sábado, 31 de janeiro de 2009

Esporte Clube Passo Fundo

Em 10 de janeiro de 1986, um fato mudava a história do futebol de Passo Fundo. Com a presença de dirigentes dos dois clubes da cidade – o Grêmio Esportivo 14 de Julho e o Sport Club Gaúcho –, consolidou-se, em ato solene na Câmara de Vereadores, a fusão de ambas as agremiações. Era o nascimento do Esporte Clube Passo Fundo, que vestiria as cores vermelha, verde e branca.

A primeira diretoria do tricolor do Planalto Médio tinha Eloi Selésio Taschetto na presidência e, como vices, Nélson Lanza e Daniel Winick. A fusão, contudo, infelizmente viria a se desconcretizar logo depois, com o anúncio do retorno do Gaúcho ao futebol.

1986: O PRIMEIRO ANO, O PRIMEIRO TÍTULO

O jogo inaugural da história do Passo Fundo aconteceu em fevereiro de 1986, na cidade de Soledade, com a equipe passofundense, ainda em formação, enfrentando um combinado local. Ao final do amistoso, vitória pelo placar de 4 x 2. Era o início do trabalho do técnico Paulo Sérgio Poletto rumo à disputa da Série B do Campeonato Gaúcho.

Em sua primeira partida oficial, o tricolor acabou derrotado pelo Ypiranga, em Erechim. Apesar do revés, começava ali a triunfante trajetória de Poletto e seus comandados. A primeira vitória veio algumas rodadas depois: 4 x 1 sobre o Botafogo, de Três de Maio, no estádio Wolmar Salton. A classificação à fase seguinte da competição viria após um triunfo de 3 x 0 diante do Santo Ângelo.

A referência do time era o meia Cláudio Freitas. E foi com ele em excelente momento que o Passo Fundo estreou na segunda fase vingando-se do Ypiranga, novamente em Erechim. Ao final, classificação para o octogonal decisivo (melhor campanha) e, a partir de então, uma ferrenha disputa com mais sete clubes por uma das duas vagas na primeira divisão do Gauchão do ano seguinte.

Na fase derradeira, os bons resultados iam se acumulando, e o clube começava a despontar como um dos favoritos para o acesso. A consolidação da vaga viria a duas rodadas do fim – vitória por 3 x 1 sobre o Ypiranga –, e a confirmação do título no jogo seguinte – empate com o São José, em Porto Alegre. Engatinhando, o Esporte Clube Passo Fundo ganhava o direito de disputar a Série A em 1987.

1987: A ESTRÉIA NA ELITE

Após conquistar a Segunda Divisão no ano seguinte, o Passo Fundo faria sua estréia na elite contra o Internacional. Atuando fora de casa, no Beira-Rio a equipe perdeu por 2 x 0. Na primeira partida disputada no estádio Vermelhão da Serra – o clube deixara de mandar seus jogos no Wolmar Salton –, empate sem gols com o Juventude. O primeiro gol na Série A seria marcado na rodada seguinte, através do zagueiro Neurilene (derrota por 2 x 1 para o Santa Cruz). Já a primeira vitória aconteceria diante do Novo Hamburgo, num sofrido 1 x 0 (gol de Toninho).

O tricolor terminou o campeonato com uma campanha apenas razoável, sem conseguir classificação para as fases decisivas, trajetória que se repetiria em 1988. Por outro lado, o bom trabalho realizado pelo Departamento Amador, comandado por Hilário Andretti, culminou no surgimento de valorosos pratas da casa. Naquele ano, a equipe de juniores chegou às finais do estadual da categoria.

1989: A MELHOR CAMPANHA DA HISTÓRIA

Em 1989, o Passo Fundo mostrou sua força logo na estréia. Vitória em Santa Maria, sobre o Inter local, pelo placar de 2 a 1 (gols de Bira e Cláudio Freitas). Recheado de nomes importantes como Édson Mineiro, Tim e Cabrinha, o time comandado por Geraldo Duarte obteve classificação para o hexagonal decisivo do Gauchão. A quinta colocação geral é, até hoje, a melhor da história do clube.

A temporada ficou marcada por duelos memoráveis no Vermelhão da Serra contra a dupla Gre-Nal. As partidas que terminavam empatadas eram decididas nas penalidades máximas, nas quais quem vencesse ganhava um ponto de bonificação. Diante do Grêmio, depois de um 0 x 0 no tempo normal, os passofundenses venceram por 4 x 2 nos pênaltis. Contra o Internacional, que contou com uma tarde inspirada do goleiro Taffarel, a equipe não teve a mesma sorte após outro empate sem gols.

Todavia, o destaque do ano foi a torcida do clube, que lotou o estádio em várias oportunidades. Outra novidade foi a presença feminina no Departamento Médico, com a inclusão de uma fisioterapeuta.

1994: O REBAIXAMENTO; 98: A REDENÇÃO

De campanhas modestas no início da década, o Passo Fundo apostou em nomes experientes em 1994. Atletas impactantes como Élton, China (campeão mundial pelo Grêmio em 83), Kita e Cláudio Freitas (sempre ele) faziam parte do plantel comandado pelo técnico Juarez Vilela. A equipe, entretanto, não conseguiu se encaixar dentro de campo e terminou rebaixada à Série B.

Após três anos de sofrimento na Segundona, o clube voltou à elite do futebol gaúcho em 1998. Comandado por Eugênio Silva, o tricolor decidiu a vaga num jogo extra contra o São José, em Cachoeira do Sul. Numa tarde dramática e com o estádio adversário lotado, Serjão, Jéferson, Coracini, Rogério e companhia seguraram o 1 x 1 no tempo normal. Nos pênaltis, brilhou a estrela do goleiro Júnior. Era o retorno do “clube de todos nós” para o lugar de onde nunca deveria ter saído.

2000: O ANO DE FELIPE

Presidido por Ivanir Rodighiero e sob comando de Juarez Vilela, o Passo Fundo fez de 2000 um ano inesquecível. Naquele ano, o clube chegou ao octogonal final do Campeonato Gaúcho e revelou um artilheiro que ainda daria muito o que falar: o atacante Felipe, na época com 21 anos.

A vaga entre os oito melhores do estado foi conquistada de forma épica. A equipe, além de torcer por resultados paralelos, precisava vencer os três últimos jogos da primeira fase e, após superar Santa Cruz e Santo Ângelo, receberia o Guarani de Venâncio Aires na rodada decisiva. De virada e com um gol de Felipe aos 41 minutos do segundo tempo, o tricolor saiu vitorioso. Cerca de dez mil pessoas acompanharam a partida no Verm
elhão da Serra, que, dias depois, lotaria nos confrontos contra o Internacional (3 x 3) e o Grêmio de Ronaldinho Gaúcho (1 x 2 com 18.350 pagantes)

Na abertura do segundo turno do octogonal, o tricolor bateu o Caxias treinado por Tite – que viria a ser o campeão daquele ano – por 1 x 0, gol de Felipe. O atacante, ídolo da torcida e goleador do certame com 13 gols, foi vendido para o Vitória, da Bahia, ainda em meio à competição.

2001: PASSO FUNDO EM NÍVEL NACIONAL

Calejado após fraco desempenho no Gauchão 2001, o Passo Fundo investiu novamente na base e montou uma forte equipe de juniores. Jogadores como Ezequiel, Emanuel e Beto entre outros, foram revelados. Com esses garotos, somados aos experientes Rodrigo Caetano e Leco, o clube participou da Série C do Campeonato Brasileiro, a primeira competição nacional de sua história.

Em 2003, mais uma novidade: a implantação de treinamento individualizado, através de uma parceria com um gru
po de personal trainers, virou notícia em todo o Brasil. Repleto de jovens, o time contou com o retorno de Felipe na segunda metade do campeonato. Em 10 jogos, ele marcou 15 gols.

