sábado, 30 de agosto de 2008

Toledo Colônia Work

O Projeto Educação pelo Esporte, surgiu quando duas grandes Empresas de Toledo, resolveram unir forças para realizar um projeto social e esportivo, a Organizações Work Serviços, uma empresa consolidada na terceirização de serviços em todo o Paraná e a outra Cervejaria Colônia (INAB) empresa com pouco anos no mercado Brasileiro que produz um mix completo de bebidas que vão desde água mineral, chopp e cervejas de vários tipos.

A idéia do projeto é do Professor e Técnico Agenor Piccinin que apresentou aos empresários Irineu Picinini (Work) e Jean Paul Brandalise (INAB) e juntos aceitaram viabilizar o projeto social que tinha dois objetivos distintos, o social com escolinhas em cinco bairros do perímetro urbano da cidade e o outro era resgatar o futebol profissional de Toledo com escola de futebol de rendimentos.

E no dia 10 de fevereiro de 2004 no Restaurante Mamma Thereza foi lançada o Projeto Escola Oeste de Futebol do Toledo Colônia Work (TCW), com a presença de varias autoridades.

O projeto é de cunho esportivo, mas voltados para o social e está sendo desenvolvido em etapas, desde a formação de escolinhas de futebol nos bairros da cidade até a presença de uma equipe no âmbito profissional do Estado, todas as categorias são acompanhas por profissionais de cada área necessária para boa formação do atleta e do ser humano.

São Professores de Educação Física, Psicólogos, Nutricionistas, Assistentes Sociais, entre outros profissionais, contratados pelo Toledo Colônia Work e colocados à disposições de cada um dos atletas do projeto.O Toledo Colônia Work, clube de futebol empresa, com poucos anos de vida, possui uma estrutura esportiva das melhores do Paraná.

O projeto social Educação pelo Esporte trabalha também com futebol de rendimento e não está restrito apenas aos ensinamentos teóricos e práticos, mas busca agregar o social e educacional a todos os participantes. Os jogadores participam de palestras, reuniões, treinamentos, cursos e acompanhamentos psicológicos, nutricionais e fisioterapêuticos, para que cada atleta tenha uma formação educacional centrada nas melhores propostas para a formação de um cidadão.

Passado do Futebol Toledano

Cinco anos depois da chegada dos pioneiros, ao mesmo tempo em que a Toledo era reconhecida como município em 1951, um grupo de boleiros locais se organiza para criação de um clube de futebol. Em sua primeira, vitória de virada contra o Cascavel, 2 a 1.

Tratava-se do Esporte Clube Toledo, clube amador que serviu de exemplo para criação de novas equipes na cidade, que conheceu o profissionalismo apenas em 1968. O representante foi o La Salle, uma escola que tinha um time de futebol e que em sua fundação, um ano antes, contava apenas com alunos no elenco. Apesar do esforço, somente em 1979 Toledo teria seu representante na primeira divisão: o Toledo Futebol Clube.

Conhecido pela população como Toledão, a equipe fez campanha tímida, ficando em oitavo lugar, mas conseguindo resultados importantes, vencendo clubes tradicionais como o União Bandeirante e o Londrina, e empatando com o Atlético Paranaense.

Em 1981 o Toledo ganharia fama em um jogo contra o extinto Colorado. Quando perdia por 1 a 0, aos 44 do segundo tempo, o Toledão empataria a partida se não fosse a aparição de Luiz Matter, integrante da comissão técnica do Colorado que invade o campo e salva a equipe da capital. Por fim, o TJD anulou a partida e um novo jogo aconteceu terminando em 0 a 0.

Dois anos depois, o representante da cidade passa a ser o Toledo Esporte Clube, que conta com a presença do goleiro Zetti, que em 92 seria campeão mundial de clubes pelo São Paulo. No entanto, em 86, o Toledo ficou na ponta de baixo da tabela e foi rebaixado.

No ano de 1989, Toledo volta a disputar a primeira divisão, mas na Chave B, o chamado grupo dos discriminados, já que os clubes de maior torcida estavam na A. Ao invés de enfrentar times como Coritiba, Atlético, Colorado, Londrina e Grêmio de Maringá, o Toledo teve que bater de frente contra Pato Branco, Foz do Iguaçu e até mesmo o Pinheiros, da capital. Sem muitas pretensões a equipe fez boa campanha em 93, mas se arrastou até 1996 quando é rebaixada e some da elite do futebol paranaense.
Em 2002, entretanto, o estádio 14 de Dezembro teve novo motivo para ser aberto: o Império Toledo. A nova equipe, fundada nos moldes de uma sociedade civil, surgiu para acolher jogadores empresariados pelo agente Aurélio Almeida, também dono do Grêmio Maringá.
Dois anos depois, o Império terminou a segundona estadual como vice-campeão, atrás apenas do Engenheiro Beltrão.Em janeiro de 2005 , o Império não quis permanecer em Toledo, onde foi fundado há dois anos, alegando falta de apoio da prefeitura e de empresas locais.

Estádio

O Toledo Colônia Work tem a concessão de uso para mandar seus jogos no Estádio Municipal 14 de Dezembro, propriedade da Prefeitura do Município de Toledo. O Estádio é um dos mais modernos estádios do Paraná, com capacidade para 15.000 pessoas, sendo 1.500 em cadeiras cobertas e 13.500 em arquibancadas, situado à Rua da Faculdade, próximo a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOSTE) no jardim La Salle. Inaugurado em 1968.

Hino

No passado conquistamos glórias/nossa história merece respeito
Somos homens de bem e de fé/amantes do esporte bretão
Nossa arte é com a bola nos pés/nosso orgulho e satisfação
É ver o Toledo em campo/sendo mais uma vez campeão

Camisa no corpo/bandeira na mão
Grito na garganta/explode coração
Toledo/Toledo/Toledo
Quero ver-te sempre campeão

Pra cantar/pra torcer/pra vibrar/onde está o Toledo eu estou
Não importa a hora/o lugar/onde for o Toledo eu vou
Só pra ver nossos craques em campo/completar o encanto do show
Só pra ver bandeiras tremulando/e a torcida vibrando com o gol

Camisa no corpo/bandeira na mão
Grito na garganta/explode coração
Toledo/Toledo/Toledo
Quero ver-te sempre campeão

Num toque de classe de bola/deita e rola/no verde da grama
A bela jogada/a magia/aumenta a fogueira em chamas
Com grande amor pelo time/a imensa torcida se inflama
E bate forte no peito/grita mais alto o que ama
Camisa no corpo/bandeira na mão
Grito na garganta/explode coração
Toledo/Toledo/Toledo


Mascote









site:http://www.toledotcw.com.br/

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Esporte Clube Santo André


O Esporte Clube Santo André foi fundado em 18 de setembro de 1967, na época como Santo André Futebol Clube. Na data da fundação, a expectativa era de criar um clube que se rivalizasse com os principais expoentes do futebol interiorano como Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e tantas outras cidades brilhavam com seus representantes. Por que Santo André da milionária Grande ABC não poderia ter vez? A idéia surgiu na Liga de Futebol Amador da Cidade, do presidente da entidade, Wigand Rodrigues dos Santos. Ganhou corpo entre os esportistas, evoluiu, e foi sacramentada com a fundação do clube numa noite chuvosa. Faltou energia elétrica durante a assembléia, realizada no Tiro de guerra, na Praça 18 do Forte. Não seria essa primeira contrariedade do destino que tiraria o que o Santo André tem de mais abundante: tenacidade, persistência, paixão. Sob luzes de velas, fundou-se o clube.

O Santo André saiu do quase nada, da idéia abstrata de representar o futebol profissional do Município, para uma posição de destaque na hierarquia esportiva e institucional. O lançamento oficial como clube profissional, candidato à disputa do Campeonato da Federação Paulista de Futebol, ocorreu em 20 de Janeiro de 1968, no Paço Municipal de Santo André, com muita festa.

Em 22 de março de 1975, o Santo André Futebol Clube passou a chamar-se Esporte Clube Santo André, nome que é utilizado até os dias de hoje. Foram trocadas também as cores do uniforme. O verde e amarelo dava lugar ao azul e branco.

O primeiro grande momento da vida do Santo André aconteceu em 1975 quando conquistou o título do Campeonato Paulista da Segunda Divisão (sem acesso). O feito se repetiu em 1981 quando conquistou o titulo e pela primeira vez subiu para a elite do futebol paulista.

