sábado, 31 de outubro de 2009

São Gabriel Futebol Clube


O São Gabriel Futebol Clube foi fundado em março de 2000 na fusão da Sociedade Esportiva Recreativa São Gabriel e do Grêmio Esportivo Gabrielense. Nesse mesmo ano, a equipe disputou a 3ª divisão do futebol gaúcho subindo para a 2ª divisão. Em 2001, no seu primeiro ano na Série B a equipe ascendeu a 1ª divisão do futebol gaúcho.No seu primeiro ano na 1ª divisão, em 2002, a equipe foi vice-campeã do interior e chegou na sexta colocação no Gauchão. No 2º semestre disputou o seu primeiro Campeonato Nacional, a Série C do Brasileirão, sendo eliminada na 1ª fase da competição. Em 2003, o São Gabriel chegou em 4º lugar no Gauchão, o que lhe deu direito de disputar a Copa do Brasil do ano seguinte. Em 2004, o São Gabriel conquistou o seu 1º título, o Torneio de Verão Cidade de São Gabriel. Logo após a equipe disputou a Copa do Brasil e o Campeonato Gaúcho. No Gauchão chegou no 10º lugar. Na Copa do Brasil, o São Gabriel deu show. Na 1ª fase eliminou o Figueirense (SC), no 1º jogo empatou por 2 a 2 , em São Gabriel, no jogo da volta, venceu por 1 a 0, com gol de Luciano Fonseca, em Florianópolis. Na 2ª fase enfrentou o grande Palmeiras de Marcos, Magrão, Pedrinho e Cia. Num jogo histórico no Estádio Sílvio de Faria Corrêa venceu por 2 a 1 com dois gols de Alê Menezes. Na volta no Parque Antarctica foi derrotado por 4 a 1, sendo eliminado. O Brasil inteiro conheceu a força do São Gabriel Futebol Clube, orgulho do pampa gaúcho. Rebaixado para segunda divisão em 2005, onde permanece. Em 2009, teve a pior campanha entre os participantes da segunda divisão.

Estádio
 
O Estádio Sílvio de Faria Corrêa é um estádio de futebol localizado na cidade de São Gabriel, Estado do Rio Grande do Sul, pertence à prefeitura municipal e tem capacidade para 8.500 pessoas. Localiza-se ao lado da rodoviária municipal, no Bairro Capiotti.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Misto Esporte Clube


De brincadeira de criança a Equipe Profissional assim é a história do Misto Esporte Clube: No dia 1º de Maio de 1987 reuniu-se um grupo de garotos liderados por José Aparecido Rodrigues de Oliveira (Cidinho). Foram participar de um torneio na vila carioca e na hora da inscrição o time não tinha nome. Então foi sugerido pela moça que fazia as inscrições que fosse dado o nome do bairro que residiam , cidinho disse que era impossível porque aqui é cada um de um bairro e é uma mistura , foi quando a moça disse : ”Põe o nome de misto ! “ . Foi ai que nasceu o MISTO ESPORTE CLUBE.
O estatuto foi feito no ano de 1991 como clube amador , disputando também os campeonatos amadores do município . O ano mais vitorioso do Misto Esporte Clube foi em 1998 quando foi Campeão Varzeano invicto, Campeão Amador , Bi-Campeão do Campeonato de Futebol de Areia realizado pelo TLC ( Três Lagoas Clube). Em 1999 o clube foi novamente Bi-Campeão do Futebol de Areia , organizado pelo Comercial . No mesmo ano o Misto foi convidado a participar de um campeonato amador estadual pela Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) . Quando já estava preparado para o Campeonato Estadual de Amadores , com promessa de o Campeão ser Profissionalizado , houve um problema com a que estava a cargo SRº Marcos Antonio Tavares que era Vice – Presidente e não foi realizado a competição e os diretores do Misto (Miro , Heri , Dito e Amauri ) foram até a Federação e negociaram com o Presidente , Francisco Cezário , a Profissionalização do Misto para o ano de 2000. Profissionalizado no dia 20 de Dezembro de 1999, participou do seu 1º Campeonato Estadual Profissional em 2000 alcançando a 7ª colocação entre 17 Times.
Para tentar não repetir a crise dos últimos dois campeonatos, quando o time teve de abandonar a cidade para competir por outros municípios. A ajuda tem de vir até abril, quando começa o Campeonato Estadual Profissional da Série B.

Em 2000, o time contou com apoio da prefeitura, no outro ano teve auxílio da Federação de Futebol e de uma emissora de TV. Em 2002, Governo do Estado e federação bancaram as despesas. Já em 2003, os dirigentes não conseguiram quem os apoiasse, por conta disso o time não participou do Estadual, o que fez com que caísse para Segunda Divisão.

Em 2002 e 2003, o Misto representou duas cidades em competições no Estado: Aquidauana e Campo Grande. Segundo o presidente do Clube, Jamiro Rodrigues de Oliveira, a medida foi tomada, contra seu gosto, mas aconteceu para manter o nome do time na Primeira Divisão do Campeonato Estadual. “Nós não tivemos apoio em Três Lagoas por isso recorremos a patrocinadores de outras cidades”, lembra.

Referência em Três Lagoas e região, tendo em pouco tempo de existência se comparado aos principais times do Estado, ficando em boas colocações em competições importantes, o Misto Futebol Clube busca patrocínio e condições para continuar a defender o nome do município e conseguir voltar para Primeira Divisão.Em 2005 , por não ter participado do Campeonato Estadual Profissional Série A por 2 anos , foi rebaixado para a Série B, na qual com o apoio do Governo Estadual e da Prefeitura Municipal , chegou a Semi-Final, perdendo nos pênaltis para o Clube Desportivo 7 de Setembro de Dourados-MS, saindo do Campeonato invicto sem perder nem um jogo em tempo normal.



Em 2008 voltou a Série A e foi Vice-Campeão Sul-Mato-Grossense.
Em 2009, o Misto Esporte Clube participou pela 1ª vez de um campeonato nacional, a Copa do Brasil de Futebol.Na primeira fase, enfrentou o Campinense da Paraíba, derrotando-o apenas na disputa por pênaltis.
Na 2ª fase, enfrentou o poderoso Corinthians de São Paulo, onde perdeu por 2 a 0, mas a passagem para a segunda fase trouxe bastante orgulho tanto para o povo três-lagoense, tanto para os sul-mato-grossenses.


Estádio
Manda seus jogos no estádio Estádio Benedito Soares Mota (Madrugadão), com capacidade para 10 mil espectadores.


Site
http://www.mistodetreslagoas.com.br/

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Colorado Esporte Clube


Em 1971, três times de Curitiba passavam por dificuldades. O Clube Atlético Ferroviário, com a federalização das ferrovias perdeu o apoio que tinha da Viação Ferroviária Paraná-Santa Catarina (que foi incorporada à Rede Ferroviária Federal).
O Britânia, que havia sido resultado da fusão entre Leão e Tigre (um animal híbrido, responderia o bom aluno em biologia) estava em decadência e não era mais aquele time que na virada das décadas de 10 e 20 havia conquistado um hexacampeonato. O Palestra Itália, que na guerra chamou-se Paranaense EC, CA Comercial e SE Palmeiras e, depois, voltou a ter o nome original era conhecido como Periquito (por conta da camisa) e Nem Que Morra (pela raça dos jogadores), também não era a equipe que buscava títulos nos primórdios do futebol paranaense. Inclusive, Britânia e Palestra já tinham parado com o futebol profissional quando foram procurados pelo Ferroviário para fazer a fusão. Assim nasceu o Colorado Esporte Clube, que seria integrante de uma nova versão do Trio de Ferro, substituindo o Ferroviário. O Palestra não cedeu o verde da camisa, mas cedeu a área do Estádio Palestra Itália (na Rua Konrad Adenauer, Tarumã), que virou sede social, hoje do Paraná Clube. O Britânia cedeu o Estádio Paula Soares (Av. das Torres com a antiga BR-116), que recentemente foi vendido a um hipermercado com nome que, segundo os torcedores, significa que o Britânia Incendiou a Galera. O Ferroviário cedeu, além do apelido Boca-Negra, o Estádio da Vila Capanema que passou a ser a casa do novo clube. O plano era ampliar a Vila Capanema, mas uma ação da Rede Ferroviária Federal impediu que isso fosse feito e impede até hoje. O que poderia ser um clube vencedor tornou-se a maior tragicomédia do futebol paranaense, quiçá brasileiro e mundial. Até 1979 foi uma série de vices. Em 1979 o mais trágico deles, pois o Coritiba, adversário daquela final ficou com 10 jogadores aos 10 minutos do primeiro tempo e mesmo assim foi para cima do Colorado, que perdeu por 2 a 0. Neste meio tempo, o clube não era chamado para participar do Brasileirão (que era inchado e era feito por meio de convite e como a Arena ia bem no Paraná…). Em 1974, o clube, ao invés de ser convidado para o Brasileirão, foi fazer amistosos na África para ajudar João Havelange na campanha para presidente da Fifa. Em 1975, fez amistosos pela Europa Oriental e pelo Oriente Médio e nada de Brasileirão.
Curiosidades, as coisas que só aconteciam com o Colorado.
Em 1978, o Colorado vencia um clássico na Baixada contra o Atlético-pr por inacreditáveis 4 a 0. Eis que de repente Ziquita faz o primeiro gol do Atlético. Logo depois, Ziquita faz o segundo, o terceiro, o quarto e só não faz o quinto por que a cabeçada foi na trave e não havia mais tempo para nada ficando no 4 a 4. Essas coisas só aconteciam com o Colorado.
Outra foi tomar gol de goleiro. Num jogo em Cascavel, o goleiro Zico repôs uma bola lá no fundo do gol do arqueiro Joel Mendes. Contra o mesmo Cascavel, o clube esteve para ganhar o primeiro título. O Colorado perdeu a primeira partida po 3 a 0 (foi o jogo do gol do goleiro Zico) e precisava vencer por 3 gols de diferença no segundo jogo para ser campeão. Na Vila Capanema, Jorge Nobre abriu 2 a 0 Colorado. O Cascavel teve um jogador expulso após o primeiro gol, por retardar o jogo (segurou a bola no gol). No primeiro tempo, o Cascavel fez a primeira substituição (era a única permitida na época). No final do primeiro tempo, outro jogador do Cascavel foi expulso (são 9 do Time da Cobra em campo). Após o intervalo, o Cascavel voltou com 7 jogadores, pois segundo o médico, dois jogadores teriam passado mal no vestiário. No início do segundo tempo, o goleiro Zico caiu no chão alegando contusão, sendo vetado e a partida encerrada por falta de jogadores. A decisão foi para o tapetão, que deu o título para os dois, isto é: o único título do Colorado é dividido com o Cascavel (Paranaense de 1980). Vendo o estrago que o goleiro Zico fez com o Colorado, o clube resolveu contratar o guarda-metas. Num jogo contra o Botafogo no Rio, o goleiro teve uma diarréia no intervalo e ficou reinando no trono, o árbitro impaciente, recomeçou a partida sem o goleiro e, minutos depois, em rede nacional, o goleiro Zico entrou correndo em campo, com chuteiras desamarradas e tudo. Essas coisas só aconteciam com o Colorado. O goleiro Zico voltou para o Cascavel e numa semifinal do Paranaense, o arqueiro se machucou, mas continuou jogando com o braço imobilizado, já que o Cascavel havia queimado a Regra 3. Zico fechou o gol, garantindo o empate em 0 a 0 e levando o jogo para os pênaltis. Nos pênaltis, o inacreditável, Zico pegou uma cobrança e na seqüência converteu a decisiva.
Uma vez, na Vila Capanema, o Colorado jogava muito mal contra o Toledo. O preparador físico do Colorado já saía do estádio, quando uma bola do ataque do Toledo ia entrando no gol, quando de repente surge o preparador físico e mete uma bicuda para a lateral, salvando o Tricolor da Vila. Essas coisas só aconteciam com o Colorado. Em 1984, o clube montou um timaço: a Sele-Boca. Foi um fiasco, chegou ao quadrangular contra Atlético, Coritiba e Pinheiros, mas o título não veio.
Fusão com o Pinheiros
Em 1989, o Colorado, que tinha torcida (a terceira da capital), passava por dificuldades financeiras. Resolveu se fundir com o EC Pinheiros, que não tinha torcida, mas tinha administração fantástica. Assim nasceu o Paraná Clube, vencedor nos primeiros anos, mas que cada vez mais parece o velho Colorado pela situação financeira e pela uruca que parece abater a Vila Capanema. Talvez, essa história contada sobre o Colorado ajude a explicar todo o azar do Paraná Clube, um time com camisa… para fugir do rebaixamento. Essas coisas só aconteciam com o Colorado.