2004: UM BREVE ADEUS AO VERDE

Uma reunião do Conselho Deliberativo, no início de 2004, decidiu pela abolição do verde no uniforme oficial do Esporte Clube Passo Fundo. Com isso, o tricolor passou a ser o colorado do Planalto Médio, resgatando o vermelho e branco quatorziano. Na primeira partida do ano, a equipe comandada por Leocir Dallastra venceu o Gaúcho por 2 a 1, no Vermelhão da Serra. Era o retorno dos clássicos.

No Campeonato Gaúcho, uma seqüência de tropeços culminou na demissão de Leocir. O preparador físico Ricardo Attolini assumiu e, com quatro vitórias em cinco jogos, levou o time da 11ª para a sexta colocação. Felipe, novamente com 15 gols, e Dudu, revelação do campeonato, foram os principais destaques. No segundo semestre, após a participação na Copa RS, o clube trocou de diretoria. O empresário Elvoni Piaia, então vice-presidente de futebol, assumiu a presidência.

2006: UMA NOVA QUEDA

Depois de realizar uma campanha modesta na primeira fase do Gauchão, e escapar da degola na última rodada da Copa Emídio Perondi em 2005, o Passo Fundo iniciou 2006 objetivando melhores rumos. Contudo, nada mudou. Mesmo com uma equipe qualificada, liderada por Ferreira e Felipe, o colorado esbanjou irregularidade e, a exemplo de 94, acabou sendo “premiado” com o rebaixamento.

Dificuldades financeiras fizeram com que o clube fechasse o Departamento de Futebol Profissional no segundo semestre. O foco no Vermelhão da Serra voltou a ser as categorias de base, com a participação nos estaduais juvenil e júnior. Atletas como Sérgio, hoje no Santos, foram revelados.

2008: O RETORNO DO PROFISSIONAL

Novamente tricolor (o verde foi reintroduzido no escudo e no uniforme), e com Elói Selésio Taschetto na presidência, o Passo Fundo faz de 2008 o ano de sua volta ao futebol profissional. Apostando na base, que ganhou ainda mais força com a reabertura das escolinhas, o clube disputará a Série B do Campeonato Gaúcho repleto de garotos, e almeja, desde já, o retorno à elite. Sonhar não custa nada!

Títulos

Campeonato Gaúcho - 2ª Divisão: 1986.

Estádio

Estádio Vermelhão da Serra
Capacidade 20000

Considerado um dos cinco maiores – e melhores – estádios do interior do Rio Grande do Sul, o Vermelhão da Serra começou a ser construído em 1964, sob a tutela do Grêmio Recreativo e Esportivo 14 de Julho. A inauguração veio cinco anos mais tarde, com a partida entre 14 e Aimoré de São Leopoldo, válida pelo Campeonato Gaúcho de 69.

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Com a fusão entre 14 e Gaúcho, em 1986, o recém-criado Esporte Clube Passo Fundo passou a mandar seus jogos no estádio. Em 2000, foi registrado o maior público da história do Vermelhão: 18.350 pessoas no duelo Passo Fundo 1 x 2 Grêmio, também válido pelo Gauchão. Atualmente, conta com gramado impecável e novos alojamentos.

Hino

Salve a bandeira rubro-alvi-verde
Passo Fundo ouve nossa voz
Entra em campo e bola na rede
Esse clube é todos nós

Gigante campeão do planalto
Tua bandeira só tremula vitória
Passo Fundo cantemos bem alto
Tuas virtudes e tuas glórias

Passo Fundo ouve nossa voz
Passo Fundo, Passo Fundo
É o clube de todos nós Te amo

Passo Fundo grandioso
É majestoso teu estádio vermelhão
Passado e presente vitorioso
Passo Fundo já nasceu campeão

Tremula essa bandeira tricolor
Sempre com amor no coração
Em campo faz feliz o torcedor
Fazendo gol, fazendo gol

Site

http://www.esporteclubepassofundo.com/

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Esporte Clube Quinze de Novembro de Piracicaba

O XV de Novembro de Piracicaba foi fundado no dia 15 de novembro de 1913, oriundo de duas equipes da cidade que decidiram se unir para formar uma só agremiação. Esporte Clube Vergueirense e 12 de Outubro entraram em um acordo para se fundirem e convidaram o Capitão da Guarda Nacional Carlos Wingeter para presidir o novo clube. O capitão aceitou, mas com uma condição: que o nome da agremiação fosse dado em homenagem à Proclamação da República Confederativa do Brasil.

Seu primeiro título foi no ano seguinte a sua fundação, em 1914, quando conquistou uma competição amadora da cidade de Piracicaba, vencendo a Associação Esportiva Piracicaba por 3 a 2. Quatro anos depois o XV resolveu se afiliar a Associação Paulista de Esportes Atléticos e passou a disputar campeonatos pelo interior, onde conquistou os títulos de campeão regional em 1918 e vice-campeão em 1920.

Em 1931, o clube conseguiu conquistar seu primeiro título de maior expressão: Campeão do Interior. Na década seguinte, em 1948, o XV de Piracicaba alcançou mais uma vez uma conquista. Desta vez foi campeão da Segunda Divisão do Futebol Paulista (correspondente a atual Série A2), participando, a partir de 1949, da Primeira Divisão (atual A1), junto com os times grandes do Estado.

No mesmo ano também foi campeão do Torneio Início e no ano seguinte vice-campeão desta mesma competição, eliminando São Paulo e Palmeiras. Em 1952 e 1958 conseguiu seus melhores resultados até então ficando na quinta colocação da Primeira Divisão, atrás apenas de São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos.

Até 1965 a equipe mandava seus jogos no estádio "Roberto Gomes Pedrosa", que tinha capacidade para 10 mil pessoas. Entretanto, neste ano foi inaugurado o Estádio Barão de Serra Negra, com lotação total de 30 mil espectadores. Entretanto, não parece ter sido suficiente ter uma nova “casa”. O clube foi rebaixado para a Segunda Divisão Estadual.

Em 1966 foi vice-campeão da competição, mas em 1967 o XV conquistou novamente o acesso, sendo campeão do Campeonato Paulista da Segunda Divisão. Entre 1967 e 1968, o clube teve a Posse da Taça dos Invictos do jornal "A Gazeta Esportiva". No ano de 1969 conseguiu mais um título ao vencer o Torneio Brasil Central.

Sete anos se passaram e finalmente em 1976 o clube conseguiu sua maior conquista no cenário estadual: o vice-campeonato Paulista, perdendo para o Palmeiras. O resultado levou o clube a participar do Campeonato Brasileiro (Série A) em 1977, chegando à fase final da competição. Entretanto, terminou no oitavo lugar. O XV de Piracicaba também marcou presença no Nacional nos anos de 1978 e 1979. Após participar três anos seguidos do Brasileiro, a equipe foi rebaixada no Campeonato Paulista em 1981, disputando nos anos de 1982 e 1983 a Segunda Divisão. Neste ano conseguiu mais um título, e conseqüentemente mais um acesso, voltando à Primeira Divisão.
No ano de 1990, a campanha no Campeonato Paulista classificou a equipe para a Copa do Brasil do ano seguinte. O time foi eliminado pelo Caxias (RS) na competição nacional. Cinco anos depois, em 1995, teve seu maior título em âmbito nacional, quando conquistou o Campeonato Brasileiro da Série C.

Na Série B de 1996, chegou entre os 16 melhores clubes do torneio e nos anos seguintes foi superando suas classificações. Em 1998 conseguiu alcançar a quinta posição, ficando próximo do acesso à Série A. Em 2002 disputou pela última vez a segunda divisão nacional, já que foi rebaixada à Serie C.

Títulos

O XV de Novembro já conquistou vários títulos, dentre os quais se destacam os campeonatos paulistas da segunda divisão de 1947, 1948, 1967 e 1983 e o Campeonato Brasileiro da Série C de 1995.

