segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Club Atlético Colegiales

O Club Atlético Colegiales é um clube paraguaio de futebol, de Assunção. O clube foi fundado pela Gran Librería el Colegio, maior rede de livrarias e colégios da capital paraguaia. A idéia dos dirigentes era colocar o mesmo nome da empresa no clube, mas a Liga Paraguaia vetou.
Foi fundado em 7 de Janeiro de 1977 e atualmente joga na Segunda Divisão do Campeonato Paraguaio de Futebol.
A equipe entrou na primeira divisão em 1982. Colegiales nunca ganhou um título nacional na Liga Paraguaia, no entanto, nas poucas vezes em que têm participado em torneios internacionais que fizeram um bom trabalho, apesar de ser uma equipe muito pequena de um bairro humilde com finanças limitadas. Colegiales melhor esforço foi em 1995, quando alcançou as semifinais da Copa CONMEBOL. Eles têm duas participações na Copa Libertadores. Em 1991, se classificou para a segunda rodada e em 2000 não poderia ter passado a fase de grupos.

Títulos

Segunda Divisão Paraguaia: 1982
Terceira Divisão Paraguaia: 1979 e 2008 
Estádio

Estádio Professor Luciano Zacarias com capacidade para 15 mil espectadores.

Alcunhas Los Colegiantes, Equipo Estudiantil , Los diablos Rojos de 4 Mojones

Club Atlético Peñarol

Dizem os cânticos, com veneração e paixão, que será eterno como o tempo e florescerá em cada primavera. É o Clube Atlético Peñarol, velho caminhante do futebol do Rio da Prata. As suas raízes remontam a 1890, quando a Empresa central de Caminho de ferro, dirigida por ingleses, decidiu erguer as suas novas instalações numa povoação dos arredores de Montevidéu, onde muito tempo atrás se instalara um agricultor italiano de nome Pedro Pignarolo (que em castelhano lê-se piñarolo). Com o tempo, o nome foi sendo moldado pelos locais, dando origem ao chamado pueblo de Peñarol.
Em 1891, Mister Roland Moor, presidente da companhia, decidiu criar uma instituição desportiva, destinada à prática do futebol, a que deu o nome de Central Uruguai Railway Cricket Club, o CURCC, sendo suas cores, o preto e amarelo da empresa ferro carril.
Seria só em 1913 que, no decorrer de uma entusiasta assembléia, surge a ideia de mudar o nome do clube, de forma a ficar clara a sua gênese uruguaia. O nome eleito seria, sem contestação, o da povoação onde nascera: Peñarol.
Era o nascer dos primeiros grandes mitos aurinegros, como Juan Pena, Mazzucco, Los Camacho, Mañana, Isabelino Gradín, Acevedo e o elegante José Piendibene, que, grande goleador, nunca festejava os seus golos por respeito aos adversários. É então por esta época, meados dos anos 1910, que nasce uma visceral rivalidade, que atravessaria o tempo, entre os dois maiores clubes do Uruguai: Peñarol e Nacional, os monstros de Montevidéo.
Em 1918 o Peñarol faria história no campeonato uruguaio com uma equipe que alinhava grandes valores do futebol, que poderia medir forças com qualquer quadro do orbe sem menoscabo.Eram eles:Roberto Chery, José Benincasa e Pedro Rimolo (Alfredo Granja); Juan Pacheco, Juan Delgado e J.Delacroix; José Perez, Armando Artigas, José Piendibene, Isabelino Gradín e Antonio Campolo.A conquista do torneio nacional deste ano acabou com a supremacia do Nacional que vinha de um tri-campeonato.
Em 1921,durante a presidência de Julio Maria Sosa, surge a iniciativa de construir um estádio perto do famoso balneário montevideano de Pocitos,que chegou a abrigar alguns jogos do primeiro Campeonato Mundial de Futebol em 1930. Esse estádio foi demolido nos anos 1940.
Na história do Peñarol figura o primeiro título nacional da era profissional, em 1932, mas apesar da presença de nomes grandes do fútbol uruguaio, como Pedro Young (El Tigre), Luis Matozzo (El Grande), Ernesto Mascheroni (prodigioso esquerdino), Obdulio Varela (El Negro Jefe), e, entre outros, Álvaro Gestido, imponente defensor que fez história ao travar e vencer o épico duelo com o avançado argentino Peucelle na final do Mundial de 30, as décadas de 30 e 40 foram de domínio do Nacional.


