terça-feira, 30 de setembro de 2008

Brasília Futebol Clube

Em 1969, a Associação Comercial do DF (ACDF) planejava fundar um time de futebol. Como, pouco depois, surgira o Ceub, dentro de uma faculdade e logo aderindo ao futebol profissional, a entidade preferiu esperar. Como a iniciativa ceubense dera certo, no dia 2/6/1975, liderados por José da Silva Neto e Vicente de Paula Rodrigues, os empresários se reuniram na sede da ACDF, aprovaram o estatuto e elegeram Silva Neto o presidente do Brasília Esporte Clube, cuja cor vermelha foi sugestão do dentista Mário Trigo, invocando o América-RJ.

Fundado o clube, o treinador Cláudio Garcia, ex-jogador do Fluminense, e o preparador físico Caranambu Bessa, fizeram uma peneira que atraiu 600 candidatos e selecionou 15, entre eles os zagueiros Jonas Foca, que ganharia oito títulos pelo clube, e Luis Carlos Teixeira (foto), futuro astro do Cruzeiro e do Vasco. Em seguida, as primeiras contratações (o goleiro Norberto "Mão-de-Onça", ex-Botafogo de Ribeirão Preto; o lateral-direito Terezo, ex-América-RJ; o armador Erci, que estava no futebol português; e o atacante Lenílson, ex-Madureira) e os primeiros amistosos contra times amadores. No mesmo ano, o Brasília venceu o Torneio Incentivo, paralelo ao Campeonato Nacional, disputado contra Campineira e Humaitá, do qual o capitão e zagueiro Pedro Pradera (ex-Ceub, ABC de Natal e Portuguesa-SP), levantou o troféu entregue pelo governador do DF, Elmo Serejo Farias.

Taça na prateleira, o Brasília fez o seu primeiro amistoso interestadual, vencendo o Fluminense de Araguari, no Estádio Mané Garrincha, por 3 x 1, e, pouco depois o seu primeiro grande jogo, perdendo, por 1 x 0 do Flamengo. O ato seguinte foi o Torneio Imprensa, em 1976, contra Ceub, Taguatinga, Gama, Grêmio Brasiliense e Humaitá, ficando em terceiro lugar, atrás de Grêmio e Taguatinga. Nessa disputa, esperava-se que surgisse o futuro grande clássico candango, Brasília x Ceub, mas quando os dois se pegaram, não saíram do 0 x 0.

Iniciado o Campeonato Brasiliense de 76, o título valeria vaga no Campeonato Nacional. O Ceub ganhou o primeiro turno (Taça Brasília) e o segundo foi interrompido para se disputar um quadrangular que indicaria o representante do DF na disputa. Mas o que pintou foram liminares de todos os lados, culminando com o Ceub abandonando o futebol profissional. O Grêmio também se esfacelou, o Taguatinga emprestou o grande ídolo da torcida brasiliense, Banana, ao Vasco, e tudo ficou favorável ao Brasília, que terminou campeão, numa final contra o Humaitá. Treinado por Velha, o time do título foi Norberto; Terezo, Luis Carlos Teixeira, Sousa (ex-Cruzeiro) e Odair Galetti; Well, Raimundinho "Baianinho" e Rogério Bayer; Humberto "Banga", Roberto (ex-Clube do Remo) e Duda.

Fundado em 1975, é o clube profissional mais antigo em atividade no Distrito Federal. O Brasília Esporte Clube era bancado pela Associação Comercial do Distrito Federal e deteve a hegemonia no futebol candango, com oito títulos entre 1976 e 1987, um recorde igualado somente em 2000 pelo Gama. Em 1999, já em crise, aproveitando a Lei Pelé, tornou-se o primeiro clube-empresa totalmente privado do Brasil. Comandado pelo médico veterinário aposentado Ênio Marques, um grupo de oito sócios fundou a empresa Brasília Promoções e Participações Desportivas S/A e comprou, por preço simbólico, o departamento de futebol do Brasília Esporte Clube mudando seu nome para Brasília Futebol Clube passando a deter os direitos sobre a marca Brasília para clube de futebol. Os planos eram ambiciosos. Entre outros pontos, queriam fazer intercâmbio com clubes brasileiros e estrangeiros (incluindo-se aí até pré-temporada na Europa); e a construção de um centro de treinamento atrás do Mané Garrincha. As cores tradicionais vermelha e branca foram trocadas pelo verde, amarelo e azul, para ter uma identidade maior com o Brasil. A idéia era, a longo prazo, vender a imagem do clube no exterior. Em 2000, foi formada uma supercomissão técnica, com nove pessoas e o clube passou a treinar na UnB. Toda essa estrutura deixou o clube com uma folha de pagamento em torno de R$ 50 mil por mês. Para segurar um folha tão alta, os dirigentes contavam com o acerto de parcerias, o que não aconteceu. Com uma receita baseada apenas na cota de cerca de R$ 10 mil mensais repassados pela FM, fruto de um convênio com o GDF, os planos mirabolantes caíram por terra. A dura realidade bateu as portas do clube em forma de dívidas com a UnB, jogadores e comissão técnica. Em 2001, a situação piorou. O clube disputou o estadual com uma equipe modesta esperando meramente não ser rebaixado. Não conseguiu.

Assim, pela primeira vez, em mais de 20 anos, o Brasília, um dos clubes mais tradicionais do Distrito Federal, oito vezes campeão brasiliense disputava a Segunda Divisão Estadual. Transformado em clube-empresa em dezembro de 1999, sob a responsabilidade de oito sócios, estava praticamente abandonado à própria sorte. Com a corda no pescoço, os cartolas resolveram cortar despesas. O clube passou a ser um time de aluguel, com toda a estrutura bancada pelo Gama. O elenco na Segunda Divisão foi formado por juniores do Gama, em preparação para a Copa São Paulo de Futebol Junior 2002. O presidente do Gama Wagner Marques, ex-presidente do próprio Brasíia assumiu todos os custos e inclusive trocou as cores do clube. Sumiram o azul e amarelo do novo e fracassado Brasília e ressurgiram o vermelho e o branco do Brasília dos tempos aúreos. A parceria surtiu efeito e o clube conseguiu reerguer-se e conquistar a Segunda Divisão estadual. Porém, fica em 9ºlugar e é rebaixado novamente. Disputa a segunda divisão em 2003 e 2004, chegando as semifinais nos dois anos. Em 2005, não disputa nenhum campeonato, retornando em 2006, na terceira divisão. É vice-campeão, mas não sobe, e novamente vice em 2007, subindo para segunda divisão em 2008, onde disputa a final, e já conquistou o acesso, estando de volta a primeira divisão após sete anos.

Títulos

Campeonato Brasiliense: 8 vezes (1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987).
Campeonato Brasiliense 2ª Divisão: 2001.

Hino

Autor: José Wilson Costa Dias

Avante, Brasília, avante
Todos gritam por você
Como um Sol irradiante
Hei de vê-lo até morrer

Sua garra exuberante
Num magnífico esplendor
Me deixa muito contente
Colorado, meu grande amor

Brasília, Brasília,
Você é o maior em tradição
Brasília, Brasília
Sempre será o eterno campeão

Brasília, Brasília,
Eu sempre lhe amei
Brasília, Brasília,
Colorado sempre sei

Estádio

Utiliza o Estádio Mané Garrincha

Mascote

Calango do Cerrado

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Associação Atlética Iguaçu

Em 1971, abnegados do futebol, encabeçados pelo então Coronel Ricardo Gianordolli, comandante na época do 5º Batalhão de Engenharia de Combate em Porto União-SC, cidade irmã de União da Vitória, reuniram-se naquele Batalhão e decidiram fundar uma equipe profissional que representasse as duas cidades vizinhas, enfim estava fundada a Associação Atlética Iguaçu mais precisamente em 15 de agosto de 1971, a associação tendo como primeiro presidente o Coronel Gianordolli.
Formada a equipe, surge a primeira dúvida: qual Campeonato disputar, Paranaense ou Catarinense? Sem muita demora, a primeira opção foi escolhida. Sendo assim, apenas quatro meses após a entidade despontar para o mundo do futebol, o Iguaçu estreou no torneio Estadual do Paraná.

O primeiro Campeonato disputado teve seu início antecipado para o mês de novembro de 1971. E no dia 14 de novembro de 1971, a A.A.Iguaçu fazia sua estréia em competições oficiais no Campeonato Paranaense. A ficha técnica da primeira partida:

Estádio Enéas Muniz de Queiroz, em União da Vitória

Associação Atlética Iguaçu x Pinheiros

Nessa mesma estréia da Pantera do Vale também foi a estréia do Pinheiros, antes chamava-se Água Verde.

Final de jogo: A.A.Iguaçu 2 x 2 Pinheiros (gols do Iguaçu, Duda e Bugrão, gols do Pinheiros Madureira e Nei). A arbitragem foi de Plinio Buenas.

A A.A.Iguaçu atuou nessa partida com: Jorge, Ronaldo (Jorginho), Zé Maria, Niri, Santos, Dito Cola, Indio, Gentil, Bugrão, Duda e Chila.

Após a estréia Iguaçuana em competições oficiais, a equipe permaneceu na primeira divisão de 1971 até 1980. Em 1980, é rebaixada para segunda divisão, ficando até 1987. Nesse ano, o Pantera do Vale é conquista o título de Campeão da Segunda Divisão do Paraná e volta para a Primeira Divisão. A partida decisiva foi contra o Operário de Ponta Grossa no dia 13 de setembro em Ponta Grossa, terminou em 3 a 1 pro Iguaçu gols do Mica, Josemar e Biro-Biro e Nilson para o Operário de P. Grossa.

Em 1988, a equipe de União da Vitória participou da Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro, na época o módulo AZUL, não tendo boa classificação. 1993, marca um novo rebaixamento da equipe da segunda divisão paranaense.

Após um recesso nas suas atividades a partir do final de 1997,a equipe retornou ao futebol profissional em 2005 ,disputando a Divisão de Acesso e conquista o título com uma rodada de antecipação, subindo novamente para a Primeira Divisão em 2006. Mas com denúncias de outros clubes a A.A.Iguaçu acusava de utilizar jogador irregular em uma partida, perde 6 pontos e fica em terceira colocada perdendo o título e a vaga da Primeira Divisão.

Mas com a fusão de ADAP/Galo Maringá e a desistência do União Bandeirantes na Primeira Divisão abre uma vaga para a inclusão do Iguaçu no Campeonato Paranaense da Primeira Divisão/2007.