Estádio

Estádio: Estádio Municipal Barão da Serra Negra
Capacidade: 25.000 torcedores.

O estádio Barão da Serra Negra foi inaugurado no dia 04 de setembro de 1965 pelo então prefeito Comendador Luciano Guidotti. A partida inaugural foi entre XV e Palmeiras e o jogo terminou 0 a 0, resultado considerado ótimo pelos 15.674 torcedores piracicabanos ,que estiveram presentes no jogo, tamanho era o poder ofensivo da equipe da capital.

O Primeiro gol do Barão aconteceu na partida entre XV e Corinthians, no dia 11 de setembro de 1965. O timão venceu pelo placar de 3 a 1 e o atacante Flávio teve o seu nome gravado na história quinzista como o primeiro a balançar as redes do Barão.

A primeira vitória Alvinegra aconteceu no dia 26 de setembro, quando o XV venceu o Comercial pelo placar de 3 a 1 em jogo válido pela 5ª rodada do campeonato Paulista de 1965.

Hino Oficial

Hino criado por Anuar Kraide e Jorge Chaddad

Salve XV de Novembro
Glorioso esquadrão

Na vitória ou na derrota

Esta em nosso coração

No basquete e futebol

É motivo de vaidade

Pioneiro da lei do acesso

Engrandece nossa cidade

Vamos XV para frente

Outra vitória conquistar

Destemido e valente

Só nos pode orgulhar

Vamos XV para frente

Outra vitória conquistar

A torcida está presente

Para sempre incentivar


Hino Popular

Carxara de forfe
Carcanha de grilo

Asara de barata

Suvaco de cobra

Oreia de besoro

Paster de carne

Garrafão de pinga

Minduim torrado

Já que tá que fique

Treis veis cinco é ...

XV XV XV

Vitória !!!!

Mascote

Um caipira autêntico, assim é a mascote do XV de Piracicaba conhecida nacionalmente por Nhô Quim. O desenho, criado pelo conceituado artista piracicabano Edson Rontani, retrata o típico torcedor da cidade que se acostumou a grandes participações do XV na história do Campeonato Paulista.




Site

http://www.xvpiracicaba.com.br

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Clube de Esportes União

O Clube de Esportes União surgiu de um antigo sonho de Gil Edson Mariano e Maurio Martins Pereira (o Maroka) que juntos organizavam os Campeonatos amadores na Chácara do Gil.
Após sucesso em vários campeonatos amadores, surgiu então a idéia de profissionalizar uma equipe para disputar o Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol.

Na eleição de Francisco Cesário para presidente da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), em 1998, pediram para colocar um time, que seria feito a partir da união de todos os times amadores da capital, que por sua vez participavam dos eventos promovidos na Chácara do Gil.

Inicialmente o clube seria chamado de Estrela Vermelha, mais o Sr. Cesário deu a Idéia de CEU, ou seja, Clube de Esportes União.Com o nome já certo de que seria União, Gil e Maroka fizeram um convite a todos os dirigentes do futebol Amador, para fundação da equipe. A reunião foi um sucesso, onde compareceu: Zé Buião, Elias Moraes, José Plínio, Walter Alves, Helio Correia, Adalto Lopes, Santos, César Gayoso, Ademir Mariano, José Aparecido, Maria Berenice, Milton Santos, Hernandes Cardoso, José Antônio, além é claro dos Idealizadores.

Em 18 de Janeiro de 1998 reuniu-se em Assembléia geral, às 20h00, na avenida das Bandeiras, em Campo Grande, os interessados na fundação do Clube de Esportes União. Na reunião, foi eleito por unanimidade José Plínio de Oliveira como presidente. No dia seguinte foi fundado oficialmente o C.E.União.

As cores adotadas pele equipe foram às mesmas do CEU. O primeiro uniforme do clube foi camisa azul, calção azul e meias azuis, sendo assim a cor que prospera até os dias atuais.

O primeiro jogo oficial do União aconteceu no dia 22 de Março de 1998, no estádio Elias Gadia, em Campo Grande. O União venceu por 3 a 0 a equipe do Esporte Clube Rio Pardo e deu inicio a gloriosa era União.

1998 e 1999 - "Melhores campanhas e revelações"

Os dois primeiro anos a equipe se tornou muito importante para todos que acompanhavam o futebol sul-mato-grossense, assim como a FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul) que começou a olhar a nova equipe como uma das potências para o futebol da capital. Sempre demonstrando dentro de campo sua força, o União começou a ganhar novos torcedores, a maior parte concentrada no Bairro Tiradentes, em Campo Grande.Foi em 1998 e 1999 que o CEU revelou grandes craques para o futebol nacional. Jogadores como Edmilson Dubinha (Palmeiras) , Jorge Henrique (ex-Vitória-BA) e Tainha, os dois primeiros foram profissionalizados pelo União.

No inicio do século XV, o CEU apostou suas fichas na inserção das categorias de base, por sinal foi uma das melhores no Mato Grosso do Sul, conquistando vários títulos. Porém, enquanto a base se destacava no cenário estadual, a equipe profissional caiu de rendimento. Nos anos de 2000 a 2001, o União não passou da primeira fase no estadual, decepcionando grande parte da torcida que esperava mais do time. Em 2002 com a contratação de vários jogadores renomados o União voltou ao topo do futebol sul-mato-grossense, no entanto não conseguiu a tão sonhada faixa de campeão.

Em 2003, a falta de recursos financeiros e a esperança de conquistar o estadual levaram o clube a buscar ajuda no interior. A solução foi sair da Capital e seguir rumo ao Município de Bandeirantes, a 75 km da capital. No entanto, o clube só conseguiu participar do Campeonato Sul-Mato-Grossense graças a uma decisão do TJD (Tribunal de Justiça Desportiva), que concedeu liminar em que determina a inclusão do Clube de Esportes União, Ladário e Esporte Clube Águia Negra. A Federação havia excluído os clubes, alegando que eles não haviam enviado todos os documentos necessários. Os três clubes contra-atacaram, afirmando que não foram comunicados pela FFMS para reunião que definiu a tabela e o regulamento do Estadual, no dia 20 de dezembro de 2002. Para o certame a diretoria conseguiu manter a base de 2002 e fez um campeonato regular.

No ano seguinte, o estopim parecia estar próximo. O convênio com a Prefeitura de Bandeirantes não seguiu bons rumos e o CEU foi obrigado a buscar novas parcerias.

O destino foi o Município de Jaraguarí, a 50 km mais ou menos, a Nordeste de Campo Grande. Á princípio o clube parecia estar novamente entrando nos eixos, porém a má administração do Presidente José Plínio de Oliveira, acabou resultando no rebaixamento do CEU para a segunda divisão do campeonato estadual.

Em 2005, o ex-goleiro do União (de 2002 à 2004), Adailton Roberto Teixeira no ato de perseverança e heroísmo foi atrás do então Presidente José Plínio de Oliveira, com esperanças de resgatar o belo futebol do Azulão imposto no final da década de 90. Teixeira marcou várias reuniões com Plínio, o intuito do ex-goleiro era liderar os novos rumos do time celeste e como em 2005 haveria uma reunião para escolher o novo presidente, Roberto Teixeira logo se dispôs ao cargo. No ato da eleição, Roberto Teixeira assumiu a presidência sem concorrente, foi eleito.

Em 2005, com Roberto Teixeira liderando o clube a equipe voltou para Campo Grande, e mesmo sem muitos recursos disputou o estadual daquele ano. No entanto, os resultados dentro de campo passaram em branco e o CEU acabou na 10ª colocação na segunda divisão.

No ano seguinte, com mais tempo para planejamento a diretoria acertou com fortes parcerias e contou com apoio de pessoas fortes ligado ao futebol da capital; como Sr. Luis Carlos, Capitão Centurião, Ilário da Capital Rolamentos, e Alexandre Esquivel. O elenco tinha jogadores experientes e de renome, não era à toa que foi considerado um forte candidato para a série A, em 2007.

