quinta-feira, 30 de abril de 2009

Esporte Clube Poções

O Esporte Clube Poções é um clube jovem, fundado em 1985, mas já construiu uma incrível jornada no campeonato baiano, além de revelar bons jogadores. A agremiação, proveniente da cidade de Poções, costuma incomodar os grandes do estado - Bahia e Vitória.

Suas cores são o branco, azul e o vermelho, o que faz a equipe ser chamada de tricolor do sudeste. O seu acesso ocorreu em 1993, quando conquistou o campeonato da segunda divisão estadual baiana, fazendo a alegria dos aproximadamente 44.000 habitantes da cidade.
Ter alcançado a segunda divisão da competição com apenas 14 anos de existência foi um grande feito da agremiação. Seus jogadores são lembrados até hoje, porém o clube ainda carrega o estigma de chegar perto e morrer na praia na hora de levantar o caneco. Em disputas, mesmo que equilibradas, o clube não tem conseguido levar a melhor.

Seu maior feito foi em 1999, quando alcançou o vice-campeonato estadual, no ano em que Bahia e Vitória dividiram o título após batalha judicial. Somente em 2005 a Federação Baiana de Futebol decretou os dois times como campeões. Por conta disso, o Poções automaticamente tornou-se o natural vice-campeão.

Em 2009 o Poções vai defender seu mando de campo do estádio Waldomiro Borges, em Jequié. O estádio tem capacidade para 10 mil espectadores.

Títulos

Campeão da Segunda Divisão Baiana 1993

Estádio
  • Estádio Heraldo Curvelo

  • Capacidade 8.000

Seu estádio, o Heraldo Curvelo (Heraldão) é tido como um dos alçapões do interior baiano, sendo creditado a ele parte do sucesso do “tricolor do sudoeste” nos últimos quatro anos – especialmente em 95, quando ficou em terceiro na classificação geral, repetindo a dose em 96. Além de uma boa formação, o Poções possui uma boa sede, instalada no centro da cidade, com área de lazer, alojamentos com banheiros privativos e amplo espaço para os atletas.

Mascote

Raposa do Agreste











Site

http://www.esporteclubepocoes.com.br/



quarta-feira, 29 de abril de 2009

Esporte Clube Democrata

Nascido como uma dissidência do extinto Flamengo Football Club, o Democrata dedicou-se nas suas primeiras décadas de vida a competições amadoras em Governador Valadares (chamada de "Figueira do Rio Doce" até 1938) e região, mas ocasionalmente enfrentava em amistosos grandes equipes do futebol nacional, como por exemplo o Botafogo de Mané Garrincha. Nos anos 40, o Democrata formou uma equipe memorável, que excursou pelas cidades vizinhas do Vale do Rio Doce conquistando bons resultados e um longo período de invencibilidade; esta equipe ficou conhecida como "Expresso do Vale".

Neste período, o Democrata desenvolveu uma acirrada rivalidade com outra equipe de Governador Valadares, o Clube Atlético Pastoril. Ambas as equipes flertaram com o profissionalismo durante a década de 1960, mas somente o Democrata conseguiu prosperar após o fim do amadorismo.

Primeiras Participações no Campeonato Mineiro

O clube estreou na primeira divisão do Campeonato Mineiro em 1969, a convite da Federação Estadual. A partida que marcou a estreia do Democrata na elite do futebol mineiro foi contra a Usipa, de Ipatinga, no dia 26/01/1969, no Mamudão, e terminou em empate por 0 a 0. Ao final do campeonato, o Democrata foi apenas o 13º colocado. Mas foi a partir dos anos 80 que o Democrata tornou-se freqüentador assíduo da elite do futebol mineiro, participando de todas as edições do campeonato, exceto após ter sido rebaixado em duas ocasiões: em 1987 e 2001, quando disputou, por curtos períodos, a segunda divisão.

Em 1980 e 1982, o Democrata chegou à fase final do Campeonato Mineiro, que contava com 8 equipes. No segundo turno do Campeonato de 1984, o Democrata foi o 4º colocado e enfrentou o Atlético pela semifinal do segundo turno, sendo eliminado com duas derrotas, em Governador Valadares e no Mineirão.

O primeiro título oficial do Democrata em competições estaduais foi a Taça Minas Gerais de 1981, quando, na final, derrotou o Uberlândia. Na época, a Taça Minas Gerais correspondia a uma das fases do Campeonato Mineiro.

Tetra-Campeão do Interior e Vice-Campeão Estadual

O período de maior sucesso do Democrata no Campeonato Mineiro foi entre 1991 e 1994, quando foi o melhor time do interior mineiro (excluindo os clubes de Belo Horizonte: Atlético, Cruzeiro e América) por 4 anos consecutivos, conquistando o título de "Tetra-Campeão do Interior". Foi neste mesmo período que o Democrata conquistou o vice-campeonato mineiro de 1991, ficando atrás apenas do campeão Atlético e à frente de Cruzeiro e América. O vice-campeonato rompeu um longo período de hegemonia dos times da Capital, que monopolizavam as duas primeiras posições do Campeonato desde 1964 - portanto, desde antes da construção do Mineirão.

Naquele ano, a fase final do Campeonato foi disputada por seis equipes: Democrata-GV, Atlético, Cruzeiro, América, Rio Branco de Andradas e o Esportivo de Passos. O Democrata fez boa campanha, vencendo 4 dos 5 confrontos disputados no Mamudão, inclusive diante dos poderosos Cruzeiro (2 a 0) e América (3 a 0), mas na última rodada sucumbiu ao Atlético no Mineirão, sendo derrotado por 2 a 0 e dando adeus ao sonho do título estadual. Além do vice-campeonato, o Democrata consagrou o artilheiro do campeonato: Gilmar, com 14 gols.

O time-base do Democrata vice-campeão de 1991 era: Sílvio; Borges, Parreira, Walmir e Baiano; Toninho, Marcelo Alves (Coqui), Amando (Quirino) e Edinho (Páscoa); Gilmar Estevam e Élder. O técnico era Zé Maria Pena.

Em 1993, o Democrata classificou-se novamente para a fase decisiva do Campeonato Mineiro, desta vez disputada por 4 equipes: os três grandes da Capital (Atlético, Cruzeiro e América), além do Democrata. Porém, o time de Governador Valadares não conseguiu repetir a façanha de dois anos antes e terminou o quadrangular em último lugar, atrás dos três grandes. A partida que decidiu o Campeonato daquele ano foi disputada, pela primeira vez na História, no Mamudão, entre Democrata e América. O Democrata já não tinha mais chances e foi batido pelo América, que assim quebrou um longo jejum de títulos que vinha desde 1971.

Ganhando Projeção Nacional: Série B e Copa do Brasil

Após a conquista do vice-campeonato estadual em 1991, o Democrata garantiu participação na Copa do Brasil do ano seguinte, figurando pela primeira vez em sua história em uma competição nacional. Porém, o Democrata caiu logo na primeira fase, com um empate em casa e uma derrota em Curitiba contra o Paraná Clube.

O Democrata voltou a participar de uma competição nacional em 1994, quando substituiu o América-MG na Série B do Campeonato Brasileiro. Naquele ano, o América-MG estava cumprindo uma suspensão imposta pela CBF, e o Democrata, na condição de principal força do interior mineiro, ficou com a vaga do Coelho na competição. Porém, o time já não conseguiu repetir o mesmo sucesso do Campeonato Mineiro jogando contra equipes de outros Estados.

A primeira fase Série B era composta por 4 grupos de 6 times separados por critérios geográficos, de forma a diminuir despesas com viagens. Mesmo com esta divisão, o Democrata teve que arcar com longas viagens para o Nordeste do Brasil, que pesaram nas finanças do clube. Os resultados, por outro lado, foram magros: O Democrata jamais passou da 1ª fase da competição. Somando as duas participações (1994 e 1995), o Democrata fez 20 partidas pela Série B e venceu apenas 2 vezes, curiosamente sobre o mesmo time - o Santa Cruz de Recife - a primeira fora de casa, em 1994, a segunda no Mamudão, no ano seguinte. Mesmo vencendo apenas uma vez em 1994, o Democrata se salvou do rebaixamento à Série C, naquele ano, graças a nada menos que 7 empates conquistados nas outras 9 partidas.

O Democrata participou também da Copa do Brasil de 1995, a convite da CBF. Novamente, o time de Governador Valadares se beneficiou com a suspensão imposta ao América-MG, candidato natural à vaga graças à 3ª posição no Campeonato Mineiro do ano anterior. Na fase preliminar, o Democrata eliminou o Goiás com uma vitória por 2 a 0 no Mamudão e uma derrota por 1 a 0 em Goiânia. O confronto seguinte foi contra o Vitória, e o Democrata mais uma vez surpreendeu os visitantes com um 3 a 2 no Mamudão. Esta vitória foi particularmente marcante, já que o Vitória havia sido recentemente vice-campeão brasileiro, em 1993. Porém, na partida de volta o Democrata foi batido por 2 a 0 no Barradão, em Salvador, e deu adeus à Copa do Brasil.