Títulos

Campeonato Paranaense Série Prata: 3 vezes (1987, 1996 e 2006)

Estádio
O clube manda seus jogos no Estádio Municipal Antiocho Pereira, construído em 1987, com capacidade para 12 mil pessoas, que substituiu o antigo Estádio Enéas Muniz de Queiroz, demolido pela Rede Ferroviária Federal. O Antiocho Pereira foi construído com material recolhido na antiga Arena da Baixada (hoje Kyocera Arena, estádio do Atlético-PR), como traves, sistema de iluminação e arquibancadas — o jornal Gazeta do Povo não cota as traves da antiga Arena da Baixada como parte do material usado em União da Vitória.

Hino

Já está entrando em campo
Vai começar a emoção
O azul e o amarelo
Arrepia o coração

Com garra e amor à camisa
Muita determinação
Não pode ser esquecido
Esse é o time querido
Da nossa população

Iguaçu, Iguaçu!
Conquistou as suas glórias
Iguaçu, Iguaçu!
Orgulho de União da Vitória

Mascote






site:http://www.aaiguacu.com

sábado, 27 de setembro de 2008

Grêmio Recreativo Barueri

Em 1989, visando promover integração social e educação por meio do esporte, nasce o Grêmio Recreativo Barueri. Desde então, a Organização Social tem promovido um amplo trabalho social, afastando crianças, adolescentes e jovens da ociosidade e de atividades ilícitas, formando atletas e cidadãos.

Para tal, o Grêmio Barueri trabalha em duas vertentes diferentes. O Futebol Profissional e os Núcleos de Formação Esportiva.

Os Núcleos de Formação Esportiva foram as primeira atividades desenvolvidas pelo Grêmio. Atualmente são centenas de crianças atendidas no projeto em diversas modalidades, como: futebol, futsal, vôlei, basquete, judô, karatê, ginástica artística, atletismo, skate e tênis.

Além da instrução esportiva e das atividades física e mental, as crianças têm a oportunidade de viver uma vida mais saudável desenvolvendo atributos importantes como: trabalho em equipe, superação, garra, força, desafios, vitórias e conquistas.

Como conseqüência deste trabalho, talentos são descobertos e crianças descobrem no esporte um caminho para se tornarem melhores cidadãos.

Outra vertente desenvolvida pelo Grêmio Barueri é o Futebol Profissional.

Sua trajetória começou no ano de 2000, em parceria com a iniciativa privada. O Grêmio Barueri disputou o Campeonato Paulista da Segunda Divisão - categoria Juniores - tendo sagrado-se vice-campeão da competição, com a equipe denominada Roma/Barueri.

No ano de 2001, convidado para participar da tradicional Copa São Paulo de Futebol Júnior o Roma/Barueri fez uma excelente campanha chegando à final num jogo memorável contra o São Paulo Futebol Clube, cujo placar foi de 4 a 4. Na decisão por pênaltis o Barueri levou a melhor e se sagrou campeão do torneio logo em sua primeira participação nesta competição.

Com a performance da Copa São Paulo de Junior, o ingresso no futebol profissional se tornou inevitável. Em 2001, Barueri ingressa no futebol profissional, disputando o Campeonato Paulista da Segunda Divisão - Série B/3.

Em apenas seis anos de futebol profissional Barueri alcançou seis acessos consecutivos, sendo cinco deles no futebol paulista e um no Campeonato Brasileiro em sua primeira participação nesta competição.

Em 2007 Barueri estreou no Paulistão e na série B do Campeonato Brasileiro. Os ótimos resultados do futebol profissional em Barueri tem atraído muitas pessoas, imprensa e turistas. Esta grande exposição na mídia tem proporcionado receitas para a cidade, aquecimento do comércio, geração de novos negócios e de novos empregos formais e informais, além de grande notoriedade para o município com a conseqüente satisfação e orgulho do munícipe.

Para Walter Sanches, presidente e fundador da agremiação "não há segredos para o sucesso do Grêmio Barueri. É um somatório de planejamento, organização, seriedade, trabalho em equipe e trabalho sério, desenvolvido e executado por profissionais comprometidos e apaixonados por esporte e por causas sociais".

A partir de 2007 o futebol profissional de Barueri passa a ser totalmente auto-sustentável. Os recursos municipais serão destinados exclusivamente para a manutenção dos trabalhos sociais realizados pelas escolinhas de esporte.

Como resultado deste planejamento, em 2008 o Grêmio Barueri se sagrou Campeão Paulista do Interior।

Principais conquistas do Futebol Profissional: - 6 (seis) acessos conquistados em apenas 6 anos de existência do futebol profissional - 5 (cinco) acessos consecutivos no Campeonato Paulista de Futebol, consagrando os cinco artilheiros। - Campeão da série A3, em 2005 - Campeão da série A2 ,em 2006. Acesso inédito para a série B do Campeonato Brasileiro ao disputar uma vaga dentre as 64 equipes participantes da série C/2006, chegando em 4º lugar. 6º Lugar no Campeonato Paulista Profissional de Futebol 2008. Campeão Paulista do Interior de Futebol Profissional 2008.

Estádio

Arena Barueri é o novo estádio municipal da cidade de Barueri, propriedade da Prefeitura Municipal da cidade, sendo administrado a título de comodato pelo Grêmio Recreativo Barueri. O estádio antigo chamado Dr. Orlando Batista Novelli foi totalmente demolido, e a obra para este novo estádio é totalmente nova. Apesar de poder ter sido construído de uma só vez, a Prefeitura de Barueri está erguendo a nova arena por etapas para não prejudicar os diversos investimentos na área social. Embora seja inaugurado com instalações ainda modestas, o novo estádio já está em conformidade e dentro das exigências das entidades federativas e dos demais órgãos e leis competentes. Na prática, ele será uma arena multiuso e auto-sustentável, podendo servir ao Grêmio Barueri, a outros clubes, a empresas, instituições religiosas, não governamentais, concertos e outro eventos.

A primeira etapa da obra inaugurada parcialmente é um "L" com capacidade para quinze mil pessoas. Dentro de sessenta dias a Arena terá capacidade para vinte mil pessoas. O projeto é de que entre 2008/2009 toda a obra esteja pronta, com capacidade total para quarenta mil pessoas. Até o final de 2010 todas as obras adicionais de estacionamento e acesso também estarão finalizadas. (Estas datas, bem como as perspectivas ilustrativas poderão sofrer alterações). O novo estádio está sendo construído de acordo com os critérios da FIFA, e ao final da obra será uma arena multiuso das mais modernas do Brasil, podendo receber os jogos de uma possível Copa do Mundo de 2014 no Brasil. A Prefeitura de Barueri está respondendo o caderno de encargos estabelecido pela FIFA

Hino

União, suor e raça

Para sempre campeão

É o Barueri que arrasa

Com a mente e o corpo são

Barueri

Com seus atletas nossos heróis

Somos todos vencedores

Cantando a uma só voz

Barueri

Com seus atletas nossos heróis

Somos todos vencedores

Cantando a uma só voz

Sou Barueri

Seja no campo ou na quadra

No tatami ou na pista

Onde a vitória me aguarda

Barueri

Educando pelo esporte

Promovendo Integração

Formando atletas cidadãos

Barueri

Com seus atletas nossos heróis

Somos todos vencedores

Cantando a uma só voz

Mascote

O Mascote do clube é uma abelha. A idéia da abelha é expressar simplicidade, trabalho em equipe, força em conjunto e produção de riqueza. Uma abelha sozinha parece ser pequena e fácil de ser dominada. Porém, várias abelhas quando atuam em grupo tornam-se fortes, capazes de surpreender e de derrubar um grande animal, até mesmo um homem. Além disso a abelha produz mel, um produto altamente saudável e de grande valor econômico. A abelha se defende por um ferrão e sua picada pode incomodar muito. Várias picadas podem levar o adversário à nocaute. A feliz idéia do mascote, bem como a ilustração do mesmo é de autoria do jovem e promissor publicitário Felipe Nani, profissional que integra a equipe de Marketing do Grêmio Recreativo Barueri.


site:http://www.grbarueri.com.br

Itabuna Esporte Clube

Apesar de fundado oficialmente em 23 de maio de 1967, pode-se dizer que a história do Itabuna Esporte Clube começou em 3 de maio de 1929, com a fundação do Itabuna Futebol Clube.

O Itabuna Esporte Clube provém do Itabuna Futebol Clube, time amador da cidade de Itabuna que, com a mudança de seus estatuto para sair do amadorismo e passar a ser considerado um time profissional, mudou o seu nome.

Inicialmente, o Itabuna Esporte Clube adotou as cores amarelo e preto como oficiais, mudando somente décadas mais tarde para o azul e branco, como forma de homenagear a seleção da cidade de Itabuna, octacampeã de futebol amador do estado da Bahia, que foi a base do primeiro time profissional do clube.

No ano de 1970, sob a presidência de Gabriel Nunes, o Itabuna foi vice-campeão baiano numa brilhante campanha. Poderia ter sido campeão, não fosse a parcialidade do Sr. Cícero Bahia Dantas, então interventor da Federação Baiana, que, após o Itabuna haver empatado com o Bahia, na Capital, resolveu suspender o campeonato, sob a infantil alegação de que o Bahia ia disputar a Copa Brasil. Nesse ínterim, enquanto o Bahia enfrentava as melhores equipes nacionais o Itabuna para não ficar parado, enfrentava equipes interiores sem expressão.

Na disputa final, o Itabuna foi derrotado e o Bahia sagrou-se campeão baiano. Uma particularidade que não passou despercebida: O Sr. Cícero Bahia Dantas foi quase que eternamente Chefe do Departamento Jurídico do Bahia.

Nas últimas décadas, o Itabuna se alternou entre as primeira e segunda divisões do futebol baiano, conseguindo vários acessos, mas amargando inúmeros rebaixamentos também.

Voltou à primeira divisão do futebol baiano em 2002 após vencer a final da 2ª Divisão contra o Jacuipense diante de 24 mil torcedores no Luiz Viana Filho. Após isso, tem alternado boas e más participações nos campeonatos em que participou. Em 2003, chegou às semifinais, sendo eliminado pelo Vitória, num disptado confronto de duas partidas, apesar de ter perdido em Itabuna por 1X0 e em Salvador por 2X0.

No ano seguinte, 2004, classificou-se em primeiro lugar no seu grupo, mas acabou sendo elminado pela modesta equipe do Poções, após sofrer uma inesperada derrota dentro de seu estádio. No Campeonato do interior deste mesmo ano, que valia vaga para a Terceira divisão do Campeonato Nacional, chegou as semifinais, sendo eliminada pela forte equipe da Catuense.

