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sábado, 27 de setembro de 2008

Itabuna Esporte Clube

Apesar de fundado oficialmente em 23 de maio de 1967, pode-se dizer que a história do Itabuna Esporte Clube começou em 3 de maio de 1929, com a fundação do Itabuna Futebol Clube.

O Itabuna Esporte Clube provém do Itabuna Futebol Clube, time amador da cidade de Itabuna que, com a mudança de seus estatuto para sair do amadorismo e passar a ser considerado um time profissional, mudou o seu nome.

Inicialmente, o Itabuna Esporte Clube adotou as cores amarelo e preto como oficiais, mudando somente décadas mais tarde para o azul e branco, como forma de homenagear a seleção da cidade de Itabuna, octacampeã de futebol amador do estado da Bahia, que foi a base do primeiro time profissional do clube.

No ano de 1970, sob a presidência de Gabriel Nunes, o Itabuna foi vice-campeão baiano numa brilhante campanha. Poderia ter sido campeão, não fosse a parcialidade do Sr. Cícero Bahia Dantas, então interventor da Federação Baiana, que, após o Itabuna haver empatado com o Bahia, na Capital, resolveu suspender o campeonato, sob a infantil alegação de que o Bahia ia disputar a Copa Brasil. Nesse ínterim, enquanto o Bahia enfrentava as melhores equipes nacionais o Itabuna para não ficar parado, enfrentava equipes interiores sem expressão.

Na disputa final, o Itabuna foi derrotado e o Bahia sagrou-se campeão baiano. Uma particularidade que não passou despercebida: O Sr. Cícero Bahia Dantas foi quase que eternamente Chefe do Departamento Jurídico do Bahia.

Nas últimas décadas, o Itabuna se alternou entre as primeira e segunda divisões do futebol baiano, conseguindo vários acessos, mas amargando inúmeros rebaixamentos também.

Voltou à primeira divisão do futebol baiano em 2002 após vencer a final da 2ª Divisão contra o Jacuipense diante de 24 mil torcedores no Luiz Viana Filho. Após isso, tem alternado boas e más participações nos campeonatos em que participou. Em 2003, chegou às semifinais, sendo eliminado pelo Vitória, num disptado confronto de duas partidas, apesar de ter perdido em Itabuna por 1X0 e em Salvador por 2X0.

No ano seguinte, 2004, classificou-se em primeiro lugar no seu grupo, mas acabou sendo elminado pela modesta equipe do Poções, após sofrer uma inesperada derrota dentro de seu estádio. No Campeonato do interior deste mesmo ano, que valia vaga para a Terceira divisão do Campeonato Nacional, chegou as semifinais, sendo eliminada pela forte equipe da Catuense.

Em 2005, foi eliminado na primeira fase, porém no Campeonato do Interior, classificou-se em primeiro no seu grupo, sendo eliminado nas quartas de final pelo time B do Bahia, após sofrer uma derrota em casa nos últimos minutos do jogo.

No ano de 2006 o Campeonato Baiano foi disputado em dois turnos, pois o Bahia e o Vitória disputariam neste ano a Série C do Campeonato Brasileiro. Em ambos os turnos a equipe do Itabuna foi eliminado na fase de Quartas-de-finais, no 1º turno o carrasco do azulino o Ipitanga e no 2º turno foi a vez do Bahia eliminar o Itabuna.

Em 2007 o Campeonato Baiano foi disputado em um sistema de todos-contra-todos em ida-e-volta classificando-se os quatro primeiros colocados para um quadrangular que decidiria o campeão, o Itabuna fez uma péssima campanha ficando na 9ª Colocação.

Já em 2008 foi o ano do volta do Itabuna a ser protagonista, no Campeonato Baiano - que foi disputado nos mesmos moldes do ano anterior - teve um início irregular, quando chegou a ocupar a 9ª Colocação, mas com a chegado do Técnico Ferreira, a equipe conseguiu uma arrancada espetacular, alcançando a classificação para o Quadrangular Final com uma rodada de antecedência. No Quadrangular a equipe iniciou com 3 derrotas, obteve 2 vitórias consecultivas, chegando a última rodada sonhando com o tão almejado título, mas no confronto final contra o Vitória no Estádio do Barradão a equipe não se encontrou no 2º Tempo levando uma goleado por 5 a 1, finalizando o Campeonato Baiano na 4ª Colocação. Posição esta, que o garantiu disputar a Série C Campeonato Brasileiro neste mesmo ano, encerrando um jejum de disputas nacionais desde 1984, quando disputou a Taça de Prata (2ª Divisão do Campeonato Brasileiro).

Estádio

Estádio Municipal Luiz Viana Filho é um estádio de futebol de Itabuna (Bahia), que atende ao Itabuna Esporte Clube e ao Grapiúna Atlético Clube.

Sua capacidade é de 20 mil pessoas. O Itabunão, como é conhecido o estádio, foi inaugurado em 28 de julho de 1973, no jogo entre o Itabuna e o Vitória com placar final de 2 a 2. O primeiro gol do estádio é do jogador do Itabuna Dery.