Crise financeira e decepções em 1998 e 1999

Apesar dos sucessos dentro de campo e do expressivo crescimento da torcida - intitulada "A Maior do Interior" - o Democrata sofria com a falta de apoio do poder público e dos empresários de Governador Valadares. Assim, o clube foi acumulando dívidas ao mesmo tempo em que progredia no futebol. A partir de 1995 a situação financeira passou a influenciar negativamente o desempenho da equipe, que só escapou do rebaixamento no Campeonato Mineiro na última rodada, ao golear o Rio Branco de Andradas por 5 a 0 em Governador Valadares.

No Brasileiro da Série B daquele ano, o Democrata fez uma campanha sofrível, com direito a uma derrota por 4 a 0 em pleno Mamudão diante do modesto Central de Caruaru (PE), somando apenas 5 pontos em 10 partidas e sendo rebaixado à Série C como o pior dos 24 participantes da Série B.

No início de 1996, o Democrata ameaçou desistir do Campeonato Mineiro se não conseguisse patrocínios junto ao empresariado de Governador Valadares. A situação foi contornada a tempo, mas a campanha do Democrata foi apenas mediana, insuficiente para chegar à fase final (disputada por seis equipes) mas livre do rebaixamento ao Módulo II. Porém, para evitar despesas com viagens, o Democrata abriu mão de disputar a Série C do Campeonato Brasileiro, onde tinha lugar garantido por ter sido rebaixado da Série B do ano anterior.

Depois de outra campanha medíocre no Estadual de 97, o Democrata voltou a empolgar sua torcida no campeonato seguinte, ao firmar uma parceria com uma empresa de loterias da região. O time terminou a primeira fase em 3º lugar, sem perder nenhuma partida em casa. Nas quartas-de-final, enfrentou o América, que havia sido o 6º colocado na primeira fase. Mais uma vez, o Democrata deu adeus ao sonho do título com uma derrota por 1 a 0 no Independência e um empate no Mamudão por 1 a 1, numa partida em que arbitragem foi bastante contestada. Após a eliminação, a parceria com a empresa de loterias foi rompida, e o clube voltou à situação de penúria financeira.

O Campeonato de 1999 apresentou uma mudança na forma de disputa: os três clubes da Capital (Atlético, Cruzeiro e América), juntamente com o Villa Nova, entrariam apenas na segunda fase. A primeira fase seria disputada apenas pelas 8 equipes restantes do interior, sendo as 4 melhores promovidas para a segunda fase, e a campeã recebendo o título da Taça Minas Gerais e uma cobiçada vaga na Copa do Brasil do ano seguinte. Mesmo com uma equipe mais modesta em relação à de 1998, o Democrata despontou como favorito para a conquista da Taça, fazendo uma campanha invicta até faltarem 3 rodadas para o fim. No entanto, o Democrata fez o que parecia impossível: foi derrotado nas 3 últimas partidas, a última delas para a URT em pleno Mamudão por 2 a 1, quando bastava o empate. A URT descontou uma diferença de 8 pontos nas 3 últimas rodadas, ficando com a Taça Minas Gerais e a vaga na Copa do Brasil. Com o vice-campeonato na Taça, o Democrata garantiu participação na segunda fase do Campeonato, onde fez uma campanha irregular e terminou em 5º.

Declínio e Rebaixamento ao Módulo II

A mesma forma de disputa foi mantida para 2000, porém desta vez a URT ganhou com folgas o título da Taça Minas Gerais e a vaga na Copa do Brasil; o Democrata limitou-se a garantir a classificação para a segunda fase do campeonato. Na segunda fase, livre dos riscos de rebaixamento, o Democrata somou aos seus problemas uma epidemia de Dengue que assolou vários jogadores do elenco. Com o time "dengoso", o Democrata perdeu 11 das 14 partidas e terminou em último lugar dentre os 8 participantes da segunda fase - um mau prenúncio para o ano seguinte.

Depois de tantos altos e baixos, com os cofres praticamente vazios e as rendas de bilheteria sendo freqüentemente penhoradas para o pagamento de dívidas, o Democrata teve seu inevitável encontro com o rebaixamento no Campeonato de 2001, ao terminar a primeira fase como o penúltimo colocado dentre os 12 participantes. A partida que selou o destino do Democrata rumo ao Módulo II aconteceu em 7 de Abril de 2001, no Mamudão, em que o Democrata foi batido pelo América por 1 a 0.

Retorno ao Módulo I e Participação na Série C

Em 2003, o clube sagrou-se campeão mineiro de juniores.

Em 2005, ao vencer o Campeonato Mineiro de Futebol - Módulo II - equivalente à segunda divisão estadual - conseguiu retornar ao Módulo I da primeira divisão, quatro anos após o rebaixamento.

Em 2007, o clube fez uma ótima campanha no Campeonato Mineiro, graças a uma parceria com o Clube Atlético Mineiro, ficando em 3º lugar e garantindo a sua participação no Campeonato Brasileiro da Série C daquele mesmo ano e na Copa do Brasil do ano seguinte.

O grupo do Democrata na primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série C contou com Villa Nova (MG), Juventus (SP) e Madureira (RJ). Para a segunda fase, classificaram-se Villa Nova (MG) e Democrata. O Democrata foi eliminado na segunda fase, num grupo que contava com Roma (PR), Bragantino (SP) e Esportivo (RS).

O Bragantino (SP), que se classificou para a fase seguinte, juntamente com o Esportivo (RS), acabou sendo o campeão da Série C. Importante destacar que nos confrontos com o Bragantino (SP), o Democrata perdeu em Bragança Paulista por 1x0, com um gol no último minuto do jogo e em Governador Valadares, fez sua mais espetacular partida. Após estar perdendo por 3x0, o Democrata virou o jogo e venceu por 5x3.

Estádio

O Estádio José Mammoud Abbas, ou Mamudão, localiza-se em Governador Valadares, Minas Gerais e pertence ao Esporte Clube Democrata. O estádio tem capacidade para 5.700 pessoas.

Com a inauguração feita em 1964 teve como seu primeiro jogo Democrata-GV 0 x 2 Botafogo-RJ, em um campeonato realizado entre o E.C. Democrata e clubes importantes do Rio de Janeiro.


Títulos

Campeão da Taça Minas Gerais (1981), Vice-Campeão Mineiro (1991), Penta-Campeão do Interior de Minas (1991, 1992, 1993, 1994 e 2007), Campeão Mineiro do Módulo II (2005) e Campeão Mineiro de Juniores (2003).

Hino

Letra e música de Rosenberg Pettersen

Esporte Clube Democrata
És uma equipe de grande tradição
Pantera de sangue alvinegro
A tua força faz tremer qualquer leão

Democrata sinônimo de luta
Força, coragem e esplendor
Pantera, teu lema é a vitória
Teus dias são de glória, de raça e amor

És o orgulho do Vale do Rio Doce
Tua camisa é a imagem do poder
O teu passado reflete no presente
Um futuro que haveremos de vencer

Se acaso a derrota acontecer
Não vai ser nada, iremos prosseguir
O que importa é a nossa união
Porque unidos a vitória há de vir

Esporte Clube Democrata
O teu nome exprime liberdade
És a esperança de tantos corações
Alvinegros que te amam de verdade

Democrata és o grito de um povo
Uma união cujo lema é vencer
Vamos, Pantera, nada temos a temer
Nós somos brasileiros, Democrata até morrer.

Mascote



Nasce a Pantera, o mascote do Democrata

A escolha de uma pantera para ser o símbolo do Esporte Clube Democrata aconteceu em 1969, quando foi lançada a pedra fundamental da sede olímpica do ECD, que seria construída na área do Estádio Mammoud Abbas que fica de frente para a Rua Afonso Pena. À época, a diretoria do Democrata lançou uma campanha publicitária com o slogan “Democrata é preto no branco”. Para ilustrar a campanha, pensou-se na necessidade de um mascote, que poderia ser adotado definitivamente como mascote oficial do clube.

A sede olímpica jamais foi construída, mas o mascote nasceu identifica o Democrata no cenário esportivo brasileiro. O mascote do ECD é uma pantera. O jornalista Marcondes Tedesco (já falecido) foi o criador da pantera. Em entrevista ao jornalista Tim Filho, em 1995, Tedesco contou que durante o processo de criação, vários animais foram lembrados para simbolizar a raça democratense, mas a pantera foi escolhida por ser um felino e de cor negra, cor predominante no uniforme do Democrata. “Os felinos são vencedores, não se acovardam e reinam soberanos na selva”, disse o jornalista. O primeiro desenho da pantera foi feito pelo artista plástico Epaminondas Bassi, em 1969.

Site

http://www.democratagv.com.br

terça-feira, 28 de abril de 2009

Araguaia Atlético Clube


O Araguaia Atlético Clube é um clube de futebol da cidade de Alto Araguaia, Mato Grosso.Fundação 1 de Dezembro de 1998.


Títulos

Copa Governador do Mato Grosso: 2008.