Já em 1984, o clube se destacou também no cenário nacional. Neste ano, o Ramalhão conseguiu o direito de disputar pela primeira vez a primeira divisão do Campeonato Brasileiro e fez bonito, terminando na honrosa 10ª colocação.

A partir de 2003, o clube vive momentos dourados. Logo em janeiro conquistou o título da Copa São Paulo de Juniores, depois ficou na segunda posição do Campeonato Brasileiro da Série C o que lhe rendeu vaga para a Série B de 2004. No final da temporada, o Santo André conquistou o título da Copa Estado de São Paulo e garantiu presença na Copa do Brasil.

Pela primeira vez disputando a Copa do Brasil, segundo título mais importante do país, o clube do ABC surpreendeu a todos e com uma grande campanha conquistou o título, batendo o Flamengo na final, por 2 a 0, em pleno estádio do Maracanã lotado de torcedores.

Com o título, o Ramalhão garantiu a inédita vaga para a disputa da Copa Libertadores da América. Mesmo sendo eliminado na primeira fase, o clube honrou o Brasil no continente e, inclusive, aplicou uma goleada por 6 a 0 sobre o Deportivo Táchira, da Venezuela.


Títulos
Nacionais Copa do Brasil: 2004. Vice-Campeonato Brasileiro Série C: 2003. Estaduais Campeonato Pauli
sta A2: 3 vezes (1975, 1981 e 2008).
Vice-Campeonato Paulista A2: 3 vezes (1974, 1979 e 2001).
Copa FPF: 2003.Vice-Campeonato Copa FPF: 2004. Categorias de Base Copa São Paulo de Futebol Jr.: 2003.

Estádio
Estádio Bruno José Daniel
Inaugurado: 15/11/1969
Capacidade Máxima:18000
Público recorde: Santo André 0 x 0 Corinthians - 09/1983 - 22,000

Hino

"Santo André do Coração"
Letra e Música:
José da Conceição Souza

Santo André do coração
Dentre os clubes o maior

Uma equipe de valor

Pra defender o nosso futebol

Tuas cores nos encantam

Em cada lance a torcida se levanta

Num movimento de bandeiras

Em coro te saúda, vibra e canta


Salve! Salve! ó grandioso

Esporte Clube Santo André

Salve! Salve! ó glorioso

Santo André da minha fé


De João Ramalho a tradição

Pois traz no peito o seu brasão

És lutador, grande guerreiro, és valente

No esporte rei, és campeão, és campeão

Tuas cores nos encantam

Em cada lance a torcida se levanta

Num movimento de bandeiras
Em coro te saúda, vibra e canta


Salve! Salve! ó grandioso

Esporte Clube Santo André

Salve! Salve! ó glorioso

Santo André da minha fé


Mascote

O E.C. Santo André tem como mascote o Ramalhão, em homenagem a J
oão Ramalho, fundador da cidade de Santo André em 8 de abril de 1553. O Ramalhão é o único mascote "histórico" do Estado de São Paulo, já que a maioria dos clubes prefere usar animais como Tigre, Leão, Pantera, Águia e os inúmeros "Galos" existentes no interior paulista, entre outros. site:





site: http://www.ecsantoandre.com.br/

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Campinense Clube


Em 12 de Abril de 1915, a nata da sociedade local, fundaram uma sociedade dançante, o Campinense Clube, que teve como fundadores Elias Montenegro, Dino Belo, Antonio Lima, Sebastião Capiba, João Honório, Horácio Cavalcanti, Manoel Colaço, Luiz Soares, Antonio Cavalcanti, César Ribeiro, Valdemar Candeia, Nhô Campos, Sindô Ribeiro, Severino Capiba, Adauto Belo, Basílio Agostinho de Araújo, José Amorim, Tertuliano Souto, Gumercindo Leite, Martiniano Lins, José Aranha, Alberto Saldanha, Acácio de Figueiredo, Arnaldo Albuquerque, Gilberto Leite, José Câmara, Alexandrino e Adauto Melo.

Como ainda não contava com sede própria, o novo clube passou a funcionar no Colégio Campinense, cujo diretor Gilberto Leite, um dos fundadores.

Detalhe digno de assinalar foi a escolha do nome do novo sodalício. Reuniões e mais reuniões se sucediam e não se chegava a um acordo. Finalmente, o jovem e brilhante advogado Hortênsio Ribeiro, numa “quente” reunião propôs que o clube passaria a se chamar Campinense. Esse nome retratava tudo, inclusive o bairrismo dos seus fundadores. E obteve votação unânime.


O Dr. José Câmara presidiu a diretoria provisória, no entanto, o primeiro presidente eleito no ano seguinte. A posse foi solenizada com um jornal falado, o “Campinense Clube”. A solenidade foi no palco do Cine Teatro Apolo, rua Maciel Pinheiro, onde era a Livraria Pedrosa ( a velha ).

FUTEBOL:
Embora o rubro-negro de Campina Grande tenha começado sua trajetória em 1915, sua torcida precisou esperar até 1960 para poder comemorar a conquista de um título estadual, em virtude de uma norma que estava em vigor desde 1919, que proibia a existência de um departamento de futebol na estrutura administrativa do clube, e só revogada em 1954. em compensação, a vitória abriu a série do hexacampeonato estadual, feito inédito e até hoje não repetido pelos clubes paraibanos.

Em 1961, foi a primeira das grandes equipes do Estado a participar de uma competição nacional, a Taça Brasil. Repetindo o feito em 1971, quando disputou a Série B do Campeonato Brasileiro.
Em 1972, conquistou o vice-campeonato nacional da Segunda Divisão, o maior feito de um clube paraibano na história do futebol brasileiro. Também conseguiu, em 1975, ser a primeira equipe paraibana na Série A do Campeonato Brasileiro.
No ano de
2003 o time chegou na fase final do Campeonato Brasileiro Série C, mas não subiu para a Série B porque nessa época ascendiam apenas dois times.

O Campinense Clube é o maior clube de futebol da Paraíba, possuindo sua social em Campina Grande , no bairro da Bela Vista, onde também está sendo construindo seu centro de treinamento, que por muitos anos funcionou no bairro de José Pinheiro, o tradicional Zepa, no Estádio Municipal Plínio Lemos, que ficou conhecido como “Toca da Raposa”. Único Hexacampeão paraibano o Campinense Clube acumula diversos títulos e sua equipe de futebol é carinhosamente chamada pela imprensa paraibana de “Equipe Cartola”.

CAMPINA GRANDE E O FUTEBOL:
Campina Grande é a segunda maior cidade da Paraíba, superada somente pela capital, tendo uma população de aproximadamente 350mil habitantes, uma cidade serrana, de atividade econômica voltada especialmente para o comércio e indústria. Outra importante fonte de renda para sua população é o turismo de eventos, sendo notáveis as festividades O Maior São João do Mundo, durante todo mês de junho, a Micarande, um carnaval fora de época que ocorre em geral no mês de abril, o Encontro para Nova Consciência, um evento ecumênico e de reflexões, promovido durante o período do Carnaval Nacional, e o Festival de Inverno, um encontro teatral realizado no mês de agosto.

Como em quase todo o Brasil o principal esporte praticado na cidade é o futebol e, neste contexto existe hoje duas equipes profissionais: O Campinense e o Treze, onde de maiores torcidas e tradição, as principais forças do futebol paraibano.

O Campinense e Treze realizam o “Clássico dos Maiorais” que é o maior clássico do futebol da Paraíba, a torcida do Campinense, porém, é sem duvida nenhuma a mais fiel e a mais vibrante da Paraíba, e entusiasticamente chama seu time de “a raposa feroz” e seus torcedores se autodenominam de “raposeiro”, pois a marca e mascote do clube é uma raposa estilizada. A tradição de títulos sempre conquistados com muita raça e dedicação de seus jogadores, tornou sua torcida a maior e mais vibrante do estado, sempre presente aos estádios a cada jogo, apoiando o time em quaisquer circunstâncias.

Títulos
Nacionais
2º lu
gar Campeonato Brasileiro da Série-B: 1972.
4º lugar Campeonato Brasileiro da Série-C: 2003.

Regionais
2º luga
r Campeonato do Nordeste: 1961.
1º lugar Torneio Nordeste: 1962.
2º lugar Campeonato do Nordeste: 1965.