Dentro de campo, a equipe mostrava um futebol lindo de se ver e os resultados fluíam constantemente, porém, na partida mais importante do clube, ainda na fase inicial, onde uma vitória colocaria o CEU na fase seguinte do certame, veio o empate, em 1x1, diante do Comercial, e os sonhos do acesso rapidamente acabou.

Em 2007, o Presidente Roberto Teixeira decidiu por um basta na segundona e queria a qualquer modo o acesso da equipe. Porém, os resultados financeiros em Campo Grande ficavam difíceis para manter uma equipe forte. A única solução foi buscar novos investidores para a disputa do estadual 2007.
Na cidade de Inocência, à 320 km de Campo Grande, surgiu novos parceiros e o time foi muito bem acolhido pela população. Em campo, estádio lotado e contratações de peso. Na primeira fase o time celeste foi imbatível, venceu 8 partidas consecutivas. Na semi-final a equipe empatou a primeira e no jogo decisivo acabou derrotado. O União terminou o Campeonato na terceira colocação. O resultado não desanimou a equipe, nem a diretoria, pois os quatro primeiros colocados conseguiram o acesso para a divisão principal e o CEU voltou para o lugar onde sempre mereceu SÉRIE A.

A nova era para o União em 2008 começou cercado de indecisões. A parceria diante da Prefeitura de Inocência não evoluía e a estréia tinha data para o dia 13 de Janeiro, contra o Cene, em casa. Roberto Teixeira, sempre disposto em busca do melhor para o União, conseguiu uma forte e autêntica parceria com a Prefeitura de Camapuã. E logo que foi concretizada a parceria, o União mudou-se para a cidade de Camapuã, atual sede do clube e lugar esse que o clube pretende ficar por muito tempo. Não é à toa que o clube atualmente se chama União Camapuanense. No certame de 2008, uma reformulação no elenco foi refeita. O União conseguiu a classificação para todos as fases, menos a chance de estar entre os quatro primeiros.
Em 2009, a parceira novamente foi acertada, o União de Camapuã conseguiu o apoio do prefeito Marcelo Duailibi e deve começar o ano pensando no título inédito do estadual.

Estádio

Municipal Joaquim Faustino Rosa (Carecão)
Capacidade 3500

Mascote

A Águia é o mascote oficial do C.E.União desde sua fundação em 19/01/1998 tanto é que no escudo do clube o mascote aparece, cendo um simbolo de alegria para torcedores que acompanham o time. O escudo do C.E.União é considerado um dos mais bonitos do estado de Mato Grosso do Sul.




Site

http://www.uniaoms.com

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Sport Club Penedense

O Penedense foi fundado no dia 3 de janeiro de 1909. Durante muitos anos disputou os campeonatos promovidos pela Liga Penedense de Futebol como um dos mais famosos clubes do interior de Alagoas.

Na época do amadorismo, o alvirrubro do Baixo São Francisco possuía em seu plantel os grandes craques do futebol alagoano. Somente em 1962 é que veio participar do campeonato da Primeira Divisão alagoana, promovido pela FAD. Sua melhor campanha foi o vice-campeonato que aconteceu em 1966, quando decidiu o título com o CSA.

No dia 7 de março de 1971 foi realizado o Torneio Inicio, uma competição curta de jogos com 20 minutos de duração, dentro de um mesmo dia. O torneio foi organizado pela Federação Alagoana de Futebol e foi disputado no Estádio Rei Pelé. Participaram da competição, além do Penedense, São Domingos, ASA, CSA, CSE, Ferroviário, CRB e Guarany. Comandado por Marcos Lobo, o Penedense decidiu o título com o CSE e, após empatar sem gols e vencer por 3x0 nos pênaltis, foi o grande campeão.

Durante muitos anos, o Penedense ficou de fora dos campeonatos da divisão especial. Crises internas não permitiram que o clube continuasse com seu departamento de futebol. No ano de 2000, o clube se preparou para voltar à elite do futebol alagoano, através do campeonato da Segunda Divisão. Foi o campeão com méritos e ganhou o direito de ficar entre os grandes. Em 2001, realizou um excelente trabalho e ficou na 3ª colocação. Porém, o clube não repetiu a boa campanha no ano seguinte e acabou sendo rebaixado.

Em 2004, o Penedense retorna à divisão principal do futebol alagoano, ao vencer a Dimensão Saúde na decisão do Campeonato Alagoano da Segunda Divisão.

Terceiro Colocado no Alagoano de 2005. Sexto Colocado no Alagoano de 2006 . Sexto Colocado no Alagoano de 2007 . Em 2008, o Penedense foi punido pelo STJD e excluído do campeonato, porque recorreu à Justiça Comum depois de ter o seu estádio interditado pelo CREA-AL. Todos os seus jogos, 1º e 2º turnos, foram cancelados, acabando sendo rebaixado.


Estádio
Dr. Alfredo Lahy, localizado na Praça Clementino do Monte nº 151 - Centro, possui capacidade para 5.500 espectadores.
O estádio foi inaugurado em 03/01/1909.

Títulos
Campeonatos Alagoanos da Segunda Divisão (2000 e 2004)
Campeão do Torneio Inicio (1971).

Hino

Letra: Alberto Gomes

Eia! Vamos galharda corte,
ao combate, que é belo vencer!
Pois quem é, como nós bravo e forte,
a derrota não deve temer

Penedense guião da vitória,
que na luta não temos rival,

o teu lema é lutar pela glória,

que nais belo, mais nobre ideal?

Salve corte aguerrida,
afirmação do valor!

A glória trazes contida

no teu pendão bicolor.

Alvirrubro pendão alteneiro,
em valor só te pode passar,

o alviverde pendão brasileiro,

que no mundo tre
mula sem par

Penedense palavra que luz,
qual sentinela incentiva em nossa alma

na peleja que a glória conduz,

Penedense, terás sempre a palma.

Mascote
Jacaré







Site
http://www.penedense.com.br/#

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Grêmio Esportivo Juventus

O Grêmio Esportivo Juventus foi fundado em 1º de Maio de 1966, por um grupo de 27 pessoas, incluindo os Padres Elemar Scheidt e Odí­lio Erhardt, tendo como seu primeiro Presidente o Senhor Loreno Antonio Marcatto. O GE Juventus é uma sociedade civil dotada de personalidade jurí­dica própria e tem como finalidade a difusão e o incentivo a pratica do esporte. Inicialmente tratava-se de um clube amador, mas seus estatutos já previam a eventual adoção do profissionalismo.

Sua primeira sede foi o salão Paroquial Cristo Rei, mudando mais tarde para o Estádio João Marcatto, este doado ao Clube pelos Senhores Dorval Marcatto, Loreno Antonio Marcatto, Vergí­lio Chiodini e Renato Pradi. O terreno contava, inicialmente, com uma área de 10.120m². Suas cores originais, constantes no Estatuto, seriam o Vermelho, o Branco, e o Preto, mas quando da disputa do Campeonato Catarinense de 1976 decidiu-se pelas cores Bordô, Branco e Preto. Estas são as mesmas cores do homônimo CA Juventus, existente em São Paulo.

O tricolor jaraguaense atuou na primeira divisão entre os anos de 1976 e 1980, voltando em 1990 para a disputa da Segunda Divisão Catarinense. E foi preciso somente um ano na Segunda Divisão, para que o GE Juventus conseguisse seu acesso à divisão de elite do futebol Catarinense. O regulamento previa que somente o campeão subiria, mas uma mudança de última hora tornou possí­vel o acesso, já que o GE Juventus ficou em segundo lugar na competição.