Estádio


Nome: Estádio Municipal Antônio Afonso de Melo - Bilinão Capacidade: 4.500 pessoas


O Estádio Municipal Antônio Afonso de Melo, o Bilinão começou a ser construído em outubro de 1979. A pedra fundamental da obra foi lançada no dia 26 de outubro do mesmo ano, pelo então Governador do Estado, o engenheiro Frederico Carlos Soares campos, e pelo então Prefeito de Alto Araguaia, Severino Botelho de Melo, mais conhecido como Bilino.

Com a decisão de colocar novamente um time araguaiense na elite do futebol Mato-grossense, em outubro de 2007 começaram as obras de reforma geral do Estádio Municipal Antônio Afonso de Melo, sendo reinaugurado no início de janeiro de 2008. Dentre as obras realizadas estão a troca completa do gramado, nova drenagem, construção de cabines de imprensa, reforma dos vestiários, construção da sala de árbitros, banheiros, construção do parque infantil, pintura geral, entre outros. Foram gastos cerca de R$ 450 mil para que o torcedor que fosse ao estádio Prestigiar o Araguaia Atlético Clube se sentisse em casa. A iluminação do Estádio foi inaugurada no dia 1º de março, durante o Campeonato Mato-grossense de 2008, no jogo entre Araguaia e Primavera.


Hino

Letra: Amilton José e João Barbosa
Melodia: Ronaldo César

Salve! Salve! O meu Araguaia
Tricolor do meu coração
Ó Pantera de garra a fiada
Você é minha nova paixão.

Araguaia, Araguaia, Araguaia
Atlético Clube do meu coração
Você nasceu pra nos alegrar
Dia e noite em toda ocasião.

Eu quero ver a Pantera rugindo
Lutar com garra na competição
Araguaia, Araguaia, Araguaia
Você é minha nova paixão!

Araguaia, Araguaia, Araguaia
Você é minha nova paixão!

Mascote
O time do Araguaia Atlético Clube tem como mascote a Pantera. O mascote do time surgiu, de acordo com pessoas ligadas a diretoria do clube e a seus fundadores, em homenagem a um antigo time da cidade, o Pantera do Leste, que de 1968 a 1972 foi o melhor time da região e disputou vários campeonatos.

Conhecido como a Pantera do Vale recebeu esse nome devido à região em que se situa a cidade de Alto Araguaia, no Vale do Araguaia.

Site

http://www.araguaiaatleticoclube.com.br

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Caçador Atlético Clube

O Caçador Atlético Clube foi fundado em 6 de julho de 2003, por iniciativa de grupo de amigos, amantes do futebol e preocupados com os problemas sociais de nosso município e vendo que o esporte poderia contribuir em prol desta causa. Com um elenco mesclando ex-profissionais e atletas amadores do município, o CAC, como é carinhosamente chamado pela torcida, iniciou sua atuação no futebol de campo, mantendo constante evolução até os dias de hoje.

Já no primeiro campeonato disputado, o Estadual de Amadores 2005, o CAC chegou a semifinal, sendo eliminado após dois jogos memoráveis contra o Gigantinho, de Chapecó. O confronto foi considerado uma final antecipada, já o Gigantinho chegaria ao titulo naquele ano.

A partir daí, o CAC continuou sua trajetória pelos gramados a fora. Aprendeu com as vitórias e derrotas. Agregou forças e parcerias. Investiu nas categorias de base, prioridade estabelecida desde o início pela diretoria do clube.

E foi com a garotada que veio o primeiro título da história do Caçador Atlético Clube, em 2007. O time sub-15 foi campeão da Copa Bugre, em São Miguel do Oeste. Posteriormente a mesma equipe alcançou o vice-campeonato do Estadual-Oeste da categoria.

No mesmo ano de 2007 foi comemorado também o primeiro título pelo time principal, a Copa Contestado. A vitória emocionante nos pênaltis diante do São Luiz, de Rio das Antas, foi diante da torcida no Estádio Municipal Carlos Alberto da Costa Neves.

Outros dois momentos que merecem destaque na história do clube foram os amistosos contra grandes times do futebol brasileiro. Os jogos mobilizaram a torcida que lotou as arquibancadas para assistir ao empate de 5 a 5 contra o Coritiba. Meses depois o CAC recebeu o Paraná Clube e não decepcionou, vencendo por 1 a 0.

Títulos, amistosos interestaduais e uma evolução visível no trabalho do clube animaram a diretoria que já tinha como certo a participação em 2008 na Divisão de Acesso do Campeonato Catarinense. E é neste clima que o CAC inicia o ano, já vislumbrando um passo maior, chegar a elite do futebol catarinense.

Movido pelo espírito caçadorense, saudosista e realizador de incluir nosso município no certame catarinense de futebol, pela representatividade esportiva que nossa terra historicamente possui, associado ao talento do seu povo, que surge a idéia de participar do Campeonato estadual de Futebol profissional. Com este espírito e objetivo estamos buscando o apoio logístico para nossa Entidade.

Estádio


Estádio Municipal Dr. Carlos Alberto Da Costa Neves
Capacidade: 5.000

Mascote











Site


http://www.cac.cacador.com.br/

domingo, 26 de abril de 2009

Radium Futebol Clube

No dia 1º de maio de 1919 foi fundado na cidade de Mococa o Radium, da fusão do Operário FC e do Mocoquense FC. Recebeu este nome como forma de homenagem ao elemento químico recém-descoberto pela cientista francesa Madame Curie: o Radium (que anos depois passou a se chamar Rádio), que pressupunha força, potência e energia.

Do ano de sua fundação até 1948, o clube disputou competições amadoras e torneios regionais e a partir de 1949 ingressou nas competições profissionais, no Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Além disso, o Radium desde que nasceu utilizou o mesmo escudo e as mesmas cores, o verde e branco, assim ficando conhecido como “Verdão da Mogiana”.

Logo em 1950 a equipe conseguiu seu primeiro título, o de campeã da “Segundona”, e com essa conquista, teve o direito de participar da Primeira Divisão no ano seguinte. Esteve na elite do futebol estadual ao lado de Corinthians, da Portuguesa de Desportos, e do São Paulo, entre outros, por duas temporadas: 1951 e 1952.

Após ficar o ano de 1953 sem competir profissionalmente, voltou em 1954 no então Campeonato Paulista da Primeira Divisão (equivalente a atual Série A2), competição que disputou até 1957. No ano seguinte, mais um período longe dos torneios profissionais, com o retorno em 1961 na Terceira Divisão Estadual.

De 1962 até 1976 o clube esteve mais uma vez longe dos campeonatos profissionais, voltando na “Terceirona” de 1977, divisão que permaneceu até 1979, quando ao lado do Amparo e do Lemense conseguiu o acesso à Segunda Divisão de 1980. Ainda neste ano, o clube realizou o primeiro amistoso internacional da história contra a Seleção da Arábia Saudita.O resultado foi 4 a 1 para os brasileiros.

Em 1988 o clube de Mococa foi rebaixado e disputou por dois anos o Campeonato Paulista da Segunda Divisão (equivalente a atual Série A3), quando em 1990 novamente obteve o direito de subir uma divisão e chegar à Série Intermediária, competição que esteve inscrito por quatro temporadas.

Em 1994 disputou o Campeonato Paulista B1A, equivalente à quarta divisão do futebol estadual, e continuou nesta competição até 1996. Nas temporadas de 1997 e 1998 esteve ausente do profissionalismo e no ano seguinte, em 1999, disputou a Série B1B.

Do ano 2000 até 2003 participou do Campeonato Paulista da Série B2 e neste meio tempo, entre 2001 e 2003, esteve presente em três edições da Copa São Paulo de Juniores, sendo eliminado na primeira fase de todas. Em 2005 passou a competir na Segunda Divisão Estadual.

Passaram pelo Radium grandes nomes do futebol paulista, talvez o mais conhecido tenha sido Gilmar Justino Dias, o "Mococa", ex-volante do Palmeiras.

Títulos

1950 - Campeão Paulista da 2ª Divisão

Estádio

Olímpico de São Sebastião - Capacidade: 9.000 pessoas

Hino

Salve o verdão da Mogiana
O Periquito que a gente ama
Com sua glória magistral
É o nosso Radium
Cheio de moral (bis)

Radium, Radium
Teu passado tem história
E o presente mostra
Que o futuro é só vitória

Radium o bravo campeão
Está no nosso coração
Eternamente na memória


Mascote

O“Periquito da Mogiana”


Site

http://www.radiumfc.com.br

sábado, 25 de abril de 2009

Brazsat Futebol Clube

O Brazsat Futebol Clube nasceu com o nome de Recanto EC, agremiação fundada em 2005 no Recanto das Emas, no entorno de Brasília.

No final do ano de 2007, o clube foi adquirido pelo empresário João Gilberto Vaz , num processo que transformou o pequeno clube de estrutura quase familiar numa das maiores promessas do Futebol Candango.

Dispondo de sua impecável reputação profissional como patrimônio do novo clube, Vaz conseguiu conquistar a confiança de grupos internacionais, que agora fazem parte do cotidiano das ações promovidas pelo Brazsat Futebol Clube.