Títulos
Campeonato Paranaense: 1980

Estádio

O Estádio Durival Britto e Silva, também conhecido como Vila Capanema localizado em Curitiba e inaugurado em 1947. Foi uma das sedes da Copa do Mundo de 1950, relizada no Brasil, e ao longo de seus mais de 60 anos pertenceu ao Ferroviário, Colorado, e atualmente ao Paraná Clube. Seu nome é uma homenagem ao então Superintendente da Rede Ferroviária do Paraná na época da sua construção, e o apelido vem da sua localização.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Sport Club Santos Dumont


Fundado nesse ano de 1904 (3 de maio) foi o Sport Club Santos Dumont. Um grupo de alunos do Ginásio Bahiano e de outros colégios, juntando-se após rapazes estudantes das Escolas Superiores e do Comércio, para prestar homenagem ao grande brasileiro, “Pai da Aviação”, sob a chefia de Octaviano de Souza Paraíso, e com a preciosa colaboração dos irmãos Torres, Oscar, Enoch e Carlos, Aloísio Sá, Francisco Salles Gomes, Ion Camargo, Euvaldo e Fernando Soares de Pinho, Auto e João Guimarães, Afonso Moreira, Reinaldo Silva, Carlos Vieira, Ciro Bittencourt, Fábio Vasconcellos, Josué F. Andrade, Honório Ribeiro, Mário, Aloísio e Heitor Almeida e outros, organizaram um clube de garotos com o nome de Santos Dumont. Escolheram as cores rosa e preta para as camisas. Coube a presidência da associação a Octaviano Paraíso e a direção de esportes a Ciro Bittencourt. Já em 1906 o clube foi inscrito para disputar o campeonato oficial. Em 1910, o Santos Dumont sagrou-se campeão baiano, ao derrotar o Vitória por 2 a 1, no dia 11 de dezembro.

Mais tarde, em 1912, mudou de nome e passou a chamar-se Athlético Club, com as cores azul e preto. Foi dissolvido em 1913.

Títulos

Campeonato Baiano: 1910

Vice-Campeonato Baiano: 1908 e 1909.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Goytacaz Futebol Clube


O Goytacaz foi fundado no dia 20 de agosto de 1912, a partir de um desentendimento de um grupo de remadores do clube Natação de Regatas Campista, que tiveram negado um pedido de barco para passear no Rio Paraíba. O nome do clube foi uma homenagem aos primeiros habitantes da cidade de Campos: os índios goytacazes, que segundo o Historiador Eduardo Bueno, eram os mais ferozes índios do atual território conhecido como Brasil, além de exímios nadadores, o que lhes dava uma vantagem extra nas batalhas.

A primeira diretoria do Goytacaz foi formada assim: Luiz Carlos Cabral (presidente), Roberto Melo (vice-presidente), Otto Nogueira (1º tesoureiro), Jaime Rego (2º tesoureiro), Rudah Martins (1º secretário), Álvaro Nogueira (2º secretário), João Cunha (fiscal) e Manoel Patrão (procurador) e também ficou decidido, ainda, que a casa de Otto Nogueira, situada à Rua 21 de Abril, nº. 14, no centro da cidade, ficaria sendo provisoriamente a sede do novo clube.
A primeira partida foi em 25 de Agosto de 1912 contra o Internacional e a equipe alvi-anil venceu por 2 x 1 e o time jogou com: Claudinier, Mário Manhães e Catete, Álvaro Nogueira, Estevam Almeida, e Adelino, Laranjeira, Linconl, Jorge Gomes, Didi e Otto Nogueira.
O primeiro campo do Goytacaz foi defronte à igreja de Santo Antônio, em Guarus e, por isso, o santo é considerado o padroeiro do time. Mais tarde o campo passou para a Praça da República, onde a Prefeitura Municipal cedeu um terreno, mas ali o clube não ficaria por muito tempo, pois logo se mudaria para perto do Liceu de Humanidades, no antigo campo do Luso Brasileiro, no mesmo terreno onde, mais tarde, seria construído o palacete de Finazinha de Queirós, transformado após a sua morte na Casa de Cultura Villa Maria.O clube, porém, mudaria novamente e, dessa vez, se estabeleceria em frente à linha férrea campista, no início da Rua do Gás, na Lapa. Foi nesse campo que o Goyta tornou-se, definitivamente, um dos maiores times da cidade, chegando a ter ali mesmo o primeiro campo com iluminação elétrica do interior do Estado, em 5 de junho de 1930, o que causou muita polêmica, já que a cidade vivia sérios problemas de abastecimento de energia.
O Goytacaz foi o primeiro time de Campos dos Goytacazes e o terceiro do antigo Estado do Rio a jogar no Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. Isso aconteceu em novembro de 1963, contra a equipe carioca do Madureira e a partida terminou empatada em 2 x 2. Antes dele, jogaram no Maracanã o Canto do Rio, que disputava especialmente o Campeonato Carioca desde 1941 e estreou no Maracanã já em 1950, e o Fonseca, que disputava o Campeonato Fluminense mas enfrentou Fluminense e America no estádio pela Taça Brasil de 1960 e 1961.
O Goytacaz foi o primeiro campeão da cidade de Campos dos Goytacazes, isto em 1914. O clube conquistou vinte campeonatos campistas, sendo o de 1955 de forma invicta, além de ter sido o primeiro tetracampeão (1940 / 41 / 42 / 43), levantou duas taças Cidade de Campos e cinco campeonatos estaduais (antigo campeonato Fluminense - 55 / 63 / 66 / 67 / 78).
Em campeonatos brasileiros, a melhor performance do Goytacaz na primeira divisão foi em 1978, quando conquistou o 30° lugar, entre 74 participantes. Em 1985 foi vice-campeão da Taça de Prata, equivalente a segunda divisão nacional.
O Goytacaz foi o primeiro clube campista a ter um jogador na seleção brasileira, Amaro da Silveira, titular absoluto no Sul Americano de 1923 e que deixaria um outro craque como seu herdeiro, Amarildo, “o possesso”, campeão do mundo em 1962 no Chile.
Os presidentes do Goytacaz foram: Luís Cabral, Vicente do Amparo Ferraiuolli, Osvaldo Cunha, Luís Sérgio Silva, Francisco Carvalhal, Augusto Faria, Salim Nagem, Ary de Oliveira e Souza, Dr. Jacintho Simões, Martinho Santafé, Domingos Guimarães, Abelardo Brito, Antônio Ribeiro Alvarenga Filho, Gumercindo Freitas, Sebastião Lírio, José Gabriel, Nilson Cardoso de Souza, Salvador Araújo Nunes, Edson Alvarenga, Antônio José Coutinho, Jacynto Simões , Ramiro Alves Pessanha Filho, Rubens Vieira Rios, Roberto Krunfly, Rafael Martins, Edecyr de Oliveira, Jorge Fernandes de Souza, Amaro Escovedo, Amaro Gimenes, Arizo Azevedo, Manoel Santana, Antônio Eraldo Lopes Riscado,Armando Zanata, Silvio Pinheiro, Dartagnan Fernandes , Valtair de Almeida e atualmente quem comanda o clube é o presidente Zander Pereira..
Em 2007, o Goytacaz conquistou acesso ao Campeonato Carioca da 1ª Divisão de 2007, ao terminar em quarto lugar na Seletiva de 2006. Nesta Seletiva os públicos do Goytacaz ficaram entre 3.000 e 4.000 pessoas por partida. No jogo final, contra a Portuguesa, no Rio de Janeiro, 1.300 torcedores viajaram mais de 300 km para incentivar o clube campista. Posteriormente, a Justiça não reconheceu a validade jurídica do torneio, não permitindo o acesso dos clubes que haviam conquistado as vagas dentro do campo.

Títulos

Campeonato Fluminense: 5 vezes (1955, 1963, 1966, 1967 e 1978*).
Campeonato Carioca - 2ª Divisão: 1982.
Estádio
 
O Goytacaz manda seus jogos no Estádio Ary de Oliveira e Souza, com capacidade para 15 mil espectadores. O alvi-anil é conhecido como "O mais querido de Campos", uma referência as suas origens populares, tendo sido o primeiro campeão da cidade de Campos, ainda em 1914.

O estádio Ary de oliveira e Souza foi inaugurado em 9 de janeiro de1938 com uma partida entre os donos da casa, que venceram por 2 x 1 o Internacional, tendo sido um de seus fundadores, Otto Nogueira, o autor do primeiro gol no estádio, cuja inauguração se deu na gestão do então presidente Augusto Alexandre de Faria.
O Estádio Ary de Oliveira e Souza teve o seu recorde de público em 13 de abril de 1986, quando 14.708 pagantes estiveram presentes para assistir ao jogo entre o Goytão e o grande time do Flamengo, com Zico e Cia, pelo campeonato carioca daquele mesmo ano.