Estaduais

Campeonato Paraibano: 17 vezes (1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1967, 1971, 1972, 1973, 1974, 1979, 1980, 1991, 1993, 2004 e 2008).
Taça Cidade de Campina Grande: 1996.
Torneio I
nício: 7 vezes (1963, 1964, 1972, 1973, 1975, 1977 e 1980).

Estádio
Por muito o tempo o Campinense utilizou o Estádio Municipal Plínio Lemos, situado no bairro do José Pinheiro, como palco de seus jogos e para treinamento.
Em 1975, após a conclusão do Estádio O Amigão, de maior capacidade, o time passou a realizar todos os seus jogos nesta praça esportiva. Após 1996, no entanto, o Campinense deixou de usar o Plínio Lemos, que foi completamente reformulado para se transformar na Vila Olímpica Plínio Lemos, inaugurada em Fevereiro de 2008.
Finalmente, em 2006, o Campinense inaugurou seu próprio estádio, o Renatão. Localizado no alto da Bela Vista, tem capacidade para 3.000 pessoas. É neste estádio que o time faz seus treinamentos.

Estádi
o Gov.Ernani Sátiro ( O Amigão)
Capacid
ade 38000
Propriedade: Governo do Estado da Paraíba


Hino


Letra: Geraldo Cavalcante

Pelos cantos do Brasil
a Raposa a correr

Vitórias, glorias mil
garra e raça pra valer

As cores da Paraíba
e a grande inspiração

Rubro Negro na Camisa
sangue,
nervo e coração

Grande Campeão paraibano
é o Campinense com razão

Títulos, troféus, ano após ano
Salve a Raposa bicho papão

Toda vibrante estremecida

é a charanga a tocar
Entusiasmada toda torcida

seu clube a incentivar

Futebol é bola no barbante,

alegria das multidões

Vamos dar as mãos, Raposa avante

Para maratona dos Campeões.


Mascote
Tradicionalmente conta-se que o nome raposa como mascote do rubro negro, surgiu no inicio dos anos 60 em virtude das sucessivas vitórias do Campinense sobre seu maior rival, o Treze F.C.. Como o símbolo o Treze era um galo e naturalmente quem come o galo é a raposa, então...assim partindo da invenção popular, a raposa passou a ser oficialmente o mascote do clube.

site:
http://www.campinenseclubeoficial.com.br

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Rio Branco Atlético Clube


O clube foi fundado em 21 de Junho de 1913 por um grupo de rapazes entusiastas do futebol, esporte que se firmava no gosto popular.

Na escolha do primeiro nome, uma homenagem aos próprios jovens que o idealizaram: Juventude e Vigor. Tudo aconteceu na casa de Nestor Ferreira Filho, na Rua Sete de Setembro, mais precisamente num cômodo cedido pelo pai deste, junto ao seu escritório de contabilidade. Entraram para a história do "mais querido" do Estado os fundadores Edmundo Martins, Antônio Miguez, Gervázio Pimentel, José Fiel, José Batista Pavão, Cláudio Daumas, Otávio Alves de Araújo, Hermenegildo Conde, Adriano Macedo, Antônio Gonçalves de Souza e Nestor Ferreira Filho, que seria seu primeiro presidente.

Menos de um ano depois o "Juventude e Vigor" cederia lugar em sua denominação ao Rio Branco Futebol Clube, que ganhava a simpatia dos capixabas, e já formava equipes fortes e vencedoras.

O novo nome surgia de uma homenagem, que os fundadores decidiram prestar figura exponencial do Chanceler José Maria da Silva Paranhos, o Barão de Rio Branco, então em grande evidência na política nacional.

Anos depois, na década de 30, e já tendo construído o Estádio Governador Bley, o clube perderia sua praça esportiva, para pagar dívidas. Viveu então, sua pior fase desde a fundação, com os adversários apregoando seu fim.

Seus mais ferrenhos e abnegados seguidores no permitiram, no entanto, que isso acontecesse. Tendo frente seu mais empolgado e obstinado torcedor, Laonte de Lima Soares, um grupo de associados, do qual participavam praticamente todos os seus jogadores, criaram o Riobranquinho, uma sigla diminutiva para o mesmo clube forte e ganhador dos anos anteriores.

Já era, disparado, o maior conquistador de títulos no Estado, o "mais querido" da torcida e o legítimo representante capixaba em certames nacionais. Grandioso, apesar do nome Riobranquinho, o clube, finalmente, em 18 de Março de 1941, recebeu a denominação que mantém até hoje, Rio Branco Atlético Clube.

O "Atlético" substituiu ao "Futebol", de antes, para possibilitar a prática de outros esportes, que ganhavam fora e prestígio popular na época, como o basquete e a natação.

Ao contrário do que muitos afirmam o clube não foi criado em Jucutuquara. Os rapazes do Juventude e Vigor jogavam em campos de zonas descobertas usando bolas de meia ou de bexiga de boi, no centro da cidade. De lá os meninos foram jogar em um terreno no bairro de Lourdes, que logo depois foi retirado do Rio Branco e dado ao Vitória pelo Barão de Monjardim para que o time não treinasse naquele local. Aí, então o Rio Branco se mudou para uma área emprestada, na cidade de Vila Velha, aonde permaneceu até 1915.

A partir de 1916 os componentes do Rio Branco decidiram ocupar uma área em Jucutuquara, aonde foi construído o seu primeiro estádio, o de Zinco.

Terceiro Estádio do Rio Branco Atlético Clube, o primeiro estádio de Zinco, neste estádio a grande lembrança foi a vitória por 2 a 1 para o Flamengo. Depois de uma disputa de influências políticas entre Rio Branco e seu histórico rival o Vitória, o Rio Branco construiu seu segundo estádio em 1934, na época ficava atrás apenas de São Januário do Vasco da Gama e do Estádio das Laranjeiras do Fluminense porém devido a administrações pouco comprometidas com o crescimento da entidade ou mesmo com o patrimônio do clube o estádio foi perdido, para o pagamentos de dívidas hoje pertencente a Centro Federal de Ensino Técnico.

Anos depois o clube buscou um novo terreno, no município de Cariacica na região metropolitana de Vitória onde construiu o novo estádio Kleber Andrade (nome de um antigo presidente do Clube), com capacidade para 45.000 pessoas sendo o maior do Espírito Santo, todavia a morosidade na construção, somada as crises do clube e as administrações pouco comprometidas que o clube teve ao longo dos anos não permitiram a conclusão do estádio inaugurado em 1983 em um amistoso entre Rio Branco e Guarapari vencido pelo time da casa por 3X2. Devido a construção de seu estádio no município de Cariacica, o Rio Branco criou raízes nessa cidade e hoje é um clube verdadeiramente Cariaciquense.

Em 2008, o estádio foi desapropriado pelo Governo do Estado do Espírito Santo, possibilitando ao clube quitar seus débitos e também iniciar a construção do Centro de Treinamento no município de Serra - ES.

Curiosidade:

O Rio Branco Atlético Clube foi o primeiro do Estado a realizar uma excursão ao exterior, em Abril e Maio de 1974. Seu time foi Europa, Ásia e África, onde obteve resultados expressivos.

Títulos

O Rio Branco é sem dúvida o maior ganhador de títulos do futebol capixaba.

Nem se som
armos todos os títulos dos outros clubes capixabas, estes alcançarão os 68 títulos conquistados pelo capa-preta. O clube, com 35 campeonatos estaduais conquistados, é atualmente o 8º colocado no Brasil em número de títulos, ficando atrás apenas do ABC- RN, Bahia- BA,Clube do Remo-PA, Nacional-AM, CSA- AL, Atlético- MG e Payssandu- PA; não necessariamente nesta ordem.

Campeão Capixaba: 1918/19, 1921, 1924, 1929/30, 1934/35/36/37/38/39, 1941/1942, 1945/46/47, 1949, 1951, 1957/58/59, 1962/63, 1966, 1968/69/70/71, 1973, 1975, 1978, 1982/83 e 1985

Campeão Capixaba 2º divisão: 2005

Estádio
O estádio foi vendido por aproximadamente R$6 milhões para o Governo do Estado do Espírito Santo, devido ao grande número de dívidas do Clube e a impossibilidade do mesmo em administrar o estádio. Parte do dinheiro vai ser usado para pagar essas dívidas, e o restante será usado para a reestruturação do time de maior torcida no estado.
Por enquanto vem jogando no Estádio EngºAraripe, pertencente ao Desportiva Capixaba, o maior rival.

