domingo, 28 de fevereiro de 2010

Associação Atlética Santa Rita

Em 1954, numa reunião entre amigos apaixonados pelo futebol, no distrito de Boca da Mata, então pertencente ao município de São Miguel dos Campos, surge a idéia de formar uma equipe de futebol, resolve-se então homenagear a padroeira do então distrito que mais tarde se tornaria na bela e prospera Boca da Mata. Hoje, 52 anos desde aquela reunião surgem outros apaixonados com a missão de resgatar a história, a tradição e este caso de amor eterno entre o povo de Boca da Mata e o time de coração.
Campeão da segunda divisão em 2007, participa da primeira divisão pela primeira vez em 2008, mas é rebaixado. Torna-se campeão da 2ª divisão em 2009

Títulos

2 Campeonato Alagoano da 2ª Divisão (2007 e 2009)

Estádio

Olival Elias de Moraes

Capacidade 1.200



Hino

O Glorioso Santa Rita

Campeão e imortal
Meu vibrante Rubro negro
Aguerrido e leal
Seus torcedores satisfeitos
Sempre de pé a vibrar
ao gigante do pé da serra
num só coro a cantar
Eu amo esse time e o nome dele eu vou dizer
Santa Rita
Santa Rita
Santa Rita
Vencer, vencer
Santa Rita
Santa Rita
Estarei sempre com você
O Glorioso Santa Rita
és orgulho de minha terra
Boca da Mata assoberba
Minha Cidade das Serras
Vibrante, ousado e amoroso
no campo mostra sua raça
Desde de 1974 sempre será
conquistador de taça
Eu amo esse time e o nome dele eu vou dizer
Santa Rita
Santa Rita
Santa Rita
Vencer, vencer
Santa Rita
Santa Rita
Estarei sempre com você


Alcunhas

Rubro-Negro

Leão da Serra

Mascote
Leão

Site
 
http://www.townaarea.com/santarita/

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Paula Ramos Esporte Clube

O Paula Ramos foi fundado no dia 15 de dezembro de 1937, nas areias da Praia de Fora (atual Beira-Mar Norte). O clube fora inicialmente criado para a prática da natação. Seus fundadores foram: Porfírio Almeida Gonçalves, João Cristakis, Moacir Schtell, Júlio Ferreira Lobo, Arnoldo Sabino, Adolfo Monteiro Pinto, Rubens Sabino, Abelardo Rupp, Jonas de Oliveira, Dionísio Freitas, Osval Pereira Baixo, Olímpio Monteiro Pinto, Bruno Boos, Adolfo Boos, João José Cunha e Antônio Araújo Figueiredo.

O nome do clube foi sugerido por Dionísio Freitas, em homenagem ao local em que os fundadores da agremiação realizavam suas reuniões, o trapiche Vitorino Paula Ramos. O primeiro presidente do Paula Ramos foi Porfírio Gonçalves, tendo Francisco Melo como vice.
No futebol, entre 1937 e 1943, o Paula Ramos participou apenas de competições amadoras. Profissionalizou-se em 1944. Tornou-se bicampeão citadino de Florianópolis em 1947 e 1948, e vice-campeão estadual em 1948.
Em 1959, obteve a maior conquista de sua história: o Campeonato Catarinense de 1959.
Mas, o sucesso do time de 1959 marcaria o início da sua derrocada. Com o prestígio obtido após o campeonato, os jogadores acabaram se transferindo para outros clubes. Ainda assim, o clube manteria sua trajetória vitoriosa conquistando o Campeonato da Cidade nos anos de 1961, 1962 e 1964. De acordo com o ex-presidente Alexandre Carioni (1966/1967), a diretoria do clube chegou à constatação que manter um time dentro das competições era algo inviável. “Quase acabamos com o nosso time de 67”. “Quando assumi a presidência do clube, pegava a Kombi do meu pai e apanhava os jogadores de porta em porta para levá-los aos jogos. Depois de ter feito isso três vezes, na quarta eles mesmos se dirigiam ao campo de ônibus – num claro sinal de reconhecimento”, comentou o ex-presidente Joel Gomes Mendonça. Em 1969, o clube abandonou o futebol.



Títulos


Campeonato Catarinense: 1959.
 
Site
 
http://www.paularamos.com/

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Associação Desportiva Itaboraí

Fundado em 1976, disputou seu primeiro Campeonato Fluminense já no ano seguinte, em 1977. E conseguiu o vice-campeonato no ano de sua estreia. Em 1978, o clube disputa a 2ª Divisão do Estadual, mas a campanha é fraca. Só volta às competições oficiais em 1995, na 3ª Divisão, onde consegue uma boa posição, mas não o suficiente para ascender.

Há quinze anos afastado, a AD Itaboraí retorna, sendo a única equipe da cidade homônima na Série C. Seu rival, Profute, joga a Série B. O clube itaboraiense conta com o apoio dos comerciantes da cidade, e também do próprio prefeito, Sérgio Soares, que já foi presidente da instituição.
 
Estádio
 
Alziro de Almeida (Alzirão) (pertence a Prefeitura Municipal de Itaboraí)

Capacidade: 800 pessoas

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Clube Atlético Taquaritinga

A cidade de Taquaritinga, no interior de São Paulo, recebeu um grande número de imigrantes italianos no começo do século 20. Os italianos tiveram grande influência na cidade e veio deles a ideia de criar, na década de 1940, um clube que ostentasse o nome da cidade.
Dessa iniciativa nasceu, no dia 17 de março de 1942, o Clube Atlético Taquaritinga. As cores da equipe foram escolhidas como uma homenagem à bandeira italiana: branco, verde e vermelho. Mas o ano 1942 não foi dos melhores para a colônia ítalo-brasileira. Em 22 de agosto daquele ano, o Brasil declarou guerra aos países do chamado Eixo (Itália, Japão e Alemanha) e o Taquaritinga foi obrigado, pela Secretaria de Segurança de Estado, a mudar suas cores. O preto, em luto pela afronta a qual tiveram de se submeter, substituiu o branco na camisa do Taquaritinga. Com o fim da Segunda Guerra, em 1945, o uniforme já havia se tornado tradicional, sendo mantido até hoje.
Desde sua fundação, o Taquaritinga disputou campeonatos amadores pelo interior do estado de São Paulo, conquistando boas vitórias e uma respeitável tradição entre os chamados “galos” do amadorismo brasileiro. Vem desta época a escolha de seu mascote, o Leão da Araraquarense, homenagem à força do time na região de Jaboticabal, cortada pela Estrada de Ferro Araraquarense.
As campanhas vitoriosas nos seus primeiros anos fizeram com que a diretoria do clube desse seu primeiro grande passo ao filiar-se à Federação Paulista de Futebol. A estreia no profissionalismo deu-se em 1954, quando o clube disputou a então Terceira Divisão do Campeonato Paulista (equivalente à atual Série A3).
O clube se licenciaria em 1955, voltando em 1956, na Segunda Divisão (atual Série A2). A agremiação disputaria este campeonato pelas próximas três temporadas, conquistando no período a prestigiosa Taça dos Invictos do Interior. O feito ocorreu em 1957, quando ficou 20 partidas sem perder na Segundona. Mas a boa fase terminaria em 1959, quando uma mudança na estrutura da competição fez com que o clube fosse transferido para uma divisão abaixo.
A queda foi um golpe duro para o Taquaritinga e a equipe recusou-se a disputar a nova Segunda Divisão (equivalente à terceira) em 1960. A agremiação só voltou ao profissionalismo em 1961 e na terceira divisão foram quatro temporadas entre 1960 e 1964, quando o clube reconquistou uma vaga na Segundona. Naquele ano, o torneio foi disputado por 43 times, divididos em nove chaves (chamadas séries). O Taquaritinga classificou-se em seu grupo, junto com a Internacional de Limeira. Na segunda fase fez uma campanha irretocável, conquistando oito vitórias e três empates em 14 jogos. Foi campeã e o Piraju, o vice.
Com o acesso, o Taquaritinga voltou para o segundo nível após seis anos de ausência. O clube disputaria a Segundona até 1967, quando, por problemas financeiros, licenciou-se dos campeonatos profissionais, condição em que ficaria até 1973.
O clube voltou na terceira divisão paulista em 1974. Na época, o torneio chamava-se Segunda Divisão e o clube disputou o campeonato por três temporadas, até 1976, quando foi mais uma vez rebaixado, desta vez para a quarta divisão.
Mas desta vez o rebaixamento, ao invés de abalar a equipe, abriu uma das fases mais vencedoras da história do clube. A partir da quarta divisão, o Taquaritinga subiu vertiginosamente, sendo promovido em 1979, 1981 e, finalmente, em 1982. Naquela temporada, o time disputou e venceu a Segunda Divisão, feito mais importante de sua história.
O acesso foi muito comemorado, mas quase não se confirmou. O regulamento da Primeira Divisão exigia que os estádios tivessem uma capacidade mínima, além de proporcionar conforto aos torcedores. Para poder subir, a torcida do Taquaritinga se cotizou e, em tempo recorde, reformou o estádio Adail Nunes da Silva.
A primeira passagem pela Primeira Divisão foi curta – durou apenas duas temporadas, entre 1983 e 1984, mas marcante. Entre os grandes resultados, pode-se ressaltar a vitória por 2 a 0 diante do Corinthians, em 10 de julho de 1983. O time alvinegro foi o campeão daquela temporada. O Taquaritinga terminou o campeonato de 1983 com 11 vitórias, 12 empates e 15 derrotas.
Em 1984, o time teve menos sorte e acabou rebaixado. Foram 38 jogos e apenas sete vitórias. No total, a equipe marcou apenas 27 pontos – na época as vitórias valiam dois – e terminou na penúltima colocação. Nos oito anos seguintes, o clube disputou a segunda divisão, até 1992, quando foi bicampeão do torneio e garantiu mais um acesso.
Em 1993, o Taquaritinga fez sua última participação na primeira divisão. O clube, no entanto, disputou o campeonato no chamado “Grupo B”, espécie de segunda divisão dentro da primeira divisão, e terminou na sétima colocação. Em 1994, o Grupo B foi oficializado como Segunda Divisão, e a segunda divisão da época tornou-se a Terceira Divisão e o Taquaritinga foi “rebaixado” no processo.
A queda iniciaria um período decadente no clube. Em 1995 foi rebaixado para a Série A3. Em 1996 para a Série B-1A (atual Segunda Divisão). A passagem na quarta divisão, no entanto, foi curta: durou apenas um ano. O clube deixou a B-1A com mais um título e subiu para a A3 em 1998. A volta para a A2 deu-se em 2002. Nos anos seguintes, até 2008, a equipe não passou da primeira fase. Em 2009, o time chegou ao quadrangular final da Série A2, mas não conquistou o acesso.