Hino

"Sou Goytacaz,

Sou Goytacaz até morrer,
Nosso lema é vencer, vencer,
Na vitória, na derrota,
Na alegria no amargor,
Sou Goytacaz sim senhor,
Sou Goytacaz por amor.
Nossa camisa, Alvianil,
Tem suas cores destacadas na bandeira do Brasil,
Minha Campos te amo demais,
Por isso sou torcedor do Goytacaz,
E no gramado,
Ninguém faz o que ele faz"

Site

http://www.goytacazfc.com/

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Clube Atlético Tupi


Desde 3 de janeiro de 1942 o Clube Atlético Tupi faz parte da história de Gaspar. Patrimônio histórico-cultural, não há como falar de Gaspar sem lembrar do Clube onde parte da comunidade gasparense já fez parte de sua história, seja como atleta, dirigente, torcedor ou colaborador.
1959 - Participa pela primeira vez do Campeonato Catarinense

1987 - Com um clube profissional disputa a Segundona Catarinense
1995 - O clube é convidado pela federação á participar do estadual, pedindo licenciamento á logo depois da competição.
2001 - Volta como Clube Atlético Tupi, sem o "y" na grafia. Desativa o futebol profissional novamente.
Hoje, o Tupi disputa campeonatos amadores, e vê em sua escolinha de futebol um berço para a formação de atletas e cidadãos. A escolinha conta em média com 400 crianças e adolescentes entre 05 e 17 anos.



Estádio:
Carlos Barbosa Fontes
Conhecido também como Estádio dos Eucaliptos, o Estádio Carlos Barbosa Fontes leva o nome de um de seus fundadores e ex-atleta do clube, e acomoda aproximadamente 2.000 mil pessoas, sendo que 500 em sua arquibancada coberta. A arquibancada recebeu o nome de "Arquibancada Orlando dos Anjos", o popular Nego Lando, que foi também ex-atleta do índio.



Mascote: Índio

Site
http://www.clubeatleticotupi.com.br/

domingo, 25 de outubro de 2009

Clube Atlético Juventus


O Juventus foi fundado em 20 de abril de 1924, na região da Mooca, na capital paulista, por funcionários do Cotonifício Rodolfo Crespi, sob a denominação Extra São Paulo. A idéia era meramente uma diversão para os dias de folga, numa época em que havia muitos campos de futebol na cidade
Logo em seguida, o time foi rebatizado para Cotonifício Rodolfo Crespi Futebol Clube, em 1925. Nesse ano pediu inscrição na APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos) e já foi campeão da Liga Amadora. O estatuto dessa mudança, registrado no dia 1º de Maio do mesmo ano, é guardado pelo clube até os dias de hoje.

Sempre na região da Mooca, o clube mudou de sede por algumas ocasiões. Em 1925, se instalou na Rua da Mooca, 504. Já em 1928, foi para a rua João Antônio de Oliveira, número 9. No ano seguinte, conseguiu, enfim, o ingresso na APEA, e trocou de sede pela terceira vez, desta vez para a mais famosa: a Rua Javry, 25 (antigo nome da Rua Javari, cujo número é hoje o 117). No fim desse mesmo ano de 1929, foi campeão da Liga Amadora, conseguindo o acesso à primeira divisão do Campeonato Paulista no ano seguinte.
Os patronos do clube, os italianos Rodolfo Crespi e o filho, Adriano Crespi, eram torcedores de dois times da Itália. Rodolfo era fanático pela Juventus, e o filho era torcedor da Fiorentina. Então, quando a equipe conseguiu a vaga no Campeonato Paulista de 1930, renomearam a agremiação, a chamando Clube Atlético Juventus, com o uniforme em lilás – como o do time de Florença. Com o passar dos anos a cor foi passando ao grená de hoje em dia.
O Juventus foi chamado de “Moleque Travesso” quando já disputava o Campeonato Paulista. O caçula enfrentou e venceu o Corinthians por 2 a 1, em pleno estádio Parque São Jorge, casa do rival do Tatuapé. Com o feito, o jornalista Thomaz Mazzoni, do Jornal A Gazeta, publicou matéria em seu jornal com o apelido. A partir dali, o Moleque Travesso passou a ser o símbolo do clube.
O Juventus teve desempenhos relativamente bons em seus primeiros campeonatos, mas, em 1933, surgiu um problema. O futebol passou a se profissionalizar no Brasil e a alta cúpula juventina não estava completamente decidida sobre a adesão ao movimento. Portanto, não ingressou diretamente na Liga Profissional, ficando no Campeonato Amador. Com a nova direção futebolística, os Crespi decidiram efetuar uma nova mudança: o time passou a se chamar Clube Atlético Fiorentino, mantendo o uniforme lilás. Seguiu desempenhando a sua função no futebol amador, vencendo o campeonato de 1934.
Depois, no entanto, os dirigentes italianos se arrependeram e resolveram tornar o clube profissional. Em 1935, o Clube Atlético Fiorentino voltava, então, a ser o Clube Atlético Juventus, passando a disputar a Liga Bandeirante de Futebol.

Em 1941 o estádio da Rua Javry sofreu a primeira reforma. Foram instaladas arquibancadas e vestiários de madeira, e o nome foi alterado para estádio Conde Rodolfo Crespi. Já no final dos anos 40, o clube se juntou a Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo, Portuguesa, Ypiranga, Jabaquara, Nacional e Comercial e fundou a Federação Paulista de Futebol.

Em 1954, o Juventus caiu para a segunda divisão, fato que causou crise na direção da equipe, com o presidente Rodolfo Crespi deixando o clube. No entanto, um ano depois o Moleque Travesso já estava de volta à elite paulista.

Em 1959, uma partida histórica. O time recebeu o Santos de Pelé, e o atacante era muito vaiado. Foi ai que o camisa 10 marcou o que julga ser o gol mais bonito de sua carreira, no dia 2 de agosto, quando aplica seguidos lençóis em seus marcadores. O gol foi para o filme que conta a história do craque, Pelé Eterno, com uma animação gráfica computadorizada.

Nos anos 1960 o novo presidente Roberto Ugolini iniciou um projeto de reforma generalizada no clube. A agremiação, que até então só contava com o departamento de futebol, passou a ter as atividades de basquete, vôlei, futebol de salão, judô, karatê, tênis e outros. A reforma durou, no total, 20 anos. Em meio à obra, o clube completou cinqüenta anos e fez uma grande festa, tendo inclusive a composição de um novo hino para a data.

No final dos anos 60 e início dos anos 70, o Juventus contou com os serviços do jogador argentino César Luis Menotti, em fim de carreira, por pouco mais de um ano. Nos anos 80, o técnico Candinho, famoso posteriormente na Portuguesa, comandou o time que foi campeão da Série B do Campeonato Brasileiro, na época Taça de Prata, no ano de 1983.

Na década de 1990, o Moleque Travesso continuou aprontando das suas. Em 1992, venceu o Corinthians por 2 a 1. No ano seguinte, venceu o campeão Palmeiras pelo mesmo placar. Em 1997, disputou a Série C e, após muitas partidas de ida e volta, classificou-se para a Série B.
Em 2006, o clube subiu para a Série A1 do Campeonato Paulista após muitos anos em que perdeu espaço na elite. Com uma parceria com o grupo Pão de Açúcar, o Juventus venceu a Série A2 em 2005 e passou a revelar jovens valores, dando continuidade a um projeto já existente no clube. O Juventus foi o responsável por revelar nomes como Deco (Barcelona-ESP), Thiago Motta (Atlético de Madrid-ESP), Luisão (Benfica-POR), Pinga (Internacional-RS) e outros.

Infelizmente o Juventus não foi bem no Campeonato Paulista 2008 e, ao lado do Rio Preto, Sertãozinho e Rio Claro, acabou rebaixado e terá que disputar a série A2 do Campeonato Paulista em 2009.

Títulos

Campeonato Brasileiro Série B: 1983
Campeonato Paulista - Série A2: 2 vezes (1929 e 2005).
Copa Paulista: 2007.

Estádio

O Estádio Conde Rodolfo Crespi conhecido com Estádio da Rua Javari ou Rua Javari, na Mooca, em São Paulo, pertence ao Clube Atlético Juventus. Este estádio, construído em 26 de abril de 1925, inaugurado em 10 de novembro de 1929 e adquirido da família Crespi pelo Clube Atlético Juventus em 1967, possui capacidade oficial para 7.000 pessoas.

O Estádio da Rua Javari chama-se oficialmente Conde Rodolfo Crespi, mas é conhecido popularmente pela sua localização. Esta rua situa-se bairro italiano e tradicional da Mooca, na Zona Leste da cidade de São Paulo.

Hino
Autor: Carlos Roberto de Jesus Polastro

Juventus querido

Juventus de glória
Moleque travesso
entrou para a história
Este moleque travesso
é o maior clube paulistão
merece o nosso respeito
está fazendo cinqüentão
Juventus querido
Juventus de glória
moleque travesso
entrou para a história
Juventus, Juventus
pra confirmar a tradição
cinqüenta anos de vitórias
força jovem da nação
Juventus querido
Juventus de glória
moleque travesso
entrou para a história
Este moleque travesso
é o maior clube paulistão
merece o nosso respeito
está fazendo cinqüentão
Este moleque travesso
é o maior clube paulistão
cinqüenta anos de vitórias
força jovem da nação

Mascote
A mascote do clube é o Moleque Travesso. Foi criado em 1930, quando o time do Juventus enfrentou o Corinthians pela Liga Paulista e venceu o clube alvinegro por 2 a 1, em pleno Parque São Jorge. Depois da partida, o jornalista Thomaz Mazzoni publicou em seu jornal a expressão “Moleque Travesso” para denominar o grande feito juventino. A figura do jovem garoto surgiu anos depois, na disputa do primeiro Campeonato Paulista oficializado pelos clubes, em 1933.




sábado, 24 de outubro de 2009

Veranópolis Esporte Clube Recreativo e Cultural


Na cidade de Veranópolis (RS), no ano de 1976, Dalban e Verense, dois times de futebol da região, até então rivais, passavam por dificuldades financeiras. A saída encontrada, para que as duas agremiações não fossem obrigadas a fechar as portas, foi a fusão entre as equipes, criando assim a Associação Veranópolis.
A união parecia ter tudo para dar certo. Mas quando o assunto foi a junção do patrimônio dos clubes, as duas partes entraram em litígio, não chegando a um denominador comum. Passado pouco tempo do “casamento” entre os rivais, Dalban e Verense seguiram novamente seus rumos e tornaram-se independentes.
Porém, como a situação para nenhum dos dois lados melhorou de forma significativa, em 1992 foram iniciadas novas negociações com a mesma intenção anterior. E após as duas agremiações se entenderem, no dia 15 de janeiro deste mesmo ano, nasceu o Veranópolis Esporte Clube.
E para agradar gregos e troianos, seus dirigentes resolveram unir também as cores originais de cada instituição, fazendo com que o VEC seja um dos únicos clubes pentacolor do esporte bretão, trazendo em seu escudo as cores azul, vermelho, amarelo, verde e branco.
Já vacinados pela experiência sem sucesso da década de 70, e com o amadurecimento natural da idéia de as duas entidades, juntas, lutarem para conseguir vencer no futebol, o Pentacolor teve tranqüilidade para trabalhar e logo obteve resultados satisfatórios.
No ano seguinte da fundação do VEC, em 1993, o time de Veranópolis conquistou a segunda divisão do Campeonato Gaúcho, conseguindo o tão sonhado acesso para a elite do futebol do Rio Grande do Sul. Mas o clube queria continuar crescendo, e com o passar do tempo as campanhas na primeira divisão do Campeonato Estadual foram melhorando.
O título gaúcho ainda é um sonho para o Veranópolis, mas, em algumas oportunidades, ele quase virou realidade. Nos anos de 1997, 98 e 99, o time teve excelentes campanhas no Campeonato Estadual, chegando à fase semifinal das três edições, por pouco não conseguindo uma vaga na grande decisão.
Outra campanha parecida aconteceu em 2007, quando o VEC realizou um excelente campeonato, terminando na terceira colocação. Na fase semifinal, em duas partidas emocionantes contra o Juventude, o Veranópolis acabou eliminado, ficando de fora da final do torneio. Nesta edição do Campeonato Gaúcho, o Grêmio foi o grande campeão.