A equipe jogou a primeira divisão entre 1991 e 1997, ano em que foi rebaixada e encerrou as atividades. Em 1996, durante a gestão de Ângelo Margutte, a equipe de futebol do GE Juventus passou a se denominar Jaraguá Atlético Clube. Para justificar mudança na denominação da equipe, Margutte usou como argumento o fato do uso do nome da cidade facilitar a identificação da equipe e a obtenção de patrocí­nio. Esta foi a fase mais crí­tica do Clube, onde uma gigantesca dí­vida foi contraí­da. O Clube ficou com a sua imagem prejudicada na cidade e como resultado do colapso financeiro, foi rebaixado para a Segunda Divisão do Campeonato Catarinense de Futebol.

Em decisão do Conselho Deliberativo, optou-se por encerrar as atividades profissionais por tempo indeterminado, até que a dí­vida fosse totalmente paga e a imagem do Clube, recuperada. O clube ficou um ano parado e em 1999 voltou com outo nome fantasia: Jaraguá F.C, porém o clube não emplacou na Segunda Divisão.

Em julho de 1998 o Clube voltou a se chamar GE Juventus. Em abril de 1999 o GE Juventus fechou um contrato com a Radix Assessoria e Consultoria, para que respondesse pela Gestão do Departamento de Futebol. No contrato, ficou estabelecido que a Radix seria responsável pelo futebol amador, semi-profissional e profissional do Clube, tendo autonomia administrativa, financeira e jurí­dica. O contrato de gestão era válido até 2005, porém os maus resultados da parceria, dentro e fora de campo, aliados ao aumento do endividamento do Clube acabaram fazendo com que a Diretoria do GE Juventus solicitasse o rompimento do contrato no ano de 2000.

Em 2004 o Clube ousou sonhar em fazer futebol profissional novamente. Com uma polí­tica administrativa clara e transparente, um corpo de profissionais escolhidos sob medida para a realidade do Clube e o apoio expressivo da torcida e do empresariado local, o GE Juventus conquistou seu primeiro título estadual, a Série B1 Catarinense. Em 2005 veio a participação na Série A2, porta de entrada para a primeira divisão de Santa Catarina. Depois de altos e baixos no decorrer da competição, o tricolor acabou garantindo uma das últimas vagas à elite Estadual, retornando ao lugar de onde nunca deveria ter saí­do, nove anos depois de seu rebaixamento. E logo no seu retorno, em 2006, o GE Juventus surpreendeu e conquistou a terceira colocação, atrás apenas do Figueirense e do Joinville, repetindo assim o feito de 1994.

Em 2008, porém, o time não foi bem no Catarinense. Ao lado do Guarani e Brusque, o Juventus foi rebaixado e terá que disputar a segunda divisão do Campeonato Catarinense em 2009.

Títulos

1ª Divisão da Liga Jaraguaense (1974, 1975 e 1982);
1 Campeonato Catarinense da Serie B1 (2004).

Estádio

Nome Oficial: Estádio João Marcatto
Capacidade: 8.000 lugares

Quem foi João Marcatto

João Marcatto foi um dos primeiros empreendedores de sucesso em Jaraguá do Sul. Filho de imigrantes italianos, fundou a Marcatto S/A em outubro de 1923, hoje a maior fabricante de chapéus da América Latina.
Casou-se com Cristina Enricone Marcatto e desta união nasceram os filhos Dorval e Loreno. Estes participaram da fundação do GE Juventus e doaram o terreno aonde hoje se encontra o Estádio que, com justiça, homenageia com seu nome este grande empreendedor jaraguaense.

Hino
Letra: Amilton Soares Nunes
Música: Carlos Antônio de Oliveira

Ressurgiu para a vitória
Seu futuro é glorioso
Entrará para a história
Será sempre vitorioso

Juventus, Juventus, Juventus
Tricolor jaraguaense
Moleque, Moleque Travesso
A história lhe pertence

Juventus, Juventus, Juventus
Tricolor jaraguaense
Moleque, Moleque Travesso
A vitória lhe pertence

Tem história no passado
No presente brilha mais
No futuro serás grande
Cairá nunca, jamais!

Juventus, Juventus, Juventus
Tricolor jaraguaense
Moleque, Moleque Travesso
A história lhe pertence

Juventus, Juventus,
Juventus
Tricolor jaraguaense
Moleque, Moleque Travesso

A vitória lhe pertence


Mascote: Moleque Travesso

Apelidos: Moleque Travesso, Tricolor Jaraguaense e Tricolor do Jaraguá Esquerdo

Site
http://www.juventusjaragua.esp.br

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Madre de Deus Sport Clube

Fundado em 22 de janeiro de 2002, o Madre de Deus Sport Clube surgiu para o cenário do futebol em maio de 2008, quando se profissionalizou e adquiriu condições de disputar uma competição oficial, pois, antes disputava somente tornerios amadores.

Em tempo recorde, a diretoria do Madre de Deus conseguiu inscrever a equipe no Campeonato Baiano da 2ª divisão, atendendo a todas as determinações impostas pela CBF. Montou uma equipe em menos de um mês e iniciou o trabalho. A equipe foi comandada por Paulo Salles, que foi ídolo do Bahia na década de 80. Tinha no elenco jogadores como Tigre, Flávio, Mantena, Jamaica, Belo, entre outros.

No Baiano da 2ª Divisão, conseguiu o feito inédito de ser campeão invicto, justamente no seu primeiro ano de competição, despertando a atenção de toda a mídia. Disputou 10 partidas, venceu 6, empatou 4 e teve o melhor ataque da competição, com 22 gols marcados. Para a temporada 2009, a diretoria não perdeu o ritmo e montou um time para brigar pelas primeiras posições. Contratou o experiente goleiro Jean(ex-Bahia e Vitória), o zagueiro Elói(ex-Vitória), os meias Fransuele(ex-Conquista), Fábio Costa(ex-Bahia), Kléber(ex-Vitória), Neno(ex-Ipitanga), Joninha(ex-Juazeiro) e os atacantes Clóvis(ex-Juazeiro), Marquinhos(ex-Vitória) e Pena(ex-Palmeiras).

A expectativa da Diretoria e da Comissão Técnica é de levar o Madre de Deus Sport Clube o mais longe possível no Baianão, garantindo uma das vagas à Série D em 2009, o que será uma grande vitória para o caçula da competição e para a cidade de Madre de Deus.

Títulos

Campeão Baiano da 2ª Divisão - 2008


Estádio

Estadio Municipal de Madre de Deus

Melhor e mais bem conservado estádio de futebol da Bahia, com capacidade para 6mil torcedores confortavelmente sentados. Em 2007 foi palco da abertura Oficial do Campeonato Baiano de Futebol Profissional, em função da interdição da Fonte Nova em Salvador-Ba. Chegou a ser sede de três equipes que disputam a primeira divisão do Campeonato Baiano: Fluminense-Ba e Feirense ambas de Feira de Santana; e Ipitanga.

Mascote

Mascote Curupeba

Em 1549, quando Tomé de Souza chegou ao Brasil, o índio era o chefe da tribo dos tupinambás e protetor da ilha.



Site

http://www.madresportclube.com.br


domingo, 25 de janeiro de 2009

Rio Branco de Andradas Futebol Clube

No limiar de 1948, incentivados pelos desportistas Pedro Delavia e Sebastião Teodoro Rosa e liderados pelos companheiros Sinésio Teodoro e Venício Almeida, atletas integrantes da equipe juvenil do Esporte Clube Andradense –– extinto em meados da década de 1950 ––, descontentes com o fato de somente treinar, além de agastados com a proibição de acesso à sede social do clube, declaram dissidência e, com a adesão, na primeira hora, de somente um titular, Luiz de Almeida Lino, formam uma nova equipe, à qual, por sugestão de Venício, que se inspira no logradouro em que situada sua residência –– Praça Barão do Rio Branco ––, dão o nome de Rio Branco FC.