Em 2005, foi eliminado na primeira fase, porém no Campeonato do Interior, classificou-se em primeiro no seu grupo, sendo eliminado nas quartas de final pelo time B do Bahia, após sofrer uma derrota em casa nos últimos minutos do jogo.

No ano de 2006 o Campeonato Baiano foi disputado em dois turnos, pois o Bahia e o Vitória disputariam neste ano a Série C do Campeonato Brasileiro. Em ambos os turnos a equipe do Itabuna foi eliminado na fase de Quartas-de-finais, no 1º turno o carrasco do azulino o Ipitanga e no 2º turno foi a vez do Bahia eliminar o Itabuna.

Em 2007 o Campeonato Baiano foi disputado em um sistema de todos-contra-todos em ida-e-volta classificando-se os quatro primeiros colocados para um quadrangular que decidiria o campeão, o Itabuna fez uma péssima campanha ficando na 9ª Colocação.

Já em 2008 foi o ano do volta do Itabuna a ser protagonista, no Campeonato Baiano - que foi disputado nos mesmos moldes do ano anterior - teve um início irregular, quando chegou a ocupar a 9ª Colocação, mas com a chegado do Técnico Ferreira, a equipe conseguiu uma arrancada espetacular, alcançando a classificação para o Quadrangular Final com uma rodada de antecedência. No Quadrangular a equipe iniciou com 3 derrotas, obteve 2 vitórias consecultivas, chegando a última rodada sonhando com o tão almejado título, mas no confronto final contra o Vitória no Estádio do Barradão a equipe não se encontrou no 2º Tempo levando uma goleado por 5 a 1, finalizando o Campeonato Baiano na 4ª Colocação. Posição esta, que o garantiu disputar a Série C Campeonato Brasileiro neste mesmo ano, encerrando um jejum de disputas nacionais desde 1984, quando disputou a Taça de Prata (2ª Divisão do Campeonato Brasileiro).

Estádio

Estádio Municipal Luiz Viana Filho é um estádio de futebol de Itabuna (Bahia), que atende ao Itabuna Esporte Clube e ao Grapiúna Atlético Clube.

Sua capacidade é de 20 mil pessoas. O Itabunão, como é conhecido o estádio, foi inaugurado em 28 de julho de 1973, no jogo entre o Itabuna e o Vitória com placar final de 2 a 2. O primeiro gol do estádio é do jogador do Itabuna Dery.

O maior público do Estádio ocorreu do jogo entre o Flamengo-RJ e o Vasco da Gama-RJ no dia 20 de março de 1977 com um público de 28.213 pessoas, com placar de 2 a 1 para a equipe do Flamengo.

Hino

Vamos lá, Itabuna
Toca essa bola para frente
Só mais uma vitória
Para os amigos, para a gente

Faz a galera viver
Em volta da emoção
Conquiste, meu time de fé
Títulos de campeão

Faz a galera viver
Em volta da emoção
Conquiste, meu time de fé
Títulos de campeão

Avante, dragão do sul
A chama não deve apagar
Esquadrão azul e branco
Tem garra para ganhar

Toda nação no gramado
És a força maior
Na luta pela conquista
Nos campos de futebol

Toda nação no gramado
És a força maior
Na luta pela conquista
Nos campos de futebol

Mais um, mais um
Mais um, Itabuna
Mais um, mais um
Mais um tento do Filó

Mais um, mais um
Mais um, Itabuna
Mostre que és o melhor

Mascote - Azulão Grapiúna






site:http://www.itabunaesporteclube.com.br

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Tuna Luso Brasileira

A Tuna Luso Brasileira foi fundada em 1º de janeiro de 1903. Foi com a visita do cruzador português Dom Carlos à cidade de Belém, que um grupo de portugueses , liderados por Manuel Nunes da Silva, decidiu fundar um grupo musical para perpetuar as músicas da terra distante, Portugal. Assim, nascia a Tuna Luso, que significa conjunto musical (Tuna) português (Luso). Inicialmente, a equipe se chamou Tuna Luso Caixeral, visto que seus fundadores era vendedores viajantes conhecidos como caixeiros.

O futebol só passou a fazer parte da história da Águia em 1915, por iniciativa de Francisco Vazquez. Era um time caseiro e não era filiado à Liga. Por ser bastante competitivo, o time participava de vários jogos com outros times, principalmente em datas históricas. E é nos festejos de 5 de outubro que a colônia portuguesa promoveu um jogo entre a Tuna Luso e o Grêmio Luzitano. Com uma simples vitória, 1x0, a Tuna Luso ganhou o seu primeiro troféu futebolístico. A partir deste feito, começaram os trabalhos para a Tuna participar da liga profissional de futebol, sob o comando do grande Francisco Vasquez, como a inauguração do Estádio Cruzmaltino, em 1.935.

Em 1926, veio a primeira mudança de nome da equipe. A Tuna Luso Caixeiral passou a se chamar Tuna Luso Comercial, ainda em alusão à profissão de seus fundadores. Por fim, em 1968, tornou-se a Tuna Luso Brasileira.

Após alguns anos participando apenas de jogos comemorativos, a agremiação passou a disputar o Campeonato Paraense em 1931. A primeira conquista da competição, no entanto, viria apenas seis anos depois.

1937 - O primeiro campeonato paraense invicto
Após 04 anos do início de sua participação no campeonato paraense, a Tuna Luso, agora Comercial, montou um time poderoso para ganhar o seu primeiro campeonato. Contando com craques como Aldomário, Jango, Mattos, Pitota e o goleiro Licínio, a Tuna Luso jogou 08 partidas , sendo 06 vitórias e 02 empates. Marcou 37 golos e sofreu apenas 12. Com goleadas sobre os extintos Júlio César (8x1 e 8x0) e Nacional (6x0), a Tuna Luso decidiu o campeonato com o Paysandu, ganhando com o placar de 2x1, com os golos de Jango. O time sagrou campeão com Licinio, Setenta, Cinco, Aldemário, Pellado, Setenta e Sete, Lulu, Conega, Jango, Pitota e Patesko.

1938 - O Bi-campeonato

Para este ano, a Tuna Luso Comercial manteve o time base da conquista anterior, e ganhou o título por antecipação. Assim, não jogou as partidas finais com o Clube do Remo e o Paysandu. Fez 07 partidas, ganhando 06 e perdendo apenas uma. Fez 30 golos e sofreu apenas 12. Foram várias vitórias com goleadas, sobre o Júlio César (7x1), Clube do Remo (5x3), Transviário (4x0). Nesta época o Paysandu tinha o Quarenta, mas o placar foi 3x2 para o time cruzmaltino. Com a vitória sobre o Nacional (3x2) a Tuna Luso sagrou-se campeã por antecipação, jogando com Bubu, Setenta, Cinco, Aldomário, Pio, Marcelo, Lulu, Conega, Pinhegas, Pitota e Mattos.

Em 1941, com a mesma base de 1937 e 1938, o time se sagrou campeão novamente de forma invicta. Depois do título, ainda conquistou o Paraense em 1948, 1951, 1955 e 1958. No entanto, após essa fase vitoriosa, a Tuna ficou 12 anos sem título, voltando a conquistas o campeonato apenas em 1970.

Depois dessa conquista, novo jejum de títulos. Outra conquista só voltou a acontecer em 1983, quando a equipe abocanhou mais um Paraense. Dois anos depois, veio o título mais importante da Tuna, a Série B. Após uma ótima campanha, o time se sagrou campeão, com o Goytacaz, do Rio de Janeiro, ficando em segundo.

Para provar que a década de 80 era mesmo boa para a Tuna, a equipe se sagrou campeã paraense novamente em 1988.

Após quatro anos sem título, veio a conquista da Série C de 1992, em um time que tinha o meio-campista Giovanni, que depois jogou pelo Santos e defendeu a seleção brasileira. Entretanto, depois desse ano a torcida não viu mais títulos. De consolo, o fato de o clube sempre disputar a Série C do Campeonato Brasileiro.

Títulos


Campeonato Brasileiro Série B: 1985.
Campeonato Brasileiro Série C: 1992.
Campeonato Paraense: 10 vezes (1937, 1938, 1941, 1948, 1951, 1955, 1958, 1970, 1983 e 1988).

Estádio


O estádio próprio da Tuna Luso chama-se Francisco Vasques, popularmente conhecido como "Souza", com capacidade para 5.000 torcedores. Contudo, os jogos de maior porte da equipe são disputados no Estádio Olímpico do Pará, com capacidade para 46.000 pessoas.

Hino

Nós estamos empunhando a bandeira
Comemorando a nossa vitória,
Tuna, Tuna, Tuna
É mais um time
Que entra na história.
Tuna Luso Brasileira,
O teu passado é de glória
Lutando na terra e no mar
E conquistando sempre as vitórias.
Nós estamos empunhando a bandeira
Comemorando a nossa vitória
Tuna, Tuna, Tuna
É mais um time que
Que entra na história.
Verde, branco e a cruz de malta,
Que mora no meu coração
Tu és a águia do Souza
E serás sempre em toda geração
Nós estamos empunhando a bandeira
Comemorando a nossa vitória
Tuna, Tuna, Tuna
É mais um time que entra na história.

Mascote

A mascote da Tuna Luso é a águia. O animal foi escolhido como um dos símbolos do clube por ser considerada a ave mais forte, bonita e corajosa do mundo animal. Além disso, a águia também tem um grande poder de renovação, do qual os torcedores do Tuna têm que se orgulhar.



site: http://www.tunaluso.net/

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Associação Chapecoense de Futebol

A Associação Chapecoense de Futebol, Fundada em 10 de maio de 1973. Também chamada, Furacão do Oeste ou simplesmente Verdão.

A Associação Chapecoense de Futebol - a partir de 1973 caminhada inicial -, traz consigo um resultado importante de suas campanhas realizadas em nível nacional, estadual e regional. Hoje, é reconhecida pela sua posição alcançada, fruto de suas vitórias, do desempenho de centenas de atletas, pelo investimento da iniciativa privada e oficial, da presença de sócios e colaboradores, da capacidade de seus dirigentes, de sua torcida, do apoio da imprensa e outros.

A Associação Chapecoense e Futebol, nasce no momento em que, na cidade de Chapecó o futebol amador estava adormecido, não havia mais realizações de campeonatos que movimentavam a cidade. Foi um período que Chapecó e sua população não contava mais com as disputas entre os times que existiam na cidade gravados na memória de muitos: o Atlético Clube Chapecó, o Independente Futebol Clube, "os sempre rivais" Grêmio Esportivo Comercial, Guairacá Futebol Clube e Operário entre outros.