Em 1949, o clube aurinegro forma um de seus mais famosos quadros de todos os tempos. Era uma equipa tão forte que formaria a base do conjunto uruguaio que arrebataria a Copa Jules Rimet em 1950 diante de um Maracanã com 200.000 pessoas.Essa alinhação , conhecida como La Maquina del 49 se compunha dos seguintes atletas: Rogue Máspoli, Enrique Hugo, Mirto Davoine (Sixto Posamai), Juan C.González, Obdúlio Varela, Washington Ortuño, Alcides Ghiggia, Juan Eduardo Hohberg, Juan Schiaffino, Oscar Míguez e Ernesto Vidal.
Maracanã, Final do Mundial de 50: A onze minutos do fim, o extremo uruguaio Alcides Edgardo Ghiggia passou Bigode, lateral brasileiro, e de ângulo apertado, bateu Barbosa, oferecendo a Copa à Celeste. Como grandes mentores desse mítico milagre futebolístico estava a base da equipa do Peñarol da época: o guarda redes Roque Maspoli, o defesa Gonzales, o médio Obdulio Varela, o avançado centro Oscar Miguez, e os autores dos dois golos, o ala esquerdo Ghiggia e o sensacional Juan Schiaffino, titular do Peñarol desde os 18 anos. Estreara-se na selecção em 1945, formando o trio ofensivo com o seu irmão Raul Schiaffino, dois anos mais velho e Walter Gomez. Faria, depois, 25 jogos pela Celeste. Frio, cerebral e ágil, parecia um jogador de outro planeta. Em 1954, transferiu-se para o Milan onde foi durante várias épocas figura de topo, acabando por alinhar, também, na selecção italiana. Ficou famosa a sua dupla com Ghiggia, considerado, até hoje, o melhor extremo de toda a história do futebol charrua. Muito rápido, parecia voar como uma pluma atrás da bola, driblava em corrida e gostava de rematar das posições mais incríveis.
Como avançado centro, jogava Oscar Miguez, apelidado de Cotorra (Papagaio, em espanhol) imponente no jogo aéreo e mestre a jogar sem bola. Ficaram famosas as suas fintas de corpo. Na baliza, estava o espectacular Roque Máspoli, um guarda redes corpulento que começara nas escolas do Nacional e mais tarde se tornaria treinador do Peñarol e da seleção uruguaia. No meio campo estava o habilidoso médio direito Julio César Abbadie, grande figura da equipa de 1953 e 1954, altura em que saiu para o Génova italiano, e, claro, o caudillo Varela.

Chama-se Gastón Guelfi e foi o presidente que, desde 1958, mudou a história do Peñarol, tornado-o uma potência do futebol sulamericano. Esteve no cargo até 1972 e durante o seu reinado, o clube conquistou os seus maiores títulos nacionais e internacionais. Luzindo um estilo artístico, lutador, com a bola a ser tratada com carinho latino americano, o Peñarol tornou-se famoso em todo o mundo, na década de 1960, quando após vencer a Taça Libertadores, também conquistou, por duas vezes consecutivas, 1960 e 1961, a Taça Intercontinental. Conta-se que quando entrava em campo, os seus jogadores logo iam avisando os adversários: Trouxeram outra bola para jogar? É que esta é só para nós, perguntavam sobranceiros.
Era a era dourada de um histórico onze, que combinando a magia de grandes estrelas com o espírito lutador charrua, iria lançar o primeira grande ciclo do Peñarol, coroado com o inolvidável quinquenio, o penta uruguaio, resultado da conquista de 5 títulos consecutivos de campeão: 1958, 1959, 1960, 1961 e 1962.
Finda a época de Obdulio Varela, chegou, em 1958, de Artigas, para o substituir, um outro astuto maestro: Néstor Tito Gonçalves, que enchia a cancha com os seus gritos A la carga!, incitando toda a equipa para o ataque. Para além dele, apenas o guarda redes Luís Maidana, o homem gato, jogou sempre no clube durante essas históricas 5 épocas.
Os dois primeiros títulos, 1958 e 1959, foram obra do técnico Hugo Bagnulo, que, descobridor do criativo médio ala direito Luís Cubilla e do goleador Spencer no Equador, formou um sólido onze por onde sobrevoavam os longos passes em profundidade de William Martinez, o canhãozito, e que tinha, entre outros, o brasileiro Alves da Silva, Walter Aguerre, Borges, Albert Hein, Linnazza, Roberto Garcia e o avançado Hohberg.
Seria com este bloco que, em 1961, o argentino Hector Scarone, sempre fiel ao tradicional 4-4-2, iria guiar o Peñarol á conquista da primeira Taça Intercontinental da sua história, goleando o Benfica de Eusébio por 5-0, após o 0-1 da Luz. No jogo de desempate, 48 horas depois ainda no Uruguai, dois golos do intuitivo Sacía deram a Taça aos uruguaios, 2-1.
Depois de Bagnulo, o Peñarol encontrara maior maturidade competitiva com Scarone, seu antigo lateral direito nos anos 1940. Como recorda o capitão Tito Gonçalves: Deu personalidade aos jogadores que não a tinham e travou aqueles que a tinham em demasia.

