famoso mestre de obras), José de Lourdes Alexandre, Ernando Soares, Djalma Sérgio e José Silva Laranjeira, dentre outros.Nas cores preto e branco, tinha o uniforme igual ao do Botafogo, do Rio de Janeiro.No primeiro jogo que disputou, perdeu de 6 x 0 para a seleção da Polícia Militar.A construtora Rabello foi um das primeiras firmas, ainda em 1956, a ter seu próprio acampamento. Em 1958, já estavam construídos, aproximadamente, 22 acampamentos ao redor do conjunto das obras de Brasília.

A busca de lazer e de entretenimento levou os empregados de uma grande parte desses acampamentos a descobrirem o futebol. As “peladas” começavam a fazer parte do quotidiano de Brasília. Como em toda parte, cercadas de grande animação. Partidas sensacionais, entusiasmo fora do comum e neste diapasão as horas se passavam, fazendo esquecer as tristezas determinadas pela ausência dos familiares, que aos poucos começavam a chegar a Brasília.

O amor que dedicavam ao futebol era tão grande que passou a despertar o interesse dos donos das construtoras.Aos times das construtoras se juntaram os times dos órgãos filiados a NOVACAP, animados por um grupo de entusiasmados e com experiência em outros centros.Tudo isso motivou os empregados das outras construtoras a também criarem seus times, que em pouco tempo chegaram a 18.No dia 16 de março de 1959, quando a Federação Desportiva de Brasília foi fundada, o Rabello esteve representado por José Silva Laranjeira.

Com o passar do tempo, os clubes iam tendo seus estatutos aprovados e comunicando constituição de sua diretoria.


A primeira competição oficial da FDB foi o Torneio Início, realizados no dia 4 de setembro de 1960, no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.O Rabello venceu a competição, passando por Alvorada (1 x 0, gol de Nilo), 0 x 0 com o Guará (na decisão por pênaltis, vitória do Rabello) e 0 x 0 com o Edilson Motta (na decisão por pênaltis, vitória do Rabello, por 3 x 2).Na final, o Rabello venceu o Planalto por 1 x 0, gol de Calado, cobrando pênalti, e conquistou o título.

O Rabello formou com Gaguinho, Leocádio e Paulo Roberto; Calado (Capixaba), Antônio e Alberto; Délio, Baianinho, Zé Carlos, Nilo e Motorzinho.Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), resolveu-se fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão de 1960 e as oito que comporiam a Segunda.

Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo foram cabeças-de-chave.O campo do Rabello levava o nome de Estádio “Paulo Linhares”.O Rabello fez parte do Grupo D, juntamente com Alvorada, Nacional e Real.Sua estréia oficial aconteceu no dia 18 de setembro de 1960, na primeira rodada do torneio classificatório. Aconteceu empate em 0 x 0 com o Nacional.Na segunda rodada, no dia 25.09.1960, goleou o Real por 6 x 1, gols de Baiano (2), Nilo, Matias, Zequinha e Hugo (contra). Encerrou sua participação no dia 09.10.1960, com outra goleada, desta vez sobre o Alvorada, por 5 x 2. Ficou em primeiro lugar de seu grupo e garantiu sua presença na Primeira Divisão de 1960.Antes de ter início o campeonato, o Rabello realizou, no dia 05.11.1960, um amistoso contra o Grêmio (2 x 2), quando aconteceu a inauguração dos refletores do campo do Grêmio, que passou assim a ser o primeiro clube de Brasília a contar com este tipo de recurso.

O Campeonato de 1960, o primeiro oficial, foi realizado em um único turno e o troféu do campeão levou o nome de Taça “Juscelino Kubitschek”.Sua estréia aconteceu em seu campo, no dia 27.11.1960, com vitória sobre o grande rival Defelê, por 1 x 0, gol de Joãozinho. Este foi o primeiro jogo entre Rabello e Defelê que, com o passar dos anos, se tornaria o maior clássico do futebol brasiliense da década de 60.O Rabello jogou com Gaguinho, Paulo e Leocádio; Cazuza, Nozinho e Alberto; Joãozinho II (Motorzinho), Calado, Baiano, Nilo e Joãozinho I.Ao final do campeonato, após sete jogos, ficou em 4º lugar, com quatro vitórias, um empate e duas derrotas. Marcou 16 gols e sofreu 7. O Defelê foi o campeão.


A rivalidade acirrou-se ainda mais no ano seguinte, quando os dois clubes decidiram o campeonato brasiliense de 1961, depois de uma melhor-de-quatro.Nos três primeiros jogos, empates: 12.11 – 1 x 1; 19.11 – 0 x 0 e 26.11 – 1 x 1.