Estádio

Dr. Adail Nunes da Silva

Capacidade : 35.000 espectadores
Inauguração : 01/05/1983


Títulos :

1 Campeonato Paulista da Segunda Divisão (1964).
1 Campeonato Paulista da "Série A" da Segunda Divisão (1974).
1 Campeonato Paulista da "Série B" da Segunda Divisão (1975).
1 Campeonato Paulista da Segunda Divisão (1982).
1 Campeonato Paulista da Divisão Intermediária (1992)
1 Campeonato Paulista da B1-A (1997).


Mascote : Leão

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Paranoá Esporte Clube

O Paranoá Esporte Clube é a sensação da pouco expressiva segunda divisão do Campeonato Brasiliense, a partir de 2 de agosto. Campeão candango amador no ano passado, ainda como Colorado do Paranoá, o desconhecido estreante é o único dos dez concorrentes com um estádio novo à disposição.
Vice-campeão da segunda divisão em 2003, disputa a primeira divisão pela primeira vez em 2004, mas é rebaixado. Disputa a segunda divisão no mesmo ano, sendo campeão e retornando a divisão principal em 2005. Termina o campeonato em terceiro lugar, conquistando uma vaga na Série C.
Rebaixado em 2007 e novamente em 2008, chegando a terceira divisão em 2009.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão estadual 2004

Estádio

O Estádio JK Paranoá, apelidado simplesmente de JK, é um estádio de futebol localizado em Paranoá no Distrito Federal, tem capacidade para 6.000 pessoas.


Mascote: Sucuri

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Sport Club Corinthians Paranaense

Nasceu ontem, dia 5 de fevereiro de 2009, na hora do almoço, em Curitiba, o Sport Club Corinthians Paranaense. O recém-nascido é uma parceria entre o S. C. Corinthians Paulista e o J. Malucelli Futebol S/A, que além do novo nome, passará a ostentar o uniforme com as cores alvinegras (fornecido pela Nike) e um novo escudo (semelhante ao da matriz, inclusive com a bandeira do Estado de São Paulo).

O acordo entre os clubes (com duração de 5 anos) não envolve investimento financeiro e prevê ações conjuntas de marketing e o intercâmbio técnico e de jogadores, profissionais e das categorias de base. O Timão terá preferência na contratação das revelações de sua “filial” paranaense.
A estreia do Corinthians Paranaense ainda não tem data definida, pois depende de registro na Junta Comercial do Paraná e posterior regularização na Federação Paranaense de Futebol (FPF) e CBF. O objetivo é fazer a nova agremiação entrar em campo na Copa do Brasil.
A assinatura do contrato de parceria contou com a presença do presidente corintiano, Andrés Sanchez, seu vice-presidente de marketing, Luís Paulo Rosenberg, do presidente do J. Malucelli, Juarez Malucelli, do presidente de honra do Jotinha, Joel Malucelli, do vice-governador do Paraná, Orlando Pessuti, do vice-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, mais uma dezena de políticos e dirigentes do trio-de-ferro da capital. O presidente do Grupo Paulo Pimentel, dr. Paulo Pimentel, também prestigiou o evento.
Em seu discurso, Joel Malucelli disse que a criação do Corinthians Paranaense é um projeto polêmico e que o clube surge com a pretensão de se tornar a nova força do futebol do Estado.
“É um ato de coragem e a aprovação da nossa idéia pela diretoria do Corinthians (Paulista) aumenta nossa responsabilidade. Temos certeza que essa iniciativa fará bem a todo o futebol do Paraná, pelo marketing e pelas possibilidades que irão surgir, e aos atletas, que poderão contar com essa sensacional vitrine.” Já Andrés Sanchez destacou a importância do surgimento do Corinthians Paranaense como negócio.
O vice de marketing do Timão, Luís Paulo Rosenberg, que também citou o Furacão como modelo de gestão e modernidade no futebol, explicou a concepção da nova “filial” corintiana.
“O que estamos fazendo aqui é um licenciamento, pois não envolve dinheiro, mas intercâmbio de jogadores, ações de marketing. Pretendemos abrir, em breve, lojas do clube (Poderoso Timão) nas principais cidades do Paraná (Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu).”
Sobre o escudo do “Corintinha”, que mantém a bandeira paulista, Rosenberg contou que o verde e branco do estandarte paranaense foi vetado pelo Conselho Deliberativo corintiano.
“Todo mundo sabe que nós, corintianos, temos alergia à cor verde. Então, só mudamos o ano de fundação (de 1910 para 2009) e colocamos o Paranaense (as estrelas também saíram). Vamos aproximar ainda mais os dois estados. E essa bandeira é de nós todos: São Paulo é Paraná e Paraná é São Paulo”, completou o bem-humorado vice de marketing, antes de saborear um suculento barreado, servido na sede social do J.Malucelli, agora Corinthians Paranaense, no Barigui.

Estádio

Estádio Janguito Malucelli

Capacidade 4.000

O CT em frente do Parque Barigüi foi totalmente remodelado, e uma das atrações do novo espaço - a arquibancada, que foi aproveitada em cima do muro localizado no local. Além da grama plantada em todos os degraus, foram colocadas cadeiras/assentos em toda a extensão, fora o assento continua a grama. Vale lembrar que é uma tipo de arquibancada inédita com a idéia da grama que segurou por algum tempo o molde dos degraus, agora arquibancada ecológica, assim como foi batizado o novo espaço, o Ecoestádio Janguito Malucelli.
 
Site
http://www.jmalucellifutebol.com.br/

Ver J.Malucelli : http://umtimepordia.blogspot.com/2008/12/j-malucelli-futebol-sa.html

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Clube Esportivo de Futebol

Fundado em 30 de agosto de 1984, manda seus jogos no Estádio Starling Soares, com capacidade para 10.000 pessoas.
Em 1988 conseguiu a inctível conquista de ser vice-campeão brasileiro da série C.
Em 2001, disputas políticas na cidade levaram à criação do Clube Esportivo Passense de Futebol e Cultura, uma dissidência do Esportivo que forçou o clube a mandar seus jogos em cidades vizinhas à Passos.

Confusão no sul de Minas: Os “Esportivos de Passos”

Localizada no sul de Minas Gerais, com pouco mais de 100.000 habitantes, a cidade de Passos tem uma história pouco usual no futebol. Desde 2002 (com exceção de 2006, quando não teve representantes), tem duas equipes com o nome de Esportivo disputando o campeonato mineiro da segunda divisão (correspondente à terceira), apesar da semelhança entre os nomes ferir o artigo 36, letra F, da RI publicada pela CBF em 1991, que não permite o registro de clubes com nomes parecidos no mesmo município. Além disso, os dois clubes possuem uniformes com cores idênticas e escudos parecidíssimos. Nas linhas abaixo, tentaremos esclarecer essa confusão.