Hino


Letra e Música atual do Compositor Kleber Corradi

Meu Rio Branco, meu sonho, meu clube
Sempre que o vejo, sou todo emoção
Meu Rio Branco, sua raça, suas taças
Ficaram marcadas no meu coração.

Para onde for, lá também estarei
De corpo e alma sempre tocarei
Meu Rio Branco, lancei-me em seus braços
Você é culpado do amor que lhe dei.

Não posso evitar o pranto
Ao vê-lo brilhar em campo
Suas cores, sua bandeira
Traduzem luta e certeza
De que você é o maior
E pra mim não existe melhor.

Meu Rio Branco, seus anos são glórias
São toda a prova do meu bem querer
Meu Rio Branco, toda a sua história
Trago na memória com todo prazer.

Se é na vitória ou mesmo na derrota
Vê-lo na luta e nunca vê-lo no chão
Meu Rio Branco, de mim dependendo
Para seguir em frente nunca direi não.

Não posso evitar o pranto
Ao vê-lo brilhar em campo
Suas cores, sua bandeira
Traduzem luta e certeza
De que você é o maior
E pra mim não existe melhor.


Mascote
Mosqueteiro Capa Preta







site: http://www.rbac.esp.br/

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Águia de Marabá Futebol Clube

O Águia de Marabá Futebol Clube foi fundado em 22 de janeiro de 1.982, sob o nome de Águia Esporte Clube, e que teve como primeiro presidente o desportista Emivaldo Milhomem, que contou com apoio do lendário Valtemir Pereira Lima, o Bezourão para fundar a agremiação que foi criada para disputar o Campeonato Marabaense da Segunda Divisão daquele ano. O time era composto por craques como: Déca, Gamito e Keneddi, entre outros, que acabaram levando a equipe ao título da Segunda Divisão em 1.984, cuja conquista deu à equipe, o direito de disputar o Campeonato Marabaense da Primeira Divisão, no ano seguinte.

Nesta etapa de sua história, o Águia teve como primeiro presidente José Atlas Pinheiro, o Zé Pinheiro, filho de tradicional família marabaense, ocasião em que o time conquistou três títulos municipais nos anos de: 1.989, 1.992 e 1.993, além de três vices campeonatos em: 1.988, 1.994 e 1.996. Quando do último vice-campeonato, o presidente já era Jorge Nery, que, procurado pelo vereador Sebastião Ferreira Neto, o Ferreirinha, no ano de 1.999, concordou em transformar o time em “Clube Profissional”, o que acabou acontecendo, devido o apoio do então presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF), coronel Antônio Carlos Nunes e da Companhia Vale do Rio Doce, hoje Vale; além de outras empresas locais.

Neste primeiro ano, o Águia de Marabá conquistou o título da Copa Ferreirinha, cujo torneio foi criado para homenagear o mentor da criação do time, Sebastião Ferreira Neto, e disputado por equipes dos estados do Maranhão e Tocantins, além do time anfitrião, que no ano seguinte ficou em segundo lugar do torneio, tendo perdido a final para o Clube do Remo.

O torneio serviu de preparação para a disputa do Campeonato Paraense de 1.999, em cujo torneio o time terminou entre os quatro melhores colocados, com um plantel forte, onde se destacavam: Marcos Garça, Damião, Berg, Paulinho Santarém, Gilberto Pereira e Maurinho, entre outros craques, entretanto o maior destaque da equipe foi o “prata da casa” Corujito, que marcou três gols na competição e sagrou-se artilheiro da equipe no campeonato.

Neste ano de sua fundação, o Águia teve um reforço de peso, conquistado na Casa do Estudante, em Belém, onde os irmãos desportistas: Denner e Donner; e os amigos Sidney Jr. e Jorge criaram a torcida “Filhos e Amigos de Marabá”, que no ano seguinte se uniu à Torcida do Águia de Marabá, para realizarem a fusão que resultou na Torcida Organizada do Águia de Marabá (TOAM), que a partir daquele ano, passou a acompanhar o time durante as disputas oficiais e amistosas.

Nos dois anos seguintes, o time sagrou-se campeão do interior, título recomendado a equipe interiorana melhor classificada na competição, e justamente devido a este boa performance no torneio, a equipe marabaense garantiu direito de disputar a Série C do Campeonato Brasileiro, onde teve atuações discretas, porém, acima da expectativa da diretoria e torcida aguiana, o maior destaque da agremiação azulina foi o atacante Marquinhos, oriundo do futebol amador de Marabá. O jogador, é considerado por muitos cronistas locais, como um dos principais atletas da equipe desde sua fundação.

Em 2.002 o time não teve boa participação no certame estadual, e terminou a temporada sendo treinado pelo diretor de futebol João Galvão, que no ano seguinte levou a equipe a sua maior façanha até o momento, que foi derrotar o Paysandu por 1 a 0, com gol de Carlos Wálber, dentro Curuzu lotada, com o adendo da equipe da capital está realizando excelente campanha na Taça Libertadores da América, e justamente após o time bicolor haver goleado o Universidade Católica, no Chile, por 5 a 2, com destaque para: Robgol, Yarlei, Sandro, Gino, Jorginho e outras feras, que não viram a cor da bola contra o time de Marabá.

Nos anos seguintes, o Águia passou a deter o respeito dos grandes clubes do estado, além de ter adquirido moral junto a imprensa, torcida e desportistas de todo o estado e região, fato que despertou o interesse de vários jogadores de virem jogar na equipe azulina.

Essa credibilidade fez a diretoria aguiana contratar vários jogadores de renome do futebol brasileiro, com destaque para: Ailton (ex-Flamengo), Marcos Garça (ex-Guarani), Cláudio (ex-Atlético Mineiro), Erasmo (ex-Palmeiras), Márcio Santos (ex-Olaria), entre outros grandes jogadores que tiveram passagem marcante pela equipe marabaense. Ainda hoje, o time aguiano é muito pretendido por jogadores de várias equipes de todas as partes do país, que são atraídos pela seriedade da diretoria aguiana, que honra seus compromissos com jogadores e demais profissionais contratados para integrar o time durante as ininterruptas temporadas.


Estádio

Estádio Municipal Zinho de Oliveira , capacidade 4500.
Está sendo construído um novo estádio municipal no Bairro Folha 16

Hino

LETRA: NILVA BURJACK

INTERPRETAÇÃO: NILVA BURJACK

SOU ÁGUIA DE CORAÇÃO

SOU AZUL E BRANCO

SOU FORTE, SOU PAIXÃO

GUERREIRO, SOU CAMPEÃO!

É GOL, É RAÇA É EMOÇÃO...

NAS ASAS DO VENTO SOU AMOR

SOU MARABÁ BRASIL

SOU DA COR DA FLOR

SOU PAZ, SOU SUL DO PARÁ

SOU ÁGUIA DE MARABÁ...

É GOL, É BOLA NA RÊDE

SACODE A BANDEIRA, LEVANTA A POEIRA.

SOU ÁGUIA, SOU ÁGUIA, SOU ÁGUIA, SOU MARABÁ ... BIS...

Mascote


A ÁGUIA, SÍMBOLO DO CLUBE É UMA DAS MAIS NOTÁVEIS AVES, PELO TAMANHO, VIGOR, ACUIDADE DE VISÃO E CAPACIDADE DE VÔO.


site:http://www.aguiademaraba.com.br/

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Operário Futebol Clube

Tudo começou com os operários da construção civil , que tinha a intenção de criar uma alternativa para reunir os trabalhadores. Para que isso acontecesse os operários tiveram de se reunir na Sede do Sindicato da Construção Civil, em Campo Grande. Estavam presentes "Seu Vitor", o principal fundador do Operário, Miguel Turco, Magno, Paulo Ferreira, Gregório, Carandá e os irmãos Levindo. Dia 21 de agosto de 1938 foi fundado o Operário Futebol Clube,que em seguida foi liderado pelo pintor Plínio Bittencourt. A intenção era apenas criar uma alternativa para reunir os trabalhadores, mas a idéia ganhou a simpatia de outras classes, entre elas o fazendeiro Melanio Barbosa, que fazia questão de chegar cedo ao estádio Campo-grandense.

O Operário Futebol Clube se profissionalizou apenas na década de 70. No fim dos anos 70 e início dos anos 80, o Operário foi uma das grandes sensações do futebol no país.