A cidade de Chapecó não contava mais com a presença de times de futebol, foi motivo de analises, de comentarios e as especulações a respeito dessa realidade. Todos os argumentos serviam, também, para provar que o futebol na cidade era importante.

No dia 10 de maior de 1973 mais uma vez amigos e desportistas chapecoenses se encontram no almoxarifado da 8ª Res. DER e na porta da loja de confecções de propriedade do Pelisser, localizada na esquina da Avenida Getulio Vargas, no Edifício Jarbas Mendes, de propriedade do desportista Heitor Pasqualotto. Pasqualotto, também foi participante de muitos bate papos a respeito daquele momento e da situação que o futebol se encontrava na cidade.

No dia em que nasceu a Chapecoense, o grupo de desportistas era formado de Alvadir Pelisser e Altair Zanella indepedentinos roxos, e Lorário Immich e Vicente Delai, Ferrenhos defensores do Atlético Chapecó. O encontro não foi casual, era a continuidade de outros tantos, neles as conversas sempre giravam em torno da reativação do futebol na cidade. Assim foi que, depois de muita conversa e "tratativas", resolvem propor a fusão dos remanescentes do Atlético Chapecó e do Independente, mas só de nome porque patrimônio imóvel nenhum dos clubes dispunha.

A sugestão agradou, ganhou espaço e apoio na cidade de suas lideranças, e demais segmentos. Adesões e ajudas começam a aparecer. Ernesto de Marco, proprietário das Casas Vitórias deu um jogo de camisas o qual foi uma "glória para nós" diz Pelisser. Em ato continuo entrou a presença de centenas de chapecoenses. Impossível anotar o nome de todos, mas devemos lemvrar do importante apoio de Heitor Pasqualotto, Avelino Biondo, Moacir Fredo, Arthur Badalotti, Gentil Galli que com outros tantos, pagavam para ver o novo time crescer. Nesses anota-se o Plínio de Nês, que, como líder empresarial e político regional, depositou seu apoio incondicional à Chapecoense, ajudando-a de diversas formas.

Desse marco inicial da Chapecoense, lembramos a primeira composição do time que nascia. Temos, assim o seguintes nomes: Martinelli, o Alemão(motorista da SAIC), o Zeca (funcionário da Prefeitura de Chapecó, apelidado de "calceteiro", responsável pela montagem das calçadas e ruas da cidade), o Miguel (cabo da PM/SC), o Boca, o Vilmar Grando, o Caibi (Celso Ferronato), o Pacassa (João Maria) o Orlandinho, o Tarzan, o Ubirajara (PM/SC), o Beiço, o Airton, o Agenor, o Plínio (era de Seara), o Jair, o Raul, o Xaxim, o Casquinha funcionário do Besc. Nilson Ducatti, acompanhava o grupo em todos os momentos, mais os dirigentes nas tardes esportivas.

Anota-se do depoimento de Pelisser, mesmo não lembrando os nomes, mas, poucos eram os jogadores que tinham salário, como foi o Moacir Fredo e tantos outros, baluartes da Chapecoense, sem venimento nenhum. Ainda, da organização do time da Chapecoense, para Pelisser "muitos não recebiam nada, jogavam vestindo a camisa, iam ao campo com vontade e garra, uma vez que a arrecadação da Chapecoense era pequena".

Depois, dessa primeira composição de jogadores da Chapecoense, surge o primeiro time profissional, formado, pelos seguintes atletas: Putti treinador, Beiço Schú, Zé Taglian, Bonassi, Pacasso, Minga, Vicente Delai Diretor de Futebol, Casquinha, Albertinho, Caibí, Eneas, Zé.

Beto, recorda do primeiro jogo do time profissional: "foi contra o São José de Porto Alegre, no campo do Colégio São Francisco, Chapecoense 1x0 São José, o segundo foi contra o Novo Hamburgo, jogo realizado na cidade de Xaxim".

Ainda, no ano de 1973, pela primeira vez na história do futebol de Chapecó, a Chapecoense jogou em Florianópolis cujo resultado foi um empate de dois a dois. Para Pelisser, "empatar com o Avaí na capital foi a maior glória para a Chapecoense".

O treinador Gomercindo Luiz Putti, mandado buscar por Pasqualoto em Concórdia. "a mando do Pasqualoto fui buscar o Putti para trabalhar no futebol de Chapecó".

Temos então outro momento da "viagem da Chapecoense". Esse, representado da necessidade dos dirigentes de provar a capacidade da organização, uma vez que time adquiriu condições de participar de competições futuras. Não só a população da cidade de Chapecó, como a região oestina, acreditaram na "boa nova do futebol catarinense".

Um novo momento da viagem, encetada pela Associação Chapecoense de Futebol, foi o ano de 1977 passo decisivo. Ano que a Chapecoense ficou campeã. Com esse titulo, a oportunidade de disputar o Campeonato Nacional. Novos momentos da viagem, agora, a campanha objetivando a construção do Estádio Municipal, desafio assumido concretizado pela administração municipal que num prazo de 150 dias concluiu as obras, sendo Prefeito de Chapecó Milton Sander. Concluído o estádio, a Chapecoense em campo, fez parte da Loteria Esportiva.

No entanto, depois disso, somente em 1996 o clube ergueria uma nova taça de campeão do estadual. Dez anos depois, venceu a Copa Santa Catarina e, em 2007, outro título estadual.

Títulos

3 Campeonatos Catarinenses - 1977, 1996 e 2007

Campeã Taça Santa Catarina 1979

Campeã Taça Plinio Arlindo De Nez 1995

Campeã Copa Santa Catarina 2006

Hino

(Letra: Luiz A. Maier )

Ó Glorioso verde que se expande
entre os estados tu és sempre um esplendor
nas alegrias e nas horas mais difíceis
meu furacão tu és sempre um vencedor

São tantos títulos outrora conquistados
com bravura, muita raça e fervor
leva consigo o coração de uma cidade
meu furacão
tu és sempre um vencedor

Sempre honrando nosso escudo com sua raça
és alegria nos estádios nunca só
na imensidão e vastidão de nosso estado
Chapecoense tu és sempre Chapecó
A força imensa de sua fiel torcida
que nos estádios tudo é lindo e nos fascina
a nossa massa meu verdão mexe contigo
tu és querido em toda Santa Catarina

Estádio

Estádio Regional Índio Condá

Endereço: Rua Clevelândia, Chapecó-SC
Inauguração: 24 de janeiro de 1976.
Capacidade: 15.000 (segundo a FCF) 10.000
Recorde de público: 15.000 (Final de 1977)

Mascote - índio






site : http://www.chapecoense.net

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Uberlândia Esporte Clube

Na década de 20, Uberlândia ainda era São Pedro de Uberabinha e vivia sob o comando de dois grupos político-sociais que se rivalizavam em tudo. Devido às freqüentes brigas nos campos de futebol, eles haviam decidido que, em cada partida, haveria um revezamento de suas bandas de música, muito comuns na época. Certa data, durante um clássico no campo da Associação Esportiva Uberabinha, os grupos se desentenderam. O Partido Republicano Municipal - "Cocão" -, dono do campo, queria que a sua banda tocasse, mas como a vez era dos "Coiós" - Partido Republicano Mineiro -, o desentendimento foi generalizado. Indignados, os membros do partido dos "Coiós" decidiram fundar um novo clube. Liderados por Agenor Bino e Gil Alves dos Santos eles se reuniram na Vila Operária em 1922, para fundar o Uberabinha Sport Club, com as cores verde e branca. Gil Alves, poderoso empresário e político cedeu o terreno onde hoje está construído o estádio Juca Ribeiro. Com o intuito de apaziguar o clima de guerra, o partido dos "Coiós" resolveu convidar para ser o primeiro presidente, o Sr. Tito Teixeira, que apesar de pertencer ao grupo rival, era pessoa alheia as paixões políticas. Desta forma, foi fundado oficialmente no dia 1º de Novembro de 1922, o Uberabinha Sport Clube, que anos depois mudaria seu nome juntamente com a cidade para Uberlândia E.C.

Uberlândia Esporte é o melhor do interior
O ranking da CBF demonstra que o UEC é a melhor equipe do interior de Minas Gerais, ocupando a 66ª colocação com 231 pontos, à frente não só do Ipatinga, Vila Nova, Ituiutaba, Valério e Uberaba, como também do Brasiliense, do Distrifo Federal. A principal arrancada do Uberlândia para a sua pontuação no ranking da CBF foi a participação da equipe pela primeira vez na história na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro, no ano de 1978. Na época a diretoria trouxe uma série de jogadores de fora, como Odair, Rubinho, Gilmar e Geraldo, do Corinthians, Dick, do Cruzeiro, além de contar com pratas-da-casa, inclusive com revelações da época, como Maurinho e Gil, este chegando à Seleção Brasileira posteriormente. Antes da participação no Campeonato Nacional o Uberlândia realizou amistosos com Corinthians, Vasco da Gama, Botafogo e Internacional, tendo públicos recordes de 15 a 20 mil pagantes, o que deu suporte ao Verdão de participar do Campeonato Nacional. Técnicos de renome estiveram à frente da equipe, como Gerson dos Santos e Aderbal Lana. A diretoria naquele momento tinha como presidente o advogado José Aparecido Martins e como diretores Sebastião Lintz, Mário Borges de Oliveira, José Gomes de Fátima, Luiz Rangel e Paulo José Alves. O UEC fez uma boa participação no campeonato, terminando numa colocação intermediária. Feitos como esse devem ser sempre lembrados. As glórias de uma equipe de futebol são a somatória de feitos, e a sinergia necessária para a realização de uma boa temporada leva necessariamente tempos históricos também.

JOGOS MEMORÁVEIS

Uberlândia x Seleção da União Soviética
Em 09 de Fevereiro de 1966, quando ainda não existia o Estádio João Havelange, o Uberlândia Esporte jogou contra a Selação da antiga União Soviética, no Estádio Juca Ribeiro, para quem perdeu de 2 a 0, inaugurando as arquibancadas de cimento, construídas na gestão de Renato de Freitas.