O primeiro “Clube Esportivo Passense”

Fundado em 1929 (há registros de que pode ter sido fundado em 1916) pelos amigos Francisco Salles da Fonseca, Farid Esper Kallas, Pivani Piassi, José Barbosa, Dolor Esper Kallas, Henrique Rossi e José Figueiredo, o Clube Esportivo Passense brilhou na cidade de Passos até o final da década de 60. Contando com o empenho do então prefeito Geraldo Starling Soares, que conseguiu do governador Dr. Benedito Valadares a importância de cem mil cruzeiros, construíram o “Gigante dos Eucaliptos”, ainda hoje o único estádio da cidade. O clube ficou conhecido como o “Expresso do Sudoeste”.

O Clube Esportivo de Futebol

Em 1984, o empresário José Eustáquio do Nascimento, o Taquinho, fundou o Clube Esportivo de Futebol. O próprio Taquinho contou que sua intenção na época era reativar o Passense, de quem era um apaixonado torcedor, mas foi impedido por lei, porque já existia o Clube Passense de Natação, o CPN. O Esportivo de Futebol, tornou-se conhecido em todo Brasil, após chegar ao vice-campeonato da Divisão de Acesso do Campeonato Brasileiro (atual Série C) em 1988, perdendo a final pro União São João. Além disso conquistou o título da segunda divisão do campeonato mineiro em 1985 e foi o campeão mineiro do interior em 1989. Após o período áureo, o clube enfrentou um grande declínio, que culminou com seu afastamento das competições durante quase toda a década de 90. Desde o retorno, em 2000, tem feito campanhas pífias na terceirona mineira. A partir de 2001 foi impedido pela Prefeitura Municipal de disputar seus jogos no estádio Starling Soares, e passou a mandar seus jogos em cidades próximas, como Pium-Hi, São Roque de Minas e Itaú de Minas, palco dos jogos da segundona 2007.

O Passos Futebol Clube

Com o ostracismo do Esportivo surgiu um outro clube, também fundado pelo empresário Taquinho, o Passos Futebol Clube. Nascido em 05 de outubro de 1996 e profissionalizado em 1998, o Passos conquistou o título do campeonato mineiro da segunda divisão (correspondente à terceira) em 1998 mas desistiu de disputar o Módulo II do mesmo ano, cedendo a vaga à Esportiva de Guaxupé. Ironicamente, o Ipatinga, derrotado pelo Passos naquela ocasião, iniciou uma trajetória fulminante no futebol brasileiro. Em 2000 e 2001 o Passos FC acompanhou o Esportivo nas disputas do campeonato mineiro da segunda divisão e, desde então, encontra-se inativo. Sua antiga sede foi cedida, pela Prefeitura Municipal, ao Esportivo Passense, reativado em 2002.

O Clube Esportivo Passense de Futebol e Cultura

Em 23 de janeiro de 2002 o Clube Esportivo Passense foi ressucitado, após divergências políticas entre seus fundadores e os dirigentes do Clube Esportivo de Futebol. Com o nome de Clube Esportivo Passense de Futebol e Cultura, o empresário Carlos Magno Amparado, juntou-se a antigos esportistas da cidade de Passos e formou a primeira diretoria. Apesar das promessas de melhores dias, com o apoio da Prefeitura Municipal, o clube até hoje não conseguiu o acesso ao Módulo II do campeonato mineiro, situação que pode mudar em 2007.

Os “Esportivos” na Segundona 2007

Para o torneio, a FMF definiu que, para facilitar o trabalho da imprensa, o Esportivo de Futebol fosse conhecido como Esportivo e o Esportivo Passense, como Passense. O Passense formalizou uma parceria com o Clube Atlético Mineiro e os primeiros resultados impressionaram. O clube terminou a fase classificatória em primeiro lugar no Grupo A, com sete vitórias em dez jogos e é um dos favoritos ao acesso e à conquista do título.

Enquanto isso, o Esportivo foi excluído do campeonato antes do término da primeira fase, pelo não pagamento de taxas à Federação Mineira de Futebol, após uma campanha decepcionante, com 2 empates e cinco derrotas, uma delas justamente para o Passense, por 2x0. Aliás, a exclusão do campeonato, antes de seu final, parece ser uma constante da história recente do Esportivo, afinal o mesmo ocorreu em 2000 e 2004.

Resta saber até quando essa história, provavelmente sem paralelo no futebol mundial, continuará a dividir o futebol da pequena cidade mineira.

Títulos


1 Vice-Campeonato Brasileiro Série C: 1988
1 Campeonato Mineiro Módulo II: 1985

Estádio

O Estádio Municipal Starling Soares é um estádio de futebol brasileiro, localizado em Passos, no estado de Minas Gerais. Sedia jogos do Clube Esportivo Passense de Futebol e Cultura.
Popularmente chamado "Esportivo", tem capacidade para 5.400 pessoas. A administração do estádio foi concedida através de licitação pública ao clube, em 2007.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Esporte Clube Quirinópolis

O Esporte Clube Quirinópolis é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Quirinópolis, no estado de Goiás. Fundado em 18 de março de 1986.
Em 1988, faz sua estréia em competições profissionais, conquistando o título da segunda divisão.
Disputa o campeonato goiano até 1994, quando faz uma péssima campanha, terminando em 16° entre os 18 clubes, depois paralisando suas atividades.

Estádio

Bichinho Vieira
Capacidade 18000

Títulos
Campeonato Goiano da Segunda Divisão: 1988.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Berga Esporte Clube

Berga Esporte Clube é um clube de futebol brasileiro da cidade de Cuiabá, em Mato Grosso. Seu uniforme é: camisa bordô, com detalhes em preto e amarelo e os números vazados em amarelo nas costas em preto, calções pretos com detalhes amarelos nas laterais e meias pretas. Assim como outras equipes da capital, manda suas partidas no Estádio José Fragelli, o "Verdão".


Foi fundado em 13 de Abril de 1983 como Treze Esporte Clube, e trocou de nome em 1 de Abril de 1999, ao ser comprado pelo empresário Ettore Bergamaschi, tornando-se o primeiro clube-empresa do estado de Mato Grosso.
Em 2000 foi terceiro lugar no campeonato matogrossense, mas licenciou-se em seguida. Voltou a participar dos campeonatos de 2002 e 2005, quando foi último colocado. Após a morte de seu comprador e então presidente (2005), o clube voltou a licenciar-se.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Associação Atlética Rodoviária do Amazonas

Fundado em 20 de janeiro de 1960. Era formado por funcionários do Departamento de Rodagens de Manaus.


Em 1971 disputou a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, entrando já na Segunda Fase na Zona Norte-Nordeste no Grupo 3. Disputou apenas 2 partidas contra o Remo de Belém-PA, Foram duas derrotas:
25 de novembro de 1971 - Remo 1x0 Rodoviária em Belém
28 de novembro de 1971 - Rodoviária 2x4 Remo em Manáus
O clube foi extinto no ano de 1976.

Títulos:


1 Campeonato Amazonense: 1973
1 Vice Amazonense: 1971
2 Torneios Início: 1971 e 1976

Estádio


Estádio Parque Amazonense
Capacidade: 10.000 pessoas

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Esporte Clube Nova Cidade

Nas duas primeiras décadas, começou a participar de grandes competições de futebol do Estado, conquistando vitórias importantes. Nesse período foi construído o estádio Joaquim de Almeida Flores, cercado por muro de aproximadamente cinco metros de altura, com vestiários, sala de administração e torres de iluminação. No final dos anos 70 o clube entrou em decadência, pois muitos sócios deixaram de pagar mensalidades, as escolinhas de futebol foram sendo desativadas e os eventos sociais acabaram.