No quarto jogo, em 03.12.1960, o Defelê venceu por 3 x 1, ficando novamente com o título.O Rabello formou com Gaguinho, Paulo e Leocádio; Pernambuco, Sabará e Bugue; Roberto, Calado, Joãozinho, Nilo e Arnaldo.Como consolo, teve o seu jogador Sabará apontado como o melhor jogador de 1961 pelo jornal Diário Carioca.O ano de 1962 começou com a conquista da Taça Candango, com Guará, Colombo, Defelê e Rabello, no campo do Defelê, torneio patrocinado pela Companhia Antarctica Paulista.Na primeira rodada, realizada em 28.04.1962, no Campo do Defelê, o Guará venceu o Colombo, o mesmo acontecendo com o Rabello, que passou pelo Defelê.A decisão do torneio aconteceu no dia 1º de maio, no Campo do Guará.

O Rabello venceu o Guará por 2 x 1. Alaor Capella e Arnaldo marcaram para o Rabello.Logo depois, conquistou o Torneio da Prefeitura do Distrito Federal, Taça “Embaixador Sette Câmara”, após vencer Defelê, Guará, Nacional, Guanabara e Planalto. Marcou 13 gols e sofreu apenas um.Parecia que estava no rumo certo para a conquista do título de campeão brasiliense. Parecia! Mais uma vez o título não veio. Para piorar, ainda ficou em terceiro lugar, atrás do tricampeão Defelê e do Colombo.

No dia 3 de março de 1963, Paulo Linhares deixou Brasília e a Presidência do Rabello Futebol Clube. Romeu Casadei o substituiu.Mais uma vez ficou em segundo lugar no campeonato brasiliense de 1963, desta vez atrás da A. E. Cruzeiro do Sul.


Em 8 de novembro de 1963 aconteceu uma Assembléia Geral que aprovou a implantação do profissionalismo no Distrito Federal. Os clubes Defelê, Rabello e Grêmio firmaram um documento solicitando inscrição para disputar o campeonato profissional de 1964.Antes de encerrar o ano, disputou um amistoso com o Goiás, vencendo-o por 2 x 1. Foi o início do novo time do Rabello. Como era de se esperar, com a saída de Jackson Roedel para o Rabello, vários jogadores do Cruzeiro do Sul foram com ele, tais como Ceninho, Beto Pretti e Paulinho. Além dos jogadores do Cruzeiro do Sul, o Rabello também contratou jogadores do Defelê.


O teste do novo time aconteceu durante o Torneio Triangular “Deputado Guilhermino de Oliveira”, em 03.05.1964, contra o Cruzeiro, de Belo Horizonte, que já trazia os supercraques Piazza, Tostão e Hilton Oliveira, entre outros. A derrota de 1 x 0 foi recebida como vitória.Veio a primeira competição no novo regime, o Torneio “Prefeito Ivo de Magalhães”, com quatro clubes: 1º de Maio, Rabello, Colombo e Luziânia. Duas vitórias e um empate deram o título de campeão ao Rabello.A formação do Rabello nesse torneio foi Gaguinho, Russo, Melo, Farneze e Wilson; Calado (Nilo) e Beto Pretti; Djalma, Ceninho (Ramiro), Amaury e Sabará.O campeonato viria a seguir, com a participação de um clube a mais em relação ao torneio, justamente o Defelê. Mas isso não foi empecilho para a conquista do título, que veio após dois turnos, de forma invicta: oito jogos, sete vitórias e um empate; 18 gols a favor e 4 contra.

Utilizou os seguintes jogadores: Goleiro: Gaguinho; Defensores: Délio, Aderbal, Bimba, Farneze, Melo e Ivan; Atacantes: Sabará, Beto Pretti, Zé Maria, Wilson, Djalma, Ceninho, Aires, Clarindinho, Nilo e Raimundinho.

Para se demonstrar a força que o Rabello adquirira, no dia 21 de abril de 1965, quando da inauguração parcial do novo Estádio de Brasília (mais tarde Pelezão), nada menos que seis jogadores do Rabello faziam parte da Seleção do Distrito Federal que perdeu para o Siderúrgica, campeão mineiro de 1964, por 3 x 1: Aderbal, Gegê, Zé Maria, Beto Pretti, Sabará e Djalma.Vieram novas conquistas em 1965. No Torneio Início, em 12.09.1965, no campeonato brasiliense desse ano, levando a melhor sobre Colombo, Guará e Defelê, após dois turnos.