Nos anos 1960, ficaram célebres os titânicos confrontos entre o Real Madrid e o Peñarol, na Taça Intercontinental. Era o choque de duas distintas escolas futebolísticas, mas que falavam a mesma língua. No primeiro embate, em 1960, o Real Madrid esmagou os uruguaios, 5-0.
Em 1966, seis anos após essa goleada,, o Peñarol reencontrou o Real Madrid, onde a geração de Di Stéfano dera lugar ao chamado onze yé-yé. Os uruguaios, fechados a sete chaves pelo elástico guarda redes Mazurkiewicz, que esteve presente em 3 Mundiais, 1966, 1970 e 1974, e aprendera tudo com Maspóli, agora treinador, venceram 2-0 ambos os jogos, praticando um futebol sedutor que era seguro na defesa por Pablo Forlan, e obedecia, na meia-cancha aos toques de Gonçalves, Cortes, Abbadie e Pedro Rocha, encontrando depois o caminho do golo nos remates de Joya, Sasía e, sobretudo, Spencer, autor de 3 golos. O orgulho charrua, que nunca gosta de perder frente ao Império castelhano, estava reposto.

Durante os anos 1970, um grito ecoou por muitas canchas uruguaias: Nando!!! Eles destinavam-se a celebrar os golos do maior goleador da história do futebol uruguaio: Fernando Morena, El Potro, o artilheiro infalível, autor de 235 golos na Liga uruguaia, 34 deles apontados em 75, sendo até hoje record da prova, batendo a anterior marca de Young, datada de 1933.
Em 1978, bateu outro record, na posse de Falero desde 1947, fazendo 7 golos num só jogo, contra o Huracan. Foi o melhor marcador do campeonato por 7 vezes, 6 delas consecutivas, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977 e 1978.
Ingressou no Peñarol em 1973, vindo do River Plate de Montevideo, saindo em 1978, para o Rayo Vallecano da Espanha. Foi 7 vezes campeão uruguaio.

Depois de uma grande campanha para trazer El Nando de Espanha, em 1982, o Peñarol conquista sua quarta copa Libertadores, contra a equipe chilena de Cobreloa, e foi justamente ele, no último minuto do jogo, que fez o gol do título. No final daquele ano, disputou no Japão o título Intercontinental, conta a equipe inglesa Aston Villa, e venceu por 2x0, com gols do brasileiro Jair (ex Internacional) e Walkir Silva.
Em 1987, conquistou sua quinta Libertadores, contra o America de Cali, clube conhecido como "los diablos rojos". Em uma final disputadíssima, perdendo o primeiro jogo (em Cáli), por 2x1, e vencendo os dois jogos seguintes por 2x1 (em Montevidéu) e 1x0 (jogo desempate realizado em Santiago), respectivamente, gol que foi anotado nos acréscimos do segundo tempo por Diego Aguirre, conhecido como "La Fiera", o qual é eterno ídolo da torcida Carbonera.