Uberlândia goleou o Santos no Parque
Outro jogo que está marcado na história foi a goleada do Uberlândia Esporte Clube sobre o Santos Futebol Clube por 4 a 0, no dia 6 de junho de 1982, fazendo parte também dos festejos de inauguração daquela praça esportiva. O primeiro gol do UEC no Parque foi marcado por Mauro Eli da Silva (Maurinho), aos 8 minutos do primeiro tempo. Luiz Carlos, Nenê Ramos e Brazinha completaram a goleada alviverde. A renda foi de CR $ 5.251.600,00, com público de 14.160 torcedores. Os times: Uberlândia - Moacir, Brazinha, Batista, Zecão e Paulo José; Chiquinho, Nenê Ramos, Périclhes e Maurinho; Luiz Carlos e Mairon César (Vivinho). Santos - Evandro, Léo (Joãozinho), Gilmar (Nilson Dias ), Mauro (Gilberto) e Celso; Batistone, Neto, Palhinha e Zé Carlos; Carlos Silva e Inácio.

UEC empatou com a Seleção de Novos
A Seleção Brasileira de Novos, em amistoso de preparação para o Torneio de Toulon, na França, jogou contra o Uberlândia Esporte Clube, no Estádio João Havelange, empatando em 1 a 1, no dia 18 de maio de 1983. A renda foi de CR$ 6.980.000,00, com público de 13.653 pessoas no estádio. A Seleçao jogou com Abelha, Betão, Wilson Gotardo (Leiz), Júlio César e Geraldo (J. Maria); Douglas, Nelsinho, Luvanor e Mirandinha (Paulo César); Paulo Sérgio (Ernane ) e Márcio Fernandes (Paulinho).

Uberlândia Esporte, campeão da Taça CBF
O ano de 1984 marca na história o principal feito pelo Uberlândia Esporte Clube em toda a sua história, quando foi campeão da Taça CBF, o mais importante título conquistado pelo Verdão uberlandense. A decisão do título foi em duas partidas contra o Clube do Remo, de Belém do Pará. O primeiro confronto aconteceu no Parque do Sabiá, no dia 28 de março de 1984, quando o UEC venceu por 1 a 0, com renda de CR$ 22.249.500,00 e público de 21.694 pessoas. O UEC jogou com Moacir, Luizinho, Batista, Zecão e Batata: Chiquinho, Eduardo, Carlos Roberto e Zé Carlos; Geraldo Touro e Vivinho. Reservas: Santos, Tairone, Clayton , Eder e Cristiano. Maurinho, um dos heróis do título, não aparece na lista porque cumpria suspensão. O segundo jogo foi em Belém do Pará, onde o UEC garantiu o título com um empate de 0 a 0 e ganhou o mais rico troféu de sua galeria. O Clube do Remo jogou com Bracali, Rui Curaça, Nazareno, Darinta e Chicão; Pedrinho, Paulinho, Raulinho e Dadinho; Roque e Amaury. Reservas: Nunes, Gallotte, Léo, Ivo Carioca e Nildo.

Uberlândia ganha Taça Minas Gerais e disputa Copa do Brasil
Em 2003, o Uberlândia Esporte foi campeão da Taça Minas Gerais ao ganhar do Araxá no Estádio João Havelange. Com o título, o Verdão pode disputar a Copa do Brasil em 2004.
Porém, foi eliminado no primeiro e único jogo, ao perder no Parque do Sabiá do Juventude-RS por 3 x 0 .

Títulos
Campeão da Segunda Divisão (Módulo II) 1999, Campeão da Segunda Divisão Mineira 1963, Campeão Brasileiro da Segunda Divisão (Taça CBF) 1984 e Campeão Mineiro do Interior 1970 e 1987 e da Taça Minas Gerais 2003

Estádio
Juca Ribeiro (capacidade para 15 mil pessoas)
João Havelange (Parque do Sabiá) ( capacidade para 55000 pessoas)

Hino
Para a glória, com os louros da vitória,
Uberlândia! Uberlândia! Uberlândia!
O Periquito, o mais querido e forte!
Furacão, Uberlândia Esporte! (bis)
Como ontem, a luta é a mesma agora,
Pendão Alvi-Verde desfraldado!
Com mais ardor, mais vitórias,
Honrando as glórias do passado. (bis)
Nossa torcida é vibrante:
A velha guarda e a mocidade...
Vê no brasão que é tão amado,
O amor, o sangue e o valor da cidade.
Nossa torcida venera
Velhas batalhas e seus troféus
De companheiros de outrora,
Que nos ajudam lá do céu.

Mascote - Periquito








site: http://www.uberlandiaec.com.br

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Mixto Esporte Clube

O que chamamos hoje em dia de Mixto Esporte Clube foi outrora o Clube Esportivo Feminino, dedicado a discussões e saraus sobre a literatura mato-grossense, brasileira e européia.

Então líder do clube, Zulmira Canavarros, decidiu em 1934 extrapolar o limite explícito ao nome da agremiação. Em 20 de maio do mesmo ano, o grupo restrito ampliou-se assumindo uma face “meio homem, meio mulher”. Zulmira foi a primeira e única presidenta em toda a história da equipe.

O coração mixtense nasceu na rua 7 de setembro, quase em frente da igreja Senhor dos Passos, no centro da capital. Especificamente, na saudosa Livraria Pepe – um casarão construído em estilo colonial e tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

O preto e branco da bandeira, do uniforme e dos inúmeros adereços foram determinados pela diretoria inicial. O hino tem letra e melodia do acadêmico Ulisses Cuiabano e é apresentada pela primeira vez por Zulmira, ao piano.

O nome “Mixto” tem a ver com mistura. O “x” no lugar do “s” fica como capricho gramatical, pois na década de 30 o idioma português ainda era muito influenciado pelo latim.

Sob novo pensamento, o Mixto amplia seu universo de atividades, incluindo o esporte e mantendo a cultura. O vôlei e o basquete são as modalidades mais disputadas. E os dias de carnaval, o período de maior intensidade de “recreação dançante” (termo utilizado na época).

Futebol mesmo, só em 1940. Na primeira partida, derrota inesquecível de 3 a 1 para um grupo de tipógrafos, formado em cima da hora. Local do vexame: o campo do colégio estadual Liceu Cuiabano, situado na avenida Getúlio Vargas.

Na era do futebol amador, o Mixto é o maior. Venceu os certames cuiabanos de 1947, 1948, 1949, 1951, 1952, 1953, 1954, 1959, 1961 e 1962 e 65. São tempos em que antes do prélio (ou seja, do jogo), a fila de atletas era puxada pela rainha do clube - com a bandeira em punho - e o mascote.

A grandeza deste clube não tem parâmetros, pois desde a sua fundação sagrou-se campeão em 24 campeonatos estaduais, tanto no período amador, quanto no profissional como 1979/80/81/82/84/88/89/96, antes e após a divisão do Estado. Um dos seus grandes feitos foi sagrar-se Campeão do Centro-Oeste em 1976.
O Mixto Esporte Clube é alvi-negro (preto e branco), e em sua camisa destaca-se uma faixa diagonal descendo da esquerda para a direita, lembrando o uniforme do Vasco da Gama, e é chamado de "Tigre da Vargas" devido à garra dos seus jogadores e à fidelidade da sua torcida. Clube de maior tradição, maior e mais fanática torcida de Mato Grosso, o Mixto é destaque no cenário esportivo nacional, tendo participado do Campeonato Nacional hoje Brasileiro em 11 edições (1976 à 1986).

Em sua história o Mixto revelou e projetou grandes valores para o futebol Brasileiro e Internacional. No cenário internacional, o primeiro deles foi Traçáia, jogador que atuou na Europa, mais precisamente na Áustria. O segundo foi Bife, que defendeu as cores do Futebol Clube do Porto, em Portugal. Destacaram-se também Gonçalves, Miro, Luis Carlos Beleza, Ruíter, Tostão, Vanderlei, Humberto, Elias, Gaguinho, Pastoril, dentre outros.

Títulos

Campeonato Mato-Grossense: 24 vezes (1943, 1945, 1947, 1948, 1949, 1951, 1952, 1953, 1954, 1959, 1961, 1962, 1965, 1969, 1970, 1979, 1980, 1981 1982, 1984, 1988, 1989, 1996 e 2008).
Torneio Início: 1969.
Copa Integração Presidente Médici: 1973.
Copa Centro-Oeste: 1976.

Estádio

Estádio José Fragelli, ou Verdão, é um estádio de futebol de Cuiabá (Mato Grosso), que atende a vários times do Estado.
No dia 12 de março de 1975, a equipe do Fluminense e a Seleção de Cuiabá se enfrentaram na partida que comemorava a conclusão parcial das obras, quando na oportunidade a equipe de Cuiabá entrou para a história balançando pela primeira vez as redes do “Verdão”. No ano seguinte, 8 de abril, o estádio era finamente concluído com a presença do Flamengo e um quadrangular entre os clubes da capital, Mixto, Operário e Dom Bosco, assistido por mais de 44 mil torcedores.
Capacidade 45000

Hino
(Marcha de Zulmira D'Andrade Canavarros e Ulisses Cuiabano)

O Mixto Esporte Clube
Agora se apresenta
E pelo branco e negro,
As cores que ostenta
No seu pavilhão,
Seremos sempre unidos
E sempre destemidos
Havemos de lutar
E também trabalhar
De todo coração.
Hurra!... Hurra!...
Mixto Esporte Clube, será
o lema
Desta nossa sociedade.
A união e também a lealdade.
Debaixo do nosso céu de anil,
Tremula altaneira
Nossa gentil bandeira
E pelo esporte, em nossa Cuiabá,
Teremos por fanal,
lutar, lutar, lutar
Por nosso ideal.

Apelido - Alvinegro da Getúlio Vargas - Tigre da Vargas

Mascote











site :
http://www.mixtoesporteclube.com.br/

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Barras Futebol Club

O Barras Futebol Clube tem uma curta história, porém surpreendente. O clube foi fundado em 15 de novembro de 2004, mas já conquistou o título de campeão da segunda divisão do Piauí em 2005, o vice-campeonato estadual em 2006 e 2007, além da Copa do Piauí em 2007 e o finalmente em 2008, campeão estadual da primeira divisão.

O nome da agremiação é uma homenagem à cidade de origem do clube, localizado no meio-norte do Estado, Barras. As cores dadas à agremiação, o branco, o azul e o vermelho são as mesmas que representam a bandeira do município. O apelido dado carinhosamente pelos torcedores é “Bafo”.

O clube foi fundado em 2004, mas em 2005 a equipe começou seus primeiros passos em competições oficiais. Já na sua estréia, conquistou o título de campeão estadual da segunda divisão, garantindo o seu acesso à elite do futebol piauiense.

Na temporada seguinte, após a conquista do título, o Barras estreou com tudo na primeira divisão do Piauí. No entanto, apesar da bela campanha, na final contra o Parnahyba Sporting Club, da cidade de Parnaíba, o time sucumbiu, quando perdeu por 1 a 0. O vice-campeonato credenciou a equipe para disputar a Copa do Brasil de 2007.