PRIMEIRO UNIFORME

Cotizando-se, os entusiasmados atletas compram, no estabelecimento comercial de Antônio Dechichi, a preço módico, um jogo de camisas, brancas, com uma faixa transversal, azul-escuro. (Ao fornecer aos atletas o fardamento inaugural do quadro futebolístico que mais em frente se transforma no glorioso Azulão da Mantiqueira, no Maisquerido do sul de Minas Gerais, o lojista Dechichi os presenteia com um apito e se oferece para arbitrar a primeira partida que a novel equipe realizasse.)

PRIMEIRO JOGO

Em 13 de junho de 1948, no campo de futebol da Vila Caldas (atual estádio Parque do Azulão), com arbitragem de Antônio Dechichi e tendo como treinador Pedro Delavia, realiza o Rio Branco FC o seu primeiro jogo, que vence, contra a equipe do distrito rural de Gramínea, por 4 x 2 .

SEGUNDO UNIFORME

Algum tempo depois, o time é presenteado pelo lojista Cristo Nohra com um novo jogo de camisas, azul-escuras, com faixa transversal, branca. (Aí a consolidação, para sempre, do azul e do branco como as cores oficiais do Rio Branco.)

TRAJETÓRIA FUTEBOLÍSTICA

FUTEBOL AMADOR E CATEGORIAS DE BASE

Entre 1948 e 1985, o Rio Branco se dedica ao futebol amador, em todas as categorias e faixas etárias. A partir de 1986, apenas às categorias de base. Em 1991, participa da Taça BH de Juniores e, em 2000, da Taça SP de Juniores.

FUTEBOL PROFISSIONAL

Campeonatos Mineiros

No final de 1985, profissionaliza-se e, em 1986, participa do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão; sagra-se vice-campeão e obtém vaga para, em 1987, iniciar sua luminosa caminhada na Primeira Divisão do futebol de Minas Gerais, na qual se mantém até os dias atuais.

Em 1990, o Campeonato Mineiro da Primeira Divisão, com dezoito equipes, é disputado em dois turnos e por pontos corridos. Após campanha memorável, o Rio Branco fica atrás apenas das três equipes de Belo Horizonte e conquista o título oficial de campeão do interior.

Em 1992, repete o feito, ao qualificar-se para a disputa do quadrangular final, ao lado de América, Atlético e Cruzeiro.

No segundo semestre de 1993, com esteio na classificação do Campeonato Mineiro de 1992, terça armas com a Federação Mineira de Futebol e defende o direito de disputar o Campeonato Brasileiro da Série C, em lugar do torneio seletivo para formação, no ano seguinte, dos Módulos I e II do Campeonato Mineiro. Sai vencido e é rebaixado, administrativamente, para o Módulo II.

Em 1994, disputa o Campeonato Mineiro da Primeira Divisão, Módulo II, cujo título conquista e ascende ao Módulo I.

Em 1997, fecha o departamento de futebol e deixa de participar do Campeonato Mineiro do Módulo I.

Em 1998, retoma as atividades futebolísticas, disputa o Campeonato do Módulo II, torna-se bicampeão e volta ao grupo principal.

Em 2004, realiza má campanha no Módulo I e, pela primeira e única vez, conhece o descenso em campo.

Em 2006, conquista o tricampeonato do Módulo II e retorna à elite do futebol de Minas Gerais.

Campeonatos Brasileiros

Em 1989, 1990, 1992, 1998 e 2003, o Rio Branco disputa o Campeonato Brasileiro da série C; e, em 1991, o Campeonato Brasileiro da série B.

Exibições no exterior

Entre julho e agosto de 1994, o Rio Branco, durante vinte e três dias, realiza vitoriosa excursão pela Espanha, enfrentando prestigiosas equipes das três divisões locais: Atlético de Madrid B, Marbella, Gimnastic Tarragona, Rayo Vallecano, Linares e outras.

PADROEIRO

Santo Antônio é o padroeiro do Clube, como registrado em ata datada de 13 de junho de 1949.

PATRONO

O Barão do Rio Branco, título nobiliárquico de José Maria da Silva Paranhos Júnior, ás da diplomacia nacional, é o patrono do Clube, conforme consignado na ata acima referida .

UNIDADES OPERACIONAIS

O Rio Branco mantém os seguintes estabelecimentos:

SEDE SOCIAL, localizada na praça principal de Andradas, onde se realizam eventos artísticos, musicais e culturais, para lazer e entretenimento de seus associados e convidados, e local de funcionamento, há mais de vinte e cinco anos, da tradicional danceteria Rio Branco Elétrico, com capacidade para duas mil e duzentas pessoas.

RIO BRANCO OLÍMPICO, subsede situada no coração de Andradas, em área de expressiva dimensão, dotada, entre outras instalações, de piscinas próprias para aprendizagem, competição, recreação, hidromassagem e hidroginástica; toboágua; pista de caminhada emborrachada; quadras de tênis, peteca, vôlei, futebol de salão e basquete, todas com piso asfáltico revestido de poliuretano; campos de futebol soçaite, de grama e de areia; saunas seca e a vapor e parque infantil. Esse local reúne, ainda, total infra-estrutura para eventos recreativos, sociais, culturais e cívicos, além de eventos musicais e artísticos de porte médio, podendo ser utilizado tanto pelo quadro de associados quanto, em dias e horários predeterminados, por atletas e membros de comissões técnicas dos departamentos de futebol profissional e amador do Clube.

CENTRO NUTRICIONAL, situado a poucos metros do Parque do Azulão, destina-se, exclusivamente, à alimentação dos integrantes dos departamentos de futebol profissional e de base do Clube.

HOTEL DO AZULÃO, igualmente situado nas proximidades do Parque do Azulão, destina-se a alojar os componentes dos departamentos de futebol profissional e amador (base) do Clube.

CENTRO DE TREINAMENTOS DO AZULÃO, situado em região de clima excelente, a sete quilômetros e meio da cidade, numa altitude de mais de 1373m, em terreno com área superior a 50.000m2, contém um campo de futebol e modestos vestiários. O Clube planeja dotar o local de, pelo menos, mais dois campos e instalações e benfeitorias necessários para sua transformação num verdadeiro centro de treinamentos de suas equipes de futebol profissional e de base.

DENOMINAÇÃO SOCIAL
Tendo recebido a denominação original de Rio Branco FC, o Clube, em 1983, altera-a para Clube Rio Branco e, em 1999, para Rio Branco de Andradas Futebol Clube. É admitido o uso alternativo das designações Rio Branco FC e Rio Branco AFC, além das iniciais RBAFC.

Estádio

ESTÁDIO PARQUE DO AZULÃO


Situado na área central de Andradas, é dotado de completa infra-estrutura tanto para a realização de jogos de futebol das equipes profissional e de base do Rio Branco –– com capacidade para cerca de nove mil pessoas, bem acomodadas –– quanto para a promoção de eventos artísticos e musicais de grande porte –– com capacidade para vinte mil pessoas (os visitantes se impressionam com a quantidade de sanitários, sempre limpos e bem-cuidados, que há no Parque do Azulão).


Apelidos

O apelido "O Maisquerido" –– que é também empregado como “O Maisquerido do sul de Minas” –– aparece em 1949. Azulão da Mantiqueira (ou somente Azulão) surge em 1986, com a profissionalização do time de futebol e decorre da associação do azul-escuro da camisa principal com o topônimo Mantiqueira (Andradas se situa aos pés dessa formosa serra).

Mascote

O Clube tem como mascote o pássaro Azulão, podendo a sua figuração ser estilizada, inclusive antropomorficamente.

Site

http://riobranco-andradas.com.br

sábado, 24 de janeiro de 2009

São Raimundo Esporte Clube

Fundação 03 Janeiro 1963
Disputou o estadual de 1974 a 1983, 1986, 1992 e 1993, 1997 e 1998, e de 2000 em diante.

Títulos
Campeonato Roraimense: quatro vezes (1977, 1992, 2004 e 2005).