Desta forma, o Brazsat FC inicia a temporada 2008 como um dos fortes candidatos ao título da terceira divisão do futebol de Brasília.

O Brazsat Futebol Clube tem um interessante equilíbrio entre experiência e juventude, trazendo jogadores já consagrados no futebol do Distrito Federal, como Welder, Adriano, Cassius, Fernando e Thiago, para atuar ao lado de jovens promessas, como o atacante Biro, ex-atleta do MS/Saad, o volante Gustavo, que atuava também pelo MS/SAAD, além de Davi, Christian, e Johnnie, jovens de grande potencial.

O clube conta ainda com sua primeira estrela internacional, o atacante Ali Abu Taha, Iraquiano de nascimento e Palestino pela força de sangue e laços culturais, e historicamente o primeiro jogador de futebol profissional de origem árabe a atuar em um clube de futebol profissional no Brasil.

Títulos

Campeonato Brasiliense - 3ª Divisão: 2008


Mascote do Brazsat F.C.


Site

http://www.brazsat.com.br/brazsatfutebolclube/index.htm

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Rio das Ostras Futebol Clube

O Rio das Ostras Futebol Clube (ROFC) surgiu a partir da idéia de 16 jovens que se encontravam para jogar futebol na praia da Vila de Rio das Ostras, até então era o 2º Distrito de Casimiro de Abreu. O ano era 1960, e logo que resolveram montar o ROFC, encontraram um campo de futebol próximo a Rodovia Amaral Peixoto. A estrutura era pequena, assim como a vila. Mas muitos jogos aconteceram naquele campo, que deu origem a história do clube. O primeiro presidente eleito foi Gualberto David Pereira.

Em 1966, a idéia já havia amadurecido na cabeça dos jovens e houve a necessidade de criação de uma estrutura melhor para o clube. Para sede social foi locado um imóvel e para a sede esportiva eles escolheram a área onde permanecem até então. Lá, foi feito o campo de futebol e posteriormente os vestiários, os alambrados e o muro. Mas uma das melhores fases do clube ainda estava a caminho: aconteceu em 1968 e 1969. Nesse período o clube ganhou personalidade jurídica com registro do estatuto em cartório e filiação junto a Federação Fluminense de Futebol do antigo estado do Rio de Janeiro.

Assim, o clube começou a participar de campeonatos oficiais e amadores da federação. O primeiro foi o amador da Liga de São Pedro da Aldeia. No ano seguinte representaram o município de Casimiro de Abreu no campeonato das seleções do Estado do Rio de Janeiro. Durante os três anos que jogaram nesse campeonato foram campeões numa disputa entre oito clubes do estado.

Em 1970, o ROFC começou a ser reconhecido. O presidente Francisco do Nascimento ganhou o troféu desportivo da imprensa conferido pela Federação Estadual do Rio de janeiro.

O Rio das Ostras Futebol Clube já foi campeão da Terceira Divisão do estado do Rio de janeiro, e há vinte anos se tornou um time profissional. Disputou a Segunda Divisão do campeonato estadual.

Em 1973, foi vice-campeão do torneio Costa do Sol, campeão do torneio 1º de maio em Barra de São João e Campeão de Bronze do Estado do Rio de janeiro. Em 1974, foi Campeão amador do torneio Costa do Sol e em 1981, campeão do Torneio da Pátria em Casimiro de Abreu.

O clube estréia no profissionalismo em 1978 na chamada Divisão de Acesso, correspondente à Segunda Divisão do estado do Rio de Janeiro. Volta em 1981 na Terceira Divisão recriada, mas não consegue o acesso. Disputa a mesma divisão em 1984, 1987, 1988 e 1989, quando se sagra campeão e sobe para a Segunda Divisão onde permanece no ano de 1990.

Em 1991, os times mais bem colocados do ano anterior passam a compor o Módulo "B" da Primeira Divisão e o Rio das Ostras passa a integrar a Segunda Divisão, que na verdade seria a Terceira. Participa também em 1992 e 1994. Licencia-se em 1995, só retornando ao profissionalismo em 1998 na Terceira Divisão, quando não consegue passar da primeira fase.

Em 1999, não participa de nenhuma competição. Volta em 2000 e é o terceiro colocado do Campeonato da Terceira Divisão. Em 2001, sagra-se vice-campeão do mesmo certame vencido pelo Clube Esportivo Rio Branco, de Campos.

Em 2002, na Terceira Divisão, é eliminado na fase semifinal e não consegue o acesso. No ano seguinte, perde também na semifinal para o Mesquita Futebol Clube.

Em 2004, se licencia dos campeonatos. Volta apenas em 2006 quando cai na segunda fase.

Em 2007, novamente pede licença do profissionalismo, fato que se repete em 2008, quando sai com a tabela já montada.

Uma história engraçada marcou um jogo dos juniores do Rio das Ostras contra o Vasco em 1989. O presidente do Rio das Ostras, Fernando de Oliveira Ferreira entrou em campo com chinelo e cinto para bater no juiz. O motivo foi porque aos 48 minutos do segundo tempo, marcaram um pênalti para o Vasco, que estava perdendo por 1x0. Após a confusão, o juiz confirmou o pênalti, mas o jogador do Vasco chutou para fora.

Conquistas

O Rio das Ostras Futebol Clube já foi campeão da terceira divisão do estado do Rio de janeiro Campeonato Carioca da Terceira Divisão: 1989, e há 20 anos se tornou um time profissional e disputou a segunda divisão do campeonato estadual.
Em 1973 foi vice-campeão do torneio Costa do Sol, campeão do torneio 1º de maio em Barra de São João e Campeão de Bronze do Estado do Rio de janeiro. Em 1974 foi Campeão amador do torneio Costa do Sol e em 1981, campeão do Torneio da Pátria em Casimiro de Abreu.

Hino

Rio das Ostras minha paixão

Sempre serás um campeão

Tens alegria, tens muito amor.

Na simpatia do nosso torcedor

A tua glória na história vai ficar

E na alegria vou desfraldar

O alvinegro pavilhão

O clube do meu coração

Site

http://www.riodasostrasfutebolclube.com.br/

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Associação Desportiva Limoeiro Futebol Clube

Após a ascensão à primeira divisão do Campeonato Cearense, o Esporte Clube Limoeiro encheu os olhos dos limoeirenses com jogos memoráveis.

O estádio José de Oliveira Bandeira (o Bandeirão), foi palco de grandes duelos, tendo em destaque a campanha do time no Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão, em 1998, quando terminou em sétimo lugar.

O time revelou grandes jogadores da nossa região, mas, vítima do dilema que vive os clubes brasileiros, os mesmos foram negociados. E sem condições de manter uma base, com um time todo renovado, o time foi caindo de rendimento.

Daí em diante, o clube entrou numa crise sem fim, sendo rebaixado para 2ª divisão do cearense, até pedir licença à Federação Cearense de Futebol, dando lugar a um novo clube, que se chamaria Associação Desportiva Limoeiro Futebol Clube.

Fundado em 1° de fevereiro de 2001, em sua primeira participação na segundona do cearense, no mesmo ano, o Limoeiro Futebol Clube ergueu a taça e partiu com tudo para ocupar novamente o lugar que nosso futebol merece. Agora a missão seria permanecer na 1ª Divisão do Cearense.Em 2004, veio a glória, quando o time fez uma campanha inesquecível, ficando em 4ª lugar na Série “C” do Brasileirão.

Vieram jogadores de renome, a nível cearense, para a disputa do estadual, e não fizeram nada mais do que beber e farrear na nossa cidade, enquanto o time caia pelas tabelas.Hoje, depois de cair novamente para segunda divisão do cearense, o Limoeiro Futebol Clube faz a pior campanha de todos esses anos.

Títulos

Campeonato Cearense - 2ª Divisão: 2 vezes (1994 e 2001).

Estádio

Estádio José de Oliveira Bandeira, ou apenas Bandeirão, é um estádio brasileiro de futebol de propriedade do Limoeiro F.C., localizado na cidade de Limoeiro do Norte, no estado do Ceará.

Foi inaugurado em 1987. A capacidade do Bandeirão atualmente é de 5.000 espectadores.

Mascote

Jaguar do Vale





Site

http://www.limoeirofc.blogspot.com/

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Associação Jaguaré Esporte Clube

A Associação Jaguaré Esporte Clube foi fundada no dia 5 de dezembro de 2001. Um dos times mais novos do futebol do Espírito Santo, o Tricolor do Norte, como é conhecido, tem uma trajetória com muitas conquistas no cenário estadual. No entanto, algumas dificuldades surgiram, principalmente, pela equipe ter se destacado no futebol capixaba e se originado no interior do estado, e não na tradicional Grande Vitória, reduto das equipes que mais acumulam títulos estaduais.

Sua estréia aconteceu no ano de 2002 na segunda divisão do Campeonato Capixaba e a campanha serviu para o time adquirir experiência. Com duas vitórias, cinco empates e oito derrotas, o clube ficou na oitava posição.

O jovem time também não alcançou destaque na temporada seguinte. A equipe foi última colocada e ganhou apenas uma partida na competição, conseguindo ainda dois empates e sete derrotas. Mesmo assim, o time já conquistava torcedores fiéis que o empurrariam nos próximos anos.