O maior público do Estádio ocorreu do jogo entre o Flamengo-RJ e o Vasco da Gama-RJ no dia 20 de março de 1977 com um público de 28.213 pessoas, com placar de 2 a 1 para a equipe do Flamengo.

Hino

Vamos lá, Itabuna
Toca essa bola para frente
Só mais uma vitória
Para os amigos, para a gente

Faz a galera viver
Em volta da emoção
Conquiste, meu time de fé
Títulos de campeão

Faz a galera viver
Em volta da emoção
Conquiste, meu time de fé
Títulos de campeão

Avante, dragão do sul
A chama não deve apagar
Esquadrão azul e branco
Tem garra para ganhar

Toda nação no gramado
És a força maior
Na luta pela conquista
Nos campos de futebol

Toda nação no gramado
És a força maior
Na luta pela conquista
Nos campos de futebol

Mais um, mais um
Mais um, Itabuna
Mais um, mais um
Mais um tento do Filó

Mais um, mais um
Mais um, Itabuna
Mostre que és o melhor

Mascote - Azulão Grapiúna






site:http://www.itabunaesporteclube.com.br

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Fluminense de Feira Futebol Clube

No primeiro dia do ano de 1941, jovens feirenses se uniram e fundaram o Fluminense de Feira Futebol Clube. Com cores similares a de seu xará carioca, vermelho, verde e branco.

A primeira escalação, ainda como amadores, era formada por Newton (goleiro), Chico (lateral-direito), Zé Barros (zagueiro central), Brasilton (volante), Bianchi (volante), Tuta (lateral-esquerdo), Nogueira (ponta-direita), Heitor (meia-direita), Pamponet (centroavante), Tó (meia-esquerda) e Carlito (ponta-esquerda). Newton ainda se tornou prefeito da cidade em 1970.

A equipe se filiou à Liga Feirense em 1944 e, após três anos de filiação, o Touro do Sertão, como é conhecido o clube, conquistou o primeiro de quatro títulos amadores. As outras conquistas vieram em 1949, 1950 e 1953. Em 1953 o troféu de tricampeão foi recebido, já que o campeonato não foi disputado em 1951 e 1952.

Em 1954 aconteceu o primeiro grande passo na história do clube. Convidado pela Federação Baiana de Futebol, o Fluminense de Feira se tornou profissional e em 6 de junho do mesmo ano empatou com o Vitória no estádio da Fonte Nova por 1 a 1 em sua estréia. O gol da equipe foi marcado por Alfredo.Este clube foi o 1º do Interior a disputar o Campeonato Baiano de Futebol e com apenas dois anos no futebol profissional, em 1956 conquistou o seu 1º vice-campeonato baiano. Durante 13 anos o Flu foi o único time do interior a participar da primeira divisão do Campeonato Baiano.

A partir de 1967, outros clubes do interior, como o seu vizinho Bahia de Feira, juntaram-se ao Fluminense e aos grandes da capital para disputar a primeira divisão. Depois da regionalização do campeonato, o Touro do Sertão ainda faturou a taça em 1969 com uma rodada de antecipação, batendo o Vitória por 1 a 0. Esse título foi o último conquistado por uma equipe do interior até o ano de 2006, quando o Colo Colo de Ilhéus ficou com a taça.

No Campeonato Brasileiro o time nunca obteve sucesso. Participou apenas em três ocasiões, 1976, 1977 e 1979 e sua melhor classificação foi o 46º lugar em 1976.

Nos últimos anos o Fluminense não conseguiu resultados expressivos em nível regional e muito menos nacional. Seu melhor desempenho foi o vice-campeonato baiano de 1991 e o vice-campeonato da Terceira Divisão do Brasileiro em 1992.

Ídolos e títulos

O Fluminense de Feira contou com diversos jogadores que obtiveram grande destaque no cenário estadual. O lateral-direito Ubaldo, o meia Delorme, o atacante João Daniel e o zagueiro Sapatão, integrantes da grande equipe campeã baiana de 1969, participaram do heptacampeonato do Bahia, maior seqüência vencedora do estado. Sapatão ainda levou a braçadeira de capitão do tricolor da capital por sete anos.

Estádio

O estádio do Fluminense é o Alberto Oliveira, mais conhecido como “Jóia da Princesa”, em Feira de Santana, com capacidade para 30.000 espectadores.

Hino
Letra e música: Antônio Moreira


Fluminense, bravo touro pioneiro
Alegria da torcida tricolor
Entre os clubes da Bahia, o primeiro
No gramado tu és sempre o vencedor
Tua glória merecida e honrada
Em três cores
Ostentando tua fibra
A tua bandeira
É a mais querida.
Avante, avante, avante, Fluminense
É hora, é hora
Queremos mais um gooool!
Com ênfase, bradamos teu refrão
E repetimos a alegria da vitória.

Mascote

A mascote oficial do Fluminense de Feira de Santana é o touro, símbolo da força e do poder que o clube possui. É por meio de sua mascote que o Flu ganhou o apelido pelo qual é conhecido, Touro do Sertão.


Mascote do Fluminense de Feira

site: http://www.fludefeira.com.br/