Em sua estréia no torneio nacional, em Barras, o clube derrotou o Ceará Sporting Club por 1 a 0, mas na partida de volta perdeu por 2 a 0, sendo eliminado da competição. Apesar da derrota, seus resultados empolgaram a sua torcida.

No Campeonato Estadual de 2007, a equipe se reforçou e entrou como favorita para conquistar a competição, mas novamente sucumbiu na final, obtendo outro vice-campeonato.

Contudo, o posicionamento da equipe no Campeonato Estadual de 2007 permitiu que o time disputasse o Campeonato Brasileiro da Série C. Apesar do pouco tempo de existência, o Barras conseguiu a melhor campanha piauiense na história da competição, chegando ao octagonal final.

Outro dado curioso é que desde a sua fundação a agremiação nunca ficou fora de alguma final do Estadual.

Títulos

Campeão piauiense 2008
Campeão da Copa Piauí 2007
Campeão piauiense - 2ª divisão 2005

Estádio

O Estádio Municipal Juca Fortes fica na cidade de Barras, no estado do Piauí. Tem capacidade para 5 mil pessoas e o local de mando de jogo do Barras Futebol Club, um time de futebol fundado em 15 de novembro de 2004.

Hino

Meu Coração é só felicidade
Quando o leão sai da toca
Um grito de vitória ecoa na cidade
Quando o tricolor barrense joga
Vermelho, azul e branco são as cores
Da camisa, da bandeira , da paixão
Dos governados, terra dos amores
Da bola no estádio coração
Bravo torcedores, grandes jogadores
Barras de um time campeão
É Mais um gol do Bafo
É so correr pro abraço
Explode a torcida de emoção
É mais um show do bafo
É Barras um timaço
É a vez do povo gritar,
Campeão!

Mascote
Leão da Marathoan









site: http://www.barrasfc.com.br (fora do ar)

domingo, 21 de setembro de 2008

Ypiranga Clube


Há 15 de maio de 1963, fruto do idealismo dos jovens integrantes da extinta e saudosa Juventude Oratoriana do Trem (JOT), movimento que pertencia à Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, surgia no desporto Amapaense, o glorioso YPIRANGA CLUBE. Como cores oficiais o Clube ostenta a azul e a preta, por influência e preposição do Padre Vitório Galliani, as mesmas da Internacional de Milão, seu clube de coração na Itália. A figura da “Torre” da Igreja de Nossa Senhora da Conceição no Bairro do Trem, é o principal símbolo do Clube, razão porque é chamado pelos desportistas de o “Clube da Torre” e de “Negro Anil”.
O Dr. Guaracy Freitas, foi o primeiro Presidente e o saudoso padre Vitório Galliani e o seu eterno Patrono, num tributo por tudo que representou para os integrantes da “Família Ypiranguista”.
Padre Vitório Galliani além de Vigário da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição e um dos Assistentes Espirituais da JOT, foi um grande incentivador para a Fundação do Clube. Emergia assim, o YPIRANGA CLUBE no cenário sócio-esportivo do então Território Federal do Amapá.
Como seu principal objetivo, além da competição esportiva, os jovens atletas integrantes de suas equipes tinham a orientação de exercer em comportamento cristão perante aos seus adversários, mesmo na luta por uma vitória, se revestindo, também, em mais uma opção de lazer aos jovens da JOT.
Logo no ano da sua fundação, o YPIRANGA era filiado a então Federação Amapaense de Desportos, que na época tinha a responsabilidade de coordenar os esportes amadroes no Território.
Em 1964, o YPIRANGA CLUBE disputava sua primeira competição oficial, participado do Campeonato Amapaense de Futebol Amador da Segunda Divisão.
Já nesse ano, o Clube conquistava o título da competição, sob o comando técnico do saudoso Francisco Sales de Lima, o “Chicão” como era mais conhecido nas lides esportivas, e que durante muitos anos militou na Crônica Esportiva Amapaense.
A Equipe Campeã, que jogou e venceu no Estádio Augusto Antunes a Equipe do Independente por 6x3, numa memorável decisão, formou com: Manguinha, Lindoval, Barata, Guaracy e Suzico, Adauto e Ary, Peninha, Artur, Narciso e Almeida. Ainda participaram do elenco, os atletas: Elcio, Horácio, Otílio, Gadelha, Lery, Trombone, Tônati e Sabá Balieiro, Joaquim Neto. Com esta conquista, a equipe Ypiranguista ascendia à Primeira Divisão do Futebol Amapaense, em 1965.
Em 1971, conquistava mais um título de futebol, desta feita, na categoria Juvenil.
Em meados do ano de 1974, em razão de reformas introduzidas da atuação da Igreja Católica, que passava a trabalhar em Comunidades de Base, era extinta a Juventude Oratoriana do Trem (JOT) e conseqüentemente, o Ypiranga era obrigado a deixar o convívio da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição. Este fato veio a contribuir para que o Clube passasse por uma das mais difíceis fases de sua história. A época em que se deu o afastamento do Clube da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, seu presidente era o jovem Albertino Melo, hoje, um dos seus Conselheiros Grande Benemérito. Para minimizar a situação, o desportista e Diretor à época, Hermenegildo Gomes da Lima, pôs à disposição do Clube, a sua residência, que por algum tempo, passou a ser o ponto de encontro dos Ypiranguistas, tanto para reuniões de trabalho, como a te mesmo para lazer.
No ano seguinte, através de entendimento mantidos com o Senhor Sandoval, a Diretoria do Clube conseguia o imóvel da então Associação Operatória do Bairro do Trem, onde hoje funciona a Sede dos Aposentados e Pensionistas do Governo do Estado. Após as introduções de algumas adaptações, passava, então, a funcionar como Sede Provisória do Clube.
Há 08 de dezembro de 1976, coincidentemente, no dia em que se comemora sua Padroeira, Nossa Senhora da Conceição, o YPIRANGA conquistava o mais importante título de sua história, até então, sagrando-se campeão Amapaense de Futebol da Primeira Divisão ao empatar com o Santana pelo escore de 0x0, num jogo realizado no Estádio Municipal Glicério de Souza Marques.
Pelas principais ruas e avenidas do Bairro do Trem, foi só festa da grande e apaixonada torcida Negro-Anil, que tinha como pontos convergentes, a Sede provisória do Clube na Avenida Henrique Galúcio e o “Pau do Pecado” que ficava na Av. Eliezer Levy com a Jovino Dinoá.
No comando técnico da Equipe Campeã Amapaense, figurava o desportista Lourival Lima, o popular “Chibé”. Na direção de futebol, Valdemar Vilena e na Presidência Pedro Assis de Azevedo, ambos, hoje, Conselheiros Grande Beneméritos do Clube.
Nessa conquista a formação do “Clube da Torre” foi a seguinte: Emanuel, Buiuna, Damasceno, Waldir e Pitéo, Duranil e Dival, Ananízio, Tadeu, Jason e Dilermano.
Ainda participaram dessa conquista, os atletas: Odival, Paulo César, Bolinha, Orlandino, João Oliveira, Padeirinho Dewson e Nena.
Na qualidade de Campeão da Cidade, o YPIRANGA ganhava o direito de representar o ex-território federal do Amapá, juntamente com o São José, no Copão da Amazônia, em 1977, que foi disputado aqui em Macapá.
Em 1986, por não ter realizado um bom Campeonato, o clube amargava um rebaixamento à Segunda Divisão, ganhando o direito de regressar logo em seguida, por haver conquistado o título dessa divisão.
Na gestão do Conselheiro Grande Benemérito Humberto Santos, apoiado por outros Ypiranguistas como: Manoel Colares, Uberaldo Figueiredo, entre outros, foi edificada a primeira Sede do Clube, que por muitos anos abrigou os Ypiranguistas.
Em 1991, com a sua implantação no Estado do Amapá, o YPIRANGA sob a Presidência do Conselheiro Grande Benemérito Luiz Góes, passava a praticar o futebol profissional, tendo marcante participação no seu primeiro campeonato, figurando ao final, entre os seus três (03) primeiros colocados.
Em 1992, após quinze anos, o “Clube da Torre”, sob a Presidência do Empresário Fernando Costa, conquistava o Primeiro título profissional na sua história, em memorável decisão com o seu rival de bairro, o Trem Desportivo Clube.
Como ponto relevante dessa decisão, o atacante Miranda, camisa 9 do clube, teve um dos gols mostrado para todo o Brasil, pela Rede Globo de Televisão, por ter sido escolhido o “Gol Fantástico”.
A equipe base do Ypiranga em 1992, foi a seguinte: Maurício, Zé Preta, Ponga, Cid e Neirivaldo, Edgar, Edvaldo e Serginho, Tiaguinho, Miranda e Jorginho Macapá, tendo no comando técnico, o extrovertido, Dario, o Dadá Maravilha, tri campeão mundial pela Seleção Brasileira, em 1970.
É importante ressaltar que no futebol profissional do estado do Amapá, o Ypiranga é o clube que tem a melhor performance, com a conquista de 7 (sete) títulos de 12 (doze) disputados, levando-se em consideração que em 1995, o Ypiranga ficou fora do certame e em 1996, não houve campeonato, tendo. Além do título de 1992, o Clube da Torre foi o campeão de 1994, sob a presidência do desportista Jorge Barata Xerfan e a direção técnica do desportista Benedito Silva (o Maranhão). Voltaria a ser campeão em 1997, tendo na sua presidência, o desportista Hildon Moraes de Azevedo e o comando técnico ainda do Benedito Silva (o Maranhão). O Ypiranga voltaria a ganhar mais um campeonato de futebol profissional em 1999, tendo na sua presidência o desportista João Bosco Alfaia, e como seu técnico, o ex-atleta do clube, campeão de 1976, Jason Rodrigues, que repetiram o feito em 2002 e 2003, este ultimo sobre o comando do Profº Ovidio Neto. Em 2004 o Negro-Anil conquistaria o seu sétimo título profissional e seu primeiro tri-campeonato, tendo na presidência Orlando Santana e no comando técnico Ricardo Oliveira.
Paralelo ao futebol, tanto profissional, quanto amador, o clube tem tido participações em outros esportes ao longo de sua existência, tendo conquistado vários outros títulos. Entre esses esportes pode-se citar: Tênis de Mesa, Futebol de Salão, Ciclismo, Natação, Voleibol, Basquete, Pedestrianismo e Judô.
No que concerne ao social, vários eventos foram promovidos pelo Clube para o entretenimento dos seus sócios e simpatizantes, bem como haver participado em vários concursos de beleza realizados em Macapá.
Em 1991, na gestão do presidente Luís Góes, foi instituído o Quadro de Sócios Proprietários do Clube. Com a preocupação de dinamizar as ações administrativas do Clube, e lhe oferecer uma melhor organização, adaptando-se a sua realidade, foi realizada em 1992, através de uma comissão presidida pelo Conselheiro Grande Benemérito José das Graças dos Santos Torres, tendo como membros, Elias Seabra da Costa, Manoel Torres, Neemias Dilermano, Valdemar Vilena e Walter Sobrinho, uma reforma estatutária, que dentre tantas coisas importantes, destaca-se a abertura do Clube para a eleição direta para a escolha de seu presidente, o que faz do Ypiranga, um dos poucos Clubes do país, a exercer este tipo de eleição.
No decorrer dos seus 42 anos de existência, vários foram os desportistas que passaram pela existência do clube, cada um, com sua parcela de contribuição na Vida Sócio-esportiva do Ypiranga.
O primeiro presidente do Clube foi Guaracy Freitas, em seguida vieram: Narciso Farripas, Manoel Colares, Joaquim Neto, Albertino Melo, Pedro Assis, Humberto Santos, Uberaldo Figueiredo, Evaldo Juarez, José Maria Lima, João Chaves, Neemias Dilermano, Raimundo Espíndola, Valdemar Vilena, Luís Góes, que iniciou a era profissional do Clube, vindo em seguida, Fernando Costa, Jorge Xerfan, Hildon Moraes, José Pereira Sacramento (o carioca),João Bosco Alfaia e Orlando Santana.
Hoje, encontra-se investindo na sua presidência, o desportista Deusimar Alves de Oliveira e como presidente do Conselho Deliberativo, Coringa.
Ao completar seus 42 anos de fundação, se faz importante lembrarmos e reverenciar grandes ypiranguistas já falecidos, que têm seus nomes indelevelmente registrados na história do clube. Lembramos inicialmente dos Padres Vitório Galliani, patrono do Clube da Torre e Luiz de David. Sr. Dário Lima, destacado como grande incentivador e organizador do futebol da garotada integrante da paróquia de Nossa Senhora da Conceição. Lembramos dos Saudosos atletas Emanuel (o mais eclético da história do clube), Aragão, Dival e Ary. João Nascimento de Araújo, no Tênis de Mesa. João Simões Nobre – o careca –, maratonista e atleta de futebol de salão. Outro nome merecedor de destaque é o de Valdênio Vanderley (o Guachelo) primeiro chefe de torcida organizada do Clube. Também reverenciamos o nome de Francisco Corrêa, Luiz Azarias e Rosival Souza (o bonde), primeiro técnico da equipe de futebol do Ypiranga.