O ano de 1966 começou muito bem quando recebeu, em 21 de abril, aniversário da cidade de Brasília, o Fluminense, do Rio de Janeiro, com jogadores de renome tais como Samarone, Amoroso, Lula e Gilson Nunes. Empate de 1 x 1, gol de Reinaldo para o Rabello.Logo depois aconteceu a estréia do Rabello na Taça Brasil de 1966. Enfrentou o campeão goaino Anápolis. No primeiro jogo, em 13.07.1966, vitória do Rabello por 2 x 0, com dois gols de Zezé. Em sua estréia numa competição nacional teve a seguinte formação: Zé Walter, Jair, Gegê, Melo e Aderbal; Zé Maria e Beto Pretti; Zezé, Roberto (Invasão), Otávio e Arnaldo.

Uma semana depois aconteceu o tumultuado segundo jogo. O jogo foi interrompido durante o intervalo, com 0 x 0 no marcador, após a agressão de um dirigente do clube goiano ao árbitro, que não reiniciou o jogo, por falta de garantias. Os 45 minutos finais foram disputados somente em 12 de agosto, em Goiânia (GO). Na continuação do segundo jogo, o Anápolis fez 1 x 0, levando a decisão da vaga para um terceiro jogo. Jogo esse que aconteceu dois dias depois, com a goleada do Anápolis, por 4 x 1. Estava encerrada, assim, sua primeira participação na Taça Brasil.


O campeonato de profissionais de Brasília desse ano teve um substancial aumento no número de clubes. Passou a ser de sete, com a inscrição de Flamengo, Luziânia e Pederneiras.O título de 1966 veio de forma antecipada, no dia 25.09.1966, ao vencer o Luziânia, em seu estádio, por 3 x 1, gols de Roberto (2) e Beto Pretti. Formou com Zé Walter, Aderbal, Melo, Pelé e Didi; João Dutra e Beto Pretti; Zezé, Roberto, Otávio e Arnaldo (Walmir). Nos doze jogos que disputou, venceu oito, empatou dois e perdeu outros dois.Em fevereiro de 1967, o Flamengo, do Rio de Janeiro, realizou dois amistosos no Distrito Federal, contra Rabello e Defelê. Aplicou duas goleadas: 16 – 4 x 0 Defelê e 19 – 5 x 0 Rabello.Mas, o ponto alto de 1967 foi a excursão do Rabello ao norte do Brasil, onde realizou cinco jogos nas cidades de Belém (PA) e Teresina (PI). Esta foi a primeira excursão de um clube do DF ao norte do País. Os resultados alcançados foram:15.04 - Paysandu 2 x 1 Rabello (única derrota);19.04 - Remo 1 x 1 Rabello, gols de Luís Carlos para o Remo e Zé Maria para o Rabello;23.04 - outro empate em 1 x 1 entre Remo e Rabello;27.04 - em Teresina (PI), no Estádio Lindolfo Monteiro: Flamengo 0 x 1 Rabello, gol de Edinho;30.04 - River 0 x 3 Rabello, gols de Cid (2) e Carlinhos;Jackson Augusto Roedel, Vice-Presidente do Rabello, foi o chefe da delegação. 18 jogadores viajaram.Veio a Taça Brasil de 1967, desta vez fazendo parte do 1º Subgrupo Centro, juntamente com Rio Branco (Vitória-ES), Goytacaz (Campos-RJ) e Goiás (Goiânia-GO).Nos três primeiros jogos fora de casa, duas derrotas (0 x l Goiás e 0 x 3 Goytacaz) e uma vitória (1 x 0 Rio Branco). Quando achou que poderia se recuperar nos jogos em casa, aconteceu o inesperado: duas derrotas seguidas (1 x 3 Goytacaz e 0 x 2 Rio Branco) o deixaram sem chances de classificação. Encerrou sua participação goleando o Goiás por 4 x 1.Defenderam o Rabello: Dico, Aderbal, Melo (Pedro Pradera), Pelé (Luiz) e Didi (Sérgio); Zé Maria e João Dutra (Tião); Sabará, Zezé (Paulinho), Luizinho (Cid) (Aloísio) e Arnaldo (Alemão) (Serginho).


Antes, no início do mês de março, participou do Torneio Quadrangular Interestadual “Taça Ciro Machado do Espírito Santo”, com as participações de Rabello e Defelê, de Brasília, Ipiranga, de Anápolis (GO) e o Botafogo, do Rio de Janeiro (RJ), representado por seu time reserva.Venceu o Ipiranga (4 x 2) e empatou em 0 x 0 com o Botafogo.