Tricampeão mato-grossense (1976/1977/1978), o clube seguiu com sua hegemonia estadual quando Mato Grosso do Sul foi criado. No Campeonato Brasileiro de 1977, dirigido por Castilho, realizou uma das melhores campanhas de um clube do Centro-Oeste na história do Campeonato Brasileiro: 3º lugar na classificação final. Com o goleiro Manga no gol, o time despachou no caminho equipes como o Fluminense. Nas semifinais, enfrentou o São Paulo. O jogo de ida aconteceu em São Paulo, onde foi derrotado pelo tricolor paulista, quando 103.092 pessoas lotaram o Morumbi, batendo o recorde de público em jogos do São Paulo em campeonatos brasileiros, que persiste até hoje. Segurou o 0 x 0 até os 32 minutos do segundo tempo, quando Serginho Chulapa abriu o placar. Depois, nos minutos finais, tomou mais dois gols. Chegou a vencer o São Paulo no jogo de volta, em Campo Grande, por 1 x 0. Acabou sendo eliminado da competição no saldo de gols. O Operário venceu a primeira partida contra o São Paulo por 1x0 gol marcado por Tadeu Santos, e perdeu a segunda no Morumbi por 3x0. Começava aí, a história do Supertime do, até então, Estado do Mato Grosso, terceiro colocado no Campeonato Brasileiro. Em 1979 e em 1981, foi o quinto e sétimo colocado no Brasileirão. Em 1981, sagrou-se tricampeão sul-mato-grossense. O mundo passou a conhecer o esquadrão do futebol, agora, do Mato Grosso do Sul em 1982. O poderoso Bayern de Munique, assistiu o Operário conquistar a President Cup (na Coréia do Sul), torneio mais importante da história do Clube.

Os grandes idolos e jogadores mais conhecidos da imprensa brasileira que atuaram no clube foram: Manga (Seleção Brasileira), Arturzinho que atuou no Corinthians, Luis Carlos que jogou na Seleção Brasileira e Flamengo. Everaldo, Baianinho, Roberto César e muitos outros. O clube foi um verdadeiro celeiro e revelador de craques no final da decada de 70 e inicio dos anos 80.

O Operário tambem é o detentor da maior goleada dos campeonatos estaduais do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul. Em 1978, pelo matogrossense, venceu o Barra do Garças por 13 a 0 e, em 1980, pelo sulmatogrossense, a vítima foi o Taveirópolis - 11x0.

Atolado em dívidas trabalhistas e com o fisco, o Operário já perdeu parte da sua sede administrativa em leilão promovido pela justiça do trabalho. Para evitar o constrangimento do confisco de rendas nos dias de jogos e ganhar uma opção de receita pela venda de ações, o clube entrou na onda do futebol empresa e criou, em 29/11/1999, o Operário Sociedade Anônima, mas nada mudou na prática e foi extinguido em 2006.

2008
Após ter acertado o patrocínio com a empresa Saga, que fabrica o leite São Gabriel, o Operário Futebol Clube corre contra o relógio para se preparar para a sua estréia no Campeonato Sul-Mato-Grossense série A neste domingo, sonhando em, um dia, voltar à elite do futebol brasileiro. A apresentação do time com novo patrocínio na camisa foi feita hoje no Estádio Pedro Pedrossian, o Morenão, em Campo Grande. O patrocínio irá render R$ 100 mil/mês aos cofres do time mais tradicional de Mato Grosso do Sul. Contratos com novos jogadores estão sendo assinados todos os dias. O clube conta com 22 jogadores contratados. O presidente do Operário, Tony Vieira, afirma que o projeto é para que o time volte a disputar competições nacionais, e com boas apresentações. Para recebe o patrocínio, o Operário teve que mudar para São Gabriel do Oeste (149 km de Campo Grande), mas continuará mandando jogos no Estádio Morenão. Apenas os jogos de menor expressão serão feitos em São Gabriel, no estádio que está sendo murado pela prefeitura. Os jogadores já estão morando em São Gabriel do Oeste, onde treinam. Eles usam a estrutura do time São Gabriel, que se prepara para disputar a série B do Campeonato Estadual. O São Gabriel passa a ser um time B do Operário. As mudanças no Operário foram responsáveis ainda pelo retorno de alguns nomes ao futebol. Wilian Puian, que estava afastado do futebol há 8 anos, é o novo técnico do clube.

::: FAÇANHAS :::

Sua melhor classificação em um Campeonato Brasileiro da 1ª divisão foi o 3º lugar em 1977. Além disso, foi 5º colocado em 1979 e 7º em 1981.

O Operário FC foi o primeiro time do interior do Brasil a afrontar os grandes do eixo Rio-SP. Até 1977, nenhum time de cidade pequena (Campo Grande tinha 150 mil habitantes), e que não fosse de Capital, havia chegado as semifinais do Brasileirão.

A audácia do Operário, que montou uma forte equipe e concorreu de igual com times grandes, abriu as portas para outras equipes acreditarem que era possível uma equipe pequena chegar às finais.


Títulos

CONQUISTAS

Títulos Internacionais
- Taça Seleção URSS: 1973
- President Cup (KOR): 1982

Títulos Nacionais
- Brasileiro do Módulo Branco: 1987

Títulos Estaduais
- Campeonato Mato-grossense: 1974
- Campeonato Mato-grossense: 1976
- Campeonato Mato-grossense: 1977
- Campeonato Mato-grossense: 1978
- Campeonato Sul-mato-grossense: 1979
- Campeonato Sul-mato-grossense: 1980
- Campeonato Sul-mato-grossense: 1981
- Ca
mpeonato Sul-mato-grossense: 1983
- Campeonato Sul-mato-grossense: 1986
- Campeon
ato Sul-mato-grossense: 1988
- Campeonato Sul-mato-grossense: 1989
- Campeonato Sul-mato-grossense: 1991
- Campeonato Sul-mato-grossense: 1996
- Campeonato Sul-mato-grossense: 1997

Outros Títulos
- Liga Esp. Municipal Campo Grande: 1942
- Liga Esp. Municipal Campo Grande: 1945
- Liga Esp. Municipal Campo Grande: 1966
- Troféu Gov. Dr. Pedro Pedrossian: 1981
- Troféu Dr. Giullite Coutinho: 1983
- Cat. 90 Copa Cidade Itaporanga-SP 2007
- Estadual - Segundo Turno: 2007
- Copa Cam
po Grande 2007
- Copa
Héllios Video 2007

Estádio

O estádio Pedro Pedrossian, ou Morenão, como é chamado, é um estádio de futebol localizado na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O estádio está situado na zona sul da cidade de Campo Grande, dentro do campus da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). É o maior estádio de futebol de Mato Grosso do Sul. O estádio tem esse nome em homenagem ao então governador de Mato Grosso do Sul, Pedro Pedrossian, na época da fundação da UFMS.
Capacidade: 45000

É o maior estádio universitário da América Latina
Tem o apel
ido de Morenão em referência à cidade de Campo Grande, conhecida como Cidade Morena devido à cor avermelhada de seu solo.
A maior lotação do estádio foi de 38.122 torcedores em 23 de Fevereiro de 1978, quando o Operário venceu o Palmeiras por 2-0.


Hino

Autor: Luis C. Amarilha.

Garra amor e tradição /
Destinado a ser campeão /
De Mato Grosso o mais querido / bis
E em campo é o mais temido /

refrão


O Operário é dono da torcida
De Camp
o Grande a mais unida
É Galo em qualquer terreiro
E valente como o povo brasileiro

O, o , o , pe, e, e, ra, ri, ô ,ô, ô
O, o , o , pe, e, e, ra, ri, ô ,ô, ô

Garra amor e tradição /
Preto e branco está no coração / bis
Daqueles que sabem torcer /
E o Operário só pensa em vencer /

refrão


O Operário é dono da torcida
De Campo Grande a mais unida
É Galo em qualquer terreiro
E valente como o povo brasileiro

O, o , o , pe, e, e, ra, ri, ô ,ô, ô
O, o , o , pe, e, e, ra, ri, ô ,ô, ô


Mascote

O GALO GUERREIRO

Todo clube tem um mascote representativo, e ele faz parte do carinho que o torcedor sente pelo clube de coração. O Operário Futebol Clube, também tem seu momento carinhoso por seus torcedores que o chamam de "GALO". Entre os mascotes do estado de MS, o GALO do Operário é o que mais se destaca no cenário, sendo chamado pelo apelido até por imprensas locais.

site:http://www.operariofutebolclubems.com.br

domingo, 24 de agosto de 2008

Central Sport Club


O CENTRAL SPORT CLUB, fundado em 15 de junho de 1919, à uma da tarde, na Sociedade Musical Comercial Caruaruense, tendo como representante o Sr. Francisco Porto de Oliveira. O título do clube foi sugerido pelo Sr. Severino Bezerra.
Foi estabelecida uma jóia de 2.000 réis e 500 réis de mensalidade (assim consta na primeira "Ata de Fundação").