Somente na década de 80 é que o Nova Cidade voltou ao cenário do futebol, com a grande colaboração do Dr. Jacob Sessim que fez uma reforma total no Estádio e dos desportistas Julio Lourenço e Paulo Sérgio Fernandes que oficializaram a profissionalização do clube na Confederação Brasileira de Futebol em maio de 1983, ano o qual, o clube participou pela primeira vez do Campeonato da 3ª Divisão de Profissionais da FERJ.
No ano de 1985, conquistou o Campeonato Estadual de Juniores da 3ª Divisão. Em 1986, conquistou o vice-campeonato da 3ª Divisão e teve o acesso à 2ª Divisão. Já em 1988, conquistou o Campeonato da 2ª Divisão e teve o acesso à 1ª Divisão onde permaneceu nos anos de 1989 e 1990, sendo neste ano rebaixado para à 2ª Divisão. Nos anos de 1991 e 1992 participou do Campeonato da 2ª Divisão.
Em 1992, descobriu o atleta Serginho, que com atuações destacadas no time, conquistou uma carreira brilhante passando pelo Itaperuna Esporte Clube, Bahia, CR Flamengo, Cruzeiro Esporte Clube, São Paulo Futebol Clube e na Itália jogando pelo Milan.
O Nova Cidade de 1993 até os dias atuais, vive com dificuldades, pois alguns sócios deixaram de pagar mensalidades e o clube só está sobrevivendo através de alguns abnegados sócios que mantém o clube atualizado perante a legislação esportiva, alternando sua participação, ora na 3ª Divisão, ora se licenciando da competição.
É presidido pelo ex-jogador do clube Sinésio Benedetti Chagas, que por sua vez, é filho do falecido presidente Gélson Chagas, à época em que o clube estava na Primeira Divisão.
Em 2010, o clube deverá retornar ao profissionalismo e participar da Terceira Divisão de Profissionais do estado do Rio de Janeiro

Títulos

Campeonato Carioca da Segunda Divisão de 1988

Estádio

Joaquim de Almeida Flores
Capacidade 5.000

Site

http://ecnovacidade.blogspot.com/

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Sport Club Luso Brasileiro

O Sport Club Luso Brasileiro foi fundado em 24 de fevereiro de 1917, pelo comerciante português Edgar Figueira. Sua sede ficava na Praça João Lisboa e o campo na Quinta do Monteiro (Rua do Passeio ou Rodrigues Fernandes), ao lado do Hospital Português (onde hoje se encontram vários imóveis e o prédio do SENAC).


Apesar do nome “Luso”, de funcionar ao lado do Hospital Português e do Centro Republicano Português, e de ter sido fundado por um português, o clube não tinha as cores de Portugal, mas sim o azul e o branco (provavelmente em homenagem ao clube português F. C. Porto, fundado em 1893, cujo uniforme era similar, além de um detalhe no escudo).

A agremiação estava fortemente respaldada pela inclusão de antigos associados do Fabril Athletic Club, que tinham feito a opção pelo novo clube.

A primeira diretoria foi assim composta: Presidente: Manoel Antônio Araújo; 1º Secretário: Diamantino Nina de Oliveira; 2º Secretário: Flávio Pereira Tribuzi; Tesoureiro: Albino Augusto Pinto e Diretor de Esportes: Albino Ribeiro de Farias.

A primeira equipe foi formada com Cavalcanti, Barbosa e Flavino; Abílio, Diamantino e Nunes; Miguel, Oliveira, Bizarro, Saraiva e Braga.

A diretoria arrendou junto ao Hospital Português, a antiga Quinta Monteiro, à margem da Rua do Passeio. Feito o campo, a estréia deu-se diante dos marujos do Cruzador brasileiro “Tiradentes”, com o Luso Brasileiro vencendo por 2 x 1.

Logo depois, o Luso passou a reforçar sua equipe, que passou a escalar-se com Tavares (capitão), Guilhon e Santa Maria; J. Rêgo, Napoleão e Bernardo; Lauro, Raul, Monterrey, Jupira e Seltz.

O número de associados cresceu tanto que o clube acabou constituindo duas equipes para as disputas internas: o Saturno e o Júpiter.

Depois do jogo com os marujos, tem-se notícia de uma outra apresentação do “alvi-azul”, quase no final de 1917. Teria acontecido no dia 16 de dezembro, diante do Militar, time do 48º Batalhão de Caçadores. O Luso venceu por 2 x 0.

Com a presença de uma nova força no futebol maranhense, começava a esperança de estruturar-se o futebol do Estado, criando-se uma Liga capaz de congregar os clubes, que já existiam em quantidade regular.

Uma das primeiras tentativas foi a criação da Liga Maranhense de Sports, em 27 de março de 1917, reunião da qual fez parte o Luso Brasileiro.

A festa de inauguração da Liga, marcada para o dia 1º de abril, no F. A. C., seria em benefício dos desabrigados das cheias do rio Itapecuru e se mostrou como um evento grandioso, que contou com jogos entre as nove agremiações fundadoras. O Luso compareceu com a seguinte equipe: Cavalcanti, Barbosa e Flaviano; Abílio, Diamantino e Nunes; Miguel, Oliveira, Bizarro, Saraiva e Braga. No sorteio, coube ao Luso enfrentar o F. A. C., que venceu por 3 x 0.

O Luso cresceu em 1918 e, com isso, nascia a rivalidade com o F. A. C., de Nhozinho Santos. Ninguém ignorava a potencialidade do F. A. C.

A segunda vez que Luso Brasileiro e F. A. C. (que agora já não se chamava mais Fabril e sim Football Athletic Club) jogaram foi a 9 de abril de 1918. Foi uma partida nervosa. No primeiro tempo, o F. A. C. venceu por 2 x 1. No final do clássico, foi assinalada uma penalidade máxima contra o F. A. C., o que acabou por determinar o empate em 2 x 2.

Foram estas as equipes desse encontro histórico: F. A. C. – Medeiros, Martins e Guilhon; Jorge, Cláudio e Domingos; Galas, Zezé, Acir Marques, Carneiro e Joaquim Carvalho. Luso Brasileiro – Tavares, Aldo e Santa Maria; Kenard, J. Rêgo e Diniz; Lauro, Olímpio, Lebre, Jupira e Napoleão.

Naquela época, jogo que terminava empatado era como se não tivesse sido realizado. De pronto ficou acertado novo encontro, a ser realizado em 21 de abril de 1918, desta feita, entretanto, no campo do F. A. C., na Rua Grande. O F. A. C. foi vitorioso por um marcador bastante significativo: 4 x 0.

A nova Liga não vingou e, na reunião em que compareceram os representantes do Luso Brasileiro, Vasco da Gama, Brasil, Anilense e Sam Christovam (tendo o F. A. C. se recusado a participar), decidiu-se por um torneio eliminatório, pela fundação de uma nova Liga e que os clubes filiados não poderiam jogar contra os “não-filiados”. O Fênix entrou em seguida e formou com os cinco clubes supracitados o grupo dos disputantes da “Taça do Comércio”, considerada o primeiro Campeonato Maranhense, vencido pelo Luso Brasileiro, ao bater, na final, o Fênix por 3 x 0, no dia 8 de dezembro de 1918. Estava criado o Campeonato Maranhense, mas a Liga Maranhense de Sports (LMS) só seria estabelecida oficialmente no início de 1919.

Preparando-se para a série de jogos com o Paysandu, de Belém (PA), em janeiro de 1919, o Luso goleou o Fênix (5 x 1) e empatou com o Vasco da Gama. Para melhorar o padrão do seu jogo, chegou a “importar” alguns valores do futebol paraense.

A 18 de janeiro de 1919, chegava a São Luís o Paysandu. Na tarde do mesmo dia da chegada, aconteceu o primeiro jogo Luso Brasileiro x Paysandu. Um enorme público compareceu ao campo da Rua do Passeio. Mas, o Paysandu não deu a menor chance aos maranhenses, vencendo-os por 4 x 0. No dia 20, aconteceu outro jogo entre as mesmas equipes e o placar se repetiu a favor do clube paraense.

A temporada de jogos continuou e a série de insucessos também. No terceiro, nova derrota do Luso, desta vez por 4 x 1. O pior estava por vir. No dia 26 de janeiro, o Luso sofreu o maior revés de todos os tempos. Foi arrasado por 8 x 0. Logo depois, no dia 2 de fevereiro, nova goleada sofrida, por 6 x 1.

Em março de 1919, Luso e FAC resolveram se unir para enfrentar, num jogo-treino, o Sport Club do Recife, que faria escala em São Luís, com destino a Belém. Resultado do jogo: vitória do Sport, por 4 x 2.

No dia 14 de abril de 1919 era anunciada a vinda do Fortaleza, do Ceará, para uma temporada contra o Luso. Os placares revelaram a retumbante superioridade do time maranhense: 6 x 1, 5 x 2, 3 x 3, 1 x 0 e 5 x 0, recebendo muitos troféus pelos feitos.

Em 1919, o que se viu foi um Luso Brasileiro soberano, sem adversários à altura, facilitando o seu bicampeonato. Foram oito vitórias em igual número de jogos. Marcou 43 gols e sofreu apenas dois. Para se ter uma idéia da supremacia “lusa”, os segundos colocados, Vasco da Gama e Fênix, somaram apenas sete pontos ganhos.