Ansioso por honrar o centenário da sua fundação, o Peñarol formou, nos anos 1990, uma forte equipa que, dona do genuíno estilo uruguaio, lançou-o na senda do segundo quinquenio da sua história, logrando 5 consecutivos títulos de campeão: 1993, 1994, 1995, 1996 e 1997. Um feito de dois treinadores: Gregorio Pérez, primeiro, e Jorge Fossati, depois.
O lema inicial de Pérez foi claro: Havemos de recuperar a mística! Assim foi, com um fantástico onze, onde se destacaram, o central Nelson Gutierrez, um produto da cantera, que jogara ainda na Intercontinental de 82, o atacante Pato Aguilera, o dinâmico Carlos De Lima, o lutador De los Santos, El Chueco Perdomo e o último grande símbolo aurinegro: Pablo Bengoechea, El Professor, presente nos 5 títulos. Fez 188 jogos e marcou 48 golos. O seu grande ídolo de infância era o brasileiro Falcão, um dos maiores ídolos da história do Sport Club Internacional. Durante toda a sua carreira procurou seguir o seu estilo. Foi sempre um cavalheiro dos relvados. A imagem perfeita do centenário espírito do Peñarol, preparado para mais 100 anos de intensa paixão futebolistica.

No século XXI, o Peñarol conquistou o Campeonato Uruguaio de 2003. Em 2010, o Peñarol teve uma seqüência invicta de 15 jogos e venceu o Clausura uruguaio de modo invicto, e bateu seu maior rival, o Nacional, depois de somar 4 pontos nas finais e seu rival somar apenas um ponto conquistando assim, depois de um longo jejum, seu 46º campeonato uruguaio. No cenário internacional, o Peñarol participou da Copa Libertadores da América de 2000 até 2005, inimterruptamente, obtendo a sexta colocação em 2002, ficando fora da Copa Libertadores na repescagem em 2009 e voltando a disputar o torneio em 2011. Na Copa Sul-Americana, o Peñarol disputou o troféu no ano de 2010, sendo eliminado nas oitavas de final pela equipe brasileira do Goiás.

Títulos

Copa Intercontinental1961, 1966 e 1982
Copa Libertadores 1960, 1961, 1966, 1982 e 1987
Campeonato Uruguaio : 1900, 1901, 1905, 1907, 1911, 1918, 1921, 1924, 1926, 1928, 1929, 1932, 1935, 1936 ,1937, 1938, 1944, 1945, 1949, 1951, 1953, 1954, 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967, 1968, 1973, 1974, 1975, 1978, 1979, 1981, 1982, 1985, 1986, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 1999 ,  2003 e 2010.

Estádio

Estadio José Pedro Damiani, mais conhecido como Las Acacias, é o estádio do Club Atlético Peñarol.
Foi inaugurado em 19 de abril de 1916 e conta com a capacidade para 12.000 pessoas.
Atualmente não se encontra liberado pela Intendencia Municipal de Montevidéu, por razões de segurança, para disputar partidas da primeira divisão, por isso a instituição disputa habitualmente suas partidas como mandante no Estádio Centenário, de propriedade estatal.


O Estádio Centenário é um estádio localizado em Montevideu, no Uruguai. É onde joga normalmente a Seleção Uruguaia de Futebol, e tem capacidade para 76 609 espectadores
Construído para sediar a Copa do Mundo de 1930, foi inaugurado com atraso devidas às chuvas em 18 de Julho de 1930, com o jogo Uruguai 1 a 0 contra o Peru. O nome deve-se à celebração do 100º Aniversário da Independência do Uruguai.
Em princípio, receberia todas as partidas do mundial, mas devido ao atraso 8 das 18 partidas do mundial foram disputadas no Estádio Gran Parque Central pertencente ao Nacional, e no Estádio Pocitos (hoje demolido) do Peñarol. O Centenário recebeu 10 jogos do Mundial, incluindo a final entre Uruguai e Argentina, vencida pelo Uruguai por 4 a 2. Também recebeu jogos dos Copa América de 1942, 1956, 1967 e 1995 (todas vencidas pelo Uruguai).
É muito utilizado pelos clubes de futebol locais, como o Peñarol e o Nacional.
Dentro do estádio há um Museu do Futebol, com histórias sobre sua construção e grandes clássicos realizados.






Alcunhas Manyas, Carboneros, Aurinegros, Mirasoles, Peñarolenses, Campeón del Siglo.