Títulos
Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão (1): 1993.
Campeonato do Interior: 2 vezes — 1997 e 1999.

Estádio
Antônio David Farina
Capacidade 7.000


Hino


Surgiste da força de um povo
Que unido provou seu valor
Hoje és orgulho, timaço do peito
VEC pentacolor.

Oh! Veranópolis
Meu campeão
Bravo e forte
Vibra coração.

Teu nome ecoa na Serra
Faz parte da nossa história
Torcida unida é raça
Teu lema é sempre vitória

Site

http://www.veranopolis.esp.br/

 

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Presidente Prudente Futebol Clube

A história do Presidente Prudente Futebol Clube começou em 1989, quando um grupo de amigos, Roque Nanci Grosso, Ronaldo Nanci Grosso, Paulo Ponce Arroio, Arlindo Grosso, Almir Fernandes da Silva e Edgard Augusto Cândido Xavier, moradores da Vila Industrial, resolveram formar uma equipe master de futebol. O primeiro jogo da equipe ocorreu no dia 09 de Abril de 1989, com um empate de 2 a 2 frente à equipe do Santa Catarina E.C., tradicional equipe master. Em seguida, formou-se a equipe amadora, filiando-se a Liga Prudentina de Futebol e o Clube passou a disputar o campeonato amador do estado, promovido pela Federação Paulista de Futebol. Em fevereiro de 2000 o clube constrói o seu centro esportivo, onde retoma as atividades da escolinha de formação de futebol. Atualmente (mais de duzentas) crianças e jovens de 5 a 21 anos treinam e compõem as equipes do Presidente Prudente Futebol Clube, além das equipes amadoras e master. Em abril de 2004, num jogo histórico realizado no Prudentão, o clube sagra-se Campeão Amador Municipal, campeonato organizado pela Liga Prudentina de Futebol, sob a batuta da Federação Paulista de Futebol. Em 2005, também no dia 21 de abril, às 10 horas, no Prudentão, em um momento histórico, o time amador venceu novamente o Santos/Hinomoto por 2 a 1 e conquistou o Bicampeonato Amador (fase municipal do Campeonato Paulista de Futebol Amador).

Futebol Profissional: Em janeiro de 2006 o clube compra a patente de filiação na Federação Paulista de Futebol para disputar o Campeonato Paulista da 2ª Divisão de Futebol Profissional. Os trabalhos de formação do time começaram no dia 3 de janeiro com a apresentação da diretoria, comissão técnica e jogadores. No dia 30 de julho de 2006, o Tricolor da Vila Industrial, jogou em Assis, diante do Assisense e perdeu por 3 a 1, completando 12 jogos, com uma vitória, dois empates e nove derrotas, na primeira participação no profissional. Quarenta e três equipes participaram e terminamos em 39º lugar. No Campeonato Paulsita de Futebol Junior, sub-20, da Federação Paulista de Futebol, o Presidente Prudente Futebol Clube utilizou jogadores que estavam no time profissional mas não conseguiu classificação para a segunda fase. No dia 07-04-2007 o time Profissional começa a disputa do Campeonato Paulista de Futebol Profissional da Segunda Divisão 2007, em sua segunda temporada, e consegue um empate em 0 a 0 diante do Tupã F. C., no Prudentão. Após 14 jogos, o time profissional consegue 3 vitórias, 5 empates e 6 derrotas, fazendo 14 pontos ganhos, terminando em 5º lugar no grupo 1. No ranking geral também melhoramos pois terminamos em 35º com 48 participantes. O último jogo foi em Assis e o Presidente Prudente Futebol Clube obteve boa vitória por 2 a 0. No Campeonato Paulista de Futebol Júnior sub-20, da Federação Paulista de Futebol de 2007, realizamos seis jogos obtendo duas vitórias, dois empates e duas derrotas e ficamos de fora da fase seguinte por saldo de gols. Ranchariense e Assisense foram os times classificados em nosso grupo. Para a temporada de 2008, a diretoria do clube fez sérias ponderações sobre o time profissional e concluiu que as precárias condições estruturais da cidade de Presidente Prudente, sem campos adequados de treinamentos e a falta de alojamentos para os atletas de outras cidades, não viabilizaria um trabalho de alto nível como queria. Assim o clube resolveu pedir afastamento do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de Profissionais de 2008 e dedicar-se a melhorias em seu CT da Vila Industrial e a aquisição de outra área para construir um moderno centro dre treinamento de futebol com quatro campos de treinamentos e alojamentos adequados para o time profissional e júnior. Com a crise econômica mundial que se abateu no final de 2008, muitas promessas de contratos de patrocínios não avançaram e a diretoria resolveu que seria bom não participar do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de Profissionais de 2009 e pede uma nova licença para a temporada.

Apelido: Tricolor da Vila Industrial/PPFC/PP

Estádio
Estádio da Vila Industrial (em construção)


Hino
Letra: Vanusa Nanci Música: Jéfersson Antônio Saviolo


Nasceu na Vila IndustrialTrês cores tem seu pavilhãoE a beleza deste sonhoFez tricolor meu coraçãoPresidente Prudente Futebol ClubePresidente Prudente Futebol ClubeTricolor desta cidadeÉ o time de PrudenteNos gramados buscaremosSempre a sua vitóriaVerde, Preto e Branco são as coresQue honrarão sua história


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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Ordem e Progresso Futebol Clube

Em 1914, seis jovens tiveram a feliz idéia de fundar o Ordem e Progresso. Reuniram-se então tais membros e lançaram a semente que para germinar havia necessidade de ter uma área para prática do futebol. Lançada a idéia de se pedir ao Sr. Carlos de Figueiredo Firmo, ficou seu filho, um dos fundadores –José de Souza Firmo, incumbido de fazer o pedido da cessão do terreno, para a construção do Estádio. Embora não sendo um dos fundadores, a pedido de seu filho cedeu o referido terreno que com modificações é hoje o nosso Estádio que recebeu então o nome do seu doador Estádio Carlos Firmo. Em 1951 e 1952 foi vice-campeão capixaba.Em pesquisa feita pela Rádio Bom Jesus e Jornal “O Norte Fluminense” em 16 de outubro de 1957 o Ordem e Progresso foi considerado “o mais querido”, da região, com esmagadora vitória sobre os clubes do vale do itabapoana.Em 15 de agosto de 1959, por ocasião da festa de agosto, em memorável desfile na Praça Governador Portela, conquistou o trofeu Governador Roberto Silveira.O Ordem e Progresso foi chamado carinhosamente de canarinho em 1952, pela imprensa capixaba.“O Rio Itabapoana divide as duas Bom Jesus, mas o Ordem e Progresso Futeol Clube às une, com sua valorosa torcida e admiradores”.

Atualmente, dedica-se apenas as categorias menores.


Mascote: Canarinho.


Estádio: Carlos Firme.

Capacidade: 3.000 pessoas.


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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Riachuelo Atlético Clube

Riachuelo Atlético Clube (RAC) foi fundado em 16 de agosto de 1948. Disputou o primeiro campeonato em 1950. A trajetória da equipe esteve ligada à Base Naval de Natal. No começo, os jogadores do RAC eram quase todos ligados à Marinha, quer como funcionários civis, ou militares. O próprio comando - dependendo do titular, dava maior ou menor ajuda ao clube. Quatro desses oficiais se destacaram como desportistas: os Comandantes Silveira Lobo, pai e filho, Capitão Kingsburry e o suboficial Antônio Pereira de Castro.

Ao longo dos 45 anos em que esteve em atividade com o futebol profissional, o Riachuelo formou boas equipes, algumas até fortes. A fase de ouro dos navais aconteceu quando o sub oficial Antônio P. de Castro era o "homem forte" do clube. Em 1967, por pouco o Riachuelo não se sagrou campeão, decidindo o título contra o América, empatando por 1 x 1. Resultado que deu o campeonato ao clube rubro.


Em 1994, o RAC pediu inscrição para disputar o Estadual daquele ano, porém na última hora desistiu.


O clube notabilizou-se pela facilidade com que revelava craques, sendo os mais famosos, o ala esquerdo Marinho Chagas; o meia Ivo, com passagem pelo Flamengo; o ponta esquerda Garcia, que fez sucesso no Sport Recife; o centro-avante Aladim, ex-seleção potiguar e titular do São Cristóvão; o meia Pádua e o ponta direita Messias, ex-seleções do RN. Além de outros como Maia, Adalberto, Zé Maria, Clodoaldo e Guilherme.


CURIOSIDADES

*- Marinho Chagas começou ainda juvenil no Riachuelo em 1969, foi para o ABC levado por José Prudêncio, no começo de 1970, trocado por 10 pares de chuteiras.

*- Um fato curioso foi quando o árbitro da FNF, Omar Cunha, ao deixar o apito, no dia seguinte foi contratado para treinar o Riachuelo AC. Em ofício à Federação, o presidente da Junta Governativa do RAC, Francisco de Assis Muller comunicou a surpreendente contratação.

* - O RAC foi cinco vezes terceiro colocado do Campeonato Potiguar (1952, 56, 58, 60 e 65) e uma vez vice-campeão (1967).

* - O jogador que fez mais gols numa única partida no Machadão, foi o centro-avante Chiquinho das Araras, do Riachuelo, com seis gols numa goleada sobre o Atlético (8x1). Isso aconteceu no dia 28/02/1988, completando os gols Rômulo e João Maria, Mauro fazendo o do Rubro Negro.