O CENTRAL está sediado na cidade de Caruaru-PE e vem disputando o Campeonato Pernambucano de Futebol desde 1961, quando se filiou a Federação Pernambucana de Futebol e Confederação Brasileira de Futebol. Durante essa trajetória, o clube Patativa sempre teve destaque e foi o fiel da balança no certame, onde lidera o futebol no interior do Estado.

Durante a sua existência no amadorismo, participando dos campeonatos amadores da Liga Desportiva Caruaruense, sempre foi um vencedor, sendo campeão em 42, 43, 44, 45, 48, 51, 52, 53, 54 e 58; representando a cidade condignamente. Em 1961, levado pelo então presidente da LDC, o banqueiro Gercino Tabosa, volta ao futebol estadual, pois, em 1937, teve uma passagem meteórica na Federação.

No profissionalismo, participando dos certames da FPE, tem tido excelente presença, sendo, no momento, a principal equipe do interior, enfrentando as cidades do Cabo, Vitória, Garanhuns, Timbaúba, Goiana, Petrolina, Itacuruba e Nossa Senhora do Ó, que também fazem parte dos certames promovidos pela Federação Pernambucana.

Disputa os campeonatos Pernambucanos e Brasileiro e a Copa Pernambuco de Clubes Profissionais. É considerado a 4a. força esportiva do Estado. No Campeonato Nacional, chegou a ser 4o. colocado, em 1995. Em 1979, quando participou do Brasileiro da 1a. divisão, enfrentou: Flamengo, Vasco da Gama, Atlético Mineiro, Grêmio, Fluminense, etc.

Mas seu grande feito foi em 1986, na Copa Brasil, enfrentando os principais clubes do País, derrotou o Flamengo por 2x1, no Estádio Luiz José de Lacerda, hoje o Lacerdão, com tentos de autoria do atleta Ronaldo.

No futebol pernambucano, além dos honrosos 3o. e 4o. lugares, foi campeão da segunda divisão em 1999, voltando a ocupar o seu lugar de destaque na Primeira Divisão Estadual, levantando o astral de toda a torcida alvi-negra. Em 2000, além do Estadual, o CENTRAL disputou a Copa João Havelange, Grupo Verde/Branco, com relativo sucesso. Em 2001, ocupa a 4a. posição no futebol estadual. O Central foi campeão da 2a. divisão nacional em 1986 juntamente com o Treze/Pb - Internacional/SP e Criciúma/SC.

Em 2001, o Central Sport Club sagrou-se Campeão da Copa Pernambuco, sendo esse, o 2o. título profissional de sua história. Em 2002, o CENTRAl conseguiu o seu 3o. título com profissional, sagrando-se Campeão da Copa Jarbas Vasconcelos.

Em 2004, a equipe do CENTRAL SPORT CLUB, não foi feliz e terminou rebaixada para a Segunda Divisão, no campeonato de 2005. O time não teve sorte na escolha dos seus atletas. Alguns, bastante conhecidos voltaram ao clube, mas infelizmente não reeditaram a fase passada. A equipe de Juniores, com direção de Borges Carvalho, obteve o 4o. lugar, cabendo ao atleta JOÃO NETO a artilharia, com 11 tentos.

As suas equipes de base(Juvenil e Juniores) são verdadeiros celeiros de atletas, oriundos da cidade e cidades vizinhas. No ano de 1983 ganhou o título de Campeão das Modalidades, patrocinadas pela Federação. Mantém uma escolinha de futuros talentos, com mais de 200 crianças inscritas. EM 2001, os JUNIORES foram campeões da LDC, 2a. Divisão. EM 2002, a equipe Juvenil foi campeã invicta da Copa Esperança-sub 17.

O seu estádio, denominado de Luiz José de Lacerda - O LACERDÃO, em homenagem ao seu grande e dedicado baluarte, Presidente de Honra com todos os méritos, foi construído em linhas arquitetônicas modernas e até futurísticas, comporta 25.000 expectadores e é o palco dos grandes espetáculos futebolísticos e sociais. É considerado o melhor estádio de futebol do Interior Nordestino.

É proprietário, também, do Centro de Treinamento - CT, localizado às margens da BR 104, ao lado do Autódromo AIRTON SENNA, numa área de 6 hectares, que está em construção.

Alguns atletas que se destacaram no cenário esportivo nacional, pelo Central Sport Club: MIRANDINHA, jogou no Corinthians; VADINHO, que jogou ao lado do Rei Pelé, pelo Santos; JUSCÉLIO, que mantém o Prêmio Belford Duarte; ZEZINHO DE TUTU(Em Memória), um patrimônio do Clube; AXÉ, hoje no futebol português; DUDINHA, goleiro que defendeu o Palmeiras, SELMIR, no figueirense e EVERALDO no futebol alemão.

O seu Pavilhão Alvi-Negro sempre tremulou altaneiramente e as suas cores(preto e branco) são respeitas quando adentram os estádios, envergadas pelos nossos briosos atletas. A Patativa é o símbolo do clube e está sempre voando alto.

O CENTRAL SPORT CLUB foi fundando em 1919 por um grupo de jovens idealistas, tendo como o seu Primeiro Presidente, o sr. José Faustino Vila Nova, renomado comerciante. Atualmente, a Patativa do Agreste, símbolo adotado pelos centralinos, tem como presidente o sr. CÍCERO MOREIRA DA SILVA, até o final do mandato em dezembro de 2005, substituindo a Luiz Rodrigues que renunciou, deixando o clube em dificuldades. A Partir de 2004, assumiu como diretor Executivo e Financeiro, o sr. Ronaldo Ferreira de Lima, que vem lutando ardorosamente pelo soerguimento desta agremiação.

Estádio

A construção do estádio foi um grande sonho realizado. Um acontecimento inédito no interior de Pernambuco, que elevou ainda mais o nome do Central dentre os clubes pernambucanos.

Desde o inicio, o estádio foi projetado com muita inovação e despertou a admiração de arquitetos e engenheiros de todo o país.

Nome Oficial: Estádio Luiz José de Lacerda
Capacidade: 30.000
Endereço: Av. Agamenom Magalhães, 425 - Caruaru (PE)
Inauguração: 19/10/1980
Primeiro jogo: Central 3x1 Seleção da Nigéria
Primeiro gol: Gil Mineiro (Central)
Recorde de público: 24.450 (Central 2x1 Flamengo - 1986)
Dimensões do gramado: 105m x 70m
Proprietário: Central Sport Club

No inicio, chamava-se Estádio Pedro Victor de Albuquerque.


Hinos Oficiais do Central

HINO I


Música e Letra: Professor José Florêncio Neto (Machadinho) Concurso de 1968


CENTRAL, CENTRAL, CENTRAL
Tu és a glória do Nordeste
Teu nome social
Enche de encantos
A Capital do Agreste

És tu linda bandeira
Que ao tremular
Diante dos campeões
É dos mais fortes
O nosso brado
Sentindo a vitória
Dos nossos corações

Nasceste em Caruaru
Sobre um belo céu de anil
Pensando em Pernambuco
Enaltecendo o Brasil
Tuas cores alvi-negras
Falam junto aos corações
Num desejo que tu sejas
Campeão dos Campeões.



JOSÉ FLORÊNCIO NETO (MACHADINHO), Ex-atleta, Maestro, compositor e professor de Música.
Sempre se dedicou ao Central, sua paixão maior.
Morreu no ano de 2000.


Hino II


Música e letra: Israel Filho
Gravado em 1995


Meu glorioso alvi-negro
És o campeão das emoções
Tuas Glórias, teu passado
Sempre presente em nossos corações

Tua bandeira alvi-negra
Ao tremular relembra tua história
Enche de orgulho o nosso peito
Nos faz lutar em busca da vitória

És filho de Caruaru
Capital do Agreste em Pernambuco
Nessa busca de vitória prevalece
O teu jingado tão malandro, tão matuto
CENTRAL, CENTRAL, CENTRAL
O teu nome me enche de emoção
Seja na terra, em outras terras
Tua bandeira é força e tradição.