Site

http://www.capeñarol.org/

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Doze de Octubre Fútbol Club

12 de Octubre Football Club é um clube de futebol paraguaio da cidade de Itauguá, fundado em 1914. Conseguiu seu acesso à primeira divisão do país em 1997. Em 2002 quase chegou a conquistar o torneio Apertura do Campeonato Paraguaio, mas no final perderam para o Club Libertad. Participou da Taça Libertadores da América de 2002.
Escudo alternativo
Em 2009, foi rebaixado a segunda divisão, com a segunda pior média de pontos nas três últimas temporadas, num play-off contra o Sport Colombia, após empatar dois jogos, perdeu nos penaltis. Retorna a segunda divisão após 11 anos consecutivos na primeira divisão ( 1998-2009).

Títulos

Torneo Clausura : 2002.
Campeonato Paraguaio (segunda divisão): 1937, 1997 (Intermedia)

Estádio
  
Estadio Juan Canuto Pettengill, com capacidade de 8000 espectadores.

Apelido Tejedores

Mascote

Sua mascote é uma banana, com o uniforme do time fazendo embaixadinhas.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Club Rubio Ñu

O Club Rubio Ñu nasceu 24 de agosto de 1913, no bairro Trindade, um bairro com muita atividade esportiva e social, que cresceu fisicamente e chegar a tempo de fazer confrontos clássico com o Sportivo Trinidense, uma equipe que em 2007 participou da Primeira Divisão.
Fundada por um grupo de jovens sonhadores, amantes da pátria e todos os menores de 18 anos, anos mais tarde, fundiu-se com  dois clubes locais populosos da Santíssima Trindade: "O Ybaté Ita" e "Flor de Mayo." , em princípio albiverde, foi protagonista na Liga Centenário, no mesmo ano de sua fundação (quando houve dissensão entre a Liga do Paraguai e alguns clubes).
Em 1926, atingiu a divisão principal  pela primeira vez, para cair novamente. Durante a guerra do Chaco , a entidade ñuense ficou em silêncio. Como alguns outros, os seus dirigentes e os atletas começaram a formar quadros de comandantes, oficiais e soldados do exército vitorioso no campo.
O nome do clube e cores do uniforme (albiverde) foi escolhido como uma homenagem aos Filhos Mártires de Rubio Ñu, que deram suas vidas contra os invasores imperialistas em que o genocídio sem precedentes no mundo. "O branco simboliza a pureza e" esperança "verde.
Muitos anos depois, em 1954, volta a conseguir o título de acesso, mas foi negado porque havia muitas equipas e concorrentes diminuiu. Então, em 1963, seu grande ano, vencendo o torneio invicto, mas teve que competir com a Atlântida, e da Promoção, dobrar o Luqueño.
Ele permaneceu por muito tempo em primeiro lugar, e se tornou grande protagonista, tendo em sua linha para jogadores classificados como Evaristo Heyn, Ortiz Pastor, Antonio González, Jovino Mendoza, Portillo Guido, Salvador Cantero, Sosa Alcides, Valentín Mendoza: Pachanga Cesar Chavez, o falecido Cesar Ortiz Aquino, que foi reconhecido por seu pai e mudou seu sobrenome, quando se transferiu para o Club Cerro Porteño (que também tem vindo a trabalhar no Espanhol de Barcelona, ​​na parte inferior, lá onde também se destacou como jogador) , Alberto Benítez, Nicolichia, Pedro Farias, o Puchi Martin Ruiz Diaz, um grande goleiro e ex-selecção nacional, agora ligado ao clube como treinador.


Títulos

Segunda División de Paraguay  1926, 1941, 1954, 1961, 1963 (Invicto), 1972 , 2008
Tercera División de Paraguay 1941 ,2005

Estádio

La Arboleda está localizado no bairro da Santissina Trindade, na cidade de Assunção. Neste local, que tem capacidade para 5.500 pessoas, serve como sede do clube de futebol da equipe Rubio Nu da Primeira Divisão do Paraguai. Ela deve seu nome à quantidade incomum de árvores ao redor do campo.

Alcunhas Ñuenses, Albiverdes

Site
http://www.clubrubionu.com.py/

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Club Nacional

Foi fundado em 5 de junho de 1904. Uma das equipes tradicionais, chamado futebol "grandes" do Paraguai, apesar de ter passado mais de 60 anos sem um campeonato. Localizado no bairro populoso de Barrio Obrero, Assunção, é o berço de grandes jogadores do Paraguai.
Chamam-lhe "o clube mais amado" do Paraguai, porque é reconhecido como o "segundo time" com que todos simpatizam.