* - Devidamente protocolado, o Riachuelo endereçou ofício 053/54 à FND, fazendo uma solicitação. Curioso é o despacho do presidente da entidade, João Machado, do próprio punho no alto do documento. Eis: "Pague a taxa respectiva e volte, querendo..."* Ainda outro ofício do Riachuelo, dessa vez comunicando à federação que o seu goleiro Sansão, numa partida disputada no dia 11/03/1956 contra o Alecrim FC, havia deixado passar bolas consideradas defensáveis, não revelando qualquer intenção de evitar o gol adversário. Após o jogo, abordado por um diretor, teria dito que, "enfrentando outros adversários virava bicho, porém contra o Alecrim a história era outra". Por isso, a diretoria do clube comunicou o desligamento do jogador do seu elenco.


Fonte:

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Real Brasil Clube de Futebol

Fundado em 1º de março de 2005, a agremiação disputa em 2008 a Série Ouro do Campeonato Estadual pela primeira vez em sua história.
Como o futebol paranaense não possui terceira divisão, a equipe disputou seu primeiro campeonato profissional em 2007 e obteve a vaga na elite do Estado ao ser vice-campeã da Série Prata, equivalente à segunda divisão. O título da competição ficou com o Toledo.
Nos primeiros anos de existência, o primeiro presidente do clube, Aurélio Almeida, investiu na infra-estrutura da entidade. Mas, como a agremiação ainda não possui uma sede social, o time alternou várias mudanças de endereços, passando por Toledo, Curitiba, Foz do Iguaçu e Ponta Grossa. Hoje, o Real Brasil está sediado em São José dos Pinhais, onde utiliza o estádio da cidade para mandar seus jogos.
Almeida, acionista do Puebla Futbol Club, do México, também firmou uma parceria entre o time mexicano e a equipe paranaense para o intercâmbio de jogadores e profissionais do esporte.
Nos primeiros anos - 2006 e 2007 -, a equipe realizou diversas excursões para paises como México, Coréia do Sul e Arábia Saudita, para promover o nome da agremiação e servir de vitrine para a negociação de atletas, com o objetivo de obter lucro para se modernizar. Em 2008, terminou na 9ª colocação , mas acabou rebaixado com a acusação de ter falsificado a documentação do jogador Erinaldo. Além disso, o presidente já foi acusado até de estelionato.
Segundo Maria Helena, proprietária do Hotel Aymoré, no Centro de Curitiba, o dirigente está devendo cerca de R$ 90 mil referentes a três meses de hospedagem de 54 pessoas, entre jogadores e comissão técnica.
Aurélio Almeida, já foi dono de outros quatro clubes do Paraná: Império, Prudentópolis, Toledo e Grêmio Maringá, e neles revelou jogadores como Liédson e Josiel, que está no Flamengo, mas já passou pelo Brasiliense.

A partir de Fevereiro de 2009 passou a ter sua sede na cidade de Brasília-DF, a capital e o centro do nosso país, visando melhorar sua localização e assim facilitar o acesso nacional e internacional.


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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Araripina Futebol Clube

É a primeira vez que Araripina participa de um campeonato de futebol profissional, e para isso teve que contratar jogadores do próprio município e de outras regiões.
Classificado para a Série A do Campeonato Pernambucano após o vice-campeonato da Série A-2 .

Em uma pesquisa divulgada nesse Domingo, pelo instituto Maurício de Nassau, a torcida do Araripina Futebol Clube foi apontada como a quarta maior do estado de Pernambuco, com um índice de 0,6% da população. O time sertanejo ficou atrás apenas dos três grandes da capital – Sport, Santa Cruz e Náutico – nessa ordem, respectivamente. A torcida do Araripina é, portanto, a maior do interior do estado de Pernambuco.
O motivo de tamanha torcida se deve também ao fato do time ser um autêntico representante do Araripe, contando com torcedores em todo o Araripe, sobretudo Trindade, cidade que vem se destacando pelas caravanas que realiza em dia de jogo no Chapadão, onde os trindadenses deixam o conforto dos seus lares, para pegar a estrada e apoiar o Bode do Araripe.

Estádio
Estádio Municipal Gilson Tirbutino de Souza
Chapadão do Araripe
Capacidade 5.000
Mascote
O bode é um animal ruminante que tem como característica biológica processar sua alimentação de forma bastante complexa, em função de o seu estômago ser dividido em várias partes, o que lhe obriga mastigar os alimentos que ingere, por mais de uma vez.
Esta característica do ruminante foi copiada pelo time do Araripina Futebol Clube. O Bode do Araripe é um time de futebol ruminante que mastiga seu adversário o tempo todo, até terminar a partida que está jogando. Ele acredita na sua vitória e cresce cada vez mais nas competições que participa.
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domingo, 18 de outubro de 2009

Tubarão Futebol Clube

O Tubarão Futebol Clube surgiu da dissolução do Esporte Clube Ferroviário, com o objetivo de criar um timecommaior apelo popular e brigar por títulos. Isto teve início no dia 25 de maio de 1992. Manteve-se os sócios patrimoniais do extinto Ferroviário e teve admissão de novos sócios patrimoniais ao Tubarão Futebol Clube. O Conselho Deliberativo ficou formado por cem sócios.Foi definido que Antônio Olívio Benedet seria o presidente da equipe.
No final do ano de 1995 diretores do Hercílio Luz e do Tubarão assinaram um contrato de união. Dessa forma, o Tubarão passou a ser uma grande força no esporte catarinense sendo o primeiro clube a ter dois estádios e um ginásio. A equipe possuía o estádio Anibal Torres Costa do Hercílio Luz para mandar seus jogos profissionais, e o estádio Olimpico Domingos Silveira Gonzáles e o Ginásio José Warmuth Teixeira para suas categorias de base e lazer dos associados.
O número de torcedores nos jogos aumentou coisa nunca vista na cidade de Tubarão. O clube disputou campeonatos brasileiros, Copas Sul e Copas Sul-Minas e conquistou várias taças ao longo de suas disputas, entre eles torneios amistosos disputados na Europa.
Em 1998, o Tubarão disputou a final do Campeonato Catarinense, contra o Criciúma Esporte Clube. A partida foi apitada por Luiz Orlando de Souza, o qual entrou em uma polêmica após anular um gol da equipe de Tubarão aos 44 minutos do segundo tempo. A partida ficou empatada sem gols, dando o título ao Criciúma no Heriberto Hülse. As duas equipes se encontraram de novo em uma final no semestre seguinte, pela Copa Santa Catarina. O Tubarão jogou com os juniores e venceu a equipe de Criciúma por 2x1.
Em 2001, o Tubarão Futebol Clube conseguiu sua melhor posição em um Campeonato Brasileiro. Ficou em sexto lugar, posição esta que nenhum clube de Santa Catarina tinha chegado. Disputou pela primeira vez a Copa Sul-Minas em 2003 e terminou em quinto lugar.
Em abril de 2005, após o Campeonato Catarinense, o Tubarão Futebol Clube decidiu se licenciar do futebol profissional por questões financeiras, deixando de disputar a 1ª divisão do Campeonato Catarinense nos anos seguintes.


Mascote: Índio, Peixe


Estádio: Domingos Silveira Gonzales
Capacidade: 10.000 pessoas


Títulos



Campeão do Torneio Seletivo do Catarinense (2000)
Campeão da Copa Santa Catarina (1998)



Hino



Oh, Tubarão
Tu és a glória
Tu és o maior
No esporte és tradição
Oh, Tubarão Clube do meu coração
Nos gramados do Sul
Tua fibra estará presente
Honrando as cores tricolores
Orgulho de nossa gente

É nosso imenso prazer
Te ver sempre vencer
E ser o campeão

Tu és garra
Tu és raça
Tu és emoção
Tocando a bola com o coração
Levantando a galera
Com o grito de gol
É GOL
Tremulando as bandeiras

Tubarão és feito de amor!


Site


sábado, 17 de outubro de 2009

Fluminense Football Club

Oscar Cox, que introduziu o futebol no Rio de Janeiro, organizou uma excursão a São Paulo com companheiros de um time de futebol que havia formado em 1901. Foi na viagem de volta para o Rio que ele e seus amigos tiveram a idéia de fundar um clube dedicado totalmente à prática do esporte.

Depois de alguns problemas burocráticos, no dia 21 de julho de 1902 o Fluminense Football Club foi fundado. Os primeiros dirigentes logo conseguiram um pedaço de terra no que hoje é o bairro de Laranjeiras, onde começaram a construção do estádio do clube. As cores da agremiação eram cinza e branco.

Em 1904, as cores do uniforme foram alteradas para as três que duram até hoje. Devido à dificuldade de encontrar roupas com a coloração antiga, dirigentes do Fluminense sugeriram a mudança para o verde, branco e grená.

Em 1905, por iniciativa do Tricolor carioca, criou-se a Liga Metropolitana de Football, uma organização fundada com o objetivo de dirigir o primeiro Campeonato Carioca da história, disputado em 1906. O time das Laranjeiras não tomou conhecimento dos adversários e ganhou as quatro primeiras edições do torneio, em 1906, 1907, 1908 e 1909.

Mas nem tudo foram flores no início glorioso da história do Fluminense. Em 1911, o time foi campeão estadual invicto, a quinta taça conquistada em seis anos. Mas, devido a uma crise interna relacionada com o controle da escalação da equipe, nove titulares do esquadrão vencedor de 1911 deixaram o clube. Eles fundaram o departamento de futebol do Flamengo, criando uma forte rivalidade.

O primeiro Fla-Flu foi disputado no dia 7 de julho de 1912, nas Laranjeiras. O Flamengo, então, disputava o título ponto a ponto com o Paissandu, que acabou se sagrando campeão posteriormente. O Fluminense só tinha como motivação o orgulho ferido pela saída de nove de seus atletas mais importantes. E isso bastou. Os tricolores venceram por 3 a 2, dando início a um dos clássicos mais tradicionais da história do futebol brasileiro.

Apesar da vitória no Fla-Flu, a década de 1910 não estava indo tão bem para o Fluminense. Mas, quando a glória viesse, viria em dobro. Ou melhor, em triplo! O primeiro tricampeonato do Flu aconteceu nos anos de 1917, 1918 e 1919. Comandado pelo lendário goleiro Marcos Carneiro e pelo inglês Welfare, os tricolores voltavam a ser hegemonia no Rio.

No meio da década de 30, os dirigentes do Fluminense foram a São Paulo buscar os melhores jogadores brasileiros da época, Batatais, Romeu e Hércules. Os reforços formaram um dos times mais fantásticos a vestir a camisa tricolor. Em 1937, chegou o atacante Tim, mais uma peça importante. E assim veio o segundo tricampeonato: 1936, 1937 e 1938.

Em 1940 e 1941, o Fluminense foi bicampeão estadual. Depois, cinco anos de jejum até o próximo título, em 1946. Desde os anos 20, o clube enviava ao Comitê Olímpico Internacional sua candidatura para concorrer à Taça Olímpica, honraria dada à instituição, clube ou comitê que mais contribuísse para a prática esportiva em um determinado ano. Em 1949, o Tricolor foi agraciado com este troféu.