O ano de 2004 foi espetacular para a torcida do Jaguaré. Na primeira etapa, a agremiação terminou em terceiro lugar com oito pontos, três a menos que o campeão Nova Venécia. O segundo turno, por sua vez, foi vencido pelo time da terra do café com 12 pontos, um a mais que o campeão do primeiro.

Com isso, o clube garantiu uma vaga na fase final e o acesso para a elite do estado do Espírito Santo. Na semifinal, a equipe foi eliminada após perder os dois jogos, o primeiro por 1 a 0 e o segundo por 2 a 1 para o Estrela de Cachoeiro, campeão daquela temporada.

A estréia na elite capixaba foi impressionante no ano de 2005. No primeiro turno, o time ficou na terceira colocação com cinco pontos a menos que o campeão Serra. Já no returno, a equipe teve que se contentar apenas com a sexta posição. Mesmo assim, o Jaguaré se garantiu na seminal, sendo eliminado após duas derrotas para o Serra por 3 a 1.

Na temporada seguinte, o time mostrou que não ficaria na série A por apenas um ano. Mesmo não tendo disputado a semifinal, a equipe encerrou a competição com o quinto lugar na tabela com 14 pontos, seis a menos que o primeiro, Rio Branco. Ainda em 2006, o tricolor sagrou-se vice-campeão da Copa ES.

O ano de 2007 foi considerado o principal ano da história do Jaguaré. O clube fez uma campanha muito boa e terminou o Campeonato Capixaba em segundo lugar, atrás do Linhares. Já na Copa Espírito Santo, o Jaguaré se sagrou campeão em cima do Vilavelhense. Esse foi o primeiro título da história da agremiação.

O bom desempenho na temporada de 2007 garantiu ao Jaguaré uma vaga no Campeonato Brasileiro da Série C. Mesmo não tendo se destacado na competição, a equipe marcou presença e ganhou uma nova experiência que muitos times mais velhos no futebol capixaba ainda não conseguiram.

No ano passado, a equipe tricolor garantiu um lugar no G4 do Capixabão, encerrando sua participação no campeonato contra o Serra. O Jaguaré marcou presença ainda na Copa do Brasil, ocupando a vaga que o título de 2007 tinha lhe garantido. Entre polêmicas no campeonato, a equipe deixou a competição após vencer a equipe do River (PI) em casa por 3 a 2 e perder por 2 a 0 na casa do time piauiense.

Ainda em 2008, o Jaguaré teve vaga na Copa Espírito Santo, mas não participou devido a mudanças no regulamento que transformou a competição em Sub 23, o que não era vantajoso para sua equipe de jogadores mais experientes.

Em 2009, o Jaguaré sofreu mudanças. Desde o plantel anterior até membros da diretoria foram mudados. A proposta do time também foi alterada para um modelo inovador que deu lugar a jogadores mais novos, movidos pela vontade de crescer no futebol.

Tendo no Município um projeto social, empresarial e esportivo, chamado de Clube Escola Jaguaré, o time viu a oportunidades de firmar parcerias com a entidade, no sentido de dar suporte à formação do plantel da equipe.

Esse estreitamento de laços tem gerado bons frutos, já que a equipe tem a oportunidade de aproveitar jovens talentos ao mesmo tempo em que potencializa as possibilidades desses jogadores.

Além disso, o time trouxe novidades para sua torcida tricolor. Uma delas é a possibilidade de se tornar Sócio Torcedor. A intenção é dar maior motivação aos torcedores, garantindo que esses permaneçam fiéis independente do resultado conquistado.

Revelando talentos

Pelo Jaguaré Esporte Clube já passaram diversos nomes que fizeram a diferença na sua história e que hoje seguiram seus caminhos Brasil a fora. Dentre eles, estão o técnico Guiliano Pariz, que está trabalhando no Gama (DF), equipe que também abriga os ex-jaguarenses Yomísio, Hugo e o preparador físico Bruno Malacarne. O ex-treinador já foi destaque no cenário nacional, sendo vice-campeão brasileiro em 1993 pelo Vitória (BA), contra o Palmeiras.

O meio-campo Dirley, jogador que muito agradou a torcida atualmente está no Juventude (RS). Já Vandinho e Diogo estão no São Caetano (SP). O volante Caetano está no Ipatinga (MG) e o zagueiro Kanu disputa a segunda divisão em Portugal.

Entre os filhos de Jaguaré destacam-se ainda Balói, que está no Atlético Goieniense (GO), Pirão que está no Americano de Campos (RJ), Cley, que atualmente é comentarista de jogo e Denilson Preti que está atuando como treinador no time Júnior do Jaguaré.

Mesmo não estando mais no Jaguaré, esses e outros nomes ainda são motivo de orgulho da torcida tricolor, que espera ainda revelar e abrigar muitos outros talentos.

Estádio

Construído em 2002 pela Prefeitura Municipal de Jaguaré, o Estádio Conilon representa para a população de Jaguaré algo bem maior do que um simples campo de futebol. Assim como seu nome de batismo, o Estádio Conilon tornou-se um dos ícones e motivo de orgulho do Município de Jaguaré.
Além de ser a casa do Jaguaré Esporte Clube e palco de grandes espetáculos de futebol que misturam emoção, alegria e paixão, o Estádio Conilon sedia os principais jogos do Campeonato Municipal, promovido pela Liga Jaguarense de Desportos (Lijad) e uma série de outros campeonatos profissionais e amadores, femininos e masculinos. Por ter ampla estrutura em torno do campo, o Estádio tornou-se ainda a principal opção de lazer e atividade física de seus amantes, já que oferece banheiros com manutenção em dia, pista olímpica asfaltada, campo de areia e grande espaço físico para caminhadas e outras atividades.
A estrutura, aliás, é de dar inveja em muitos clubes. O Estádio Conilon oferece conforto e segurança para as equipes, torcedores e imprensa. É possível dizer, inclusive, que o nosso caldeirão está entre os melhores estádios do Estado do Espirito Santo, motivo pelo qual o Jaguaré jogou em casa boa parte das partidas que deveriam ser disputadas fora, durante o Campeonato Capixaba 2009.
O gramado é considerado pelos jogadores de dentro e fora do Espírito Santo como o melhor do estado, devido ao tratamento específico que recebe. No entanto, o campo também exige bastante dos jogadores, o que auxilia no treinamento da equipe, além de oferecer vantagem para o time quando este recebe equipes de fora.
O Estádio Conilon é bem mais que uma casa, é um forte aliado para a equipe do Jaguaré Esporte Clube. Junto com sua torcida, que já provou ser uma das mais animadas do estado, o Jaguaré possui todas as condições para despontar cada vez mais no cenário do futebol capixaba.

Site

http://www.jaguareec.com.br

terça-feira, 21 de abril de 2009

Esporte Clube Quatorze de Julho

O 14 de Julho foi fundado em 14 de julho de 1902, em uma região fronteiriça entre as cidades de Santana do Livramento e Rivera onde atualmente encontra-se o Parque Internacional. O futebol havia chegado primeiro na cidade uruguaia e, por isso, os idealizadores do 14 de julho resolveram montar uma equipe para enfrentar os times de Rivera. Foram fundadores do clube: Pedro Lay, Coriolano Cabeda, Licurgo Cruxen, Armelino Garagorry, Henrique Carvalho, João Caffone, José Ramos, Roberto Calero, Argemiro Zimerman, Julio Sillia e os irmãos Ávila. Seu primeiro presidente foi Felizardo Ávila.

A polêmica sobre o primeiro clube rubro-negro do futebol brasileiro dá razão ao 14 de Julho. O Flamengo, do Rio, como time de futebol, surgiu apenas em 1912. Antes, era clube de regatas. Mas o 14 de Julho já utilizava as listras horizontais em vermelho e preto desde a fundação, em 1902. Também foi o “Leão da Fronteira” a primeira equipe brasileira a conquistar um título internacional. Em 1909, convidado a participar da Copa La France, em Rivera, disputou a competição com três equipes do Uruguai e conquistou o título até então inédito para o futebol do Brasil. A outra façanha do 14 de Julho é se tornar o primeiro clube gaúcho a ceder um atleta para a Seleção Brasileira. Em 1920, o ponta-de-lança Cipriano Nunes da Silveira, o Castelhano, foi convocado para disputar o Sul-Americano no Chile. Mais três gaúchos foram convocados para aquela competição, mas atuavam em clubes de outros Estados. Castelhano era natural de Livramento e jogou de 1907 até 1929 no 14 de Julho. Com sotaque de quem morava em Rivera, Silveira ganhou o apelido de Castelhano.