Desse passado glorioso emergiu  um jogador excepcional, historicamente o maior desde o país de Roa Bastos: Arsenio Erico. Clube Nacional embalava Erico e projetado para a fama. Foi um tempo muito curto, ele jogou no clube tricolor e depois foi para o futebol argentino, onde se destacou no Independiente.

A partir dessa época romântica e triunfal  destacam-se os seis títulos da Primeira Divisão  ganhos pelo vermelho, branco e azul. E a honra de ser um dos quatro clubes fundadores da Liga Paraguaia (agora Association).

Onze adolescentes que estavam com apenas uma equipe de futebol, assinaram o fundador da National Football Club em 05 de junho de 1904, em uma casa na Rua Brasil n º 142. Eles escolheram uma quase criança , Victor Paredes Gómez, o primeiro presidente. Seu nome e brasão tricolor é uma homenagem a seus fundadores, a "Escola Nacional da Capital, onde estuda. Sua primeira camisa era toda branca, então adota o listrado branco e verde, a partir do tricolor atual.



O Club Nacional teve um bom ritmo desde o início, mas só foi capaz de conquistar seu primeiro título em 1909 e em 1911, conseguiu seu segundo campeonato. Ele continuou sua colheita boa temporada em 1918, que não alcança o título, mas terminou em segundo lugar. A mesma coisa aconteceu em 1921. Em 1924 ele voltou a conquistar o título, contra o Olímpia, na próxima temporada o impediu de repetir a conquista, e em 1926 ele foi campeão novamente. Em 1927, ele ficou em segundo lugar. Entre a década de 30 'não aconteceu nada relevante, nem em 40' e 41 '.
Em 1942, Arsenio Erico devolvido à instituição onde ele nasceu depois de embolsar mais de 300 gols para o Independiente de Avellaneda, e fazê-lo a melhor maneira de ganhar o campeonato. Depois do furacão em 1946 na Argentina e vai comprá-lo até 1948, retornando ao seu país este ano, em 1949, terminando em segundo lugar com o Nacional, se aposentou do futebol profissional. Em 50 'Academy também não conseguiu ganhar nada.
Depois de uma década, a National pensei que iria vencer, mas isso não ocorreu, ficando em segundo lugar em 62 .Em 1978, estabelece pela primeira vez em sua história a Segunda Divisão. No entanto o seu regresso não esperou para subir no próximo ano para ganhar o torneio até agora.
Desde 1980 o campeão eo vice foi para a Copa Libertadores da América e Nacional e terminou em segundo com 82, vai para a Copa Libertadores de 1983.Nesta edição não passar a primeira ronda, onde ele terminou em terceiro. Foi o grupo que Paraguai, Uruguai classificou charrúa seu homónimo, o Nacional Futebol Clube e também é eliminado Olimpia. Nacional empatou dois, com Olimpia 0-0 e 1-1 Montevideo Wanderers, venceu um, contra o Olímpia por 2-1, e perdeu três. 
Em 1985, outra premiação em segundo lugar para ir para a Copa Libertadores 1986, onde a experiência foi estranha, porque o grupo, mas foi o Paraguai, Venezuela Estudiantes de Mérida e Táchira Deportivo não jogou por causa da FVF foi suspenso pela FIFA. No entanto, a Trico perdeu os dois jogos contra o Olimpia e está fora da corrida. 
Em 1988, uma segunda vez para baixo para a segunda divisão no próximo ano para voltar à Primeira Divisão.
Em 2005, ele começa dar fruto um projeto ambicioso, terminando em terceiro na tabela de anos acumulados, que entra na Copa Libertadores de 2006. Na eliminatória da Copa, que jogou pela Universidade de Peru, com subordinação no Paraguai 2-2. Na revanche jogou em Lima não faz gols e é eliminado pela regra de duplo valor golos marcados fora.

Na temporada de 2006 termina no meio da tabela acumulada. No campeonato de 2007 continua, pontuação, terminando em 5 º no agregado, com destaque para o grande desempenho de Fabio Ramos se tornou o artilheiro do ano com 25 gols.