Em janeiro de 1920, o América, de Recife, bicampeão pernambucano, também de passagem para Belém, fez escala em São Luís e bateu o Luso num animado jogo-treino, por 4 x 2.

Nesse ano de 1920, o FAC voltou à LMS e, em março desafiou o Luso para um amistoso. No dia 21 de março, o Luso entrou em campo com Dico, Negreiros e Rodolfo; Jupira, Sazão e Santa Rosa; Santana, Dantas, Joãozinho, Rochinha e Carvalho. O FAC, por sua vez, jogou com Paulo, Martins e Souza; Carlito, Saracura e Trajano; Carlos Rêgo, Cantuária, Oliveira, Pau Amarelo e Enéas. O jogo terminou com o placar de 2 x 0 para o FAC.

Após o Torneio Início, que terminou com o FAC em 1º e o Anilense em 2º, as equipes do Luso, Fênix, Paulistano e Cruz Vermelha abandonaram a Liga, alegando não concordarem com multas impostas e/ou resultados de jogos. Essas quatro equipes e mais Cruzeiro, Internacional e Tupan se uniram e fundaram mais uma entidade, a União Desportiva Maranhense (UDM), que fez oposição, durante todo o ano, à LMS, mas que não teve longevidade. O FAC foi o campeão de 1920.

Em agosto daquele ano, o Yole Club, de Belém, fez dois jogos contra o Luso, vencendo por 2 x 1 e perdendo por 4 x 3. Dois meses depois, foi a vez do Ceará Sporting Club, de Fortaleza, fazer sua exibição na capital maranhense, empatando três jogos (2 x 2, 1 x 1 e 0 x 0) e perdendo um (2 x 1), para o Luso.

Mesmo tendo conquistado o título de 1920 e também o do Torneio Início de 1921, mais uma vez o FAC desistiu de disputar o campeonato de 1921. O motivo da saída teria sido a não participação no Torneio Início de Luso, Vasco da Gama, Fênix, Internacional e Colombo. O clima esteve quente em 1921, com toda a diretoria da LMS pedindo demissão. Depois da saída do FAC e do Sam Christovam, além dos desencontros da Liga em relação ao Athenas, Colombo e Paysandu Maranhense, restou à LMS fazer um campeonato bem modesto, com a Série A composta apenas por Luso Brasileiro, Vasco da Gama e Fênix, e a B, por Colombo, Paysandu e Anilense, tendo sido campeões maranhenses de 1921, nas duas respectivas divisões, o Fênix e o Anilense.

Em janeiro de 1921, novamente o Ceará voltou a São Luís para enfrentar o Luso Brasileiro em quatro jogos. Resultado: duas taças para cada lado.

Seis times disputaram o campeonato maranhense de 1922, mais uma vez totalmente dominado pelo Luso Brasileiro, que o conquistou de forma invicta novamente. Nos dez jogos que disputou, venceu oito e empatou dois. Marcou 27 gols e sofreu 11.

O futebol maranhense atravessava períodos de altos e baixos, entre os quais merece destaque o encerramento das atividades futebolísticas do FAC, em 1923, vitimado pela crise que se alastrou na empresa que o mantinha. Sua última participação no campeonato maranhense aconteceu em 24 de novembro de 1923, ao derrotar o Fenix, por 2 x 0. O Luso sagrou-se bicampeão, com o FAC em segundo e o Fenix em terceiro.

Em janeiro de 1923, aconteceu a primeira excursão do Luso Brasileiro, quando foi a Parnaíba (PI), a convite do Internacional local. Entre os dias 12 e 17 de janeiro, perdeu para o Internacional e para o Coroa, ambos por 3 x 1, empatou com o Coroa (1 x 1) e com o Piauí (2 x 2) e venceu o último jogo, contra o Artístico, por 2 x 1. Formou com Dico, Pires e Beleza; Jupira, Carvalho e Elpídio; Venâncio, Santana, Guilhon, Clodomir e Mundiquinho.

No ano seguinte, o futebol maranhense capengava, sobretudo pelos partidarismos ainda latejantes entre os clubes e pelo “sumiço” da Liga.

Nos anos de 1924 e 1925, em campeonatos de curta duração (apenas um turno), o Luso Brasileiro manteve seu título de campeão sem problemas, chegando ao tetracampeonato. Nesses quatro anos de disputa, perdeu apenas dois jogos.

O campeonato de 1926, além de um maior número de participantes (nove), apresentou a estréia daquele que viria a ser o maior conquistador de títulos do campeonato maranhense, o Sampaio Corrêa. Ainda assim, o Luso Brasileiro chegou ao pentacampeonato, com o Sampaio Corrêa na segunda colocação.

O campeão da Bahia, Ypiranga, de Salvador, fez três jogos em São Luís, na última semana de agosto de 1926, um dos quais vencendo o Luso Brasileiro por 3 x 0, no dia 24.

Luso Brasileiro e Sampaio Corrêa foram novamente os protagonistas do campeonato maranhense de 1927, que foi decidido no “tapetão”. Em campo, no dia 18 de março de 1928, o Sampaio Corrêa golearia o Luso Brasileiro, por 4 x 1. Logo depois, perderia os pontos deste jogo e o título por utilizar irregularmente os jogadores Clarindo e Lobinho, que estavam suspensos pela A. M. E. A. Esta entidade, então, proclamou o Luso Brasileiro campeão. Formou o Luso Brasileiro com Dico, Belo e Osvaldo; Ferreira, Tavares e Guanabara; Caboclo, Josaphat, Guará, Zezico e França.

Em 1928, o Luso Brasileiro teve a sua seqüência de títulos quebrada pelo Vasco da Gama. Ficou com o vice-campeonato.

Em agosto de 1928, o Maguari, de Fortaleza, fez uma temporada de quatro jogos em São Luís, um deles o empate em 3 x 3 com o Luso Brasileiro.

Talvez sua torcida não soubesse mas, no dia 1º de janeiro de 1929, ao vencer o Syrio, por 4 x 0, jogo válido pelo campeonato de 1928, o Luso Brasileiro estaria fazendo sua última partida válida pelo campeonato maranhense. Guará, três vezes, e Caboclo, marcaram os gols. O Luso Brasileiro formou com Dico, Gutemberg e Picoli; Formigão, Tavares e Moreirinha; Albérico, Caboclo, Guará, Belo e França.

No dia 13 de agosto de 1929, a equipe do Luso Brasileiro fez a última partida de sua breve, mas gloriosa história, ao vencer o Independência, de Manaus, por 3 x 1. Após a partida, Tarquinio Lopes Filho, Diretor de Esportes do Luso Brasileiro, abraçou cordialmente os jogadores do time vitorioso e, depois de justificar os motivos da deliberação que tomou, comunicou a resolução do Luso em desaparecer das competições esportivas do futebol. Assim, chegava ao fim o maior time de futebol do Maranhão da época.

Com seus oito títulos de campeão, o Luso Brasileiro só é superado pelo “trio de ferro” do futebol maranhense: Sampaio Corrêa, Moto Clube e Maranhão.
 
Fonte
 
http://blog.cacellain.com.br/2010/01/15/a-breve-e-gloriosa-historia-do-s-c-luso-brasileiro-do-maranhao/

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Associação Prudentina de Esportes Atléticos

A Associação Prudentina de Esportes Atléticos é um clube esportivo e social da cidade de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Fundado no dia 26 de outubro de 1936, a Prudentina sempre foi um tradicional clube da cidade, mas teve alguns bons momentos no futebol, alcançando a elite do futebol paulista nos anos 60.