Próximo de seu cinqüentenário, o Flu continuava colecionando glórias. Em 1951, foi campeão estadual, ganhando classificação para a II Copa Rio Internacional, torneio semelhante ao Mundial de Clubes organizado pela Fifa em 2000. Com vitórias memoráveis, como o 3 a 0 sobre o Peñarol, base da seleção uruguaia campeã do mundo em 1950, os tricolores se sagraram campeões. A final foi disputada contra o Corinthians.

Naquela equipe, fazia parte o lendário goleiro Castilho, tido como o melhor da posição na história do clube. Além dele, o zagueiro Pinheiro e o ponta-direita Telê Santana se tornaram grandes ídolos da torcida tricolor.

Em 1957 e 1960, o clube conquistou o Torneio Rio-São Paulo. Em 1959, se sagrou campeão estadual depois de oito anos na fila. A década de 60 foi escassa de títulos para os tricolores. Apenas dois estaduais foram conquistados, em 1964 e 1969.

Um grande contraste com os anos que estavam por vir. Em 1970, o Fluminense desbancou adversários mais cotados, como o Cruzeiro de Tostão, e foi campeão da Taça de Prata, o principal campeonato nacional da época. Era tão semelhante ao Brasileirão que este surgiu no ano seguinte, em 1971.

No Campeonato Estadual, o Fluminense foi campeão de 1971 e 1973. Em 1975, o presidente recém-eleito, Francisco Horta, resolveu montar um time para encher os olhos do torcedor tricolor. Para começar, trouxe Rivelino para as Laranjeiras. Depois, ainda contratou Mário Sérgio, Paulo César Caju e Zé Mário. O esquadrão era tão formidável que a torcida pendurava faixas com as frases “Vencer ou vencer” e “Compre que a torcida garante”. Foi a época da Máquina Tricolor.

A Máquina foi desmontada em 1977. O Fluminense só voltou a ser campeão estadual em 1980, liderado pelo zagueiro Edinho, com uma vitória épica sobre o Vasco. Foi naquele campeonato que a torcida tricolor adotou o cântico “A benção João de Deus” como forma de motivar o time a superar momentos difíceis.

Em 1983, o Fluminense montou um time de desconhecidos. Para a surpresa dos adversários, os tricolores se sagraram campeões estaduais, com o histórico gol de Assis sobre o Flamengo no último minuto da partida final, quando os rubro-negros já comemoravam o título. Em 1984, repetiu o feito no Estadual, mais uma vez com Assis marcando sobre o maior rival. Por esses gols, o atacante recebeu o apelido de “Carrasco do Flamengo”.

Mas 1984 reservava glória ainda maior para o Fluminense: glória nacional. Comandado pelo craque paraguaio Romerito, contratado naquele ano, o time tricolor foi despachando seus adversários com um futebol compacto e eficiente. A equipe do técnico Carlos Alberto Parreira levantou o troféu depois de um empate por 0 a 0 com o Vasco, pois havia vencido o jogo de ida por 1 a 0, gol de Romerito.

Depois da conquista do Estadual de 1985, o último título desse time, o Fluminense viveu um jejum de nove anos. Foi Renato Gaúcho, em 1995, que tirou o clube da fila, em um dos mais sensacionais Fla-Flus de todos os tempos, vencido por 3 a 2 pelo Fluminense no ano do centenário do rival. O atacante marcou um gol de barriga aos 41 min do segundo tempo, dando o título para o clube.

Nos anos seguintes, a era mais negra da história tricolor. Em 1996, o clube foi rebaixado para a segunda divisão. Devido a um escândalo envolvendo compra de árbitros e manipulação de resultados, cujo pivô era o diretor da Comissão de Arbitragem na época, Ivens Mendes, o Fluminense foi reconduzido à Série A.

Mas a lição não foi aprendida e os mesmos erros continuaram a ser cometidos. O clube sofreu sua segunda queda seguida. Desta vez, caiu mesmo. Em 1998, o momento mais humilhante da história do Fluminense. O time foi rebaixado para a terceira divisão.

Em 1999, o presidente David Fischel investiu na recuperação do clube e trouxe de volta o técnico Carlos Alberto Parreira. Com o treinador, veio grande parte da comissão técnica campeã do mundo em 1994.

O investimento deu certo e, depois de campanhas fracas no Estadual, Rio-São Paulo e Copa do Brasil, o Fluminense foi campeão da Série C. O destaque daquele ano foi a torcida tricolor, que teve uma das dez maiores médias de público do Brasil disputando a terceira divisão nacional.

Os anos 2000 seriam bem melhores para o clube. O time se preparava para a disputa da Série B, mas a confusão do caso Sandro Hiroshi, protagonizado por Botafogo, São Paulo e Gama, acabou levando à criação da Copa João Havelange, organizada pelo Clube dos Treze. Assim, o Fluminense pulou uma etapa e voltou à elite do futebol nacional.

Os tricolores surpreenderam o Brasil e fizeram grande campanha, terminando em terceiro na fase de classificação. Apesar disso, um gol de falta marcado por Adhemar, do São Caetano, diante de 60 mil torcedores no Maracanã, deu fim ao sonho do Fluminense de conquistar o título.

Em 2001, o Flu chegou às semifinais do Campeonato Brasileiro, mas foi eliminado pelo Atlético-PR, que seria o campeão. No ano seguinte, quando foi comemorado o centenário do clube, os tricolores foram campeões estaduais depois de sete anos. Além disso, chegaram mais uma vez às semifinais do Brasileiro, mas perderam para o Corinthians.

Em 2005, voltou a conquistar o Campeonato Estadual e chegou à final da Copa do Brasil, mas perdeu para o Paulista. Em 2006, mais uma fuga do rebaixamento. O susto levou os dirigentes do Fluminense a investirem na modernização do clube, em uma gestão mais profissional. E foi nestes moldes que a equipe conquistou seu primeiro título nacional em 23 anos.

Apesar de começar desacreditado, o time comandado pelo agora técnico Renato Gaúcho se superou e foi campeão do torneio com uma vitória por 1 a 0 sobre o Figueirense, em Florianópolis, com gol do zagueiro Roger. No Campeonato Brasileiro, fez sua melhor campanha desde a instituição dos pontos corridos, terminando em quarto lugar. Em 2008, o Fluminense disputará a Copa Libertadores pela primeira vez desde 1985.

Títulos

Copa Rio Internacional 1952
Torneio Roberto Gomes Pedrosa (Taça de Prata) 1970
Campeonato Brasileiro 1984
Copa do Brasil 2007
Torneio Rio-São Paulo1957 e 1960
Campeonato Estadual do Rio de Janeiro 1906, 1907, 1908, 1909, 1911, 1917, 1918, 1919, 1924, 1936, 1937, 1938, 1940, 1941, 1946, 1951, 1959, 1964, 1969, 1971, 1973, 1975, 1976, 1980, 1983, 1984, 1985, 1995, 2002 e 2005
Campeonato Brasileiro da Série C 1999

Estádio

Laranjeiras

Hino

Sou tricolor de coração
Sou do clube tantas vezes campeão
Fascina pela sua disciplina
O Fluminense me domina
Eu tenho amor ao tricolor

Salve o querido pavilhão
Das três cores que traduzem tradição
A paz, a esperança e o vigor
Unido e forte pelo esporte
Eu sou é tricolor

Vence o Fluminense
Com o verde da esperança
Pois quem espera sempre alcança
Clube que orgulha o Brasil
Retumbante de glórias e vitórias mil

Vence o Fluminense
Com o sangue do encarnado
Com calor e com vigor
Faz a torcida querida
Vibrar de emoção o tricampeão

Sou tricolor de coração... (refrão)

Vence o Fluminense Usando a fidalguia Branco é paz e harmonia Brilha com o sol da manhã Com a luz de um refletor Salve o tricolor

Mascote

A mascote do Fluminense é o Cartola, símbolo da aristocracia do clube. Ele foi idealizado pelo caricaturista argentino Mollas devido à característica peculiar do clube de possuir torcedores ilustres e famosos.

Site

www.fluminense.com.br/

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Cristalina Atlético Clube

Fundação: 1952

Estádio: Salvador Amado
Capacidade: 3000 pessoas

Cronologia

1991 - Participou pela primeira vez do Campeonato Goiano da Segunda Divisão;
1994 - Ficou em terceiro lugar na Segunda divisão, porém por alguns problemas acabou pedindo licenciamento á Federação Goiana de Futebol;
2009 - O Clube disputará a 3ª Divisão do Campeonato Goiano.

Depois de vários anos inativo, o Cristalina Atlético Clube, também conhecido como CAC, começará neste sábado, dia 10 de outubro de 2009 a sua caminhada rumo a Série A2 (Segunda Divisão) do Campeonato Goiano de 2010. O time cristalinense, abrirá o Campeonato Goiano da Terceira Divisão, contra o Itaberaí Esporte Clube, da cidade de Itaberaí – GO, no Estádio Salvador Amado em Cristalina. A partida está marcada para iniciar às 15:30 hrs. O CAC vem realizando diversos amistosos com times de Brasília e Goiás, os dois últimos foram contra o Botafogo-DF, no estádio do CAVE, no Guará-DF, onde o destaque ficou por conta do artilheiro Túlio Maravilha, que marcou os dois gols da vitória do Botafogo, por 2 a 0. O outro foi um jogo-treino contra o time reserva do Clube Atlético Goianiense em Goiânia, time que está preste de consegui o acesso para a Série A do Campeonato Brasileiro.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Zumbi Esporte Clube

ZUMBI ESPORTE CLUBE fundado no dia 15 de novembro de 1954, por um grupo de jovens desportistas da época, foi o primeiro clube do interior a disputar a primeira divisão do Campeonato Alagoano, chegando, inclusive, a ser a terceira força do estado, porém, hoje, o clube encontra-se parado, sem apoio e não dispõe sequer de um time, ou seja, só vive na lembrança de alguns palmarinos saudosos.

O nome do clube é uma homenagem ao grande mártir ZUMBI, o último chefe do QUILOMBO DOS PALMARES. No momento o time do Zumbi encontra-se inativo e o seu estádio, ORLANDO GOMES DE BARROS (ORLANDÃO), com capacidade para quatro mil pessoas, está em péssimas condições de jogo, mas, mesmo assim alguns ainda se aventuram em jogar por lá.

O Zumbi subiu para a primeira divisão no ano de 1996, ficando em 6º lugar no final do campeonato. Em 1997, Marcelo Fumaça, atacante do Zumbi, foi artilheiro do Campeonato Alagoano com 14 gols. Apesar de fazer sua melhor campanha na 1ª divisão do Campeonato Alagoano, o Zumbi ficou em 5º lugar e não se classificou para a Segunda Fase.