O apelido de “Leão da Fronteira” surgiu pela primeira vez em março de 1914. O grande Peñarol deixou Montevidéu para realizar um amistoso em Livramento. Era como se hoje o Boca Juniors visitasse Livramento. O 14 de Julho conseguiu empatar o jogo à custa de muita força e garra, que acabou por surpreender os favoritos uruguaios. O apelido já fora citado, mas ficou famoso em todo o Brasil somente em 1919. Foi quando o 14 de Julho goleou o Inter por 6 a 2 em plena Capital, na Chácara do Eucaliptos. No dia seguinte, os jornais de Porto Alegre, em especial o Diário de Notícias, estamparam nas manchetes a expressão “Leão da Fronteira”. Nasceu daí o distintivo do clube, com a figura de um leão.

O 14 de julho foi um dos fundadores da Federação Rio Grandense de Desportos (FRGD) em 1918. No ano seguinte, também participou da criação da Liga de Foot-Ball Livramentense. Ainda em 1919, o clube esteve em Porto Alegre para a realização de amistosos, os quais ocorreram em datas próximas ao único jogo do Campeonato Gaúcho, entre Grêmio e Brasil de Pelotas. Em razão disto, muitas pessoas confundem-se, achando que o 14 de Julho teria participado do primeiro Campeonato Gaúcho da história.

Em 1998, após participar do Campeonato Gaúcho da Terceira Divisão, o 14 de Julho fechou seu departamento de futebol profissional, mantendo apenas as categorias de base. Em 2005, o time profissional voltou a disputar competições oficiais.

É o terceiro clube de futebol mais antigo em atividade do Brasil, atrás apenas de Rio Grande e Ponte Preta-SP (ambos fundados em 1900).

É o primeiro clube rubro-negro, utilizando o uniforme com listras horizontais em vermelho e preto desde a sua fundação, em 1902.

Estádio

O nome do estádio do 14 de Julho, Estádio João Martins, vem do patrono do clube João Coelho Martins. Nascido em 25 de agosto de 1894 em Santana do Livramento, ex-atleta do clube, tenente da Brigada Militar e dirigente nos primeiros anos do 14 de Julho, foi morto durante um conflito da Revolução Constitucionalista de 1932.

Hino

Autor: Rubens Santos

14 de Julho...
tricampeão
encarnado e preto,
são as cores do nosso pavilhão.

Somos desportistas,
trabalhando com todo fervor,
43, 44, 45
são as provas de nosso valor.

Avante 14 de Julho,
mostrai, mostrai teu valor
Tu sempre foste 14 de Julho,
Altivo e batalhador.

Tu és o galhardão
da mocidade inteira
Velho Leão da Fronteira.


Mascote

Leão

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Sete de Junho Esporte Clube

Fundado em 1983, o Sete de Junho Esporte Clube foi a concretização do sonho de toda uma cidade. Com muita dedicação, empenho e trabalho daqueles queacreditaram na realização desse sonho, a equipe alcançou uma trajetória de títulos, conquistas e reconhecimento dentro do futebol Sergipano e Brasileiro.

O Sete de Junho Esporte Clube foi o primeiro Campeão Sergipano Amador Região Centro Sul no ano de 1984 o qual estava filiado como clube amador na federação Sergipana de Futebol, através da Liga Tobiense de Desportos único clube amador na época a conquistar o Bi-Campeonato Amador, foi destaque na mídia estadual e regional quando disputou diversos amistosos com times profissionais, entre eles Atlético de Alagoinhas, Catuense, Itabaiana, Sergipe e tantos outros.

A equipe do Sete de Junho, da cidade de Tobias Barreto é a campeã do campeonato sergipano Série A-2. O título veio com uma vitória de 1 a 0 sobre o Canindé, no último domingo no estádio Brejerão, em Tobias Barreto. A conquista foi compartilhada ao lado de mais de dois mil torcedores presentes ao campo.

A grande sensação, tomando parte das conversas dos torcedores amantes do futebol é o Sete de Junho, clube fundado em 1988, na cidade de Tobias Barreto, participando somente da FSF, na segunda divisão, no ano passado. O Sete de Junho bem colocado na Tabela, na segunda colocação com 14 pontos, jogando poeira no Confiança e no Sergipe, considerados os maiorais e que estão em colocações inferiores. O nome do Sete de Junho uma homenagem a data de nascimento de Tobias Barreto (nasceu em 07-06-1839)

Títulos
Campeão Sergipano - Série A2: 2008.

Estádio

Brejeirão

Nome Estádio: Antônio Ávila dos Reis
Capacidade: 7.000 espectadores

Mascote

Galo do Rio Real

Site

http://www.setedejunho.com.br/

domingo, 19 de abril de 2009

Associação Sportiva Sociedade Unida

Início - Com a desistência do Clube Atlético Piranhas, surgiu uma vaga no campeonato estadual de 2002. Contando com a estrutura do estádio Edgarzão, recentemente inaugurado, a cidade de Assu reivindicou a vaga. A Liga Assuense de Desportos se mobilizou. O presidente da Liga, Luís Daílson Machado, e o vice, Francisco dos Chagas Soares coordenaram o movimento. Primeiramente, a idéia era que a Portuguesa de Assu (fundada em 95 e vice do Matutão) tivesse a vaga, mas não houve um consenso. Chegou-se a conclusão que a escolha do nome deveria ser democratizada. Pensou-se em Assu Esporte Clube, São João(padroeiro da cidade) e Vale do Açu. Finalmente, decidiu-se por Associação Sportiva Sociedade Unida (ASSU).

2002 - Na estréia do clube no estadual, o ASSU fez vários investimentos. O treinador é Manoel Ananias, que dirigiu diversas vezes os clubes de Mossoró, e entre os reforços estão o goleiro Claudevan, o zagueiro Pione e o volante Nildo. Outros reforços são os jogadores Bebeto e Ronaldo Falcão(ex-Corintians de Caicó). A prefeitura deve ajudar o clube com R$ 7 mil mensais. EB: Claudevan, De Assis, Nildo, Luiz e Jorge Alagoano; Renato, Roberto, Lauro e Herácles; Ronaldo Falcão e Bebeto. O técnico é Manoel Ananias. Com 10 derrotas e 4 vitórias a equipe do ASSU terminou o campeonato em 8º lugar.

2003 - A equipe assuense é formada, praticamente, por jogadores da região. Exceção feita ao zagueiro Vieira, que veio do Mixto/MT. O atacante marcelo é considerado o "homem-gol" de Assu e pode dar muito trabalho. Marcelo terá Cabral como companheiro de ataque. O técnico é Nicola Barbieri "Aranha". Erasmo; Diassis, Vieira, Leandro e Pedro Neto; Marielson, Eracle, manoel e João Carlos; Cabral e Marcelo. Técnico: Nicola Barbieri. Com uma campanha regular (4 vitórias, 3 derrotas e 1 empate) o ASSU termina o campeonato com a 5ª colocação.

2004 - Associação Sportiva Sociedade Unida - A.S.S.U. vai disputar pelo terceiro ano consecutivo o Campeonato Estadual. Com uma campanha regular termina o campeonato na 6ª colocação ao ser eliminado pelo Coríntians de caicó na segunda fase.

2005 - No Assu, a verba da Prefeitura aumentou e a classe empresarial passou a apoiar. A parceria fez a diretoria reforçar a equipe e acreditar na classificação. A idéia era desbancar os favoritos. Com uma campanha arrasadora a equipe do ASSU terminou a primeira fase na liderança do grupo B com 22 pontos. A torcida estava confiante para a segunda fase. O camaleão passou pelo potiguar nas quartas. Nas semi-finais ganhou o primeiro jogo contra o América em pleno machadão, mas acabou desperdiçando a chance de chegar à final do campeonato potiguar ao perder em casa para o América por 3 à 0. O Camaleão do vale terminou o campeonato na 3ª colocação, conquistando a oportunidade de disputar a série c do campeonato brasileiro.

2006 - Com o apoio da Prefeitura, câmara de vereadores e classe empresarial o ASSU montou um time com chances de conquistar a taça. Terminou a primeira fase em 4ª lugar com 19 pontos. Enfrentou o ABC nas quartas-de-final e conseguiu avançar na competição. No tapetão o ABC conseguiu tirar a vaga do ASSU alegando irregularidades do jogador Silvio Madona. O ASSU recorreu e conseguiu novamente a vaga para disputar as semifinais contra o Potiguar de Mossoró. Com um elenco já diminuto e desgastado com a briga na justiça o ASSU acabou sendo eliminado pelo Potiguar de Mossoró.

2007 - Nosso Camaleão do Vale montou uma equipe regular para disputar o estadual de 2009. A equipe pretendia conquistar no mínimo a vaga para a série C do brasileiro. Com uma campanha regular terminou a primeira fase com a melhor campanha dentre os clubes do interior, conquistando o 3º lugar com 16 pontos. Foi eliminado nas quartas-de-final pelo Potiguar de Mossoró. Neste ano nosso camaleão foi a melhor defesa do campeonato sofrendo apenas 11 gols e aplicou a maior goleada, o inequecível 5 à 0 no ABC em pleno frasqueirão.