A Prudentina nasceu de uma idéia surgida na mente de uma plêiade de homens extraordinários.
Cidadãos de coragem e espírito de luta irreprimíveis.
Eles planejaram construir uma associação para a cultura do esporte em todas as suas modalidades. E deu certo. Em 1936 foi fundada a APEA.
O nome de batismo nunca foi mudado: Associação Prudentina de Esportes Atléticos. A gloriosa Apea, que recebeu daqueles notáveis homens do passado, as cores branco, preto e encarnado. As mesmas cores do pássaro jandaia paulista. A última reunião para fundação da Prudentina, foi dia 26 de outubro de 1936, no prédio da Rua Nicolau Maffei, número 8. Ali estavam figuras nobres da sociedade de Presidente Prudente, todas empolgadas com o empreendimento que começava a nascer. E na mesma data, os idealizadores do projeto elegeram a primeira diretoria da Apea. Presidente, Adalberto Goulart; vice-presidente, Arthur Marrafão; primeiro secretário, Dídimo de Jesus; segundo secretário, Francisco de Vivo; tesoureiro, Victório Cornaglia. A APEA sempre teve um time forte no basquete, conquistando vários troféus ao longo dos anos.
Na reunião ocorrida em 18 de junho de 1940 foi discutida a criação de uma seleção de futebol na Prudentina, sem deixar de enfatizar o basquete. Mas para disputar torneios deveria construir um estádio para mandar os jogos. A prefeitura se mobilizou e reservou um local para ser o estádio. Mesmo com dificuldades financeiras a APEA montou um bom time de futebol, só que ainda não tinha um estádio.
Em 1943 diretores da Prudentina se reuniram juntamente com as pessoas da cidade. O que acabaria dando na construção do estádio.
O grande rival da Prudentina era o Corinthians, em que os dois disputavam os ''derbys'' na cidade, levando bons públicos.
Apesar de ter uma equipe profissional, os gastos aumentaram muito para a manutenção do time e a APEA quase foi extinta ainda nos anos 50, mas se manteve de pé para as épocas gloriosas que viriam posteriormente.
Com Félix Ribeiro Marcondes na presidência a equipe foi campeã da Taça Carvalho Pinto em 1960 e no ano de 1961 a maior glória, a conquista da segunda divisão de São Paulo em cima da Ponte Preta, conseguindo o acesso para a divisão principal do estado. O time ganhava destaque na mídia e seus jogadores eram cobiçados por times de ponta como o goleiro Glauco, que quase se transferiu para o Santos.
A APEA sofria ameaça de não participar do campeonato, já que os dirigentes achavam que o time seria humilhado. A estréia do time na elite foi contra o Comercial no dia 8 de julho de 1962 no Estádio Félix Marcondes, onde persistiu o 0 x 0.

O time de Presidente Prudente conseguia se manter na Série A-1, algumas vezes no desespero outras com folga. A melhor campanha da APEA na primeira divisão foi em 1966 quando ficou na oitava posição entre 15 equipes. A equipe também levava a população da cidade ao estádio.
A equipe se manteve na elite graças a recursos doados pela população da cidade, empréstimos, venda de jogadores que o dava o mínimo de dinheiro para permanecer. Porém em 1967 o time não resistiu e acabou rebaixado, para a tristeza da torcida apeana.

O que fez o time declinar foi justamente a falta de capital, muitas vezes terminando o ano mal financeiramente, principalmente que teve de reformar a sede e estádio. Após o rebaixamento o time entrou em crise.
Em janeiro de 1968 a crise se agravou, e a diretoria dizia que o clube não deveria disputar o  campeonato da divisão inferior por não ter retorno financeiro, ficando acertado o pedido de afastamento da Prudentina
por um ano, conforme ofício lido na reunião de 21 de maio de 1968. A licença terminou no dia 30 de abril de 1969, quando a Apea voltaria a disputar o certame. Daí em diante, se daria ênfase ao departamento social e o diretor Antônio Macca não perdia tempo.
O futebol não teve mais vez na Prudentina, já que era considerado trabalhoso e que gastava muito dinheiro, encerrando as atividades da Prudentina no futebol profissional. Após a desativação, o seu estádio foi demolido e usado para a expansão da parte social do clube.

Títulos


Campeonato Paulista - Série A2: 1961.

Campeonato Paulista - Série A3: 1960.


Estádio
Nome: Estádio Félix Ribeiro Marcondes

Local: Presidente Prudente/SP
Capacidade: 15000 pessoas
Inauguração: 1946
Demolição: provavelmente em 1969/1970. Foi usado para a expansão social da APEA.
Propriedade: Associação Prudentina de Esportes Atléticos

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Joaçaba Atlético Clube

Fundado em 27 de fevereiro de 1997. Disputa atualmente a Divisão Especial de SC, a segunda divisão estadual. Manda seus jogos no estádio Oscar Rodrigues Da Nova, com capacidade para 7.000 pessoas. Veste as cores azul, amarela e branca, cores do município de Joaçaba, e seu mascote é o Leão.

O clube surgiu em 1997, após a dissolução da Associação Desportiva Joaçaba. Muitas vezes confundido com ele e com o JEC (Joaçaba Esporte Clube), fundado na década de 70, apesar de serem três clubes diferentes. Disputou a segundona em 97, 99, 2000 e 2001. Sendo que no ano de 2000 bateu na trave duas vezes, uma ao ser vice campeão perdendo para o Internacional o titulo, após dois empates por 1x1; outra ao ficar em 5o lugar na seletiva que ocorreu no mesmo ano e classificava 4 equipes para a elite. Após o ano de 2001 a equipe se licenciou dos gramados e só retornou em 2007, disputando a divisão de acesso e mais uma vez chegando perto, ao perder o returno e a vaga na elite para o Atlético Cidade Azul de Tubarão. Na segundona de 2009, o time fez uma péssima campanha no primeiro turno, com duas vitórias e um empate em nove jogos,mas no segundo turno veio uma inesperada recuperação: o time conseguiu 17 de 27 pontos possíveis e ficou com a vice liderança do returno, o que não foi o suficiente para classificar a equipe, que ficou a um ponto da tão sonhada classificação para o quadrangular final. Em 2010 a equipe estará mais uma vez tentando o retorno do futebol profissional joaçabense a elite de SC. Disputará a divisão especial, equivalente a segundona.

Estádio

O Estádio Da Nova (Oscar Rodrigues da Nova) é um estádio de futebol localizado na cidade de Joaçaba, no estado de Santa Catarina, pertence ao JAC (Joaçaba Atlético Clube) e tem capacidade para cerca de 7.000 pessoas.

Alcunhas

Fúria do Leão
JAC Tricolor
Leão do Vale

Site

http://www.jac.blog.br/

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Coxim Atlético Clube


Fundação 10 Janeiro 2002.
Mesmo com pouco tempo de fundação, o Coxim já se destaca no futebol local. Em 2002, ano de sua primeira participação na primeira divisão do Campeonato Sul-Mato-Grossense, o clube fez boa campanha, e no ano seguinte chegou às quartas-de-final, com 5 vitórias em 10 jogos. Em 2004, ficou em penúltimo lugar na tábua de classificação e foi rebaixado com apenas 7 pontos em 18 jogos. Em 2006, de volta à primeira divisão estadual, o Coxim Atlético Clube sagrou-se campeão Sul-Mato-Grossense com 41 pontos em 22 jogos, com duas goleadas por 9 a 0, sobre o Pantanal e o Maracaju, ambas em casa, no Estádio Municipal André Borges.O tricolor sul-mato-grossense tem camisa vermelha, com listras branca e azul em horizontal.





O Coxim Atlético Clube (CAC) não vai participar da edição 2010 da série A do Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol. A desistência do clube se deve a falta de patrocínio, inclusive para fazer a inscrição no certame

Títulos

Campeonato Sul-Matogrossense: 2006.

Estádio

André Borges - Caldeirão do Borjão

Capacidade 3.500 pessoas


Mascote

O Jaú, um peixe forte e traiçoeiro, que exige muita paciência. Por ser conhecedor das correntezas locais, o Jaú exige muita paciência do pescador, que muitas vezes tem de trabalhar por mais de uma hora para que a linha não arrebente e o peixe escape levando a isca por água abaixo.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Clube Atlético Piranhas

O Clube Atlético Piranhas primeiro surgiu como time de futebol que, após alguns meses em atividade, deu origem ao Clube Atual. Por esse motivo, duas datas são de relevante importância para a História tricolor: 23 de abril de 1983, dia em que se formou o time, e 25 de novembro de 1984, dia da Fundação do Clube.


Em 2002 , o CAP, que durante os dois últimos anos esteve presente no Campeonato Estadual de Futebol Profissional do RN, por falta de patrocinador resolveu pedir afastamento por um ano da competição O Clube Atlético Piranhas perdeu o forte apoio de João Maia, que agora investe no CT do Caicó (já gastou mais de R$ 150 mil). .

Estádio

Josenildo Cavalcante
Capacidade - 6000 pessoas


Títulos
 
Campeão Potiguar da Segunda Divisão 1998
 
Site
http://www.capclube.com/

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Aracati Esporte Clube

O Aracati Esporte Clube é um clube de futebol da cidade de Aracati no Estado do Ceará. Fundado em 17 de fevereiro de 2005. Seu estádio é o Coronel Virgílio Távora, com capacidade para 2.000 lugares. Seu apelido é Dragão. Suas cores são vermelho e amarelo.

Título


1 Campeonato Cearense da Terceira Divisão 2008



Hino


(Autor: Gustavo do Nascimento Jiló).