A última competição oficial do Zumbi foi a segunda divisão no ano de 2001, o Zumbi precisava vencer para se classificar para a segunda fase e o jogo era no estádio Coaracy da Mata, em Palmeiras dos Índios e seria contra o Igaci, mas, não se sabe por qual motivo o Zumbi não compareceu ao estádio e sendo assim o Zumbi perdeu a chance e beneficiou a equipe do CSE, de Palmeira dos Índios, que se classificou junto do Igaci.

Estádio
Estádio Orlando Gomes de Barros, ou “Praxedão"
Capacidade 4.000

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Associação Acadêmica e Desportiva Vitória das Tabocas

Aos 06 (seis) dias do mês de maio de 2008 anos do nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo e data em que se completam 165 anos de elevação à categoria de cidade, fundada em 1623 pelo português oriundo da Ilha do Cabo Verde, Diogo de Braga, que em 03 de Agosto de 1645 fez surgir o Sentimento Nativista do povo brasileiro, na histórica Batalha de Tabocas, onde nasceu o exército brasileiro, pois, pela primeira vez em solo brasileiro Negros, brancos Índios, céu e terra se uniram para gerar a Nação, foram com estas palavras que às 20h00min horas, na Rua do Estudante, 112, Bairro Universitário, neste Município da Vitória de Santo Antão, Estado de Pernambuco, um grande grupo de pessoas atendem ao convite do Sr. Paulo Roberto, foram recebidas, e reuniram-se em Assembléia Geral para fundar um Clube de Futebol que viesse representar a Terra de TABOCAS.

O nome escolhido para o Clube foi: Associação Acadêmica e Desportiva Vitória das Tabocas, por incorporar o sentimento, educativo, esportivo e coletivo que urge no seio do povo Vitoriense, e que a partir desta data sua sigla será A.A.D.V.T, representada socialmente pelo nome VITÓRIA.
Com relação às cores, a Assembléia resolveu: serão o Azul do céu, o Grená do sangue dos guerreiros das Tabocas, e o Branco da paz, em seu escudo constará o Amarelo do Sol e o Verde dos Tabocais, os quais representarão os seus símbolos no Pavilhão no seu escudo e em seu Hino, neles constarão a simbologia do Monte e dos Leões das Tabocas, do Sol, do Globo, da Cruz de Malta e das Armas com a inscrição de autoria de Paulo Roberto,.


Fundada em 06/05/2008, a Associação Acadêmica e Desportiva Vitória tem como desafio repetir o sucesso obtido pelo extinto Desportiva Vitória, que surgiu no estadual de 1991 dando muito trabalho aos grandes da capital, sendo 3º colocado em seu primeiro ano de existência.Um bom indicador do novo Vitória é a campanha realizada pelo time na Série A-2, na qual já conquistou seu primeiro título antes mesmo de completar 6 meses de existência. Uma campanha quase irretocável, perdendo apenas 1 vez em 18 jogos disputados.


Títulos


Campeonato Pernambucano de Futebol - Série A2 - 2008



Estádio: Carneirão

Capacidade: 10.000 lugares

Site

terça-feira, 13 de outubro de 2009

São Gonçalo Futebol Clube

Fundado em 28 de julho de 1999, nascido de um sonho do desportista Francisco Potiguar Cavalcanti Jr, Dep. Poti Jr, que queria ver seu município participando da elite do futebol do Estado do Rio Grande do Norte, reuniu um grupo de 69 amigos para fundar o São Gonçalo, em uma noite inesqueçível na Câmara Municipal de São Gonçalo do Amarante. Nesta mesma noite, ficou definido que o mascote do time seria a imagem de um boi, em homenagem a mais tradicional dança folclórica do município, que é o Boi Calemba. Entretanto, o boi tornou-se "Touro", em decorrência da torcida ter tomado conta da divulgação do nome deste último, sendo, hoje, o touro uma marca forte no futebol potiguar. O nome São Gonçalo Futebol Clube foi escolhido depois da análise de algumas alternativas, prevalecendo este por simbolizar o município, facilitando a integração da cidade em torno do time. São Gonçalo do Amarante sempre foi considerado um dos principais celeiros de craques do futebol potiguar, destacando-se, entre outros, Odilon, Odisser, Gonsaga, Ribeiro, Zé Ireno, Tito, Assis e Paulinho, até porque foi o único município a conquistar por cinco vezes o tradicional Campeonato de Futebol do Interior, popularmente conhecido como Matutão. Vice-Campeonato Potiguar por duas vezes (2000 e 2003) e Campeão do Torneio Início 2005, o São Gonçalo F C ocupa o 255 lugar no Ranking criado pela CBF que pontua todos os times do Brasil.


Estádio



Luiz Rios Bacarau(Alçapão do Touro)
Capacidade 5 mil lugares





Hino



Vou para o estádio vibrarCom minha bandeira na mãoEu visto a camisaEsfrego o emblemaNo meu coraçãoMeu time é forte e valenteSão Gonçalo é meu tesouroQuero ver jogarE eu poder gritarÉ gol do touroSão Gonçalo tu és o melhorDo interior à capitalÉs a minha maior alegriaNo Rio Grande do NorteMeu time é forteÉ o meu maioralEu vou pedir proteçãoSão Gonçalo chegou para jogarVai na raça ele é meu campeãoO “Touro” é forteÉ bom no esporteEu não posso negarSou São Gonçalo e sou muito fielSuas cores engrandecem o futebolCom o “Touro” eu vou mais alémPode até chover cair tempestadeOu então fazer sol.



Mascote: Touro


Site


http://www.saogoncalofc.com.br/

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Sociedade Esportiva Nacional

A Sociedade Esportiva Nacional é um clube de futebol, da cidade de Santa Inês, no estado do Maranhão. Suas cores são azul, amarelo e branco.Fundação: 1º de novembro de 2002.

2002 - O clube estréia na Segunda Divisão Maranhense


2006 - Fica com o Vice Campeonato da Segunda Divisão, perdendo a final para o Santa Luzia, e ficando com a vaga na Primeira Divisão.
2007 - 8º colocado ; 2008 - 6º colocado

Estádio
Artema Santos
Capacidade 5.000

domingo, 11 de outubro de 2009

Associação Atlética Flamengo

Fundado no dia 1º de julho 1954 por uma carioca chamada Guiomar Pereira Xavier, o Flamengo de Guarulhos foi durante mais de 20 anos, como amador, uma das forças do Campeonato Guarulhense de Futebol. Entre 1969 e 1977, a equipe foi heptcampeã do torneio. Os bons resultados levaram a diretoria do clube a filiar-se à Federação Paulista de Futebol.

A estréia no profissionalismo aconteceu na quinta divisão, em 1979. No ano seguinte, esta categoria foi extinta e o Flamengo disputou a terceira divisão. Não conseguindo o acesso, o clube licenciou-se e voltou ao amadorismo.

A década 1980 ficou marcada pela construção do estádio do Flamengo, o Antonio Soares de Oliveira, cujo nome é uma homenagem a um ex-presidente da Liga Guarulhense de Futebol. Na década de 1990, mais precisamente entre 1994 e 1997, o time rubro-negro somou mais quatro títulos municipais e, entre as conquistas, em 1996, foi campeão amador do Estado de São Paulo.

Em 1998, o clube voltou definitivamente ao profissionalismo. Em 1999 foi campeão paulista da Série B2 (quinta divisão, sem equivalência atual), o que garantiu o acesso à Série B1 (equivalente à atual Segunda Divisão). Em 2000, o Flamengo obteve sucesso mais uma vez, conquistando o título e o acesso para a Série A3.

O ano de 2003 foi especial para o time, que viajou para o Líbano, onde realizou um amistoso na capital, Beirute. O adversário foi o Nejmeh e o placar da partida foi 3 a 0 para os brasileiros. O destaque do jogo foi o atacante tetracampeão mundial pela Seleção Brasileira, Bebeto. O jogador atuou um tempo em cada equipe.

Em 2005, mais um fato histórico para o clube de Guarulhos. A equipe Sub 13 foi convidada para participar de um torneio comemorativo à Copa do Mundo de 2002, que ocorreu na Coréia do Sul e no Japão. Apesar de não conquistar o título, o rubro-negro teve um grande desempenho. Em 2008, após três anos de disputa na Série A3, o clube sagrou-se campeão e conseguiu chegar à Série A2 pela primeira vez. Em sua estréia no torneio, em 2009, o clube chegou ao quadrangular final, mas não conseguiu o acesso.

Títulos

Campeonato Paulista Série A3: 2008.
Campeonato Paulista - Série B: 2000.
Campeonato Paulista Segunda Divisão B2: 1999.

Estádio

Antonio Soares de Oliveira

Capacidade: 15.000 espectadores


Hino

Minha paixão tem oito listras
Com duas cores eu me cubro
Pois sou Flamengo, sou Flamengo meu amor
Meu coração é negro e rubro

No Município de Guarulhos
Está gravada sua história
Pois sou Flamengo, sou Flamengo meu amor
No seu futuro está a glória

Flamengo, Flamengo, Flamengo
A voz ninguém há de calar
O grito de guerra que trago
No tempo irá ecoar

Transborda o meu coração
De amor pela Associação
Atlética Flamengo
Meu eterno campeão


Mascote


Se a raça, o símbolo, as cores e o nome são idênticos, haveria de existir para o rubro-negro de Guarulhos alguma diferença em relação ao clube inspirador. Ao invés do “Urubu”, do Flamengo carioca, seu irmão de sangue, o de Guarulhos preferiu o “Corvo” como mascote. Mas urubu não é a mesma coisa que corvo? A resposta é não. No Brasil, erroneamente costuma-se chamar corvo de urubu, mas ambos pertencem a “famílias” diferentes. Entre o Flamengo do Rio de Janeiro e o de Guarulhos acontece o mesmo


sábado, 10 de outubro de 2009

Profute Futebol Clube

O Profute Futebol Clube se encontra em uma região privilegiada para a prática do futebol, contemplando os municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Tanguá e Rio Bonito no Estado do Rio de Janeiro. Região notória formadora de jogadores conhecidos, desde Zizinho (Copa do Mundo de 1950), Bismarck (Copa do Mundo de 1990) à Alex (Chelsea) e Ibson (Flamengo). Atingem uma população estimada de 2.500.000 pessoas, com enorme potencial para revelar inúmeros talentos.

Estréia no Campeonato da Terceira Divisão de Profissionais em 2005. Na primeira fase se classifica em segundo lugar. Chega às quartas-de-final quando é eliminado.
Em 2006, é convidado a disputar a Segunda Divisão, se classificando na primeira fase.
Em 2007, a campanha é ruim e o clube é quase rebaixado, mas consegue permanecer através de uma espécie de requalificação ou torneio da morte, no qual fica em primeiro lugar.
A agremiação, antes sediada na capital do Rio de Janeiro se transfere para Tanguá.
Em 2008, não passa da primeira fase. Em 2009, continua a disputar o Campeonato Estadual da Segunda Divisão de Profissionais do Rio de Janeiro.
Utiliza-se atualmente para mando de seus jogos do Estádio Municipal de Itaboraí Alziro de Almeida, conhecido como Alzirão. Suas cores são verde, vermelho e branco.