Títulos
7 Campeonatos estaduais ( 1976, 1992, 1994, 1999, 2002, 2003 e 2004 )

Estádio

O Estádio Milton Corrêa, também conhecido como Zerão é um estádio esportivo localizado em Macapá, Brasil. É normalmente usado para sediar partidas de futebol, principalmente dos times Amapá Clube, Esporte Clube Macapá, Trem Desportivo Clube e Ypiranga Clube. Sua capacidade máxima é de 5000 pessoas e sua inauguração ocorreu em 1990. O apelido do estádio (e sua fama) vieram do fato de que a linha de meio-de-campo coincide exatamente com a linha do Equador, fazendo com que cada time jogue em um hemisfério.
Maior público:10.000 pessoas (17/10/90) Independente 1 x 0 Trem
Primeiro Jogo: (17/10/90) Independente 1 x 0 Trem

Hino

Abrace o glorioso Ypiranga
Ypiranga do meu coração
Por ti farei o impossível
Pra no esporte serem sempre o campeão
Nascido em 63
Tua historia irei sempre exaltar
Clube pujante querido
Honra e glória do desporto do Amapá

(Refrão 2 vezes) Jamais te esquecerei
Trago tuas cores dentro do meu coração
Ypiranga de Amor e Garra.
Clube da torre.
Dono da minha paixão Absolutos e encorajados
Os atletas estão sempre a lutar
Para dar mais valor a nosso esporte
E o teu nome eternamente consagrar
Nessa corrente negro anil
Que canta vibra e explode de emoção
Unindo forças pra tua vitória
Um elo eu sou ao desfraldar teu pavilhão

Mascote
A coruja branca é o mascote do Ypiranga Clube tem como habitar as torres (principal simbolo do Negro-Anil) das igreja. A torre que está representanda no escudo do clube é da igreja Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Ypiranga.






site: http://www.ypiranga.net

sábado, 20 de setembro de 2008

Salgueiro Atlético Clube

O clube foi fundado em 23 de março de 1972 com o nome de Atlético de Salgueiro. O time era apenas amador.
Em 2005 veio a profissionalização com o time disputando o Campeonato Pernambucano da série A2 ficando em 3º lugar e subindo para a 1ª divisão do futebol pernambucano. Logo no seu primeiro ano de existência o Salgueiro surpreendeu os adversários e ficou com o título da Copa de Pernambuco. Na mesma temporada, ele conquistou também o Torneio Integração Paraíba, Ceará e Pernambuco. A equipe perdeu somente o primeiro jogo para o Icasa, no Ceará, mas depois venceu os outros quatro das últimas cinco partidas.
Em 2006, ano da sua primeira participação no Campeonato pernambucano da 1ª divisão, o time não resistiu e acabou sendo rebaixado. Em 2007 o Salgueiro deu a volta por cima e conquistou o título do Campeonato Pernambucano da série A2 retornando para a 1ª divisão do futebol pernambucano.
Em 2008 o time fez uma brilhante participação no pernambucano, terminando em 4º lugar, e garantindo uma vaga no Campeonato Brasileiro da Série C.
O Carcará do Sertão tem como um dos principais patrocinadores, a banda de forró Limão com Mel. E conta com a torcida em praticamente todos os jogos no Salgueirão, do seu diretor Ailton Souza e do músico Batista Lima.

Estádio
O Salgueiro Atlético Clube - O Carcará do Sertão manda seus jogos no Estádio Municipal Cornélio de Barros (Salgueirão) com capacidade para 5.000 torcedores.

Hino
É Branco, verde e vermelho
As cores do meu coração
Salgueiro Atlético Clube
É o Tricolor do Sertão

É força, é garra, é magia
O sonho não acabou
Se tem bola na rede começa a folia
Na garganta o grito de gol

Futebol é a minha alegria
Tem festa no interior
No toque da bola tem muita harmonia
Na garganta o grito de gol

É paixão no meu coração
Emoção meu time é campeão
É paixão, emoção
Salgueiro Atlético Clube
É! É! É!
É o Carcará do Sertão!

Carcará, pega, mata e come
Carcará, não vai morrer de fome
Carcará, mais coragem do que homem
Carcará, pega, mata e come!

Mascote - Carcará
A mascote do Salgueiro é o carcará, que é uma ave com fisionomia brava e com penas pretas. A ave é considerada a águia do Sertão e é encontrada, muitas vezes, ao longo de estradas e em torno de áreas de queimadas.







site:http://www.salgueiroac.com.br/

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Rio Branco Sport Club

Na tarde ensolarada, a brisa que soprava do Rio Itiberê amenizava o típico calor parnanguara. Era 12 de outubro de 1913. Dia comemorativo do descobrimento da América. Manuel Victor da Costa, Aníbal José de Lima, Euclides de Oliveira, José de Oliveira, Jarbas Nery Chichorro e Antônio Gomes de Miranda, amigos, apreciadores do futebol, encontravam-se na calçada da rua Marechal Deodoro num alegre bate-papo a respeito do desporto. Durante a conversa, aproximou-se do grupo o Sr. Raul da Costa Pinto, funcionário da Alfândega, que foi colocado a par do que se discutia e solicitaram sua opinião a respeito da criação de um clube desportivo. Combinaram, então, promover uma outra reunião no dia seguinte, 13, na residência da Família Lima, na mesma rua, casa n°12. Nesta reunião muitas discussões foram encenadas, pois alguns desejavam a fundação de uma sociedade recreativa/esportiva, enquanto outros defendiam a tese de um clube de futebol. Foi Jarbas Nery Chichorro, que através de argumentos seguros e coerentes, manifestando o desejo da maioria ali presente disse ser um clube de futebol a razão maior. Estava criado um clube de futebol! Jarbas Nery Chichorro propôs o nome de RIO BRANCO para o novo clube – uma homenagem ao ilustre brasileiro José Maria da Silva Paranhos, o Barão do Rio Branco, hábil e culto diplomata que resolveu inúmeras questões com países da América do Sul e Europa. A proposta foi aceita por unanimidade.

A primeira partida

A primeira partida do Rio Branco aconteceu no dia 23 de novembro de 1913, e foi realizada no ground do Campo Grande (Praça Pires Pardinho), contra a equipe do Brasil FC, de Paranaguá. A partida terminou com a vitória do Brasil FC por 1 x 0. A equipe titular do Rio Braço atuou com Colombino, Mathias e Nagib; Eugênio, Itaborahi e Raul; Rocha, Romeu, Cezário, Braga e Flota.

1915 – Liga Desportiva Paranaense – Primeiro campeonato oficial

Quando os desportistas paranaenses, notadamente os da capital do estado, resolveram fundar uma Liga Esportiva, para comandar os destinos do futebol e realizar um Campeonato Oficial, convidaram as equipes de Ponta Grossa e do Litoral. O Rio Branco Sport Club se fez presente na reunião realizada no dia 12 de fevereiro de 1915, na sede do Jockey Club, em Curitiba, e foi incluído entre aqueles que faziam parte da divisão de honra do esporte bretão, participando junto com Coritiba, Internacional, América, Paraná SC e Paranaguá SC, do primeiro Campeonato Oficial realizado no Estado do Paraná.

O novo estádio

Eleito Presidente do Rio Branco SC, (desde 1922), Nelson Medrado Dias, que desempenhava altas funções no Lloyd Brasileiro, em Paranaguá, resolveu encetar uma luta para construir um novo estádio para o seu clube, utilizando para tanto o seu prestígio no comércio e na política. Logo os trabalhos estavam em andamento. Medrado Dias mandou aparelhar o terreno para o campo de futebol. Transcorria o ano de 1925 e a construção das arquibancadas também teve início. Quando as obras foram concluídas, os diretores da agremiação, numa atitude digna, resolveram dar o nome ao novo estádio de NELSON MEDRADO DIAS. Fizeram justiça àquele que tanto lutou para que o empreendimento fosse realizado. No dia 04 de junho de 1927, a Prefeitura Municipal, através de seu órgão responsável pelas edificações fez a vistoria e aprovou as instalações do Estádio do Rio Branco SC. A partida de inauguração foi entre Rio Branco SC e Clube Atlético Paranaense. O Atlético venceu a partida por 5x1.