Estádio

Nome Oficial: Estádio Flamarion de Vasconcelos
Capacidade: 10.000
Endereço: Praça Centro Cívico, 471 - Boa Vista (RR)
Inauguração: 13/09/1975
Primeiro Jogo: Baré (RR) 2 x 0 Roraima (RR)
Primeiro Gol: Reis (Baré)
Recorde de Público: 9.980 (São Raimundo-RR 0 x 2 Rio Branco-AC - 13/09/75)
Dimensões do Gramado: 110m x 75m

Proprietário: Governo do Estado de Roraima




Mascote
:
Pássaro Azul

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Tocantinópolis Esporte Clube

O Tocantinópolis Esporte Clube, ou apenas TEC, é um clube brasileiro de futebol do Estado de Tocantins. Sua sede fica na cidade de Tocantinópolis. Foi fundado no dia 1° de janeiro de 1989. Seu uniforme é todo verde. Manda seus jogos no estádio João Ribeiro, mais conhecido como Ribeirão, que tem alojamentos, piscina e capacidade para 10 mil pessoas. Manda também alguns jogos no Estádio Lauro Assunção, que é o estádio Municipal. O TEC é o time com maior torcida e estrutura do Tocantins.

Em abril de 1993, a cidade de Tocantinópolis, teve início o I Campeonato Estadual profissional, com o jogo entre o TEC e o Miracema. O TEC venceu a equipe adversária por 4 x 1. Já no mês de outubro, a equipe do Tocantinópolis viajou para Goiás para disputar três partidas válidas pelo campeonato Brasileiro da Segunda Divisão. Os resultados foram: TEC 2 x 1 Atlético Goianense, TEC 1 x 1 Vila Nova (GO) e TEC 0 x 0 Goiatuba.

Por uma destas tristes coincidências da vida, a equipe do Tocantinópolis, da cidade do mesmo nome, que fica no extremo norte do Estado do Tocantins, a 602 quilômetros de Palmas, já na divisa com o Maranhão, viveu a pior experiência nos seus onze anos de existência. Nem mesmo a vitória de 1x0 sobre o Central na última sexta-feira 13 do século XX, conseguiu exorcizar o fantasma do seqüestro sofrido pela delegação no início da última semana.Durante mais de doze horas, o grupo foi mantido sob a mira das armas de uma quadrilha, que levou R$360 mil da agência local do Banco do Brasil. O drama do Tocantinópolis começou no início da noite da segunda-feira. Por volta das 18h30, o lateral Róbson, o volante Mesaque e o zagueiro Roberval, estavam descansando do jantar em frente à casa onde moram, ao lado da residência do subgerente da agência do BB em Tocantinópolis, quando foram surpreendidos por dois desconhecidos, que portavam armas.

Eles disseram que seriam obrigados a agir daquela maneira, para que não fosse atrapalhado o plano de seqüestro ao subgerente da agência, e que os jogadores seriam libertados apenas no final da manhã do dia seguinte, após o roubo à agência”, explicou o supervisor do clube, Anacleto Marques da Silva, 41, também conhecido por “Barata”. Ao mesmo tempo em que três jogadores caíam em poder da quadrilha, na sede do clube a delegação prosseguia cumprindo a programação elaborada para a viagem até Caruaru, onde enfrentariam o Central (o jogo estava previsto para quarta-feira e só foi realizado na sexta), que previa para as 23h uma viagem até Imperatriz/MA, cidade que fica a 100 quilômetros de Tocantinópolis, onde embarcariam às 4h da madrugada num vôo até Brasília/DF e de lá pegariam uma conexão para Recife. Após um rápido lanche às 22h30 e vendo que o grupo não estava completo, o supervisor resolveu ir buscar os atletas que faltavam. Desci do ônibus já reclamando do atraso dos jogadores e quando abri a porta da casa, os vi junto de outras pessoas sentados no chão, sob a mira das armas de cinco homens encapuzados”, lembrou Barata. Um dos assaltantes foi até o ônibus e ordenou que toda a delegação deixasse o veículo. A quadrilha explicou que não faria nada de mau ao time, mas que teria de manter a delegação ao lado dos outros reféns, até que o assalto à agência fosse concluído, na manhã do dia seguinte.Mesmo com a garantia de que não iriam mexer com os reféns, foi difícil para a delegação manter a tranqüilidade diante da quadrilha, fortemente armada com escopetas, revólveres e pistolas 765, que a todo instante repetiam “que não teriam nada a perder”. Além dos jogadores e comissão técnica, o time de reféns foi reforçado por familiares do gerente e subgerente da agência assaltada.

Para evitar qualquer desconfiança, a quadrilha obrigou que o supervisor do clube ligasse para o presidente do clube, no início da manhã, para dizer que a delegação estava em Brasília e que a viagem tinha sido um sucesso. Às 9h45, os reféns foram trancados em um dos quartos da casa. O sufoco acabou antes mesmo do final do tempo regulamentar estabelecido pela quadrilha, quando 40 minutos após os assaltantes deixarem a casa. Se no final a quadrilha ficou com toda a renda, o Tocantinópolis soube resistir à pressão psicológica exercida pelas armas dos adversários e saiu do seqüestro agradecendo não ter sofrido qualquer baixa. Quanto ao papagaio, símbolo do clube, terá mais uma estória para contar às futuras gerações de torcedores.

Títulos

Campeão Tocantinense 1993 e 2002

Estádio

Ribeirão
Capacidade: 10 mil lugares

Mascote

Papagaio

Site

http://www.mouranet.com.br/tec/

http://www.tocantinopolisesporteclube.com.br/ - fora do ar

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Itumbiara Esporte Clube

Na década de 60, Itumbiara possuia duas equipes de futebol, que proprocionavam o clássico denominado NAGO (Nacional X Goiás). A rivalidade aí se expandia não apenas no âmbito esportivo , mas inclusive no aspecto político partidário (ARENA X MDB). O "Goiasinho" não conseguindo acesso a 1ªdivisão e o Nacional amargurando a queda para 2ªdivisão, sobretudo o Srº Modesto de Carvalho (membro da diretoria do Nacional), a mobilizar a junção dessas duas equipes com o objetivo de criar uma equipe mais competitiva e expressiva, objetivando-se o envolvimento mais fiel e intenso dos torcedores.

No dia 04 de março de 1970 , o Nacional Esporte Clube e o Goiás Esporte Clube reuniram-se para tratar do afastamento de ambos das atividades profissionais junto à Federação Goiana de Futebol, cedendo seus patrimônios a títulos de empréstimos à nova entidade que surgia: o Itumbiara Esporte Clube.
No dia 09 de março de 1970, às 19:30 , desportistas de Itumbiara, sócios do Nacional e do Goiás, reuniram-se no Salão Paroquial da Catedral de Santa Rita para fundar a nova agremiação. Na mesma reunião , decidiram por criarem as cores representativas da nova equipe, tendo como base o azul do Goiasinho, o vermelho do Nacional e o branco de ambas, tornando-se assim tricolor. O símbolo foi criado por Raussendil Pereira Borges, além disto os codinomes "Gigante do Vale e Tricolor da Fronteira" foram mencionados pelos presentes.

Para comemorar o surgimento do Itumbiara, realizou-se um jogo amistoso no dia 18 de março de 1970 contra a equipe do Floresta de Uberlândia, com o resultado terminando em 3 X 3. O primeiro gol da equipe por Lindomar Martins da Silva, o "Lindomar da Pedreira".

Após várias partidas amistosas no preparativo para o campeonato goiano, o Itumbiara fez sua estréia na competição no dia 4/6/70, jogando em casa com o América de Morrinhos, em partida disputada no Goiazinho e após o confronto o resultado era igual, de um gol para cada lado, onde Manezinho Garrote, foi o autor do primeiro gol em partidas oficiais do Itumbiara.