O clube vem demonstrando ser uma nova opção no mercado de clubes formadores de jovens talentos, se destacando pelo seu profissionalismo e seriedade. O clube disputa atualmente o Campeonato Carioca da 2ª divisão do Rio de Janeiro nas categorias Profissional, Junior, Juvenil, Infantil, Mirim e Pré-mirim.



Estádio
Alziro de Almeida (Alzirão)
Capacidade 800


Site


http://www.profute.com.br/

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Grêmio Esportivo Laranjeiras

Surgiu em 15 de maio de 1980, por meio de um grupo de desportistas com o intuito de ingressar em jogos de veteranos existentes na época.Porém, em 1993 esse grupo percebeu que o clube poderia disputar campeonatos amadores, filiando-se à Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo (FES). Entre os anos de 2001 a 2003, a equipe de várzea começou a se preparar no futebol amador do Estado. De 2004 a 2007, a equipe que leva o nome de Laranjeiras iniciou as participações em campeonatos da 2º divisão. Em 2008 o GEL se classificou para competir pelos jogos da 1º divisão da elite do futebol capixaba.Neste ano o Gel deu continuidade à sua participação no Capixabão 2009, mas atualmente, por causa de uma irregularidade, encontra-se sub-júdice a sua permanência na Primeira Divisão. O processo foi julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva e o clube obteve o ganho da causa. Porém o mesmo TJD reuniu-se e fez com que o Gel perdesse 6 pontos. O presidente Hozano Pires informou que recorreu ao Supremo Tribunal de Justiça Desportiva, localizado no Rio de Janeiro. “Aguardamos resultado positivo. Caso o Gel ganhe, o clube irá somar 20 pontos conquistados no campeonato e, com isso, o time permanecerá na 1ª divisão”.

Estádio


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Esporte Clube Siderúrgica

Fundado no dia 31 de maio de 1930, por iniciativa de funcionários da Usina Siderúrgica Belgo-Mineira, o Esporte Clube Siderúrgica foi um exemplo de responsabilidade social em seu tempo, pois oferecia, através da Belgo Mineira, uma garantia de aprendizado de uma outra profissão, com a possibilidade, quando encerrava-se a carreira futebolística, do jogador trabalhar no ramo siderúrgico.A primeira partida do clube aconteceu em 17 de agosto de 1930, no campo do Alves Nogueira Foot Ball Club, atual PRAESA, quando o Siderúrgica perdeu para o rival, mais antigo e participante dos campeonatos mineiros de então. O primeiro presidente foi Felicio Roberto e o primeiro campo de futebol foi construído com o patrocínio da Belgo, em terreno doado pelo Recreio Club Siderúrgica. O famoso estádio da Praia do Ó foi palco de memoráveis embates da simpática “Tartaruga”.Em 1931, filiou-se a Liga Mineira de Desportos Terrestres e disputou seu primeiro torneio oficial, conquistando o título de Campeão da 2ª Divisão de Amadores. Em 1933, fez sua primeira partida como profissional, vencendo o Palestra Itália, atual Cruzeiro, pelo placar de 2 a 1.Em 1937 conquistou o título estadual em cima do Villa Nova, vencendo um jogo desempate. Carazo, ex-Palestra (Cruzeiro), perdeu um pênalti que poderia ter mudado o curso da histórica decisão, segundo os torcedores do Villa. O Siderúrgica teve ainda o artilheiro da competição, Arlindo, com 10 gols. Após belas participações nas décadas seguintes, quando conquistou quatro vice-campeonatos e dezenas de vitórias contra os rivais de Belo Horizonte, o clube conseguiu o título mineiro de 1964.




O título de 1964


Em 13 de dezembro de 1964, a Tartaruga, animal escolhido pelo cartunista Mangabeira para simbolizar o time de Sabará, protagonizou o capítulo final de uma fase romântica no futebol mineiro, ao conquistar o último título estadual antes da inauguração do Mineirão. No Estádio Otacílio Negrão de Lima, a Alameda (hoje, um supermercado), o time comandado por Dorival Knipell, o Yustrich, venceu o anfitrião América por 3 a 1 e deu início à festa na cidade histórica, dsitante apenas 25 km de Belo Horizonte. O time campeão formou com Djair, Geraldinho, Chiquito, Ze Luiz e Dawson Laviolla; Edson e Paulista; Ernani, Silvestre, Noventa (Aldeir) e Tião Cavadinha. Ninguém sabia então, mas esse foi o canto de cisne do clube sabarense.


Na heróica campanha da Tartagura em 64, houve apenas uma derrota, por 1 a 0, para o Cruzeiro, no Barro Preto, com um gol de Tostão (então com apenas 17 anos), contestado pelos jogadores e dirigentes do Siderúrgica, pois o jovem craque celeste estaria impedido.




Em 1965, já na era Mineirão, o Siderúrgica conseguiu a terceira colocação no Estadual, atrás de Cruzeiro e América e à frente do Atlético Mineiro, utilizando a mesma base que conquistara o título de 64. Aliás, como campeão mineiro em 1964, coube ao Siderúrgica a honra de representar Minas Gerais na Taça Brasil de 1965, disputando o primeiro jogo oficial da história do recém inaugurado Mineirão. No dia 29 de setembro de 1965, 24 dias após a inauguração do estádio, o Siderúrgica recebeu o Atlético-GO, no estádio da Pampulha, no jogo de volta da decisão da Zona Centro e venceu por 3 a 1, seguindo adiante na competição, quando perdeu para o Grêmio.




Mas já em 1966, em penúltimo lugar no campeonato mineiro, acompanhou o lanterna Renascença, da capital, no rebaixamento e em 1967, com o fim do apoio financeiro da Belgo-Mineira, o clube extinguiu o seu departamento de futebol profissional. Foi o mesmo triste caminho de outros tradicionais times da época, como Metalusina (Barão de Cocais), Asas (Lagoa Santa), Meridional (Conselheiro Lafaiete) e Bela Vista (Sete Lagoas).


Depois de 26 anos desativado, voltou a disputar, em 1993 e 1997, o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, mas sem o mesmo sucesso do passado.




Títulos



Campeonato Mineiro: 1937 e 19644

Torneio Início: 1942, 1951, 1956 e 1965

Taça Brasil Central: 1965.



Estádio

Praia do Ó


Nome Oficial: Estádio Eli Seabra Filho

Capacidade: 3.000 pessoas

Endereço: Rua da Ponte, s/n - Sabará-MG

Inauguração: 26/08/1934



MASCOTE
O Esporte Clube Siderúrgica tem como mascote uma Tartaruga, criação do cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, por encomenda do jornal 'Folha de Minas, em 1943

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Ipiranga de Aliança Esporte Clube

Depois de cinco titulos estaduais 1996/97/98/99/2005 e um vice em 2006, no campeonato amador, a equipe da cidade de Aliança do Tocantins faz em 2007 a estreia no Campeonato Estadual de Profissionais. Por questões burocráticas, o Aliança Esporte Clube, estará com novo nome no certame. A equipe foi inscrita como Ipiranga de Aliança, time que também contribuiu para o sucesso do futebol Aliancense. A profissionalização da equipe e a confirmação no campeonato só foi possível graças ao apoio da Prefeitura e Câmara Municipal, que oficializaram a parceria.
No ano de 2009, o Ipiranga desistiu de participar do campeonato. Conforme prevê o regulamento da competição, fica estabelecido que todas as partidas, realizadas ou não pelo clube, ficam com o placar de 3x0 para o adversário.


Títulos

5 Campeonatos Tocantinense Amador: 1996, 1997, 1998, 1999 e 2005

Estádio

Ipirangão
Nome Oficial: Estádio Vanderlei Afonso da Silva
Capacidade: 5.000 pessoas

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Barra Mansa Futebol Clube

O Barra Mansa Futebol Clube, fundado em 1908, foi o primeiro clube do Brasil a se profissionalizar, em 1911 , segundo alguns historiadores, sendo considerado pioneiro no País.
Ainda em 1908, o clube atendia por outro nome: Barramansense. Pouco mais tarde, atraiu a atenção do rico empresário sírio Espiridião Geraidini, que não mediu esforços para formar times de ponta. Pelos quadros do Leão do Sul passou gente como o filho ilustre da cidade Jair da Rosa Pinto, na época conhecido como Jajá de Barra Mansa, um dos mitos do futebol que brilhou na Vasco, na Seleção de 50 e em 56, ao lado de Dorval, Pelé e Pepe, marcou época no Santos, formando um ataque infernal.O período de profissionalização do Barra Mansa se manteve até a década de 60. A partir daí, o clube passou a participar de torneios amadores e, em raríssimas vezes, montou times profissionais mas que acabaram desfeitos. “ Somente em 1915, no dia 10 de outubro, é que o Barra Mansa passou a adotar o nome atual.
Amistoso contra o Atlhetic
Em dezembro de 1915, dois meses após ser denominado Barra Mansa, o Leão do Sul recebeu em casa o Atlhetic, do Rio Janeiro, para uma partida amistosa. Toda a movimentação do jogo foi descrita no extinto jornal local, Cartão Postal. O resultado frustrou aos torcedores, pois os visitantes venceram por 3 a 2, num confronto muito disputado, realizado sob temporal.
Nas décadas de 20 e 60, o clube era tido como um furacão nos gramados, ou como um verdadeiro Leão do Sul, que amedrontava os adversário. Nesse período, o Barra Mansa conquistou vários títulos, entre os quais, destacam-se o de campeão fluminense de 1953 e o de super-campeão fluminese também de 1953, organizados pela extinta Federação Fluminense de Desporto.
Nos anos 70 e 80, o clube passou totalmente em branco, mas foi na década de 90 que o Leão do Sul voltou a rugir. Em 1995, o Barra Mansa foi campeão do Módulo Intermediário do Campeonato Carioca. O regulamento do torneio previa que o campeão e o vice subissem para a elite do Futebol Carioca, mas por arbitrariedade da FERJ tal façanha não foi permitida.
Em 2008, o Barra Mansa Futebol Clube retorna oficialmente às atividades. Com a ajuda de empresários e políticos, o clube disputa a 3ª Divisão do Campeonato Carioca para que, no ano do seu centenário, retorne às glórias de velhos tempos.



Títulos


Campeonato Fluminense de Futebol: 2 vezes - 1953 e 1953 (Supercampeonato).
Campeonato Carioca (Grupo B da 1ª Divisão)*: 1995.
Torneio Início do Campeonato Fluminense: 1953.


Mascote: Leão
Uniforme: Camisa azul com detalhes brancos, calção branco e meia azul

Estádio


Prefeito Ismael de Souza (Leão do Sul) - Capacidade 5000


Site