2008 - O ASSU monta uma equipe que tinha a confiança dos torcedores para disputar o estadual(com uma novo formato). Com uma excelente campanha no primeiro turno obteve o 1º lugar do grupo B com 11 pontos. Disputou as semifinais com o Santa Cruz, perdeu o primeiro jogo por 3 à 0 e venceu o segundo pelo mesmo placar. A vaga seria nossa se não fosse um erro no regulamento do campeonato, que permitiu a realização de um terceiro jogo no qual houve empate por 1 á 1. A decisão foi nos pênaltis, e o nosso camaleão foi eliminado por 8 à 7. No segundo turno com uma campanha regular iria obter a vaga nas semifinais, no entanto foi punido com a perda de 6 pontos por ter escalado de forma irregular o atleta Anaílton(Xoly) contra o Santa Cruz, em 16/03. O clube acabou na 7ª colocação na classificação final. Se não fosse a perda dos 6 pontos iríamos obter a sonhada vaga para a série C do campeonato brasileiro.


Estádio

Deputado Edgar Borges Montenegro (Edgarzão)
Capacidade 12 000

Hino

Meu coração é alviverde até a morte, porque sou filho de um vale verdejante. Pelos gramados do Rio Grande do Norte, ASSU pra sempre será meu representante. Gigante pela própria natureza, eu tenho orgulho em carregar essa bandeira. E ao seu lado com certeza, ser a torcida mais fiel, companheira. ASSU!ASSU!ASSU!
Sua camisa é meu manto sagrado!
ASSU!ASSU!ASSU!
És minha vida, ó meu clube idolatrado!
ASSU!ASSU!ASSU!
Teu futebol é minha religião!
Esteja onde estiver, eu estarei contigo meu camaleão!
Haja o que houver, carregarei comigo no meu coração


Mascote

Camaleão do Vale

sábado, 18 de abril de 2009

Íris Sport Club

O Íris foi fundado no dia 23 de fevereiro de 1920, por funcionarios da fábrica de tijolos do bairro da Torre, em Recife. Inicialmente, o clube iria se chamar Olaria Sport Club por causa da olaria (torre que são feitos os tijolos) que se encontra no centro do bairro e deu o nome ao lugar. Porém, em uma reunião entre funcionários, decidiram mudar o nome para Íris em relação da cor do time o azul e branco.

Mascote : Periquito azul

Conquistas

Estadual
Vice-Campeonato Pernambucano: 1932.

Outras conquistas
Liga Suburbana: 1928.
Copa Torre: 3 vezes (1925, 1931 e 1933).

iris - iris
Time do Íris em 1934, não dispomos da escalação

O vice campeonato do Íris e um pouco do futebol pernambucano em 1932

Em 1932, o Campeonato Pernambucano foi dividido em duas chaves, azul e branca. A branca era formada pela Associação Atlética do Arruda*, Encruzilhada*, Íris*, Náutico, Sport e Torre*; na azul estavam América, Great Western (hoje Ferroviário), Flamengo*, Fluminense*, Israelita* e Santa Cruz. Cada time enfrentava as equipes da sua chave.
Ao longo do certame, um resultado inesperado: Flamengo 10 x 3 América – o alviverde ainda era considerado um time grande. O Sport, que realizou uma má campanha, também surpreendeu ao aplicar duas goleadas no Náutico: 5 x 1 e 5 x 2. Esse mesmo Sport foi derrotado pelo Torre por 6 x 4. Por sua vez, o Madeira Rubra, como o Torre era conhecido, levou uma goleada do Náutico, de 7 x 1.
O Náutico perdeu para o Íris por 5 x 1, mas vingou-se, derrotando-o por 6 x 1. Houve ainda um 8 x 0 do Santa no Israelita, que também foi goleado pelo América por 9 x 1. E no Fla-Flu pernambucano, o Flamengo, do tenente Colares, uma figura marcante e folclórica, goleou o Fluminense por 7 x 0. Era a época do jogo franco e aberto, sem o apego defensivo que se vê atualmente.

Pereirão apela

Houve um episódio curioso e ao mesmo tempo deprimente, na partida Santa Cruz 4 x 1 América, em 19 de junho. O tricolor vencia por 2 x 1, e o jogo estava equilibrado. O juiz Ambrósio do Rego Barros marcou um pênalti contra o América, cometido pelo zagueiro Palmeira – mais tarde árbitro e treinador – em Marcionilo. Pereirão, goleiro alviverde, inconformado, protestou e fez sua equipe sair de campo. A diretoria americana contornou o problema, com o retorno do time.
A decisão do árbitro foi mantida e, na cobrança, Pereirão deitou-se ao longo da barra, em flagrante desrespeito ao público e à arbitragem, num gesto que seria inconcebível hoje, no nível que o futebol profissional atingiu. Naquela época, porém, o semi-amadorismo ainda predominava. Apesar da atitude antiética do goleiro, Marcionilo converteu o pênalti, fazendo Santa Cruz 3 x 1 América. Minutos depois, Tará chuta de longe e Pereirão, que estava mesmo para avacalhar, dá as costas para o atacante. O jogo não chegou ao fim, o que era comum naquela época, principalmente por causa da iluminação elétrica nos estádios. Bastava escurecer para tornar-se impraticável a continuação do jogo. Valeu o placar de 4 x 1 para o Santa.

Da bola para a bala

Com o surgimento da Revolução Constituinte, em São Paulo, alguns jogadores militares de Pernambuco deslocaram-se ao Sudeste para defender o País contra os paulistas, que, segundo seus opositores, queriam se separar do território nacional, tornando-se independentes. Assim, o campeonato foi interrompido.
Então, de vários Estados partiram forças militares. Entre os militares pernambucanos que se deslocaram para o território conflagrado estavam os jogadores Tará, Dóia e Neves, que serviam à Brigada Militar, e defendiam o Santa Cruz. Como voluntários apresentaram-se, entre outros, Clóvis Wanderley, Durval Carneiro Leão e Manoel Luiz de Bulhões Marques. Este, ponta-direita do Sport, teve um fim trágico, morrendo em meio a uma rajada de metralhadora, em 28 de agosto. Clóvis Wanderley também pereceu, tendo surgido a notícia de que o mesmo acontecera com Durval, o que mais tarde seria provado não ser verdade. Na época, os mortos receberam as devidas homenagens póstumas do seu clube, e hoje, pelo menos Bulhões Marques é nome de rua no central bairro da Boa Vista. Ainda estiveram na trincheira, os jogadores Temístocles, do Ateniense, e Agnello, do Great Western, também militares.

Náutico e Sport longe do Santa

Finalmente, a bola voltou a rolar, e na chave do Náutico e do Sport, quem se classificou para disputar o título de campeão do ano foi o Íris. Do outro lado, deu Santa Cruz, que chegou à melhor de três sem ter tido necessidade de enfrentar alvirrubros e rubro-negros, seus tradicionais adversários.
Em ambos os jogos, em 15 e 22 de novembro, o Santa Cruz venceu pelo mesmo placar, 4 x 1. Como já tinha levantado o certame anterior – seu primeiro título – tornou-se bicampeão. Os dois jogos foram disputados no campo da Avenida Malaquias, mais ou menos onde está hoje a AABB. As duas partidas foram dirigidas por José Fernandes Filho, conhecido por Zezé, que nada tinha a ver com o jogador Zezé Fernandes, do Tricolor.
No primeiro jogo, os gols foram de Estevam (2), Marcionilo e Carlos Benning – Santa Cruz, e Guerra – Íris. No segundo marcaram Lauro (2), Walfrido e Tará – Santa, e novamente Guerra para o Íris..
O campeão Santa Cruz alinhou: Diógenes; Sherlock e João Martins; Zezé Fernandes, Sebastião e Marcionilo; Walfrido, Estevam, Tará, Lauro e Carlos Benning (Julinho Fernandes).
O Íris foi vice-campeão, com Silvino;Moacyr e Walfrido; Popó, Zé Lima e Ramalho; Benedicto, Guerra, Zeferino, Chinez e Emygdio.

FONTE: http://blog.cacellain.com.br/2009/04/17/memoria-do-futebol-pernambucano-iris-o-vice-em-1932/

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Trindade Atlético Clube

O Trindade Atlético Clube foi fundado no dia 7 de setembro de 1955. No ano de 2005, em sua estréia no profissionalismo do futebol, o clube conquistou o título de campeão do Campeonato Goiano da Terceira Divisão. No ano seguinte, o Tacão, como é chamado pela imprensa e sua torcida, foi vice-campeão da Segunda Divisão, tendo conseguido uma vaga para disputar o Campeonato Goiano de 2007. O então presidente foi também responsável pela sua profissionalizaçao em 2005, o médico e vereador Dr. Flávio Luís Borges Guilarducci, que renunciou ao cargo no final de 2007. Provisoriamente, assumiu o primeiro vice-presidente Leofonso Teixeira Rramos, Felinho, ex-vereador. Em seguida, o empresário Mauri Rios aceitou o desafio de presidir o Clube trindadense que disputará, pela terceira vez, o Campeonato Goiano de Futebol profissional em 2009.

Estádio
Manda seus jogos no Estádio Abrão Manoel da Costa, com capacidade para 6.000 pessoas, apos as reformas feitas no estadio.