Campeão Goiano pela primeira vez em 2008.Primeiro título da história do Itumbiara. O time de Paulo César Gusmão aproveitou da vantagem construída no jogo de ida – 1 a 0 -, e matou o a final nos contra-ataques. Aplicou sonoros 3 a 0 no Goiás, em pleno Serra Dourada. Landu e Basílio (2), o dono do jogo, marcaram.

Estádio

Nome Oficial: Estádio Municipal Juscelino Kubitschek

Capacidade: 38.000 pessoas (Segundo FGF)

Inauguração: 10 de Outubro de 1977

Primeiro jogo: Itumbiara Esporte Clube 0 x 0 Vasco da Gama

Primeiro gol: Juarez (Atlético Clube Goianiense) - Itumbiara 0 X 2 Atlético

Recorde de público: 42.000(Itumbiara E.C. 1 x 0 Goiás E. C. - Final do Campeonato Goiano de Futebol 2008 - 27/4/2008)

Em 1977, os trabalhos em Estádio JK foram concluídos. A partida inaugural foi jogada em 10 de outubro 1977, quando o Itumbiara E. C. empatou com o Vasco da Gama em 0-0. O registro de comparecimento de maior público foi de 27.795 torcedores durante o inaugural. O primeiro gol do estádio foi marcado por Zé Carlos do Itumbiara em 19 de outubro de 1977.

Como dito acima, o maior público até este ano, havia sido de 27.795 torcedores, porém no primeiro jogo da final do Goianão 2008 esse número foi superado. Agora o registro de comparecimento de maior público foi de cerca de 42.000 torcedores, que presenciaram o Itumbiara Esporte Clube ganhar de 1x0 do Goiás.

Hino

Gigante temível do Vale
És tu, meu querido esquadrão
Tricolor que s
e empenha na luta,
Moras dentro do meu coração.

Na disputa em que entras, tens raça
E com bravura,
Tua força ultrapassa fronteiras
És o orgulho que tenho na vida.

Sob aplausos da tua torcida
Mostras garra e fineza tão rara
Sustentando o emblema que usas
És real, és o meu Itumbiara (2x).

GOL!

Tua massa
também é fiel,
Pois orgulhas o povo goiano.
Destemido Gigante do Vale,
Dessas plagas és o soberano.

Mascote

Gigante do Vale










Site
http://www.itumbiaraec.com.br/

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Centro Sportivo Paraibano

A fundação do CSP foi em 8 de maio de 1996, porém, o trabalho esportivo se iniciou antes. O objetivo inicial era trabalhar em parceria com a UFPB, através do Projeto "Futebol Arte e Profissão", da Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários - PRAC/UFPB, projeto este que até hoje, conforme Severino Ferreira, o time ainda está agrupado. A Universidade, por sua vez, cedia o espaço físico e todo apoio didático. "A gente revelava os atletas através deste projeto e os mesmos não tinham vínculo algum conosco. Clubes paraibanos e de outros Estados se aproveitavam do nosso trabalho e se apossavam dos jogadores. Aí foi necessário à fundação do CSP e sua filiação à Federação Paraibana de Futebol", afirmou Ferreira.

A experiência vivida pelo "caça-talentos" no Matsubara, do Paraná, no período de 1999 a 2000 e três meses no Fluminense do Rio de Janeiro, foram fundamentais para Severino Ferreira no intercâmbio de equipes do Sul e Sudeste do país para o envio de jogadores.

O time é um dos seis a disputar este ano à Segunda Divisão do Estadual, tentando uma vaga para a elite do Campeonato Paraibano em 2010. Se isto acontecer, este ainda pequeno clube poderá se tornar uma das maiores referências no Estado, já que além de integrar a Primeira Divisão, terá como certa a importância de R$ 100 mil oriundos do Programa Gol de Placa, instituído pelo Governo do Estado para incentivar o futebol paraibano.

Em evidência no Brasil e em outros países, mais de 50 jogadores atuam em grandes clubes, todos oriundos do CSP, cujo centro de treinamento é o "Vicentão", localizado no conjunto Funcionários II, em João Pessoa. Do "poeirão", já que a praça de esportes não possui gramado, saíram grandes nomes do futebol nacional, com destaques para Ricardinho e Bobô, que já integraram a Seleção Brasileira em competições mundiais.

"Bobô foi campeão brasileiro pelo Corinthians de São Paulo e hoje joga na Turquia. Ricardinho foi campeão brasileiro da Segunda Divisão pelo Palmeiras, estando atuando hoje na Grécia", diz com muito orgulho professor Ferreira. "Os dois foram crias minha. Tudo teve início no CSP. Hoje, esses jogadores nunca esquecem suas origens", completa.

O mais novo jogador a fazer história no País, na atualidade, que também saiu do CSP, é o atacante Paulo Henrique, do Atlético-MG. Artilheiro das categorias de base do time mineiro, onde está há mais de um ano, por intermédio do professor Ferreira, o paraibano tem seu passe avaliado em mais de R$ 3 milhões. Este valor foi estipulado pelo clube depois do belíssimo gol marcado por ele, na vitória do Atlético diante do São Paulo, no Morumbi, na quinta rodada da Séria A do Campeonato Brasileiro, quando o Atlético venceu por 1x0.

"Muitas equipes cresceram o olho em cima de Paulo Henrique. Ele é hoje o xodó da torcida do time mineiro", afirmou Ferreira, que na semana passada esteve em Minas Gerais visitando o paraibano. Paulo Henrique tem convites para jogar em vários clubes do mundo. Além de Paulo Henrique, no Atlético; Ricardinho, na Grécia, e Bobô, no futebol da Turquia, a relação de talentos oriundos do Centro Sportivo Paraibano é extensa.

No futebol da Turquia, outro que faz sucesso é Gil Bala, também paraibano. Em Portugal, o jogador Robertan também é celebridade. Em times brasileiros, são muitos os paraibanos revelados pelo CSP e levados a estes clubes graças a influência de Ferreira. Josevaldo está na Portuguesa-SP; Felipe, Atlético-MG; Anikson, Coritiba-PR; Carlinhos Tibiri, Vasco-RJ; Radson, futebol paulista; Leandro, futebol cearense.

"Nesses 11 anos de Centro Sportivo Paraibano, já revelamos mais de 50 jogadores, todos com passagem em grandes clubes do cenário esportivo brasileiro. Aqui na Paraíba, tem sido grande a quantidade de atletas que cedemos para equipes como Botafogo, Campinense, dentre outros", disse Severino Ferreira.

A receita para todo este sucesso é a persistência. "A participação em competições de base fora da Paraíba, o bom relacionamento que tenho com dirigentes de clubes de outros Estados, bem como a colaboração dos pais desses jovens garotos, têm contribuído para a revelação de tantos jogadores para outros centros do País e do mundo. O trabalho é muito difícil, principalmente por não termos condições adequadas, porém, continuamos acreditando no esporte, pois, através dele estamos contribuindo na formação de cidadãos", alegou Ferreira.

Profissionalizar o Centro Sportivo Paraibano sempre foi um sonho dos que integram a diretoria do clube. Em 2006, o time ainda chegou a se inscrever para as disputas da Segunda Divisão do Estadual, porém, a não profissionalização inviabilizou que a equipe participasse do campeonato, apesar de, nas categorias de base, estar sempre entre as quatro melhores do Estado.

O sonho dos diretores foi concretizado há menos de um mês, através do empresário Josivaldo Alves dos Santos, natural de Pilõezinho, interior da Paraíba. Em uma parceria com Severino Ferreira, ele assumiu a presidência do CSP e pagou a importância de R$ 30 mil junto a Federação Paraibana de Futebol para profissionalizar a agremiação.

"Sou um desportista nato. Desde criança que durmo e acordo com o esporte. Sempre acreditei no trabalho do professor Ferreira. Juntos pretendemos levar o Centro Sportivo Paraibano à 1ª Divisão do Campeonato Paraibano de Futebol Profissional", justifica Josivaldo.

Estádio
Evandro Lélis (Mangabeirão)
Capacidade 3000