A temporada de 2008 seria diferente quando o Nacional vicecampeonato Apertura alcançada com 45 pontos, mais 7 do que o 3 º Cerro Porteño e 12 menos do que o campeão Libertad. O artilheiro do torneio foi mais uma vez um jogador nacional, Fabio Escobar, com 13 gols. No encerramento terminou em 5 º o que permitiu soma dos pontos acumulados o suficiente para se qualificarem para os playoffs da Copa Libertadores de 2009.


Simultaneamente à Copa, jogou o Torneo Apertura Nacional, onde terminou em terceiro com 10 pontos campeão, seu vizinho Cerro Porteño. No Clausura 2009  Nacional desfrutar da doçura de sucesso depois de anos de sofrimento de espera. Na penúltima rodada, depois de perder para o Libertad, por 2-1, este resultado colocou os dois com a mesma pontuação no topo da tabela. Assim, no último dia foi dedicado Nacional, através da combinação que você menos espera ele não poderia bater Olympia (0-0), enquanto Libertadperdeu para surpresa de todos, por 1-0, com o Tacuary, que disse que ele era ao ser derrotado pelo gumarelo devido à forte relação entre os dois clubes. Assim, ele gritou novamente Campeão Nacional pela sétima vez na Primeira Divisão após mais de seis décadas.
Títulos
Campeonato Paraguaio de Futebol: 1909, 1911, 1924, 1926, 1942, 1946, 2009-C
Campeonato Paraguaio - 2ª Divisão: 1979, 1989, 2003
  
Estádio 
 
Estádio Arsenio Erico, com capacidade para 8.500 pessoas.

Apelidos La Academia, El Tricolor, El Albo, Nacional Querido

Site

http://www.clubnacional.com.py/ 
 

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Club Atlético 3 de Febrero

O Clube Desportivo de 03 de fevereiro é um clube de futebol que joga atualmente no Paraguai na Primeira Divisão e está localizado em Ciudad del Este, Alto Paraná. Foi fundada em 20 novembro de 1970, com o primeiro presidente o general Lucas Gómez Martínez.

A cor tem historicamente encontrado o corpo é vermelho, então o clube é popularmente conhecido como
"Los Rojos del Este" ou "Los Diablos". Seu estádio Antonio Oddone Sarubbi, o terceiro maior estádio do país, e maior no interior, com uma capacidade aproximada de 28.000 espectadores.

Em 2004, o clube conseguiu conquistar o título da Divisão Intermediária, de modo a que ganhou acesso à Primeira Divisão do Paraguai em 2005, tornando-se o segundo clube do interior para conseguir isso, depois do Club Universal na cidade de Encarnación. Desde que chegou à Divisão de Honra, o clube nunca caiu categoria.


Logo, o clube se tornou parte da Liga Paranaense e o orgulho dos gestores, jogadores e torcedores, em 1971, teve seu primeiro de cinco torneios no total. Em 1973 ele conquistou seu primeiro título de campeão no campeonato Paranaense.

E suas conquistas não param porque em 1975 foi consagrado na competição regional invicto, conquistado novamente em 1977, 1986 e 1992. Seu último título no campeonato, alcançado em 1997. Em 2000, um passo crucial em sua carreira para a Primeira Divisão do Paraguai para vencer a Copa dos Campeões UFI, o que lhe permitiu ascender à Divisão Intermediária, criado com o objectivo de introduzir mais profissional APF dentro dos clubes filiados à União de Futebol do Interior. Neste jogou durante 4 anos, tendo caído por três anos consecutivos, muito perto de atingir a meta desejada, até que, finalmente, a obtenção do título de Campeão Júnior em 2004, ir para a Divisão de Honra, a partir da temporada posterior.


Títulos

Campeonato Paraguaio (2° Divisão): 2004
Campeonato Paraguaio (3° Divisão): 2000

Estádio


O estádio do Club 03 de Febrero é nomeado como tenente-coronel Antonio Oddone Sarubbi, está localizado no centro de Ciudad del Este. Foi construído em 1972 e 1999, foi remodelado para a Copa América de 1999, se tornando o maior estádio do país em segundo, a maior do interior do Paraguai, com capacidade para 28,000 espectadores.

Alcunhas Los Rojos, El 3, Los Diablos

http://www.club3defebrero.com/