Títulos
Campeonato Goiano da Terceira Divisão: 2005.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Amapá Clube

O Amapá foi fundado no dia 23 de fevereiro de 1944, em reunião ocorrida em residência situada em frente ao primeiro prédio da Prefeitura Municipal de Macapá, hoje servindo à Secretaria Especial de Defesa Social. É o mais antigo clube de futebol do Amapá.

Foram fundadores do Amapá: Eloy Nunes Monteiro, Francisco Serrano, Pauxy Gentil Nunes, Newton Cardoso, Jose Serafim Coelho, João Vieira de Assis, Glicério de Souza Marques, Raimundo Nonato Araújo Filho, Raimundo de Campos Monteiro e Zoilo Pereira Córdoba. O governador do Estado na época, Janary Gentil, participou da reunião de fundação do clube, mas não assinou a ata de fundação, pois tivera que ausentar-se antes do término da reunião.

As primeiras partidas do Amapá ocorreram no campo da Praça da Matriz, atual espaço da Praça Veiga Cabral. Logo em seu primeiro ano de fundação, participou do Campeonato Amapaense. Porém, seria campeão somente no ano seguinte, sobre o Macapá.

Em 1959, disputou um torneio amistoso na cidade de Caiena, retornando à Macapá com o troféu da competição. Em três partidas realizadas na Guiana, o Amapá venceu duas e empatou uma.

Até 1991 o futebol no Amapá era amador. Nessa fase, o Amapá Clube e o E.C.Macapá dominaram o cenário futebolístico amapaense, conquistando a maioria dos títulos. Depois da chegada do profissionalismo o Ypiranga é o clube que tem mais títulos estaduais. Junto com o São José, ambos dividem a preferência da torcida amapaense e fazem o derby da capital Macapá.

Enquanto alguns clubes ainda nem conseguiram espaço para treinamento, o Amapá Clube pode perder seu espaço para coletivos e excercícios físicos no Km0 da rodovia Duca Serra. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pelo ex-presidente do clube, empresário Gerson Fernandes. A informação é de que o local ainda não está totalmente liberado para a agremiação esportiva, e acordos feitos entre o atual gestor da zebra, Rodolfo dos Santos Juarez e o ex-vice presidente ainda estão pendentes, porém o que se comenta é que Gerson quer mesmo é acabar com os laços entre ele e o clube que atuou até ano passado quando se mudou para o Santana Esporte Clube.
Nos bastidores, informações dão conta de que o local deveria ser fruto da venda do espaço onde funcionava a maloca do Amapá Clube e que foi vendido para a igreja Assembléia de Deus, mas ainda não tivemos acesso a ata de confirmação da venda e do destino deste recurso.
A reportagem do Jornal do Dia esteve no local e verificou que o campo está abandonado.

Títulos

Campeonato Amapaense: 10 vezes (1945, 1950, 1951, 1953, 1973, 1975, 1979, 1987, 1988 e 1990).

Estádio

Milton Rodrigues (Zerão)


Capacidade: 5.000 torcedores

Mascote



Zebra

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Associação Desportiva Vasco da Gama


A Associação Desportiva Vasco da Gama, foi fundada no ano de 1952, na cidade de Rio Branco-AC. Seu nome é em homenagem ao tradicional clube homônimo carioca, o Club de Regatas Vasco da Gama Ainda na fase do amadorismo, venceu o Campeonato Acreano de 1965.
Em 1999, a equipe do Vasco da Gama conquista o seu segundo título acreano, só que dessa vez já na era profissional, depois de dois jogos contra o Independência: empate em 0x0 no primeiro jogo e vitória de 1x0 na segunda partida. Ainda no mesmo ano teve o artilheiro da competição: Rosier, com 8 gols.

Em 2001, o Vasco, é novamente o grande campeão do Acre. O título foi conquistado em jogo realizado no estádio José de Melo. O Vasco precisou derrotar o Rio Branco duas vezes, 1 a 0, no período normal, e 1 a 0, na prorrogação para ficar com o título. Nos 90 minutos, o Vasco venceu por 1 a 0 e foi para a prorrogação com a obrigação de vencer. Como na primeira partida das finais o Rio Branco havia vencido por 2 a 0 houve a necessidade da prorrogação que acabou permitindo a conquista do título pelo Vasco. Evilásio marcou o gol do Vasco aos 21 minutos. Índio substituiu Evilásio e fez o gol do título na prorrogação aos 4 minutos da primeira etapa. A equipe campeã formou com: Faísca, Paquito, Josué, Marco Antonio e Mamude; Jean, Marquinhos, Siqueira (Dário) e Ciro; Gato (Paulinho) e Evilásio (Índio). O treinador campeão é Marcelo Altino.

O Bacalhau d’água Doce, por estar longe do mar, como é conhecido tem um CT chamado Fazendinha na capital acreana. No início dos anos 2000 foi o grande rival do Rio Branco no estadual.
No ano de 2007 O Vasco da Gama está preste a perder sua sede social e o estádio de sua propriedade. A juíza da Segunda vara da Fazenda Pública, mandou leiloar os dois bens do clube. Conforme informações, os bens do clube estão avaliados em R$ 325 mil, valor que será utilizado para o pagamento de dívidas com a Prefeitura de Rio Branco que chegam a R$ 1.858.000 entre juros e multas.

Estádio

José de Melo(8000)


Títulos

3 Vezes Campeão Acreano 1965, 1999 e 2001

Apelido

Bacalhau D'água Doce

terça-feira, 14 de abril de 2009

Sport Club de Belém

Fundado no dia 1º de dezembro de 1965, chegou a ser considerado em alguns anos, a quarta força do futebol paraense, atrás apenas de Remo, Paysandu e Tuna Luso. Disputou a Série B em 1971, terminando na 20ª colocação.

Sport Belém é campeão da Divisão de Acesso 2008, a segunda divisão Paraense, o clube da capital chegou na última rodada numa briga direta com o Abaeté pelo acesso já que o Time Negra estava praticamente garantido. O time de Abaetetuba precisava golear o Independente e torcer por uma vitória do Time Negra contra o Sport, a goleada até aconteceu (7x1), mas o Sport Belém venceu por 3x2 e garantiu o título.

Atual campeão do Torneio de Acesso, a Segunda Divisão do futebol paraense, o Sport Belém tentará uma vaga na elite do futebol estadual pela primeira vez desde 2003. O time, conhecido como o Dragão da Maracangalha, passou os últimos seis anos longe da fase principal do Parazão.

Estádio

Jornalista Edgard Proença (Mangueirão)
Capacidade 50000

Apelido Dragão da Maracangalha

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Atlético Clube Lagartense

Passados dez anos da conquista do título sergipano de 1998, o Atlético Clube Lagartense, com uma das maiores e mais fiéis torcidas do Estado de Sergipe, amarga, há quase dois anos, a incômoda situação de time de segunda divisão. Considerando a mediocridade do futebol sergipano, as lembranças de tempos áureos são apenas lampejos daquelas inesquecíveis tardes de domingo no Estádio Paulo Barreto, o cadavérico Barretão.
Fundado no dia 11 de agosto de 1992, há exatos 16 anos, o Atlético Clube Lagartense, de cores verde, vermelho e branco, substituiu o falido Lagarto Esporte Club (de saudosa memória). Com importantes participações em torneios nacionais, a exemplo das Copas do Brasil de 1999 e 2001, chegou a lotar o Barretão contra o Fluminense e a incomodar o time carioca numa memorável partida no Maracanã; logo se tornou na mais nova onda do futebol sergipano, incomodando os grandes Sergipe e Confiança. Além disso, chegou a ser Vice-campeão da Copa Alagipe de 2005.
Entre os anos de 2004 e 2006, foi comandado pelo Deputado Federal Jerônimo Reis. Apesar da iniciativa de profissionalizar as ações do clube, o mesmo teve que conviver com problemas de arbitragens e até mesmo com o policiamento sergipano, fatores que contribuíram de forma decisiva para o desestímulo de todos, inclusive o seu. Tal contexto pôs o clube na crista dos holofotes da imprensa da capital que não economizou críticas ao Lagartense, desestabilizando não só dirigentes como jogadores e torcedores.
Apesar da queda melancólica em 2007, as participações do Lagartense no Campeonato Sergipano foram dignas de time grande. Além de ter sido campeão em 1998, contra tudo e contra todos, apresentou campanhas memoráveis como as de 2002 e sempre esteve entre os maiores públicos, algumas vezes chegando a superar os grandes da capital.
Durante a disputa do certame de 2008, as mazelas do Clube vieram à tona de forma vexatória. Com um débito que ultrapassa a cifra de 100 mil reais, o time começou de forma patética a segunda divisão, perdendo por WO. Simplesmente porque não havia time para competir.

Títulos

Campeão Sergipano 1998

Estádio

Paulo Barreto
Capacidade 6000

Hino

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Jogando de pé pra pé
Com seu futebol no chão
Aguardando a oportunidade
Para balançar os cordões

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Atlético Clube Lagartense
Que luta pra vencer
O seu adversário
Tem medo de perder

Jogando de pé pra pé
Com seu futebol no chão
Aguardando a oportunidade
Para balançar os cordões