Aracati Esporte Clube
o teu nome no esporte é tradição
tua história gloriosa sempre presente
e faz de ti um eterno campeão
Aracati Esporte Clube
tua bandeira a tremular nas Vibrações
engradece o vermelho e amarelo
contagiando o coração da multidão
(Bis)
Aracati, nos gramado tu és vencedor
no esporte tu és a paixão
da torcida do Dragão.

Site

http://aracatiec.blogspot.com/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Associação Atlética Alvorada

Fundado em 1985, a equipe do Alvorada teve seu maior brilho no final dos anos 90 - o título da Copa Tocantins em 1997 e o Tocantinense de 1998, e representou o Tocantins na Copa do Brasil de 98 em dois jogos contra o Atlético Mineiro. Em Alvorada o Galo venceu por 2 x 1, e na capital mineira, em Belo Horizonte o Atlético goleou por 7 x 0. Neste ano o Alvorada terminou em 32º lugar na classificação geral da Copa do Brasil.
Em 2001, o Alvorada volta ao cenário estadual, depois de ter ficado 3 anos afastado.
No ano de 2004, passa pela maior crise de sua história. Sem dinheiro para montar um time competitivo, a diretoria do clube aposta em jogadores da região sul de Tocantins.


Estádio

Elias Ozias Zoltan
Capacidade 2.500 pessoas



Uniforme: Camisa verde com faixas horizontais brancas, calção branco e meias verdes

Títulos:

Campeão Tocantinense 1998
Campeão da Copa Tocantins 1997

Mascote Águia

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Centro Sportivo Maruinense

O Centro Sportivo Maruinense, mais conhecido como CSM e apelidado carinhosamente de "fantasminha camarada" é um clube de futebol da cidade de Maruim, no estado de Sergipe. Foi fundado dia 3 de abril de 1917 e suas cores são o branco e o preto. Manda seus jogos no Estádio Governador Antônio Carlos Valadares ou no Estádio Gonçalo Prado. Atualmente disputa a segunda divisão sergipana.


Títulos : 1 Campeonato Sergipano da 2ª Divisão (2003)

 
 
 
Estádio :
 
Gov. Antônio Carlos Valadares
Capacidade : 15.000 espectadores

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Associação Atlética Internacional

A Associação Atlética Internacional de Limeira foi fundada no dia 5 de outubro de 1913, originária de um antigo time da cidade, o “Barroquinha”. O nome Internacional foi dado para homenagear imigrantes japoneses, italianos, alemães e portugueses, que, entre outros, foram radicados no município. A primeira partida da Inter aconteceu uma semana após sua fundação, no dia 12 de outubro de 1913, contra o Sport Clube Carioba, da cidade vizinha de Americana.
Na década de 1920, a Internacional recebeu da mídia paulistana o título de “Leão da Paulista”, após ser derrotada pelo Palestra Itália em partida de muita dificuldade disputada em Limeira. Outro fato marcante foi a vitória sobre o Paulistano, clube em que atuava Friedenreich, por 2 a 1, após o time da capital retornar de uma vitoriosa excursão pela Europa.
Na primeira participação da Inter de Limeira em campeonatos oficiais organizados pela Federação Paulista de Futebol, a equipe foi vice-campeã, em 1948. Em 1961 conquistou o título da Série Algodeira, ao vencer a Internacional de Bebedouro por 5 a 0. Cinco anos depois, em 1966, conquistou o título da 2ª Divisão de Profissionais, o que garantiu o acesso à Primeira Divisão. Entretanto, sem ter um estádio com os requisitos mínimos para receber as partidas, a equipe pediu licença à FPF para poder construir um estádio próprio.
Depois deste período, o time de Limeira passou por uma reformulação e reestruturação e voltou ao profissionalismo em 1974. A equipe recebeu o aval da FPF para disputar seus jogos em Araras, cidade vizinha, e a primeira partida foi em 1975, contra o Piracicabana, pela Série B do Campeonato Paulista da Primeira Divisão.
Em 1978, o clube conquistou o título do Campeonato Paulista da 2ª Divisão e obteve o direito de participar da Divisão Especial (principal) no ano seguinte. Logo na estreia, em 1979, a Internacional obteve o nono lugar na classificação final da competição, o que deu direito à equipe de participar do Campeonato Brasileiro. No torneio nacional, o “Leão” chegou às quartas-de-final, quando foi eliminado pelo Internacional (RS), de Paulo Roberto Falcão.
A década de 1980 foi a mais gloriosa da história da Internacional. Logo no início, chegou ao quadrangular final do Paulistão e conquistou o 4º lugar, sendo desclassificada pelo São Paulo. Com a posição, conseguiu o direito de disputar a Taça de Ouro daquele ano e chegou até as quartas-de-final, perdendo para mais um time gaúcho, desta vez, o Grêmio (RS).
No ano seguinte, disputou pela terceira vez seguida o Campeonato Paulista e, na primeira fase, chegou à segunda colocação final. Entretanto, no octogonal não conseguiu o mesmo desempenho. No segundo turno teve uma performance ainda pior e acabou em 6º lugar. Mesmo assim, teve o direito de disputar a Taça de Ouro de 1982, competição em que não passou da primeira fase.
Em 1985, apesar do nono lugar no Campeonato Paulista, o elenco foi mantido para o ano seguinte. Enfim, em 1986, a equipe conseguiu seu maior triunfo no futebol profissional: sagrou-se campeã paulista ao vencer o Palmeiras na final. Além disso, o artilheiro do campeonato também foi do time de Limeira, o centroavante Kita, com 24 gols. A equipe ainda conquistou a Taça dos Invictos por ficar 17 partidas sem perder.
Dois anos após o título, o time deu continuidade às suas conquistas e foi Campeão Brasileiro da Série Amarela, além de chegar na 5ª posição do Campeonato Paulista. Em 1989, porém, acabou rebaixada nas competições estadual e nacional, mas conseguiu, em 1991, voltar à elite do futebol paulista. No ano seguinte foi novamente rebaixada. O time ficou até 1996 buscando novamente o acesso, quando venceu a Portuguesa Santista por 4 a 0 e voltou à Divisão Principal sob o comando de Pepe.
De 1996 até 2002, o time de Limeira permaneceu realizando campanhas sem ser ameaçada pelo descenso, mas em 2003 caiu para a atual Série A2 do Campeonato Paulista. Depois de cinco anos, em 2008, o clube foi rebaixado para a Série A3 e, em 2009, caiu para a Segunda Divisão do Campeonato Paulista, que disputará em 2010.

Estádio

Estádio Major José Levy Sobrinho
Capacidade 40000
Inauguração : 30-01-1977 ( Internacional 2 x 3 Corinthians)
Recorde Público - 44000 (Inauguração)

Títulos

Campeão Paulista 1986
Campeão Paulista - Série A2: 1978,1996 e 2004
Campeão Paulista - Série A 3: 1966
Campeão Brasileiro - Série B 1986 e 1990

Hino

(Renato Pereira Guimarães/ Mário Tintori)
Eis a equipe altaneira
Do bravo Internacional
que p’ra glória de Limeira
Não teme nenhum rival.
Oh! Leão, Oh, meu Leão
Entra firme no gramado
Vai com garra e coração
Para um gol bem conquistado
Ruge Leão... Aaaaaa.... Uuuuuuuu...
Urra Leão... Aaaaa... Uuuuuuu
Pé na bola, sem demora
Sacode a juba, meu Leão
Sejas hoje, como outrora
Sempre, sempre, campeão...
Oh! Leão, Oh, meu Leão
Entra firme no gramado
Vai com garra e coração
Para um gol bem conquistado
Ruge Leão... Aaaaaa.... Uuuuuuuu...
Urra Leão... Aaaaa... Uuuuuuu


Mascote


A grande rivalidade entre clubes do interior paulista fez surgir a mascote do Internacional. Em um jogo disputado contra o Comercial de Ribeirão Preto, o clube de Limeira acabou com uma invencibilidade dos rivais. O Comercial tem como mascote a figura de um Leão. A vitória foi tão expressiva que os torcedores da Inter de Limeira passaram a tratar seu time como o Leão da Paulista.