ISRAEL FILHO, cantor, compositor, torcedor centralino e caruaruense.
Veste a camisa do CENTRAL com orgulho.

Mascote
Patativa Alvi-Negra


Canto melodioso e triste. O belo canto da Patativa tem tantos admiradores que, no Brasil, ele já foi citado em música, verso e prosa. Na natureza, o macho (foto) usa o canto melodioso para demarcar seu território.

O seu canto é tão atraente que o nome deste pássaro virou apelido de alguns cantores nordestinos. Devido a ele a Patativa já foi citada em uma música famosa de Vicente Celestino, no romance "Ubirajara", de José de Alencar, e no poema "As primaveras", de Casimiro de Abreu.

· A graciosa Patativa alvi-negra é o símbolo do Central Sport Club.
· Ela representa o clube com as suas cores, com o seu vôo livre e altivo.
· Dizem que, durante os treinos do Central, se encontravam no lugar muitas patativas, quem sabe, a contemplar os nossos jogadores treinando.
· Ela é símbolo de força, coragem, determinação e liberdade.

site: www.centralsc.com.br/

sábado, 23 de agosto de 2008

Ituiutaba Esporte Clube


O Ituiutaba Esporte Clube foi fundado no ano de 1947, no dia 30 de abril. Disputou durante muitos anos apenas campeonatos regionais e amadores, tendo poucos registros em sua história. É chamado carinhosamente de “Bôa” e “Coruja” – a mascote do time - pelos seus torcedores

O clube veio a se profissionalizar após 50 anos de história, em 1998. Depois, veio a disputar a segunda divisão do Campeonato Mineiro. No entanto, foi muito mal, sendo eliminado na primeira fase. Ainda assim, conseguiu subir para o Módulo II da Primeira Divisão Mineira porque vários times acabaram desistindo de participar da competição, passando a disputar a competição com times como Ipatinga, Sociedade Esportiva Guaxupé, Atlético Clube de Três Corações e outros.

Em 1999, então, disputou o Campeonato Mineiro do Módulo II pela primeira vez. Teve um desempenho mediano, chegando em quarto lugar em um grupo de seis integrantes, não se classificando para a segunda fase.

No ano 2000, o clube teve um desempenho ainda pior no Módulo II. Mesmo com cada grupo tendo quatro classificados neste ano, o Boa ficou em quinto e, novamente, foi eliminado precocemente.

Então, em 2001 o Ituiutaba teve, enfim, um bom desempenho no Campeonato. Ficou em terceiro lugar no seu grupo, dois pontos abaixo do líder, e se classificou para a segunda fase, onde se formou um novo grupo com os classificados. Inexperiente, o time foi mal e terminou na lanterna, com apenas quatro pontos ganhos em dez partidas.

A lição já foi aprendida e o Ituiutaba viria melhor preparado em 2002. Foi o líder do seu grupo e classificou-se para o hexagonal final. Lá, foi muito bem e chegou em terceiro lugar, mas ainda assim não se classificou para o Módulo I.

Em 2003, uma grande glória do time tricolor. O clube repetiu o desempenho dos dois anos anteriores, quando se classificou para a segunda fase do Módulo II, mas não subiu para o Módulo I. No entanto, classificou-se para a disputa da Série C do Campeonato Brasileiro pela primeira vez em sua história. O desempenho, no entanto, não foi muito bom, e o time ficou na primeira fase da competição.

Em 2004, o Boa chegou ao ápice de sua história até então. Disputou o Módulo II e o venceu, classificando-se para o Módulo I pela primeira vez. Em 2005, já em cima, foi bem novamente e participou da Série C novamente. Chegou à segunda fase, onde foi eliminado pelo Villa Nova, rival do Estado. Em 2006, o time quase chegou às semifinais do Campeonato Mineiro e disputou novamente a Série C.

Em 2007, o técnico chileno Roberto Rojas desembarcou na cidade para dirigir o Ituiutaba. A expectativa era muito grande, mas o treinador, famoso no São Paulo, quase levou o Boa ao rebaixamento.

Porém, a diretoria demitiu o técnico chileno, contratou o treinador Éder Taques e um grupo de bons jogadores, que levaram o time ao título da Taça de Minas deste ano.

O apelido BOA origina-se de sua fundação em 1945/1946 pelos CANCELLAS e RODRIGUES DA CUNHA e outros caras jovens e bacanas sob o nome de BOA VONTADE FUTEBOL CLUBE, que vigorou até a sua legal fundação em abril de 1947.

Nos jogos, a torcida tinha o costume de gritar "BOA" ao invés de BOA VONTADE. Esse costume continuou mesmo após a mudança do nome clube para ITUIUTABA ESPORTE CLUBE.


Estádio

Estádio da Fazendinha
Capacidade: 8000
Sem iluminação artificial

Hino


Foi nos tempos do arroz,
quando o futebol só tinha um aspecto romântico.
Foi com o Boa Vontade, descendente dos Cancella,
que nasceu altaneiro, do Triângulo Mineiro,
para Minas e outras Terras.

Teu nome é forte
pois é o baluarte do interior
da meiga mãe Minas Gerais.
Quer por altivo e puro
o pavilhão tricolor,
gravado na sina dos fortes Moraes.

Ituiutaba Esporte Clube,
time de raça e valor.
Sou quem vibra por sua fibra,
na Fazendinha palco de tantas conquistas,
do destemido “I” no meu peito de amor

MASCOTE

A mascote do Ituiutaba é uma coruja. Devido à identificação do animal com o clube, os torcedores da agremiação costumam se referir à equipe utilizando o nome do pássaro.


Sem site oficial

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Clube Atlético Hermann Aichinger


DÉCADA DE 50

• O Clube Atlético Hermann Aichinger foi Fundado em 20 de setembro de 1951, sucedendo a Sociedade Desportiva Industrial organizada em julho de 1944 e que na ocasião estava há mais de 3 anos sem atividades;
• A reunião de fundação do C.A.H.A. ocorreu no Bar do Sr. Geraldo Stoll, que contou com a presença dos Srs. Walter Nagel, Fritz Francke, Leopoldo de Souza, Wiegand Scheidemantel, Alberto Lessa, Fides Pettersen, Clemente Pettersen, Olimpio Lessa, Paulo Lippmann, Cuno Stoll, Waldemar B
randl, Engelbert Schaefer, Haroldo Lucas, Curt Stoll, Udo Iuwert, Enio Deeke, Geraldo Stoll, Luciano Patricio, Egon Stoll, Jorge Lucas Jr., Hercílio Lucas, Helmuth Arnold e Walfried Goebel;
• O Clube teve como seu primeiro presidente o Sr. Alberto Lessa e o local da sede e do campo de futebol era alugado.
• Em março de 1955 o Sr. Hermann Aichinger cedeu incondicionalmente o local para o Campo de Futebol e sede do Clube que leva o seu nome.
• Na década de 50 vários pessoas estiveram à frente do Clube, dentre eles podemos destacar: Alberto Lessa, Olimpio Lessa, Wiegand Scheidemantel, Fides Petersen, Curt Stoll, Hermann Aichinger, Ekkehardt Aichinger, Paulo Nüsser, Egon Stoll, Geraldo Stoll, Enio Meneghelli, Oscar Kopsch, Mano
el Cipriano da Silva, Manoel Marchetti, Hercílio de Fáveri, Ingo Metzker, Ibá Goitacazes dos Reis, Friedrich Franke, Cuno Stoll e Haroldo Lucas;
• A partir do ano de 1955 participa do Campeonato da 2ª Divisão da Liga Blumenauense de Desportos;
• No mesmo ano iniciam-se as obras para construção do estádio do Clube;
• Durante os anos 50 vários foram os jogos realizados pelo Clube Atlético de Ibirama, e dentre os adversários podemos citar o São Cristóvão-RJ, Novo Hamburgo-RS, Ferroviário-PR, Carlos Renaux e Paysandu de Brusque, Caxias e América de Joinville, Olímpico e Palmeiras de Blumenau, Avaí – Capital.
• Passaram e se destacaram no Clube diversos jogadores, como: Sagüi, Alceste Moser, Fanhô, Emílio Eberspächer, dentre outros.