No campeonato oficial de profissionais de 1967, voltou a ficar com o título de campeão, superando Colombo, Cruzeiro do Sul, Defelê e Guará. Foram dez jogos, com oito vitórias e dois empates. Ainda teve os dois artilheiros do campeonato, Cid e Luizinho, ambos com 9 gols.Para a Taça Brasil de 1968, a Federação de Brasília decidiu que a Seleção Permanente iria vestir a camisa do Rabello e representá-la na Taça Brasil. Passou pelo primeiro adversário, o Operário, de Campo Grande (MT), mas foi desclassificado pelo segundo, o Atlético Goianiense.Jogaram Zé Walter, Aderbal, Farneze, Carlão (Alaor Capella) e Wilson (Didi); João Dutra e Zé Maria; Sabará (Djalma), Guairacá (Paulinho), Otávio (Axel) e Sólon (Cid).


O ano de 1968 não terminou bem, perdendo o campeonato para o Defelê, por dois pontos de diferença.Para o campeonato oficial de 1969, a Federação de Brasília resolveu promover um campeonato com a participação de clubes amadores e profissionais. Foi o caos total. Um desestímulo a todos os clubes. O Rabello foi um desses clubes. Na classificação final do Grupo (só os seis primeiros passavam para a segunda fase), ficou em 10º lugar, entre 11 clubes. Foram apenas duas vitórias em dez jogos.Foi o início do fim. Seu último jogo deveria ser contra o Alvorada, em 29.06.1969. O adversário, último colocado no seu grupo, não apareceu e o Rabello venceu por WO. Assim, sua última participação em campos de Brasília foi a derrota (4 x 2) para o Carioca, em 22 de junho de 1969.


Não disputou nenhuma competição oficial em 1970 e em 22 de junho de 1971 uma Assembléia aprovou a sua desfiliação.Todos os anos, por volta do aniversário de Brasília, os ex-funcionários da Construtora Rabello se reúnem em confraternização, mantendo a tradição de muitos anos de reencontro dos seus empregados e amigos da construção.


TÍTULOS


2 Campeonatos Metropolitanos 1966/67


terça-feira, 12 de maio de 2009

Capital Clube de Futebol LTDA

O CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL nasceu sob o signo da vitória e surgiu com o propósito de preencher uma lacuna histórica existente desde o desaparecimento do saudoso CEUB, e do Grêmio Esportivo Brasiliense, fatos que deixarão Brasília sem representante local no circuito de futebol profissional do Distrito Federal.

Fundada em 15 de janeiro de 1980, a Social Esportiva Maringá, detém a exclusiva marca de pentacampeã de futebol amador, teve seu início na cidade-satélite do Guará e até hoje se mantém uma agremiação que goza de um prestígio singular no âmbito do futebol amador do Distrito Federal. Um time que nos últimos dez anos ganhou nada menos do que cinco vezes o Campeonato de futebol amador local, sem contar com os inúmeros títulos conquistados ao longo dos seus 25 anos de história.

No ano de 2004, a incursão do Maringá na categoria profissional, deixou claro que algumas mudanças deveriam ser implementadas. Foi neste contexto que se decidiu transformar o Maringá em um clube profissional surgindo assim o CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL.
Este novo produto, com outra roupagem, outro nome/marca e outro direcionamento, visava não somente a captação de novos investidores, como também a aproximação com um público novo e órfão de um representante significativo no futebol profissional. Hoje o CAPITAL C.F segue seu legado de inovação e vanguarda, implantando um projeto vencedor e profissional na gestão do clube, prezando sempre pela lealdade ao nossos torcedores e investidores.


Títulos

Mascote

Corujão












sábado, 25 de abril de 2009

Brazsat Futebol Clube

O Brazsat Futebol Clube nasceu com o nome de Recanto EC, agremiação fundada em 2005 no Recanto das Emas, no entorno de Brasília.

No final do ano de 2007, o clube foi adquirido pelo empresário João Gilberto Vaz , num processo que transformou o pequeno clube de estrutura quase familiar numa das maiores promessas do Futebol Candango.

Dispondo de sua impecável reputação profissional como patrimônio do novo clube, Vaz conseguiu conquistar a confiança de grupos internacionais, que agora fazem parte do cotidiano das ações promovidas pelo Brazsat Futebol Clube.

Desta forma, o Brazsat FC inicia a temporada 2008 como um dos fortes candidatos ao título da terceira divisão do futebol de Brasília.