Site
http://www.interdelimeira.com.br/

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Associação Esportiva Sapiranga

Associação Esportiva Sapiranga - fundada em 07 de Agosto de 1945 com o nome de Grêmio Esportivo Brasil, rivalizava com o Sapiranga Futebol Clube(fundado em 07 de Julho de 1943), no clássico Bra-Sap. Com a extinção do Sapiranga FC em 1970 e o desgaste do futebol local, surge a idéia de mudar o nome do GE Brasil valorizando a cidade. A idéia era agregar os associados e simpatizantes do Brasil e do Sapiranga em torno do novo clube, eis que em 22 de Janeiro de 1974 nasce a Associação Esportiva Sapíranga, ou simplesmente Associação, como é conhecida no Vale do Rio dos Sinos. Nos estatutos prevalece a data de fundação do GE Brasil, ou seja, 07 de Agosto de 1945. Depois da mudança de nome vieram os momentos de glória da Associação com a conquista dos campeonatos estaduais de amadores de 1978, 1981 e 1999. Além desses títulos soman-se um vice-campeonato em 1988 quando perdeu a final nos pênaltis para o Guarani de Venâncio Aires, a conquista da seletiva gaúcha no ano de 2000 para o Sulbrasileiro Amador e o vice-campeonato Sulbrasileiro Amador em 2000. Em 2001 passou para o profissionalismo disputando a série C do gaúchão. Em 2002 conquistou o vice-campeonato da série C. Hoje o clube encontra-se licenciado e seu Presidente é Antônio Machado que também é Secretário Municipal da Cultura e Desporto, porém o clube não possui nenhuma equipe em atividade. As cores da Associação são o vermelho, verde e branco herdadas do GE Brasil. As cores do Sapiranga FC eram o preto e o branco, mudadas na década de 50 para vermelho e branco e seu estádio estava localizado onde hoje encontra-se o Centro Evangélico. O Estádio das Rosas, palco de tantas batalhas e glórias, foi construído em homenagem à cidade, denominada de “Cidade das Rosas e Capital do Vôo Livre”. O estádio está localizado no bairro Sete de Setembro, em uma área doada por Oscar Weiss, desportista apaixonado pelo então GE Brasil.


Alguns sites estão confundido os dois Sapiranga FC, em 21/03/2005 foi fundado outro Sapiranga FC que não tem nada haver com o antigo, suas cores eram o azul marinho, laranja e branco, utilizou em termo de comodato o estádio das Rosas da Associação, foi presidido por Adolfo Homrich. O clube durou apenas um ano, se afundou em dívidas e fechou as portas.

Estádio Das Rosas


Capacidade 5.000 pessoas

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Ferroviário Esporte Clube

O Ferroviário Esporte Clube é um clube de futebol da cidade de São Luís, no estado do Maranhão,Brasil. Foi fundado em 1941 por funcionários da Estrada de Ferro São Luís - Teresina, tendo como cores oficiais o vermelho, verde e branco.

Somente apartir de 1954 a equipe resolveu participar dos campeonatos oficiais da Federação Maranhense de Futebol.

Dos clubes em atividade no futebol maranhense o Ferroviário está atrás apenas dos três grandes na ordem Sampaio Corrêa, Moto Club e Maranhão em número de campeonatos estaduais, sendo campeão Maranhense 4 vezes.

Títulos

Campeão Maranhense 57,58,71 e 73
Vice Campeão Maranhense 67,69,72,75 e 76

Estádio

Nhozinho Santos
Capacidade 21000

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Confiança Esporte Clube

O Confiança Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Sapé, no estado da Paraíba. Manda jogos no Estádio Luiz Ribeiro Coutinho, popularmente chamado de "Ribeirão".
O Confiança foi fundado no dia 22 de abril de 1953. O clube levou 43 anos para chegar à primeira divisão do futebol paraibano, fato ocorrido em 1996.
No ano seguinte, o Confiança consagrou-se campeão paraibano de futebol. O grupo campeão contava com o goleiro Lúcio, além dos jogadores Warlei, Careca, Betinho, Cícero, Glauco, Wilian, entre outros. O presidente da época era João Máximo.


Títulos

Campeão Paraibano 1997

Estádio
O Estádio Municipal Luiz Ribeiro Coutinho, também conhecido como O Ribeirão, localiza-se na cidade de Sapé, no estado brasileiro da Paraíba. Possui acomodações para até 2.500 pessoas.


Alcunhas Bicho-Papão


Mascote Taz

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Mazagão Atlético Clube

Fundação: 23 de janeiro de 1979
Alcunhas Bicolor da Terra de São Tiago
Vice-Campeonato Amapaense: 2000.
Não disputou de 2003 a 2007. Retornou em 2008.


Estádio:

Aluízio Videira (Videirão)

Capacidade: 2000 pessoas

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Associação Desportiva Cabense


A Associação Desportiva Cabense é um clube de futebol brasileiro sediado na cidade do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco. Tem como símbolo o pássaro azulão. Foi fundada em 26 de Novembro de 1995. Antes se chamava Destilaria Esporte Clube, mudou de nome em 1995. Participou pela primeira vez do Campeonato Pernambucano da primeira divisão em 1996.



Estádio

O estádio Gileno de Carli está localizado na Av. Arthur Rui de Carvalho s/n no bairro da Destilaria em Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. Sua capacidade é de 5.000 torcedores sentados.

Mascote
Azulão

Site

http://www.azulaocabense.com.br/

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Tombense Futebol Clube

O Tombense foi fundado no dia 7 de setembro de 1914. Apesar disso, só começou a aparecer no cenário estadual na década de 2000, quando a empresa Brazil Soccer, tornou-se parceira e começou a fazer a gestão do time. O Tombense reformou seu campo, construiu uma concentração, montou times em diversas categorias e passou a disputar o Campeonato Mineiro.

No ano de 2002, conquistou o seu primeiro título de Campeão Mineiro da Terceira Divisão. Após 3 anos, o Tombense voltou a disputar o Campeonato Mineiro da Terceira Divisão, e novamente conseguiu chegar ao título, garantindo vaga no Modulo II do Campeonato Mineiro de 2007. Vice campeão da terceira divisão em 2009.


Estádio

Antônio Guimarães de Almeida

Capacidade 2.000 pessoas

Títulos

Campeonato Mineiro da Terceira Divisão: 2002 , 2006

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Associação Atlética Dimensão Saúde

A Associação Atlética Dimensão Saúde é um clube brasileiro de futebol, da cidade de Maceió, capital do estado de Alagoas. Suas cores são verde, branco e preto.
Durante anos disputou as competições nas categorias de base promovidas da Federação Alagoana de Futebol (FAF) e no Sesi/TV GAZETA, Em 2002, disputou a Segunda Divisão Alagoana pela primeira vez mandando suas partidas em Anadia. Em 2004, competiu em Paulo Jacinto.

Em 2005, participa pela primeira vez da primeira divisão, mas termina em último e é rebaixado. Depois não disputou mais o futebol profissional.

Estádio
O Estádio Rei Pelé, vulgarmente chamado de Trapichão, foi inaugurado no dia 25 de outubro de 1970 com o jogo amistoso entre Seleção Alagoana e Santos e é utilizado habitualmente pelas equipes alagoanas do CSA e do CRB. Pelé atuou neste jogo e o primeiro gol do Trapichão foi de autoria do santista Douglas. O jogo foi ganho pelo Santos por 5 a 0, com público de 45.865 espectadores, que permanece sendo o recorde de público deste estádio até os dias atuais. Atualmente o estádio tem capacidade para 20.801 pessoas.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Artsul Futebol Clube

O ARTSUL FC, fundado em 19 de junho de 2001 por seu presidente Nivaldo Pereira, empresário conceituado da Indústria da Construção Civil, de origem humilde, enxergou no futebol (sua principal paixão), através de um trabalho sério e transparente, uma maneira de ajudar crianças e jovens com talento a se desenvolverem.
Estréia em 2002 na Terceira Divisão de Profissionais sagrando-se vice-campeão. No ano seguinte se licencia das competições. Volta em 2004 na Terceira Divisão chegando à semi-final. Em 2005 acaba eliminado na primeira fase do certame. Contudo, em 2006 é convidado a jogar a Segunda Divisão conseguindo um inédito quarto lugar que porém não lhe garante a promoção à Primeira. Em 2007, a campanha é apenas regular, mas o clube consegue garantir sua permanência na Segunda Divisão. Em 2008, o Artsul se licencia e fica fora das competições profissionais. Em 2009, retorna para as competições de âmbito profissional. Sagra-se vice-campeão estadual da Segunda Divisão de Juniores, ao ser derrotado na final pelo Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube por 2 a 0, no Estádio Nivaldo Pereira, em Austin. Sua sede fica no Bairro de Austin. Revelou o jogador Alemão, que jogou o Campeonato Brasileiro de 2004 pelo Coritiba e que faleceu em acidente automobilístico. Suas cores são azul, verde e branco.


Estádio

Nivaldo Pereira

Capacidade 1.000
Apelido Tricolor da Dutra

Mascote Águia Tricolor






Site

http://www.grupoartsul.com.br/futebolclube/index.html