DÉCADA DE 90

• Fiel a tradição esportiva do Clube, e com o firme propósito de disputar e representar digna e efetivamente o Clube, a Cidade de Ibirama e toda a região do Vale Norte em campeonatos, a atual diretoria, encabeçada pelo empresário Genésio Ayres Marchetti, a exemplo do que toda a família Marchetti realizou ao longo dos tempos e da história do Clube Atlético, começou, após um longo período de inatividade, um trabalho de base com jovens atletas locais, sagrando-se campeão municipal invicto no ano de 1990. Em 1991 participa do Campeonato de Amadores da Liga Vale Norte de Futebol, chegando à 3ª colocação na competição;
• Em 1992 conquista o vice-campeonato amador da Liga Vale Norte de Futebol de Ibirama, e, na continuação dos trabalhos propostos, já buscando maior representatividade estadual e com reforços de atletas da região, sagrou-se C
ampeão Catarinense de Futebol Amador, garantindo assim, sua credencial para disputar a 2ª Divisão de Profissionais.
• Ainda em 1992, participou em Curitiba do Campeonato Sulbrasileiro de Futebol Amador, representando Santa Catarina. A Competição contou com equipes amadoras representando os Estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul;
• Profissionalizou-se no ano de 1993 e tendo conquistado no mesmo ano o Titulo de Campeão Estadual da 2ª Divisão de Profissionais, assegura sua vaga para disputar o campeonato da 1ª Divisão.
• No ano de 1994 o então e atual presidente do Clube, Sr. Genésio Ayres Marchetti, visando a disputa do campeonato estadual da 1ª divisão, realiza a maior obra de infra-estrutura no clube, com a construção da arquibancada coberta para mais de 2 mil pessoas, ampliação, drenagem e gramado novo no campo de futebol;
• No campeonato estadual de 1994 destacou-se ao vencer por duas vezes a equipe do Criciúma que estava no auge e contava com craques do naipe de Soares, Jairo Lenzi, Vilmar, Da Pinta, Alexandre, Sílvio Criciúma e outros;
• Nesse
Campeonato o Atlético de Ibirama chegou a disputar semi-final de turno, terminando a competição entre os oito, numa disputa que contava com 16 equipes;
• Em 1995 disputou o certame estadual, tendo uma boa participação e sempre figurando entre as primeiras colocações;
• Licenciou-se junto a Federação no mesmo ano, assolado pela geral crise econômica;
• Com passagem pelo Clube destacaram-se os jogadores Sávio, Osmair, Nardella, Treze e Valdir Dias;
• O Clube não abandonou suas atividades esportivas, continuou disputando campeonatos regionais de futebol amador, sagrando-se Campeão do Campeonato de Masters promovido pela Liga Vale Norte de Futebol no ano de 1999 e 3º colocado na categoria amador no mesmo ano;

NOVO MI
LÊNIO

• Até o ano de 2000 manteve um profissional no Clube que trabalha com as categorias de base, onde dezenas de jovens, entre 12 e 21 anos, estão sendo treinados e preparados para disputar os campeonatos das categorias no decorrer deste ano e visando ainda o retorno ao futebol profissional Catarinense no ano de 2001.
• Disputou em 2001 o Campeonato Catarinense de Futebol Profissional da 2ª Divisão, sagrando-se Bi-Campeão, conquistando o 1º e 2º turnos do campeonato e o título final.
• Em 2002 e 2003 disputou o campeonato da 1ª divisão, mantendo-se na chave principal dos melhores clubes do Estado.
• Em 2004 – Vice-Campeão Catarinense da Série A1 e Vice-Campeão Estadual da Série A2. Disputou a Série C do Brasileiro, ficando entre as 16 melhores equipes.
• 200
5 – Disputou a Copa do Brasil e novamente sagrou-se Vice-Campeão Catarinense da Série A1 e 3º lugar da Série A2 do Catarinense e disputou a Série C do Brasileiro.
• 2006 – Disputou novamente a Copa do Brasil, obteve a 4ª colocação no Campeonato Catarinense da Divisão Principal (antiga Série A1). Disputando a Divisão Especial (antiga Série A2).

Estádio
Hermann Aichinger (Estádio da Baixada)
Capacidade : 3000

Hino : http://mais.uol.com.br/view/l0gdej5wamck/hino-atletico-ibiramasc-040264E0B953E6?types=A&

Ouça aqui, sem letra disponível

Mascote

O “Capeta” – que entrava em campo antes das partidas, vestido a caráter, e dava voltas ao redor do gramado com o mascote do time adversário “espetado” em seu garfo. E, num fato inusitado, ao ser entrevistado por uma Rádio que cobria o jogo e indagado sobre o que esperava da partida, o “Capeta” respondeu convicto: “Se Deus quiser vamos vencer o jogo”.

site : http://www.atleticoha.com.br/

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Atlético Roraima Clube

No dia primeiro de outubro de 1944 nascia o Atlético Roraima Clube. Dos times ainda existentes no Estado ele é o mais antigo. Seu fundador foi Adolfo Brasil, que ainda contou com a ajuda de fazendeiros renomados de Roraima, como Peri Magalhães, Dorval Armando, Abrahim Xaud, entre outros. Devido ao grande capital que os fundadores do clube detinham, o Atlético Roraima recebeu o apelido de “Clube dos Milionários”.

O Escudo do Tricolor de Roraima é uma homenagem clara ao Fluminense, clube este que tinha simpatia da maioria dos fundadores do clube.

As cores são as mesmas, o verde e o grená. O que muda são apenas as letras iniciais do nome dos clubes, enquanto no escudo do clube inspirador as letras são FFC, no clube do lavrado as letras são ARC.

Durante suas primeiras décadas de existência, o Atlético Roraima ficou mais conhecido por festas realizadas na cidade de Boa Vista do que por resultados dentro de campo. O clube promovia eventos em todas as datas festivas do ano. Festejos de São Sebastião, Reveillon e principalmente o Carnaval eram as principais atividades na época.

No campo, o primeiro título estadual veio em 1975 e o segundo no ano seguinte, estabelecendo o Atlético Roraima como um dos principais clubes da cidade. Desde então, o time ganharia o campeonato seguidamente, tornando-se o maior detentor de títulos do Estado de Roraima. O Atlético ainda venceria mais dois estaduais na década de 70 e cinco na década de 80.

Com o início do profissionalismo em 1995, torna-se o primeiro campeão dessa era, repetindo em 1998.

Em 2001 o clube venceu o estadual, conquistou o bi um ano depois e o tri em 2003. Com os três títulos conquistados consecutivamente, o elenco das ótimas campanhas no início do século foi considerado um dos maiores das últimas décadas.

Em 2007 os roraimenses puderam comemorar mais um título e se vingar de seu grande rival. O Baré possuía um time superior e a imprensa dava o título estadual do ano como certo para o rival. Conquista o bi em 2008, de forma invicta, derrotando na final o Progresso de Mucajaí, após vencer por 5 X 3 e empatar em 1 X 1 na segunda partida.

TÍTULOS
Campeonato Roraimense: 17 vezes (1975, 1976, 1978, 1980, 1981, 1983, 1985, 1987, 1990, 1993, 1995, 1998, 2001, 2002, 2003 , 2007 e 2008)
Início do profissionalismo em 1995.

HINO

O hino apresentado aqui não é o oficial, apenas uma criação recente de artistas amazonenses depois de um pedido de um dirigente Tricolor.

HINO EXTRA-OFICIAL

Eu sou Atlético Roraima;
Tenho três cores no meu pavilhão;
O verde representa a esperança;
Vermelho a força do meu coração;
No branco busco paz e alegria;
Da minha história e tradição
;

Eu sou um marco de glórias;
Destôo no cenário de lutas e vitórias (2X)
;

Roraima, Roraima, Roraima!
Realidade dos nossos antepassados;
Orgulho da sociedade;
No futebol do nosso Estado
;

Roraima, Roraima, Roraima!
Tu me alucinas, me traz a emoção;
Eu te amarei até a morte;
Meu clube forte, primeiro campeão!

Mascote

Tendo como exemplo o escudo, o mascote também é inspirado no Fluminense, mas desta vez tendo um motivo ainda maior, quando da sua criação, o Atlético Roraima também era chamado de "Clube dos Milionários". Esta citação continuou até que houve um desentendimento na diretoria e alguns diretores se desligaram do clube e fundaram o maior rival do Tricolor, após isso o apelido ficou esquecido.



Estádios:
Canarinho e Ribeirão (os dois pertencentes ao Governo do Estado de Roraima)


site : http://www.atleticororaima.com.br/