O Brazsat Futebol Clube tem um interessante equilíbrio entre experiência e juventude, trazendo jogadores já consagrados no futebol do Distrito Federal, como Welder, Adriano, Cassius, Fernando e Thiago, para atuar ao lado de jovens promessas, como o atacante Biro, ex-atleta do MS/Saad, o volante Gustavo, que atuava também pelo MS/SAAD, além de Davi, Christian, e Johnnie, jovens de grande potencial.

O clube conta ainda com sua primeira estrela internacional, o atacante Ali Abu Taha, Iraquiano de nascimento e Palestino pela força de sangue e laços culturais, e historicamente o primeiro jogador de futebol profissional de origem árabe a atuar em um clube de futebol profissional no Brasil.

Títulos

Campeonato Brasiliense - 3ª Divisão: 2008


Mascote do Brazsat F.C.


Site

http://www.brazsat.com.br/brazsatfutebolclube/index.htm

domingo, 8 de março de 2009

Associação Atlética Luziânia

No dia 20 de janeiro de 1995, foi fundado a Associação Atlética Luziânia - AAL, com a finalidade de participar agora do Campeonato Brasiliense de Futebol Profissional.

Os desportistas se uniram e resolveram continuarem o legado e saudoso Rochão, instalando na nossa cidade o Clube da Associação Atlética Luziânia. Com as cores azul e branca que completou o pavilhão atual do Clube. O Luziânia manda seu jogadores no Estádio Zequinha Roriz, que possui capacidade para 22 mil torcedores (devido a péssima administrações o estádio se encontra em condições precárias). O símbolo do clube é a igreja do Rosário.

O Principal feito foi no Campeonato Brasiliense, quando o AAL foi o quarto colocado. Merece registro, o BI-Campeonato de Júnior conquistado em 1996 e 1997, sob o comando do Técnico Elizeu Bernardes com o seguinte elenco de jogadores: Em 1996, Iram Cláudio, Marcão, Alex, Marcelão, Adriano, Fábio, Chalés, Gustavo, Edson e Flavinho.

No ano de 1997 o time do Bi-campeonato venceu no Estádio Serra do Lago o Botafogo/Sobradinho por 1X0 gol olímpico marcado pelo meia Miran. O Time campeão: Zeca, Valdo, Victor, Jean, Antônio Carlos, Mirian, Flavinho, Serginho, Marcelão, Giovanny, e Edson participaram da campanha: Aerton, Adilson, Som, Wilson, Khaleb, Reginaldo, Fred, Arnaldo Passos e Wesley Técnico: Eliseu Bernardes.

No ano de 1999 com grande dificuldade financeira mais uma vez por péssima administração e problemas políticos a AAL, caiu para a 2ª divisão do Futebol Brasiliense.

No ano de 2001, surge uma nova esperança com os empresários Arnaldo Barbosa e Euler Marra e o Desportista Albino Inácio, de darem ao Luziânia credibilidade junto a comunidade e empresários da cidade para que o Luziânia se torne um Clube viável e vencedor voltado a mostrar o seu futebol na 1ª divisão em 2002 e com grande possibilidade do Luziânia adquirir seu centro de Treinamento, Clube Social e Centro Administrativo, por tudo isso vista a camisa do Luziânia.Para que a história não se repita e os problemas políticos e administrativos não destrua novamente o Futebol Profissional da nossa cidade.

» Retrospecto
Ano Posição
2008 - 2º (segunda divisão)
2007 - 8º (rebaixado)
2006 - 3º
2005 - 6º
2004 - 6º

Estádio

Zequinha Roriz (Serra do Lago) - 22 000
O Prefeito Zequinha Roriz construiu e inaugurou o Estádio Zequinha Roriz - O Serra do Lago, com capacidade para 21 mil 564 torcedores, sendo que 13.212, nas arquibancadas e 8.352, lugares na geral.
Inauguração: Luziânia 1x0 Botafogo-RJ. 13/12/1992.
PRIMEIRO GOL DO ESTÁDIO ZEQUINHA RORIZ
Coube ao ponta-esquerda Rogerinho.

Hino do Clube
Autores: Nei Brito, José Egídio e Albino Inácio
Musica: Elismar Rocha

Com orgulho essa camisa a gente veste
Azul Celeste é o manto protetor
Traz a luz, traz a fé, Santa Luzia
Luziânia, esse time é vencedor!

Quantas glórias e vitórias conquistadas
Cam
peão do Planalto Central
De Goiás para os campos de Brasília
Desde o início da Capital

Forte, valente, não teme a disputa
Bola pra frente, vai firme na luta
Pois futebol assim é que se ganha
Reluz, meu Luziânia

Vem de 1926, sua História
Lembra outras gerações
Associação Atlética Luziânia
Em nossos corações


Mascote