1948: Rio Branco - campeão do interior

No ano de 1948 ,o Rio Branco Sport Club, então campeão da Liga de Futebol do Litoral do Paraná, também tornou-se Campeão do Interior. As disputas foram contra o Operário Ferroviário, de Ponta Grossa.

Após dois empates, o Rio Branco venceu a terceira partida por 3X2, conquistando o título.

Equipe Campeã: Duia, Chiquinho e Jaci Maciel; Odemar, Tião e Chico Preto;Julinho, Antoninho, Guito, Chico Porco e Jaci.

1954: Rio Branco – campeão do interior novamente

Como campeão da Liga Regional de Futebol de Paranaguá, em 1954, o Rio Branco SC adquiriu o direito de disputar o II TORNEIO DO INTERIOR – competição entre os campeões das ligas interioranas. Após vencer o Internacional, de Campo Largo e o Ferroviário, de União da Vitória, o Rio Branco SC qualificou-se para a disputa da finalíssima contra o Guarani, de Arapoti. No primeiro jogo, lá em Arapoti, o Rio Branco fez uma ótima partida e sagrou-se vencedor por 3x1. Os gols foram marcados por Celso, Nico e Zangado. A segunda partida foi realizada em Paranaguá. Foi uma tarde de glória essa do dia 1° de maio. Está gravada com letras maiúsculas na História do Leão do Litoral. Jogando um futebol de alta qualidade, o alvirrubro impôs uma sonora goleada no Guarani de Arapoti. 8x0 foi o placar. Celso Marques e Zangado foram os grandes heróis da jornada. Cada um marcou 4 gols. A torcida do Rio Branco compareceu em massa lotando asa dependências do alvirrubro. Durante os 90 minutos de jogo fez a maior festa no Estádio Nelson Medrado Dias. Com o termino da partida, tomou as ruas de Paranaguá numa grande carreata, com buzinaço e foguetório pintou a cidade de vermelho e branco, comemorando até altas horas a conquista do título de CAMPEÃO DO INTERIOR.

1956 – O Rio Branco SC no futebol profissional do Paraná

Depois de muito, o Rio Branco Sport Club, uma das mais tradicionais agremiações esportivas do futebol paranaense, voltou a fazer parte da DIVISÃO ESPECIAL DO FUTEBOL DO PARANÁ. Algumas complicações, a principio, pareciam tolher o desejo da gente riobranquista em disputar o Campeonato da Divisão Principal do Paraná. Primeiro foi a Federação Paranaense de Futebol, depois foi o CND que demorou em dar uma resposta ao pedido do Rio Branco SC. Muitas ações administrativas e políticas foram empreendidas pelos dirigentes leoninos. Por fim, o CND respondeu que só o Conselho Arbitral da Federação é que poderia decidir sobre o ingresso do Rio Branco no futebol profissional do Paraná.

No dia 16 de maio de 1956, por unanimidade, os clubes profissionais do Estado do Paraná, reunidos na sede da FPF, concordaram com a participação do Rio Branco SC no Campeonato Paranaense de Futebol. A torcida leonina e a cidade de Paranaguá festejaram com muita intensidade a conquista.

A partida de estréia do Rio Branco SC no profissionalismo aconteceu no dia 23 de junho de 1956 contra o Água Verde e terminou com a vitória do Leão por 3x2.

1970 – Voltando para a Primeira Divisão

O Rio Branco SC fez uma ótima campanha no ano de 1970, na 2° Divisão. Dos 10 jogos disputados no turno de classificação obteve 6 vitórias, 2 empates e 2 derrotas.. Com esses resultados o Rio Branco SC ficou classificado em 1° lugar juntamente com o Cascavel e o Guarani de Ponta Grossa.Foi necessária uma decisão entre os três. Em turno e returno houve um quadrangular. O Leão do Litoral conseguiu 1 vitória, 2 empates e 1 derrota. Acabou em 2° lugar, conquistando o direito de voltar para a 1° Divisão do Futebol Paranaense.

1977 – O Apito não deixou o Rio Branco Disputar as Finais

O Rio Branco SC fez uma ótima campanha na REPESCAGEM. Chegou até as finais, sendo CAMPEÃO da Zona Sul ao abater o Pinheiros, em Paranaguá por 1x0 e depois consolidar o título no empate em 1x1, na Vila Capanema. Nesse jogo final, em 06 de agosto, a torcida do Rio Branco mais uma vez fez a diferença. Mais de 1.500 torcedores lotaram automóveis e ônibus e foram para Curitiba levar o seu incentivo à equipe alvirrubra. A crônica esportiva da capital ficou boquiaberta quando presenciou a enorme massa litorânea que se instalou nas arquibancadas do Durival Brito e Silva.

Quando o árbitro trilou o apito encerrando a partida, os leoninos invadiram o gramado para comemorar, junto com jogadores e diretores o extraordinário feito.

Com essa conquista, qualificou-se para decidir a vaga para as disputas da finalíssima (que seria contra o Coritiba) enfrentando o Grêmio Maringá, campeão da chave norte.

No jogo do dia 21 de agosto, aos 41 minutos da etapa final, Ivan fez o 2° gol do Rio Branco seria o da vitória – e conseqüentemente faria com que houvesse uma prorrogação. Durante os noventa minutos de jogo o Rio Branco foi superior. O Grêmio agüentava-se numa retranca e torcia para que o tempo corresse o mais rápido possível. O árbitro Rubens Maranho, que andou prejudicando o Rio Branco com a marcação de faltas não existentes e cartões amarelos dados sem critério, não se sabe o porque, anulou o gol alvirrubro – que foi legítimo. Todos os jogadores partiram para tiram satisfações com o apitador. Este rodeado por policiais, ao ser questionado porquê fizera tamanha safadeza, disse: Vocês são timinho do interior, como é que querem disputar título?

Na classificação geral o Rio Branco ficou em 11° lugar.

A partir do descenso acontecido no início dos anos 80, o Rio Branco SC lutou contra todas as dificuldades inerentes aos clubes que disputam a segunda divisão.

Os dirigentes ficam sozinhos. A torcida, chateada, deixa de comparecer ao estádio e, o incentivo, que é tão importante, deixa de existir. Os jogadores sentem-se até desmotivados. Tudo isso contribuiu para que, durante tanto tempo, o Leão da Estradinha sentisse o gosto amargo do fracasso.

Mesmo diante de tantos problemas, a gente riobranquista trabalhava sonhando com o dia do retorno à elite do futebol paranaense. Os dirigentes – Mário Marcondes Lobo Filho, José Carlos Possas, José Manoel Chaves, Rui Câmara (Piro), Alceu Silva, Nivaldo Domanski, Mauro Portilho Marques, Francisco Lopes de Araújo, Erwin Aal Jr, o Vivi – assumiram o clube e montaram uma equipe com condições de disputar a vaga do acesso.Já estavam fora a tantos anos. Estava na hora de voltar!

O Campeonato de 1993, da 2° divisão foi muito difícil. Renhidamente disputado. Viagens longas e cansativas para o Oeste, Sudoeste e Norte do Estado. Tudo era superado tendo em vista o ferrenho desejo de voltar a Primeira Divisão. Ao final, o Leão conseguiu o seu intento. Os desportistas de Paranaguá teriam condição de ver, novamente, as grandes equipes se apresentando no estádio Nelson Medrado Dias e, estas, sentiriam, mais uma vez, que na Estradinha o Leão é uma equipe difícil de ser batida. Méritos à diretoria comandada por Mário Marcondes Lobo Filho.

Na classificação final o Rio Branco ficou em 5° lugar, obtendo o direito de voltar para a 1° divisão.

1995 – Rio Branco Campeão

Na fase de classificação, o Rio Branco ficou em 1° lugar na sua chave. Foi uma bela campanha.Finalmente as pretensões estavam concretizadas. Como campeão do Grupo B e, por conseguinte, CAMPEÃO DA 2° DIVISÃO, o Leão adquiriu o direito de disputar a Primeira Divisão no ano de 1996, bem como o Octogonal da Divisão de Elite ainda no ano de 1995.

Rio Branco SC – Campeão do Interior em 2000.

Foi com muita dedicação que a coletividade alvirrubra se preparou para o Campeonato Paranaense de 2000. Os jogadores se desdobraram em campo para honrar as cores do Leão. Tal esforço foi recompensado com a bela campanha, que culminou com a conquista de CAMPEÃO DO INTERIOR. Graças a essa condição o Rio Branco SC foi disputar o quadrangular final, tendo como adversário o Coritiba FC. Os dirigentes do time coxa fizeram de tudo para que o Rio Branco disputasse a partida no seu estádio. Alegavam a falta de capacidade para o público, conforme o regulamento. Os dirigentes riobranquistas agiram com firmeza e, montando uma arquibancada de estrutura metálica, conseguiram ampliar a capacidade para o público – que superlotou asa dependências do Estádio Nelson Medrado Dias. No campo as ações não foram favoráveis e o Rio Branco perdeu o jogo. Porém, depois de muito tempo, as cores vermelha e Branca do Leão da Estradinha tremularam no alto do mastro da vitória.

Estádio

Estádio Fernando Charbub Farah – “Gigante do Itiberê”
Capacidade 20000
Inauguração 29/09/2004 - Paraná 2 x 1 Vasco da Gama
Primeiro gol: Petkovic(Vasco)
Já foi apelidado pelos parnanguaras como "Caranguejão", fruto do mar cuja origem é do mangue e onde aquela obra foi realizada, onde no passado a beira do Rio Itiberê era um grande manguezal.

Estádio: Nelson Medrado Dias - “Estradinha”
Capacidade: 11000
Propriedade: SC Rio Branco

Hino Rio Branco Sport Club. Leão da Estradinha
Meu querido esquadrão
Leão da Estradinha
Serás eterno em meu coração

Torcer por suas cores é sensacional
Rio Branco querido não existe outro igual
A bandeira alvi-rubra, a mais linda que há
Orgulho maior de Paranaguá

Mascote

A mascote do clube é o Leão. Tal alcunha foi dada pelo fato de o Rio Branco ser um time bastante guerreiro e vindo do interior do estado e pela região da estradinha. O clube é, então, chamado carinhosamente pela torcida de ‘Leão da estradinha’.


site: http://www.leaodaestradinha.com.br